segunda-feira, 11 de novembro de 2013

dentes de sangue



Dentes de sangue
Eu estava em uma casa em chamas, alguém estava segurando minha mão enquanto estávamos na casa em chamas. Eu não conseguia ver sua face, não conseguia ver a face de ninguém, todos estavam pretos, e fora da casa, guerreiros e arqueiros estavam a nossa espera, não sabia se queriam nos matar. Mais antes que os homens entrassem na casa, a pessoa que estava comigo me segurou me levantando me segurou em seus braços fortes e músculos, e a pessoa correu tão rápido que parecia a velocidade de dez guepardos velozes. E a força como derrubava os guerreiros e arqueiros era surreal. Tinha a força de vinte homens. “Ele” me levava para longe me protegendo, eu estava com medo e também estava me sentindo protegida por ele. Oh meu Deus. O que esse homem irá fazer comigo?  Socorro.
Todos os sábados e domingos eu sonhava com o mesmo sonho, eu tentava interpretá-lo, mais eu nunca conseguia. Chamas ardentes em uma casa velha, em que estou nessa casa, uma pessoa me salva e me leva para longe, eu nunca consigo ver o rosto da pessoa que estava comigo, arqueiros e guerreiros querendo nos matar. Eu não sabia o que fazer. Levantei-me de minha cama já arrumando meu quarto e me vestindo para descer á sala.
Eu morava em um castelo, meu pai era o dono e o rei da aldeia de Tzimisce, meu pai era o famoso rei Michael Ventrue. Meu pai tinha muitos guerreiros e arqueiros para protegê-lo, eu era muito conhecida na cidade, alias a filha do rei, mais conhecida como “a princesa Ventrue” era muito popular. Eu era a única filha de minha mãe Elizabeth Ventrue, uma mulher fantástica e maravilhosa.

Meu pai sempre dizia que eu sempre deferia andar na linha, pois um dia tudo aquilo seria meu, como treinamentos que eu fazia na floresta negra, eu odiava matar lobos de mentira, mais queria matar lobisomens de verdade.  Mais de um lado eles mereciam porque já atacaram a nossa aldeia e tiraram a vida de muitos. Mais de outro lado, eles eram apenas animais. Os lobisomens são fortes e velozes, mais eles não podem se transformar em homens novamente. Em noites de lua cheia, os lobisomens ficavam mais fortes e mais rápidos. Com a velocidade de cinco onças pintadas. Os lobos são assustadores e negros como a noite assassina. Mais tem uma coisa boa nisto tudo... O sangue de um lobisomem pode salvar uma vida, mesmo que a pessoa esteja com os pés em seu sepulcro.


Estava descendo as escadas onde estavam na mesa para o café da manha, meu pai, minha mãe, minhas primas que eu odiava Natalie e Ella, meu tio Antony e minha tia Melissa. E os serviçais servindo a todos e se despedindo com licenças.
Assentei-me na cadeira ao lado de minha mãe e sorri para todos da mesa. Os serviçais me serviram com pães feitos na hora, ovos mexidos, e um pedaço de bolo de laranja. Todos estavam comendo a mesma coisa. Meu pai me olhava enquanto mastigava o alimento, nossos olhares se encontravam ele sorriu e continuou comendo.
- Você está comendo muito Alice. Você pode engordar desse jeito - disse meu pai olhando nos meus olhos e partindo o alimento para come-lo - Você sabia disso não é princesa?

- Desculpe pai. Se quiser eu... - Disse eu com a cabeça baixa, as minhas primas estavam caindo em gargalhadas, principalmente Natalie, mais que eu odiava. -Eu posso comer menos, não quero engordar.
- Estou brincando princesa. Pode comer - Disse ele acabando com o seu café da manha e se levantando da sala de jantar.
Meu pai sempre me chamava de princesa. Eu sempre fui a  princesa dele eu adorava quando ele me tratava com uma princesa de verdade. Nossa! Como eu posso esquecer, o meu nome é Alice, tinha cabelos loiros longos ate minha cintura, como minha mãe e minhas primas. Meu pai e meus tios tinham cabelos negros.
A maioria de nossos ancestrais tinha cabelos negros, eles detestavam todo aquele que tinha cabelos ruivos. Eu não sabia o pôr que...
Depois do café da manha, todos saíram da mesa e foram para seus quartos, mais eu e minhas primas teriam que ir ate a sala de musica para continuarmos a nossa aula com instrumentos. Eu tocava pianos, e muito bem. Minhas  primas tocavam harpas mais não tocavam muito bem, e eu me glorificava disso para ir de suas caras. Elas ficavam furiosas.
- Muito bem Alice. Deixe jeito você vai ser uma pianista profissional disso eu não tenho duvidas. - disse Sr. Alexander, o nosso professor enquanto anotava meus pontos no boletim. - Já vocês Natalie e Ella, vocês são horríveis, aprendam a tocar a harpa. Um instrumento tão fácil como este. Mais animo meninas.
Estava querendo ir á meu quarto para pegar meus livros e cadernos de musica que tinha esquecido, perguntei ao professor Alexander se poderia me deixar sair, e ele me liberou sem alarmes.
Passando sobre os corredores de minha casa indo em direção ao meu quarto. Um dos guardas de meu pai se esbarrou comigo tão forte que nos dois caímos ao chão. Ele me levantou do chão e ajoelhou-se em minha frente.
- Por favor, princesa. Perdoe-me, não foi minha intenção machucá-la.
- Tudo bem senhor. Pode se levantar. - Eu o ajudei a se levantar, olhando em meus olhos o guarda se retirou pedindo licença e agradecendo por eu o ter o levantado.
Ele corria muito rápido, estava ofegante também. Mais aonde ele iria?
Decide segui-lo. E o guarda estava indo em direção ao escritório de meu pai. Fiquei escondida entre as paredes para que não me visem. O guarda bateu forte na porta de meu pai. Que atendeu na mesmo estante.

- O que deseja guarda? Mais problemas? – Meu pai estava nervoso. Queria saber o que estava acontecendo.
- Não senhor, os... Os “sangues sugas”... Eles... Eles voltaram senhor. Voltaram! Estão na floresta dentes de sangue. O que faremos senhor? - O guarda estava muito ofegante. Parecia que seus pulmões iriam se explodir. Meu pai ficou com medo, quando o guarda disse dos sangues sugas. Olhava para um lado e para o outro sem saber o que fazer. Mais quem são esses sangues sugas afinal?
- Reúna as tropas guarda. Reúna todos os guerreiros e arqueiros. Peguem quantos crucifixos que conseguirem. Vão á igreja e consigam muita água benta. Eu não posso deixar que eles ataquem e matem meu povo como aconteceu quando eu era criança. - Meu pai estava nervoso. Eu nunca o vi assim. – Você ouviu o que eu disse?
- Sim senhor. Tudo.
- E porque ainda continua aqui criatura?  - Meu pai gritou tão alto com o guarda de nervosismo que ate os pássaros que estavam em nosso telhado ouviram e saíram a bater de assas.
- Sim senhor. Ate.
O guarda passou por mim tão rápido que o vendo de sua velocidade levantava meus cabelos. Meu pai trancou a porta de seu escritório e permaneceu lá por horas.
Eu tinha que saber quem são os sangues sugas. Quando meu pai disse em água benta, crucifixos, e reunir os guardas. Minha mente pensou que fossem vampiros.
Mais acho que não. Vampiros não existem. Se existem nos livros. Ou será que existem?...


