quinta-feira, 30 de janeiro de 2014

O guardião da luz

O guardião da luz.

Capitulo 1
O começo de minha vida.
Treze de julho foi o pior dia da minha vida... Treze de julho foi o dia em que perdi minha família. Eu tinha cinco anos quando tudo aconteceu... E desde então, eu venho morando com o meu tio, Joshua, na nossa aldeia... Feudsburg. Eu não tinha mais ninguém de minha família. Minha aldeia estava caiando de mal a pior, e todos queriam ter um futuro a frente, ou pelo menos, os pais queriam que seus filhos tivessem um melhor do que eles tiveram.
Muitas pessoas morriam pela a espada dos guardas do rei, e a situação do comercio ia de mal á pior.
Meu tio era um ferreiro, e eu seu ajudante. Meu tio construía tudo bem feito e em ótimas condições. Ele era o melhor ferreiro de Feudsburg. E a maioria de todas as mercadorias era pedida pelo rei.
Eu estava na loja ajudando o carregamento de caixas de madeira. Meu tio sempre foi uma ótima pessoa comigo. E também sempre me ajudou.
- Lucas! – disse meu tio enquanto guardávamos tudo para irmos pra casa. – Venha aqui filho... Preciso falar com você.
Eu corri ao balcão para atendê-lo.
- Sim tio? O que deseja? – disse eu ofegante e sujo de graça em minha testa.
Seus olhos penetraram em minhas vestes da cabeça aos pés e ele sorriu olhando em meus olhos.
- Vejo que a roupa que lhe dei lhe caiu bem. – desse ele guardando a ultima espada.
Meu tio tinha me presenteado com uma camisa de longas mangas preta com furos na cola e uns laços passados sobre os furos.
Calças marrons e uma bota preta. Meus cabelos eram negros da cor da noite. E penteado para trás.
- Sim tio obrigado. Mais o que o senhor quer mesmo falar comigo?
Meu tio tinha cabelos brancos mais lisos por sinal. Era preso por barbantes velhos, seu cabelo deu a parecer como uma calda de cavalo pós era grande. A barda era mal feita mais não tinha bigode. Usava uma camisa parecida com a minha, usava um colete preto curto. E uma calça preta apertada com uma bota preta.
- Vejo que você trabalhou muito hoje é merece uma recompensa. – ele abriu a gaveta onde tinha todo o dinheiro.
- Não se preocupe com isto tio. Só de comida e um teto eu já estou satisfeito. – sorria alegremente.
- Eu quero dá-los a você. É uma recompensa por a ajuda que me dá sempre aqui na loja.
Ele me entregou dez moedas de prata e três moedas de outros. E sorriu para mim. Eu assente e olhei para as moedas.
- Obrigado tio.
- Perdoe filho, queria eu que o diferencial das moedas fosse ao contrario. Mais... Você sabe como o comércio de Feudsburg está hoje.
- Sim eu sei... Lamentavelmente tio.
- Mais esqueça todo o que eu disse, vá comprar uma coisa pra você.
- Tem certeza? Eu posso comprar comida com esse dinheiro.
- Só se for comida para você. – ele sorriu.
- Ok tio... Obrigado, eu irei sim.
Fui em direção de comprar algo para comer ou para vestir-me. Isso se o dinheiro desce. Eu ainda não tinha tomado café da manha e muito menos almoçado. Os feirantes gritavam para vender suas mercadorias baratas, tinham que ser ardilosos para conseguir levar o pão de cada dia para casa. As mulheres que caminhavam sobre a rua, janotas, vestiam vestidos longos de cores diferentes, e com seus cabelos presos. Andavam sobre as ruas e eram paparicadas pelos velhos bêbados dos bares. Levavam isto como insulto e se sentiam inócuas. Bem... Algumas delas.
 De repente... Guardas vestidos de preto começaram a vir ao beco dos ratos, onde eu estava à procura de algo e alguns dos feirantes a tentar levar meu dinheiro. Os guardas de preto começaram seu alarido total e com ele, destruíram tudo e também mataram pessoas inocentes. E já estavam se aproximando de mim. Eu estava prestes a correr. Os gritos e a euforia das pessoas era achar uma saída e um lugar para se esconder. Eu nunca tinha visto guardas como aqueles. Com certeza não eram guardas do rei. 
  Um homem baixinho de aparência grotesca, com um casaco velho e mal cheiroso, furtou meu saco de moedas e saiu de minha vista correndo.
- Volte aqui! – gritei eu, correndo atrás do bandido.


