Apocalipse zumbi
É impressionante como as coisas
mudam, mesmo que sejam tão complexas ou mudáveis, elas simplesmente mudam...
Para ser sincero com vocês, nunca imaginei que este mundo tinha como mudar,
digo mudar em alguma coisa mesmo que seja mínima, esse mundo estava evoluindo
em muitas coisas, mais na medida em que o mundo tecnológico e científico
mudava, evoluía, crescia, os sentimentos das pessoas simplesmente diminuíam até
desaparecer... A gente sabe que já vinha sendo dito isto na bíblia, que um dia
o amor das pessoas se apagaria de seus corações, como um vento apaga a chama de
uma vela, eu até acreditava que realmente um dia isto aconteceria, mais não
imaginava que seria tão breve esse dia... Dois meses depois... Percebi que não adiantaríamos
continuar o trajeto, todos nós estávamos muito cansados principalmente Luísa,
que estava com uma ferida na perna, ela estava com uma febre impressionante
como se estivesse sido mordida. Ela com seus olhos azuis e inocentes e seus
lindos cabelos curtos e negros, gemia dentro do carro, e todos nós não podíamos
fazer nada, éramos quatro pessoas, sobreviventes de um grupo de oito, Maria a
mais fresca de nós, ela é do tipo patricinha ainda não sei como ela está viva
até agora, sua aparência é de parar o trânsito com olhos verdes e longos cabelos
loiros, Márcio que é o mais jovem 15 anos apenas, o mais traumatizado, sempre
chorando sozinho, sua aparência é normal como um rapaz CDF do colegial, cabelos
arrepiados e negros, e olhos da cor castanha escura, e Luísa da qual falei
antes. Nós estávamos fugindo da cidade do Recife era lá que nós morávamos
depois de tanto sofrimento estamos chegando à cidade de Petrolina para
entrarmos no Estado da Bahia, já consigo ver logo ao longe a placa dizendo -
Bem Vindo a Petrolina, verde com arranhões e muito ferrugem, a estrada mais
seca do que sempre foi, realmente o mundo acabou...
- Ali vocês estão vendo? - Disse Márcio com um sorriso longo no rosto.
Quando olhei pro lado percebi que
havia um carro em movimento, ou seja, mais sobreviventes deste terrível apocalipse.
Paramos e o carro também parou, era uma hilux preta fechada, de lá saíram
apenas quatro pessoas três garotos e uma garota, sai do carro com Márcio e
disse pras meninas ficarem no carro, eles estavam armados como fuzis, todos os
quatro inclusive a garota, peguei minha pequena calibre 38, e Márcio sua 32, e
saímos empunhando elas. Pararam e um deles nos perguntou
- Olá de onde vêm vocês? O que me perguntou
tinha um sotaque diferente, percebi que ele não era do nordeste, cabelos
arrepiados, alto, olhos que pareciam carregar muita dor.
- Viemos de Recife. - Respondi com um tom forte pra causar certa
intimidação. Coisa que não funcionou.
- Vou avisar logo a vocês não á
como sairmos do Pernambuco, é impossível os zumbis tomarem conta da ponte, das
encostas do rio São Francisco - Disse a menina bem aparentada de olhos
castanhos, seu rosto me chamou atenção, ela estava com seus cabelos negros
voando ao vento, aquilo ficou na minha cabeça.
De repente escutamos as vegetações
ao lado se mexerem, rapidamente apontou para lá as armas, foi muito rápido, a
menina de qual falei foi agarrada num salto impressionante de uma daquelas
coisas, eles são rápidos demais e muito fortes, fiquei tão arrepiado com aquela
garota que eu simplesmente atirei e acertei os miolos do zumbi, coisa que nem
eu acreditei, eu poderia ter acabado acertando ela, e o pior perdi um das
minhas ultimas 15 balas. Claro todos ficaram impressionados, mais o grande
problema nem era esse, o barulho os atrai... Então o garoto que me fez a
pergunta, o que realmente parecia ser o líder dos quatro disse,
- Sigam nosso carro eles virão para
cá sejam rápidos. - Simplesmente os seguimos.
No fim das contas chegamos ao shopping da
cidade, eram bem reforçadas as portas, não havia nenhum zumbi por perto, era o
lugar perfeito para Luísa que estava muito mal poder descansar. Um mês depois
No final de tudo nós nos tornamos amigos, pois é, Marcos que era o menino
calado do grupo, era o que me fez as perguntas antes, Iviny era o cabeludo com
cara de nerd, e bem baixinho Jessé era o tímido, moreno alto e que sentia
enorme prazer em matar os zumbis, e ela é claro, a menina que salvei, ela era
muito calada, muito sozinha, não sei dizer muito o porquê, tentei me aproximar
dela mais ela sempre retrucava, tão bela com longos cabelos negros e olhos
brilhantes castanhos. Hoje depois de um mês, estamos ainda neste shopping,
claro continua tudo calmamente, mais os suprimentos da cidade estão acabando e
estragados, precisamos sair daqui, o pior é que não da para voltarmos para o
Recife, lá estava um caos, teremos que tentar algo.

Foda !
ResponderExcluirse estiver interessado... leia o Dentes de sangue e beijo assassino, e tambem a tola de todos rs
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