Estava com muitas duvidas na cabeça, eu não poderia voltar à aula com tantas coisas em minha mente. Eu queria saber o que estava acontecendo. Então fui aos aposentos de minha mãe para perguntá-la.
- Mãe... Eu ouvi o papai conversando com um dos guardas. Que os “sangues sugas” tinha voltado. Quem são eles? - Disse eu enquanto tomava um chã com minha mãe em seus aposentos. Ela me olhou fixamente com medo em seus olhos. Suas mãos tremiam e ela deixou seu chã de ervas cair ao chão. A xícara se quebrou em pedaços. Mais minha mão não se importou.
- Mãe a xícara! - Disse eu gritando enquanto recolhia os cacos de vidro da xícara. - Mãe porque você derramou a xícara? Ela é caríssima.
- Me desculpe... Filha, você pode ir chamar o seu pai pra mim.
- Claro mais... Você esta bem mãe?
- Estou ótima filha. Vã logo chamar seu pai.
Eu me retirei do quarto com duvidas, o que esta acontecendo com a aldeia Tzimisce?  Tinha alguma coisa acontecendo que eu não estava sabendo. Mais o que?
Fui ao encontro de meu pai em seu escritório, eu bate na porta umas três vezes e só quando eu chamei o seu nome ele abriu a porta para me receber.
- Pai... Porque demorou a abrir a porta?
- Nada. Eu estava... O que você quer? - Meu pai estava pálido e com suas mãos trêmulas - Diga o que foi? O que aconteceu?
- Nada de mais, a mamãe esta chamando pelo senhor nos aposentos dela. – assim que dei a noticia, meu pai foi correndo para ver o que se tratava. Eu também fui porque eu queria definitivamente saber o que estava ocorrendo.
Mais ele não me deixou entrar, eu só vi minha mãe chorando muito. Sentada em sua cama. Eles conversaram por duas horas sobre o assunto em questão.
Eu não estava mais tão preocupada. Afinal de contas eu iria saber mais cedo ou mais tarde.
Eu retornei ao meu quarto, e para me destra ir, ouvi um pouco de musica e li um livro de romance. Mais de tanto ler, e ouvir musica, a duvida ainda não saia de minha mente.
O que esta acontecendo?  Todos estão estranhos.
Ao dia seguinte, eu acordei de manha mais não arrumei meu quarto, me arrumei para o café e desce as escadas de encontro com a família.
Assentei-me, falei com todos e comi meu café da manha. Meu pai deu umas três batidas no copo de vinho para falar a família, e que todos escutassem-no.
- Atenção... Infelizmente a nossa aldeia não está... Muito boa como era antes. Ella e Natalie. Obedeçam aos seus pais. O que eles disserem será uma ordem e quero que façam. Isso também servira para você Alice. Seus treinamentos iram continuar mais eu quero que fique em casa e não saia mais para lugar nenhum. – meu pai estava rigoroso e estava bravo. Eu nunca tinha o vi do assim – você me ouviu, ok Alice?
- O senhor esta me prendendo é isso? – eu não queria ficar presa naquela casa o resto de minha vida, eu já tinha dezessete anos. Ok eu não era uma adulta. Mais eu odiava quando meu pai tentava me prender ou quiser que eu seja uma replica dele – eu sou jovem pai. Eu devo viver a minha vida.
- Escuta bem o que eu vou ti dizer... Você morra na minha casa e comi da minha comida e enquanto estiver fazendo isso quem manda em você sou eu!
Eu não acreditei no que eu ouvi. Onde esta a princesa? A filhinha preferida de todo o mundo? Nós realmente conhecemos e vimos quem é Michael Ventrue. Bom pelo menos eu o vi.
- Você pode ate querer, mais não vai me abrigar a fazer as coisas que eu não quero. – sai da mesa e subi para o meu quarto correndo. Meu pai ainda me chamava para descer mais eu não queria dar ouvidos.
Fui direto para o meu quarto. Deitei na cama e fiquei pensando no que tinha ocorrido. Eu queria muito me derramar em prantos. Mais eu me contive. Eu não sou mais criança para ficar chorando.
Fiquei em meu quarto a manha inteira, e à tarde perto das três e meia eu almocei com todos. Meu pai odiava quando eu almoçava depois das duas horas. Mais eu não estava ligando.

 Às nove da noite eu deixei minha casa com os guerreiros e arqueiros para casarmos lobisomens. Era lua cheia e é uma hora boa ate de mais para pegarmos o sangue deles. Como eu já disse. Poderão curar muitos na aldeia.
Meu primo Jonathan estava conosco. Ele morava longe e meu pai mandou chamá-lo para cuidar de mim. Eu não sei a causa. Não preciso de ajuda e nem muito menos de uma baba.
Eu estava usando uma camisa de botões preta e branca. Com uma meia calça preta com detalhes floridos em que minhas pernas apareceriam facilmente. Também estava usando um, sobretudo preto que ira ate a minha coça, um palmo acima de meu joelho. Era soltinho e um pouco aberto como um vertido. Usava botas pretas e meu cabelo estava preço com um rabo de cavalo e deixava minhas franjas tomarem conta de minha testa.
Jonathan também estava muito elegante. Estavam praticamente iguais as nossas vestes. Sem a meia calça, a bota. Estava usando uma calça escura e lisa e estava de sapatos. Mais com um lindo, sobretudo azul escuro.
Os guerreiros e arqueiros estavam usando as vestes da realeza de meu pai. Calças, sobretudos, botas, e as armas.
Eu também estava com minha espada, uma katana de trinta centímetros em minha bota, e uma pistola de armas de prata. E uma besta em minhas costas.  “nunca se sabe não é”  
Continuamos andando pela a floresta negra mais não achamos nenhuns lobisomens.


- Vamos continuar andando, uma hora ou outra eles vão aparecer.
-É melhor que não separemos para procurarmos. – disse Jonathan olhando nos meus olhos enquanto tirava a besta de suas costas.
- Tem razão Jonathan. Guerreiros vocês vão com o Jonathan, arqueiros vocês iram por ali pelo lago e eu irei sozinha. – cada um seguiu de acordo com o plano, menos Jonathan que veio na minha direção para dizer que não concorda com isto.
- O que você esta fazendo?  Peça que um ou três deles vã com você Alice.
- Jonathan eu conheço essa floresta como se fosse à palma de minha mão. Vã logo com os guerreiros eu vi firo muito bem sozinha.
- Ok mais mesmo assim eu não concordo com a idéia. Eu déia ir com você com te proteger Alice.
Eu o olhei com odeio fixo. Queria lançar uma resposta das boas na cara dele, por mais que ele era apaixonado por mim. Não fazia nada me conquistar. Eu pensava que eu não sabia. Mais eu seu de tudo.
- Quem você pensa que é Jonathan?  Só porque está aqui não significa que você será a minha baba. Eu não preciso de ajuda e nunca precisei. Continue andando e faça a sua missão que da minha eu cuido ok.
Dei as costas a Jonathan e sai em busca dos lobisomens. Ele permaneceu os seus olhos em mim enquanto eu andava. Ele seguiu o seu caminho com os guerreiros e acho que finalmente vai me deixar em paz.
Continue andando ate encontrar os lobisomens. Eu infelizmente não achei nenhum. Mais não encontrei. Eu ia desistir tão fácil. Depois da briga que tive com meu pai, almoçar fora da mesa e descontar toda a minha raiva no Jonathan eu tinha que provar que eu era forte.
Enquanto estava andando, com a noite escura e a lua cheia iluminado a floresta. Os ruídos dos uivos dos lobos ressoavam pela floresta. Eu estava com sorte. Quantos lobos eu poderia matar?
Continue andando. E avistei pegadas no chão. Pegadas de lobisomens. Eu ouvi os rosnados de lobos atrás de mim. Eram altos e eu estava de costas para eles. Tirei a minha katana de minha bota e armei os punhos  para atacá-los. Mais eu tive uma surpresa. Três lobos estavam se aproximando de mim lentamente. Eu dei passos para trás e outro lodo estava a trás de mim. Era eu, contra quatro. O que farei?
Rapidamente usei minha pistola com balas de prata para dando dois tiros no lobo que estava atrás de mim. Ele caiu ao chão e eu corri para sobre viver e escapar dos outros três lobos que me perseguiam.

Tentei atirar neles mais não pude atirar e correr ao mesmo tempo. Agora eu entendia o sentido do ditado... “se correr o pica pega se ficar o bicho come”.
Corre mais rápido que pude os lobos já estavam me alcançando, quando menos esperei. Estava em frente a um precipício, quase que eu passava dessa para melhor.
Os lobos estavam a minha frente, se só tinha duas saídas, ou eu morria afogada, ou eu morria mordida pelos lobos.
Um dos lobos veio em minha direção para me empurrar do precipício. Mais eu estava com tanto medo que tropecei e cai ao precipício. Quando estava prestes a cair uma mão tocou em minhas costas e me levantou para cima do precipício. Um homem lutou contra os dois lobisomens. Eu estava abismada com o tamanho da força que ele tinha. O outro lobisomem veio atrás de mm para me matar, mais o homem que tinha matado os dois lobisomens ao mesmo tempo conseguiu matar o terceiro.
Depois da luta ele ficou ofegante, mais não quis olhar em meus olhos, era forte, musculoso e robusto, tinha cabelos lisos curtos e um pouco de franjas na testa usava uma camisa preta social ate os cotovelos manchadas de sangue. Usava também uma calça preta e sapatos.
-... Obrigado por me salvar. Obrigado mesmo. Eu posso saber o seu nome?
Ele se virou para mim e sorriu, era branco como a neve. Muito mais branco que eu. Tinha olhos azuis e era lindo... Muito lindo.
Ele não disse nada. E simplesmente saiu correndo rápido com a velocidade de dez guepardos. Eu não entendo o que aconteceu... Mais eu iria saber de qualquer maneira.
Quanto retornei a minha casa pensando no menino que estava comigo. Eu voltei sorrindo e estava feliz. Estava carregando três garrafas de sangue de lobos.
Assim que cheguei em casa, todos estavam a minha espera, eu estava muito suada e cansada, mais deu para eu chegar a tempo antes do jantar.
- Você chegou muito atrasada Alice. Todos estavam ti procurando. - disse minha mãe enquanto estávamos na sala de jantar com toda a família. Menos o papai.
- Desculpe mamãe. Eu... Tive um imprevisto ótimo.
- É mesmo? E o que era?  Espero que seja alguma coisa boa. – Disse Natalie olhando e rindo de mim com Ella.
-Cale-se Natalie. Eu não perguntei nada a você.
- Meninas, por favor. Natalie é melhor você parar esta me ouvindo?  - disse minha tia Melissa olhando fixamente nos olhos de Natalie com um olhar reprovador.

- Diga o que ouve filha, alguém ti machucou? – disse minha mãe colocando suas mãos em minha perna enquanto estava sentada no sofá e eu ao braço do sofá. – O que ouvi filha?
- No jantar eu conto tudo. Onde está o Jonathan?
- Ele esta no quarto, subir de cabeça baixa e não quis falar com ninguém. Afinal ele estava tão alegre que fosse caçar lobos com você e logo após, voltou desse jeito... Não sabemos o que aconteceu – Disse meu tio Anthony, olhando fixamente nos meus olhos meio decepcionado com Jonathan.
- Eu... Irei lá pra cima para falar com ele.
Despedi-me de todos e sobe para falar com Jonathan.
Assim que cheguei à porta de seu quarto, fiquei parada por alguns segundo e bate na porta... Ele demorou para abrir e depois da terceira batida ele abriu a porta.
- Oi Alice. O que você quer?
- Eu... Posso entrar?
- Claro.
Entrei ao quarto me sentei ao lado dele na cama, ele não olhou nos meus olhos mais esperava alguma coisa de mim.
- Me desculpe Jonathan. Eu... Eu não queria gritar com você daquele jeito. É que eu estava com muitos problemas sabe. E hoje que discute com o meu pai e... Por favor, me desculpa.
- Tudo bem Alice. – ele se levantou da cama e ficou de pé dando as costas para mim. – você sabe que eu sempre fui apaixonado por você. Sempre.
Ele me olhou fixo. Estava mesmo apaixonado por mim, mais isso eu já sabia. Jonathan era um simples amigo para mim e mais nada.
Eu pense um dia que nunca iria namorar. Mais... Acho que mudei realmente de opinião. Mais não seria com o Jonathan.
- Jonathan eu sei... Mais eu não gosto de você. Você é meu primo e um grande amigo meu. Mais... Entre nos não há nada. Desculpe.
- Ok. Mais saiba que... Eu continuarei ti amando mesmo que o não permaneça.
-...
- Não... Não precisa dizer mais nada. Agora você pode sair do meu quarto, por favor?
- Claro. – enquanto ia saindo do quarto, dei um beijo no rosto de Jonathan. Ele abaixou a cabeça e sorriu forçadamente. – Você... Irá descer para o jantar?
- Não. Eu jantarei aqui.
- Ok. Boa noite Jonathan.
Eu dei graças a Deus por ele não ter descido, justamente quando eu ia dizer sobre o lindo menino que conhece na floresta. Parecia que tinha a minha idade. Eu espero que sim.
Fui para o meu quarto, tomei um banho de vinte minutos e desce para o jantar com a família.
Todos estavam na mesa. Meu pai me olhava quando cumprimentada meus tios e minhas odiadas primas. E quando me assentava na cadeira de madeira.
- Como foi à caça hoje filha? – perguntou meu pai olhando fixo em meus olhos com olhar de reprovação - Você chegou... Um pouco tarde de mais.
- Ocorreu tudo bem. Eu consegui três garrafas de sangue de lobos.
Toda a família sorriu de orgulho.
- Que ótimo, filha. – disse minha mãe segurando sua taça de vinho e sorrindo para mim.
- Mais aconteceu algo inesperado. – disse eu, sorrindo lembrando-se do rapas que estava comigo na floresta – Uma coisa estranha.
- O que ouve filha? – Perguntou meu pai.
- Quando eu estava na floresta correndo de três lobos, eu estava prestes a cair de um precipício. E então... Um dos lobos se aproximou lento na minha direção. Não tinha saída para mim. Ou eu morreria afogada ou morta pelos lobos. Mais de repente... Um rapaz apareceu do nada e me salvou dos lobos. Ele sozinho matou os dois e o outro veio atrás de mim para me atacar, mais eu atirei nele duas vezes e caiu ao chão. Quando eu agradeci e perguntei qual é o nome dele... Ele saiu correndo mais com uma velocidade “incrível” Parecia que eram dez onças pintadas com toda aquela velocidade.
Era lindo, forte e robusto. E os olhos azuis... Eu nunca vou esquecer aqueles olhos lindos que ele tinha.
- Alice... Nesse precipício... Tinham pedras a baixo e na praia tinha um grande castelo antigo? - Perguntou meu olhando para meus tios e minha mãe.
- Sim pai, por quê?
- Oh meu Deus. – Meu pai começou a sentir dores fortes no coração e caiu da cadeira. Os serviçais ajudaram-no a se levantar, minha mãe e meus tios levou ele para seus aposentos. Enquanto subiam as escadas ele me olhava – De novo não... Ela é minha filha Elizabeth... Minha filha. Os dentes de sangue não. Não.
Eu não entendo nada o que aconteceu. Olhei para minhas primas mais elas só pensavam em comer e cuidar das suas próprias roupas.
Eu queria saber o que meu pai tinha. Mais ele deve ter passado mal por minha culpa. Então eu subi para o meu quarto e fiquei lá a noite toda.
No dia seguinte, depois da café da manha e o almoço á tarde, eu estava a sós com o professor Alexander na sala de musicas. Ele corrigindo minhas tarefas e eu pensava o que estava acontecendo em Tzimisce.
- Professor... Eu posso perguntar – le algo.
- Sim diga. Algum problema com o piano?
- Não, não. E que... Eu queria saber o que é e o significa o local... Dentes de sangue.
O professor me olhou fixo e estranho. Olhou para lado e para o outro sem me responder, quando eu perguntei pela segunda vez ele me olhou e me respondeu gaguejando.
- Você quer mesmo saber?
- Sim quero.
- Então eu contarei... É difícil de você acreditar. Muitos dizem que é uma lenda mais outros acreditam em seus próprios olhos. Dentes de sangue é uma floresta que não é muito longe daqui. Agora os lobos habitam lá. Mais antes. O nome foi dado porque vampiros habitavam naquela floresta. E lá foi o acontecimento de morte da historia. Muitos vampiros mataram muitas pessoas na mesma noite do dia dois de julho.
- Foi quando eu nasci.

- Estranho não? Diz á lenda que no mesmo dia os vampiros pegaram uma menina que ainda era uma bebe e batizou na com sangue de todos os vampiros que ali estavam, cada um deu um “ml” de sangue de vampiro. E a menina bebeu o sangue e ali mesmo ele nasceu de novo.
- Nossa. Mais isso é mentira certo?
- Bem Alice, eu não... Acredito nisto mais. Se for verdade, vo... Nos, coremos grande perigo.
Oh meu Deus. Será mesmo que os vampiros existem? Não... Só pode ser uma lenda urbana. Com certeza.
Depois das aulas, sai de casa para pensar um pouco, estava aquecida, pois o frio tomava conta de tudo. Fui para a floresta, eu adora ficar sozinha e com a natureza.


Continue andando, a lua minguante iluminava a metade da floresta. De tanto andar, eu me deparei com o precipício de ontem à noite, e logo após olhei na paria, e depois da praia avia o castelo que meu disse. Era grande e lindo, parecia velho mais... Será que pessoas ainda moravam lá?
- Por que está triste? – perguntou o rapaz atrás de mim. O mesmo que tinha me ajudado com os lobos, estavam com roupas de frio. E uma toca preta - Posso saber?
- Eu conheço você. Você é o menino que me ajudou com os lobos. Obrigada. O meu nome é Alice e o seu?
- Christopher. Mais todos me chamam de Chris.
- Você morra por aqui Chris?

- Eu... – ele olhou para os lados, e coçou a cabeça, meio indeciso não que iria dizer. Ele me pareceu conhecido, eu não sabia da onde mais eu já tinha visto ele em algum lugar - Não moro muito longe.
- Eu também não morro mito longe. – Eu não quis dizer onde eu morava afinal eu não o conhecia e não queria que eu acordasse-se de manha e ver os moveis da minha casa todos roubados - Mais eu... Tinha que ti perguntar uma coisa.
- Sim. Diga-me.
- Eu não consegui de papar de penar em você. Desde dia em que nos vimos. – nossos olhos se encontraram. Eu tentava decifrá-lo apenas com os seus olhares. Mais era impossível. Acho que ele sabia muito bem quem eu era. - Não sei se isso é estranho?
- Eu acho que não. – ele se aproximou perto de mais. Eu consegui sair do lugar. - Acho que você gostando de mim.
- Você é muito convencido não acha? – nos estávamos pertos ate de mais, nossos lábios estavam a cinco centímetros de distância. Eu seria muito louca se o meu primeiro beijo fosse um menino que não tinha conhecido. Mais o Chris era lindo. – Vamos “supor” que eu goste de você. Isso é uma coisa boa?
- Pra mim e para você sim. – sua boca se aproximou de minha orelha gelada e com apenas seis palavras elas ficaram quentes – Por que eu também gosto de você.
Ele beijou meu pescoço e, pois sua mão em minha cintura e quando estava prestes a beijá-lo...


- Ainda não é hora. – ele saiu correndo com a mesma velocidade de sempre. Eu estava pronta para  perguntar onde surgiu toda aquela força e rapidez que ele tinha. Mais quando estou com ele... É como se tudo sumisse de vista.
Eu não queria saber do horário para retornar em casa. Quando cheguei eram duas e meia da manha. Os guardas não iam me entregar para o meu pai. Mais eles também nem precisam.
- Onde a senhora estava? – perguntou o meu pai furioso e bravo comigo me esperando no começo da escada.
- Eu fui ate a aldeia para... Pensar um pouco.
- Não seja mentirosa Alice. Jonathan viu que você foi  para a floresta do precipício.
- Então foi esse fofoqueiro que disse?
- Ele não é fofoqueiro, ele ia ti seguir, mais como eu estava acordado ele me avisou.
- Ok pai eu só fui à floresta caminhar.
- Você sabe qual é aquela floresta? É a floresta dentes de sangue – Meu pai me disse aquilo estranho de mais. Eu vou naquela floresta há anos para caçar lobos e... Nunca notei nada de diferente – Quando você vai ter juízo Alice?
- O senhor esta querendo esconder alguma coisa de mim?
- Por que eu esconderia? – ele gaguejou olhando para os lados – Me diz pai. O que há naquela floresta que todos sabem menos eu?
- Eu já disse, não há nada. Agora me obedeça, suba para o seu quarto para dormir, você esta proibida de ir à floresta.
- O que?
- Você ouviu. Agora sobe.
Sobe as escadas com muita raiva, e não fui para o meu quarto, fui direto para o quarto de Jonathan. Bate na porta umas duas vezes e só quando bate pela quarta vez ele me atendeu.
- O que você quer Alice? São... Duas e quarenta da manha? – ele estava com pijamas e uma toca estava muito frio, mais seus hormônios estavam quente – O que foi?
- Quer dizer que a mocinha fofocou para meu pai que eu estava na floresta certo?
- Eu só mais do que a minha obrigação. – ele entrou no quarto mais deixou a porta aberta esperando que minha entrada - Você deferia me agradecer.
- Sua obrigação? – Fiquei de frente para ele – Quem te disse que me proteger é a sua obrigação? – ele me deu as costas se sentado na cama olhando pro chão e para os lados sem saber o que dizer – Jonathan me ouça... Eu gosto muito de você primo. Mais não é como você pensa. Alem da mais existe três coisas e nos impedem de ficar juntos.
Ele se levantou sorrindo para mim como se aquilo que ele procura em mim fosse um sim.
 - O que é?
- Primeira... Eu nunca namoraria alguém da minha família. Segundo... As mulheres gostam de serem conquistadas, e isso você não faz. Terceiro... Eu gosto de outro menino. – Dei as costas para ele saindo do quarto. A porta permaneceu aberta. E eu fui direto para meu quarto.
Decide pesquisar sobre o Christopher, em historias de terror e lendas urbanas em livros que eu tinha.
Velocidade de dez guepardos, força de vinte homens,
Branco, só vive no escuro, é galanteador e conquista qualquer mulher.
Vampiro...
No dia seguinte eu acordei com os livros em cima de mim, já eram onze e vinte da manha. Eu estava péssima.
- Oh meu Deus. Atrasei-me para a aula de piano.
Tomei um rápido banho de banheira, e me veste com uma saia xadrez vermelha e preta. Um palmo acima do joelho. Uma camisa social preta com meus cabelos presos de lado próximos a minha orelha esquerda. E uma gravata borboleta vermelha. E botas pretas. Não deu tempo de tomar café. Fui direto para as aulas.
Assim que cheguei à porta do quarto onde o professor Alexander dá as aulas tinha um bilhete com a porta fechada que dizia
Alice, Natalie e Ella. Eu sei que agora vocês estão achando isso muito estranho mais é a pura verdade.
Eu me demito. Vou parar de lesionar aulas de musicas. Não são vocês, sou eu.
Desculpem-me. Eu espero muitas felicidades entre vocês. Mais aqui eu não posso ficar. Quando a luta começar eu não prefiro estar perto.
Alice... Eu sei que um dia você vai saber todo o segredo dos “dentes de sangue” mais enquanto isso. Fique bem ok. Não se culpe quando você souber Alice. Você nasceu para isso... Infelizmente
Ate nunca meninas
Professor Alexander.
Eu poderia acreditar. Todos estavam sabendo desse maldito segredo. Ate mesmo o meu professor. Não consigo... Eu tenho que saber o que está acontecendo. Será que meus livros estavam certos?
Não... Não pode ser verdade.
Fui direto para o escritório de meu pai, a porta estava encostada, mais ele estava tendo uma discussão horrível com o meu professor e com o meu tio.
Fiquei atrás da porta e não deixei que me vissem. Queria saber o que se tratava tanto escândalo.
- Você não pode ir Alexander. Você é o melhor professor de musicas na aldeia.
- Contrate outro Michael. Você é um rei e é muito rico para isto. Eu não vou ficar aqui. Alice é um amor de pessoa mais ela ter nascido é o problema.
Agora eu não entendo nada.
- Com que direito você fala assim da minha sobrinha seu... – Disse meu tio Anthony se aproximando do professor para lhe dar um golpe.
- Anthony. Por favor.
- Você não pode ir Alexander, você é o melhor professor de musicas da aldeia. Eu preciso de você.
- Eu também precisava muito desse emprego Michael. Mais a minha vida é mais importante de tudo para mim. Logo, logo os vampiros irão vir.
Ao meu Deus então era serio.
- Nós não acreditamos nisso. Os vampiros morreram há dezesseis anos. – Disse meu tio, olhando fixo nos olhos de meu professor.


- Claro que vocês sabem da verdade e sabem muito bem. E tentam esconder de Alice. Esconder que ela é a herdeira dos dentes de sangue. E também tentam esconder que ela foi aquela menina que foi batizada com o sangue dos Ravnos o clã dos vampiros.
Retirei-me correndo para o meu quarto e me derramei em prantos. Estava brava com minha família e brava com todos, não avia sol de manha, e ainda nevava muito, então veste um casaco e coloquei uma toca e sai para a floresta dentes de sangue.
Eu sabia que poderia encontrar Christopher lá, como ele é um vampiro... Então ele poderia ler mentes. Certo? Levei comigo uma pequena katana de dez centímetros escondida em minha bota.
- Algum problema? – era ele. Tinha me dado um maior susto. Eu o olhei fixo nos olhos dele – O que foi Alice?
- Eu pesquisei bastante e... Já sei quem você é. Ou melhor, já o que você é - ele ficou surpreso. Olhou-me estranhamente se aproximou de mim dando passos lentos e ficou atrás de mim olhando meu corpo. Eu estava assustada e com medo, mais eu não queria que ele soube-se. Não ia adiantar de nada afinal ele é um vampiro. Que estava preste a me matar – Você tem a velocidade de dez guepardos. Você tem a força de vinte homens. Você só aparece quando está frio ao a noite, e você lê mentes. Eu já sei que você é um... Um... Vampiro.
- Ótimo. – ele sussurrava em meu ouvido, alisava com suas mãos geladas o meu braço, - E agora... Uma pergunta muito fácil. O que nos comemos e bebemos?
Eu me verei de frente para ele pegando a minha katana da bota e levantando-a em direção ao meu coração.

- Eu não tenho medo de você Christopher – eu estava com medo mais não consegui dizer, eu não era fraca. Mais quando estava perto dele toda a minha força se foi, e eu tinha que mostrar isso – Eu sei que você não vai me machucar.
- Tem certeza disso?
Eu dei passos para trás e ele sorriu para mim. Ele era tão lindo que eu não consegui ver maldade em seus olhos. De repente ele correu com toda aquela velocidade, eu fiquei parada ali por alguns segundos e logo após ele apareceu atrás de mim.





- Eu estou com sede Alice. Quero sangue.
- Não. Por favor, Christopher.
- A tentação é muito grande. Estou louco para ti morder.
- O que acontece comigo? Eu morro ou viro uma de você?
- Você... Morre.
- Oh meu Deus.
- Fique em silencio. Vai ser rápido. – ele liberou os dentes de ataque. Os superiores e inferiores.
- Christopher eu... Por favor.
- Agora você é só minha... Só minha Alice.
Eu estava vendo a minha morte. E quando menos o esperei ele beijou meu pescoço. Eu virei de frente para ele e ele sorriu e ele me agarrou e eu o beijei lentamente. O beijo foi demorado mais eu adorei cada segundo dele.
Depois de passar toda a metade da tarde com Christopher, nos ficamos sentados na beira do precipício. Ainda estava nevando, mais estávamos abraçados e um esquentava o outro.
Resolve contar tudo a ele sobre mim. E principalmente da minha origem.
- Christopher eu tenho que te contar uma coisa.
- Diga Alice.
- Talvez seja difícil de acreditar, mais eu sou a herdeira de sangue que o seu pai procura. – nossos olhares se encontraram e ele ficou surpreso e assustado.
- Alice... Quem te disse uma coisa dessas?
- Eu já sei de tudo Christopher. Essa verdade que os meus pais tentam esconder de mim. Já sei que eu fui batizada com sangue da sua família. O clã Rivnos certo?
- É sim. Mais eu nunca esperaria que... Eu poderia encontrar você. Nossa.
- Eu acho que eu vou morrer certo?
- Você morrer? Não. Nunca. Por quê?
- Por que se eu o seu pai me acha-se eu... Os vampiros que morreram retornaram para matar todos de novo como antes e eu serei a culpada e ate morta pelas tropas de meu pai. – fiquei com a cabeça baixa olhando o mar, Christopher pegou lentamente n eu queijo com dois dedos e virou meu rosto ate que nossos olhos se encontrem. Ele sorriu e alisou o meu cabelo.
- Eu nunca vou deixar nada acontecer com você. Eu ti amo muito. E me apaixonei por você na primeira vista. – ele sorriu e me beijou lentamente. Eu estava mesmo apaixonada por ele e ele por mim. Eu estava feliz. Mais eu ainda sentia que algo de ruim ia acontecer não sei o que. Mais vai acontecer.
Christopher me levou ate o começo da floresta dentes de sangue. Às nove da noite. Retornei para minha casa.
Assim que entrei minha mãe estava na sala escutando um pouco de musica. Eu me aceitei em seu lado e ela sorriu para mim. Puis minha cabeça no ombro dela e ficamos ali juntas ouvindo musica.
- Querida... Quem era aquele garoto que estava com você quando ti deixou no começo da floresta?
- Garoto? Eu não sei de quem a senhora esta falando.
- Alicia eu não sou cega. Sei identificar muito bem a minha filha. – minha mãe não me olhou nos olhos a conversa toda ate agora. Eu estava ficando um pouco preocupada – E então? Quem era aquele garoto?
- Ele... – Eu não podia contar a verdade. - É um menino da aldeia.
- E você esta gostando dele?
- Muito.
- E ele? Esta gostando de você?
- Sim. Mais por que a senhora esta me fazendo essas perguntas?
- Alice... Se eu for embora deste mundo. Eu quero que você seja muito feliz com o homem que terá.
Construa uma família e... Seja uma mulher melhor do que a sua mãe foi. – Agora sim ele me olhou. Ela estava chorando muito. Eu nunca tinha visto as lagrimas de minha mãe. Nunca. Mais quando ela chorou me deu vontade de chorar também.




- Calma mãe. Por que esta me dizendo uma coisa dessas?
- Não é nada minha filha. Só... Seja uma mulher de bem. - ela se aproximou de mim e sussurrou no meu ouvido - Mesmo que você seja uma vampira como querem muitos.
- Mãe como você... – eu não conseguir dizer nada, só consegui dizer três palavras.
- Sobe pro seu quarto vai filha.
- A senhora não quer que eu...
- Não. Deixe-me sozinha, por favor.
Sobe a escada triste por minha mãe. Ela já sabia dos vampiros. E eu aposto que também sabia do meu segredo. Da minha origem.


No dia seguinte após o almoço, eu fui ate o escritório de meu pai para falar com ele. Ele não poderia fugir e nem mudar de assunto. Eu queria saber tudo sobre mim. Sobre a minha verdadeira vida.
Desce as escadas e fui direto para o escritório de meu pai. Eu não bato na porta, sai entrando. Ele estava sentado resolvendo e assinando uns papeis de seu reino. Coloquei minhas mãos na mesa olhando nos olhos dele, ele se assustou por eu não ter batido na porta.
- Eu pensei que eu tinha dado educação pra você – ele me olhou fixo, juntando os papes e quando terminou juntou os dedos - O que você quer?
- Eu queria que os meus pais verdadeiros me dessem a educação.
Meu pai se levantou devagar, e continuou me olhando.
- O que você quer dizer com isto?
- Você muito bem o que eu estou dizendo pai. Se eu devo realmente ti chamar de pai.
- Eu não estou te entendendo.
- Eu já sei da metade da origem da minha vida pai. Eu sei que eu sou a herdeira de sangue dos Rivnos.
- Isso... Não é verdade filha.
- Claro que é? Você e a mamãe tentam me enganar mais não conseguem. Eu estou namorando com um vampiro pai. Eu achei que ele me mataria, mais eu me enganei.
- O que? – ele gritou comigo. Estava furioso e também estava prestes a me dar um tapa - Você esta louco Alice? Os vampiros são perigosos e ele vai ti matar assim que puder. Eu ti proíbo de vê-lo.
- Você não pode me proibir de nada eu o amo e nada vai me separar dele.
- Alice Christine Young Ventrue. É melhor você parar com isto e me obedecer. Eu sou o seu pai.
- É mesmo?  Será que é verdade? Diz-me... Eu sou a sua filha?
Ele se sentou novamente olhou para os lados sem saber o que dizer. Ele não me olhou nos olhos. Eu já estava convencida ate de mais. Mais não importa. Eu espero que eu consiga encontrar os meus verdadeiros pais.
- Eu sabia... – me retirei de perto dele e abri a porta para sair da sala. Ele se levantou me olhando.
- Aonde você vai?
- Eu vou me encontrar com o Christopher. Vou conhecer os pais dele e eles também já me conhecem.
- Você vai se encontrar com aqueles vampiros mesmo que eu diga que não?
- Sim... Michael. Para saber toda a verdade. Sobre o meu verdadeiro pai. E sobre a minha verdadeira mãe.
- Alice... Por favor, não faça isso. Se você fizer eu faço uma loucura e você sabe que eu faço.
- Faça pai. E se arrependera amargamente. – me retirei da sala e fui ao encontro de Christopher na floresta para conhecer seus pais vampiros. Eu estava um pouco com medo. Eu não sabia se eu seria bem recebia ou se eu viraria a comida do dia.
Assim que o vi me esperando na ponta do precipício. Eu fiquei feliz por ele não ter me deixado esperando.
Ele estava muito arrumando. Usando calças jeans preta não muito apertada. Com uma camisa banca por baixo do blazer preto.

Eu tinha tomado um banho antes de ir me encontrar com a família dele. Eram sete da noite e eles jantavam cedo. Eu estava usando uma bota preta sem salto. Também usava uma calça jeans apertada e uma blusa branca e com um casaco por cima. Ainda estava frio. Mais a neve tinha parado.
Eu fui direto para casa dele, o castelo era enorme.
- Eles são boas pessoas? – Perguntei eu enquanto andava de mãos dadas com ele ate a mesa de jantar. Era bem longe – Os seus pais?
- Minha mãe é um doce, meus dois irmãos são meios... Vampiros góticos – nos dois rimos e demos beijos enquanto andávamos. – Meu pai é meio rigoroso.
- Quanto fale a rigorosidade dele?
- É a metade da rigorosidade de Adolf Hitler.
- Você esta brincando certo?
- Não. – continuemos a rir juntos.
Eu adoro o tempo que passo com ele.
Finalmente chegamos. Todos estavam na mesa. O pai de Christopher, sua mãe, seus dois casais de irmãos, seus dois tios e suas duas primas.
Todos me olharam espantados, principalmente o pai de Christopher. Eu cumprimentei todos e me sentei na cadeira ao lado de Lucas.
- Alice me deixa ti apresentar... Aquele é o meu... Pai... Drácula Rivnos.
- É um prazer conhecê-la. – Ele era bonito, cabelos pretos penteados para trás, usando uma camisa social branca e um medalhão com a inicial do meu nome. Também usava calças pretas e sapatos pretos, um uma capa vermelha, para a idade dele, era muito lindo.
- O prazer é meu senhor Rivnos.
- Aquele é a minha... Mãe. Alice Emma.
- Muito prazer Alice. Christopher fala muito de você.
- É um prazer conhecê-la senhora.
A mãe dele é linda, também tinha cabelos pretos. Mais eram enrolados fazendo uma frança tampando um dos olhos dela.
- Aqueles são meus irmãos e primos... Olivia minha irmã, Willian meu irmão, Andrew e David meus primos.
Olivia era loura como eu. Era linda dos cabelos lisos escorridos. Estava completamente de preto. E era muito linda. Willian era lindo como o irmão, era forte e robusto, mais robusto que Christopher. Tinha belos cortados e parecia muito confiante de se e muito engraçado também. Andrew e David eram gêmeos mais um tinha cabelos ate os ombros e o outro tinha cabelos cortados.
- Aqueles são meus tios James e Catherine.
Eu os cumprimentei. Eram muito educados e muito lindos também.   
Gostei muito do jantar. Comemos-nos carne vermelha banhada em sangue. Bem eles comeram.
Durante o jantar Drácula não parava de me olhar. Eu imaginava o que ele estava pensando. Ele queria me encontrar em meus olhos. Eu só queria saber o porquê...
Depois do jantar... Ficamos conversando.
- Pode fizer Alice... Você pensou que iria ser morta quando chegaria aqui – disse Olivia olhando nos meus olhos – Não me mesmo?
- Eu pensei que eu seria a refeição desta noite.

- Bem que poderia ser mesmo... Há anos eu não como uma carne fresca como aqui esta na minha frente... Certo, família? – disse Andrew, olhando nos meus olhos, meio desconfiado e não estava alegre por minha presença no castelo. Ele não gostou de mim.
- Cale-se Andrew. É melhor você não dá confiança a ele Alice. Ele... É o mais novo entre nós e não superou o irresistível gosto do sangue.
- Ok... Tudo bom. Foi ótimo conhecer vocês mais acho que já fui indo. – Disse eu olhando para todos.
- Ainda não. Não ate saber o seu segredo.
Todos olharam para mim. Eu queria muito saber o meu segredo. Drácula me contará tudo. Eu espero que sim.


- Você sabe senhor Rivnos?
- Sei. Não precisa me chamar de senhor... E sim de pai.
- Querido... Tem certeza disto? – disse Emma olhando nos olhos de Drácula.
- É claro ela precisa saber.
- Então me conte... Eu quero saber tudo.
- Muito bem Alice. Eu contarei... O rei Michael Ventrue não é o seu pai. E Elizabeth também não.
- Como assim? Ela não é a minha mãe?
- Quando você nasceu de sua verdadeira mãe, ela era humana. E eu sempre fui vampiro. Eu sou o seu verdadeiro pai.
- Então quer dizer que eu... E Christopher somos...
- Não... Você não é irmã dele. Christopher não é o meu filho de verdade.
- Não?
- Eu o ajudei de uma doença terrível. Mais me deixe terminar... Quando você tinha um ano, eu transformei a sua mãe em vampira. Para que mais tarde eu, você e ela pudéssemos viver juntos e logo depois ti transformar. Mais as coisas pioraram. Aqui no castelo e na floresta e na aldeia só viviam vampiros. Você era a única humana. Mais de repente o seu... O Michael apareceu e com suas tropas matou quase todos os vampiros dos dentes de sangue. Inclusive a sua mãe. Mais antes disso, os vampiros que previam o futuro disseram que isso aconteceria e nos pegamos você e batizamos com um pouco de sangue de cada vampiro dos dentes de sangue. As tropas de Michael conseguiram tirar nossos poderes. Eu não poderia levar você comigo se não ti matariam. Então entreguei você para sua mãe de criação a Elizabeth ela era muito minha amiga.

- Oh meu Deus – Eu estava arrasada e chocada com aquilo. Mais não conseguia parar de ouvir.
- Dois anos depois nos retornamos e matamos por vingança mais de cem pessoas na floresta. É por isso que o nome da floresta é dado de dentes de sangue. Essa é a verdade Alice. E se nos encontrávamos você de novo um de nos teria que morder você para transformá-la. Isso se você quiser é claro. Depois disso tudo eu exerci a função dos curandeiros. E depois estava em uma aldeia que uma doença estava acatando a matando muitos. Nessa mesma aldeia onde Christopher morava. Ele foi uma das pessoas que pegou a doença, eu queria salva-lo, mais era quase impossível. Então eu o transformei em vampiro e ele viajou comigo. Anos depois eu conhece Emma e tivemos Elizabeth e Willian e minha irmã Catherine e James seu marido e seus filhos vieram morar conosco.  
- Nos não queremos forçar você a nada. – disse Christopher segurando minha mão.
- Se... Eu for... Transformada o que vocês farão comigo? – perguntei eu olhando nos olhos de Drácula.
- Nos vamos embora. Viver nossa vida longe daqui. E... Se tudo der certo... Eu mesmo faço o casamento de você e Christopher.
- Eu posso ter um... Tempo para pensar?
- Claro. Você tem todo o tempo do mundo.
- Eu posso ir para casa... Por favor, Christopher.
- Claro. Vamos.
Levantei-me. Agradece pelo ótimo jantar, me despedi de todos e sai da sala de jantar de mãos dadas com Christopher.
Enquanto descíamos as escadas eu nada disse. Ele me olhou meio preocupado. E colocou sua mão em minha cintura.
Após chegarmos ao portão do castelo, ele me levou ate a metade da floresta dentes de sangue.
- Você vai ficar bem?
- Vou sim.
- Vai mesmo?
- Vou amor.
- Fica tranqüila ta. Eu não vou deixar nada acontecer com você. Ti amo muito.
- Eu também ti amo lindo. Ate amanha.
- Ate – Ele me beijou. Beijou-me diferente do beijo que eu gostava.
Ele se foi e eu continue andando ate minha casa, enquanto andava, eu escutava rugidos de lobos. Eu estava assustada. Não tinha nada para me defender.
De repente. Dois lobos do meu tamanho apareceram na minha frente. Eu fiquei muito assustada e com medo.
Os lobos foram se aproximando de mim cadê vez mais. Sai correndo muito dali para tentar me salvar. Um dos lobos estava atrás e o outro estava perto o suficiente para me atacar.
Eu gritei por socorro e Christopher veio correndo e matou o lobo que estava prestes a me matar. O outro lobo me atacou para me derrubar e ele conseguiu. Ele me derrubou e me mordeu umas cinco vezes e eu desmaie.
Christopher lutou e conseguiu matar o lobo que tinha me machucado. Ele me segurou com seus braços e me levou ate sua casa para me curar.

Chegando lá. Emma e Olivia estavam cuidando de meus ferimentos. Olivia estava tentando se controlar para não me machucar ainda mais. Pois meu sangue estava na sua frente.
- Oh meu Deus... O sangue dela está em minhas mãos
- Se controla. Temos que cuidar da Alice. Ela é sua irmã não se esqueça disso.
A família de Christopher estava na sala, andando pros lados querendo saber o que se tratava comigo. Nada diziam.
- Eu juro que se algo acontecer com ela eu moto todos os lobos de Tzimisce. – disse Christopher bravo e nervoso.
- Calma... Ela irá ficar bem. – disse Drácula tentando acalmar Christopher.

Uma gritaria estava se aproximando lá de fora. Parecia uma rebelião. Mais quem seria?
Drácula olhou pela janela, onde duas gárgulas habitavam. Meu pai estava lá fora com arqueiros, guerreiros e lobos. Para atacarem os vampiros. Ou melhor, matarem. E me tirar dali.
- Drácula... Eu sei que você está com a minha filha. É melhor devolve lá antes que eu entre nesse castelo e meta todos vocês. – disse meu pai gritando aos berros com Drácula enquanto estava na porta do castelo.
- Eu não vou tirar a minha filha daqui Michael. Ela esta ferida.
- O que? Vocês á matarão seus adoradores do demônio.
- Eu nunca mataria minha filha. Que você a roubou de mim.
- Cale-se Drácula. Eu sei que ela não está ferida. Se vocês á machucaram eu mato todos vocês. Iremos entrar ai.
Drácula saiu da janela e avisou a todos.
- Eles não podem entrar aqui.
- Ótimo então vamos descer para matá-los. – disse Willian com espontaneidade.
- Vão desçam. Protejam nossa casa.
Todos desceram para proteger o castelo e me proteger.
Christopher, Willian, Andrew, David, James, Catherine. Olivia e Emma continuaram a cuidar dos meus ferimentos. Estava cada vez mais difícil para eu sobrevier.
Chegando ate lá, os vampiros ficaram há frente do portão, para proteger o castelo e para me proteger.                      Drácula também desceu para lutar.
Tinham uns vinte guerreiros, trinta arqueiros e sete lobos.
Christopher e sua família estavam em posições de ataque. Drácula olhou fixo nos olhos de meu pai. Michael se aproximou dando passos por passos juntos com três guerreiros a suas castas.
Ele ficou cara a cara com Drácula.
- Onde está a minha filha?
- Ela não é a sua filha... É minha filha.
- Você tem certeza disto?  Você tem seis vampiros e eu tenho muitos a minha disposição
- Eu não quero lutar com as suas cobaias Michael.
- Mais terá que lutar porque eu quero a minha filha senão eu mato você seu demônio.


Willian rapidamente segurou o pescoço de Michael o levantando. Os guerreiros tiraram suas espadas para atacar mais nada fizeram. Drácula colocou sua mão sobre o braço de Willian que rapidamente largou Michael.
- Ok. – tossindo muito meu pai fixou seus olhos em Willian e deu as costas para os dois. Quando estava distante a altura de vinte passos ele estendeu sua mão olhando para os guardas. – Matem todos.
Os lobos partiram para o ataque juntos com os guerreiros e arqueiros da família Ventrue. Christopher e sua família conseguiram matar muitos dos guardas de meu pai. Alguns deles tentaram entrar do castelo mais Drácula não permitiu.
- Não vão pegar minha filha seus ratos imundos insignificantes. – disse ele matando dois dos guardas de meu pai.
Eu ainda estava desmaiada, mais estava viva por dentro. Não tanto. Eu estava morrendo só um milagre iria me salvar.
- O que faremos mamãe. Ela vai morrer? – disse Olivia cuidando de meus ferimentos junto com Emma.
- Eu não sei. Acho que ela vai morrer.
Rapidamente, Christopher subiu ao quarto onde eu estava. Olhou-me da cabeça aos pés. Estava manchado de sangue em sua camisa, e em suas mãos.
- Olivia desça. Precisam de você lá. – disse ele colocando suas mãos sangrentas em meu ombro.
- Mais eu prefiro...
- Desça Olivia. Agora. – Christopher não estava brincando. Olivia desce na hora para lutar contra os guardas de meu pai e os lobos que por sinal estavam mais fortes do que de costume.
- Christopher. Eu acho que ela não vai sobreviver. O lobo que á feriu era muito poderoso e tinha veneno em seus dentes. Eu... Não posso fazer mais nada.
- Mais eu sim. Desça você também Emma. Eu cuido dela. O Drácula precisa de você.
Emma desceu as escadas rapidamente com sua velocidade. Os vampiros ainda não tinham seus poderem completos, só possuíam a força e a velocidade. Mais as outras habilidades, eles ainda não tinham.
- Eu vou curar você... Você não vai. Por favor, fica comigo Alice. – ele estava chorando. Estava sentindo que eu realmente iria sair desse mundo. – Eu... Vou curar você. Eu vou... Eu vou curar... Você.
Ele me mordeu mais de uma vez. Em todas das partes de meu corpo, em cada mordida. Ele se retirou do quarto e desceu as escadas para lutar.

Enquanto a luta continuava, Olivia e Willian se feriam muito. Tentando lutar contra os lobos, mais todos foram mortos. Só sobraram os restos dos arqueiros que rodearam os vampiros para matá-los, estavam à espera das ordens de meu pai.
Quando menos esperavam, um raio do céu se ergueu. Todos já sabiam o que aquilo significava. Meu pai deu as ordens e todos os arqueiros lançaram suas flechas em direção os vampiros. Quando as flechas estavam próximas de acertarem todos. Emma com o seu poder criou um redemoinho em volta dos vampiros com a neve que estava de baixo de seus pés, para que as flechas não possam tocar-lhes.
Todos ficaram maravilhados com o poder de Emma. Significará que os poderes dos vampiros teriam voltado.
Eles sorriam e riam entre si e partiram para o ataque.
David e Andrew tinham o poder de se tele portar onde queriam. E com esse poder mataram os arqueiros.
Olivia e Willian poderiam voar e atravessar paredes. E também com isto mataram muitos.
Emma tinha o os poderes do ar. E com isto impediu que ninguém entrasse no castelo.
Drácula foi dando passos por passos atrás de meu pai. Ele tinha poderes de levantar objetos com a força de sua mente. Com m sorriso no rosto ele foi atrás de meu pai para matá-lo. Mais foi interrompido com uma voz.    
- Parem!- ela surgiu de não muito longe, quando todos perceberam era minha mãe junto com Jonathan.
- Mulher... O que está fazendo aqui? – Perguntou meu pai rigoroso.
- Eu disse para você não fazer isto Michael. Olha quantas pessoas morrem. Você deve aceitar o destino de nossa filha.
- Não. Ninguém pode me dizer o que fazer. Eu sou o rei. Eu tenho a coroa. Eu juro que irei matar todos vocês seus adoradores do demônio. Todos.
Drácula ficou irritado, levantou Michael com a  força de sua mente e bateu sua cabeça no chão com força. Levando a morte de meu pai.
Minha mãe não chorou. Apenas duas lágrimas caíram de seus olhos.
- A guerra esta acabada Drácula. Você o matou. Sabe que as leis firam atrás de vocês.
- Eu sei Elizabeth. Obrigado por tomar conta da minha filha.

Alguns dos guardas ainda estavam vivos. Mais todos se foram com minha mãe.
Depois da guerra eu acordei. Meus cabelos estavam mais lisos meus sentidos estavam aguçados. Eu poderia sentir tudo a minha volta, escutar tudo a minha volta.
Eu tinha me tornado uma vampira realmente.
Todos estavam na sala cansados e sujos de sangue. Os vampiros ancestrais não ressuscitaram como Drácula avia dito mais, valeu à pena cada gota de sangue derramada para me ajudar.
- E agora? – disse eu enquanto estava a sós na janela com Christopher. – O que faço e para onde vou?
- Bem... Primeiro nos iremos para outra aldeia porque o verão daqui se aproxima. – ele me abrasava.E eu não quero perder você agora que ganhei.

- Você acha que vai me perder?
- Não. Porque seu coração é meu e o meu é seu.
- Tem razão. – nos rimos juntos e passavam á noite jutos. Eu adorava cada tempo que passava com ele. E eu realmente descobri tudo sobre minha vida e sobre minha origem.
Aqueles sonhos que eu tinha todos os sábados e domingos? Bem... Eu continuei tendo. Mais o homem que estava na cabana comigo era Christopher me protegendo de todos que queriam me matar...
E eu sempre continuarei com ele.
Para sempre...
(Continua)
Escrito por: Alexander silva Luiz.

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