Pessoas estavam em minha frente correndo para todos os lados. Procurando o homizio perfeito. O bandido estava rápido em sua correria e mergulhando na multidão, eu já estava perdendo-o. Não poderia perder o dinheiro esforçado de meu tio Joshua me dera.
Eu finalmente já estava o alcançando, quando foi acertado em cheio por um bastão forte de madeira. Por um homem á cavalo branco. O bandido estava no chão desmaiado, e eu o olhei para sua face.
O estranho homem que me ajudou era ruivo dos cabelos lisos e olhos negros como a noite assombrada. Tinha suas orelhas machucadas e uma tatuagem de uma águia preta em sua bochecha. Usava um cordão que parecia mais uma corrente de cadeias. O pingente era uma caveira de prata.
    
Usava um sobre tudo negro. Ele não usava camisa por dentro, seu corpo era forte e definido. Usava uma causa larga preta. Seus olhares eram destemidos como se quisesse matar seu oponente só pelo olhar. Parecia forte, mais não poderia vencer um gigante. Rápido, mais não poderia ir à velocidade da luz.
- Preste bem atenção Garoto... – ele olhava em meus olhos quando dizia. – Guarde bem suas moedas... Você irá precisar delas mais tarde...
- Sim senhor. Obrigado. – disse eu olhando-o.
Minha atenção não estava mais ao homem a cavalo, ele se foi como raio para longe de minha vista, a multidão ainda gritava e pedia socorros. Eu corri para minha cabana onde morava com meu tio... A chuva começava a cair. Estava gelada, e pousara em meus olhos, com ao cair das gotas, minha lagrimas também resolveram se despencar.
Passei pela floresta para pegar um atalho. Os guardas negros ainda continuavam a me seguir, como todos que ousariam em fugir de seus olhos.  Gritando  sobre a floresta molhada, e dizendo que iriam matar-me. Quando eu estava perto de casa. Assim que cheguei ao jardim de minha cabana, gritei por meu tio para me ajudar. Ele saiu da cabana, espantado e com uma besta nas mãos. Apontava para os homens que viam a minha procura.
- Entra garoto. – gritava ele quando mirava para os guardas.
Eu entrei na cabana e ele matou os dois guardas que me seguiam com apenas uma flecha para cada. Ele entrou na cabana e trancou a porta e deixou a besta em cima da mesa de madeira da cozinha, onde estávamos. Eu estava ofegante e cansado, ele me agarrou pela camisa e me levou ate a parede batendo minhas costas com força, ele não estava bem.
- Fala. O que os guardas queriam com você? Diga-me agora, Lucas.
- Eu não fiz nada tio... Eu juro.
- Eu sei que aqueles não eram guardas do rei mais eu quero saber por que seguiam você. Diga-me.
Confessei tudo para meu tio, no começo... Achei que ele não iria acreditar em mim, mais depois ele se levou em consideração.    
- Você tem que estar preparado quando a tempestade vir. Tome muito cuidado com o que fará. – os raios eram tão altos aos céus, que fazia a terra tremer.
- Como assim tio? Por quê?
- Você saberá logo, logo. Se for assim certo o que digo... Espero que não mais... Não saia para rua e muito menos para a estrada. Ela vai fazer de tudo para ti achar.
- Quem tio? Ela quem? Do que o senhor está falando?
Meu tio olhava para os lados sem saber o que dizer... Estava na cara que me escondia algo. Mais o dia todo ele não me contou.
À hora estava boa para assassinatos e mortes como sempre foi... Ainda mais gora que guardas com armaduras negras e estranhas estavam causando o terror em nossa cidade... De onde eles veem?
 Na madrugada de duas e meia da manha e eu perdi o sono e acordei. Meu tio sempre me fazia dormir às nove da noite para que eu esteja disposto ao trabalho no dia seguinte.
Levantei-me da cama e não achei meu tio deitado em sua cama. Só tínhamos três cômodos e eu finalmente o achei, ele estava na porta conversando com um homem. Eu não disse nada para ele não brigar comigo. Dezesseis anos não é uma idade de broncas e sim de responsabilidades. Eu fiz de tudo para que eles não me vissem, mais eu consegui ver o homem e suas vestis.
Ele não era um homem comum, era um velho senhor que usava um chapéu azul longo com a ponta meio caída e detalhes no chapéu. Tinha uma grande barda, bigodes enormes e cabelos longos brancos. Usava um grande manto azul que parecia um sobre tudo fechado. Usava um cajado com uma pedra de cristal na ponta.
Eu o olhava estranhamente, mais ele ainda não encontrava os meus olhos. E no cantinho eu escutava a conversa.
- Esperava por sua visita Theodore. Por favor, entre.
O homem entrou em nossa cabana e se sentou á mesa. Olhou nos olhos de meu tio e abaixou a cabeça.
- Eu vim trazer uma noticia sobre minhas visões, Joshua. Lembra-se dos cinco objetos da luz?
- Sim. Lembro-me claro. Mais o que ouve?
- Eu descobri que um deles, ou na verdade dois deles são pessoas.
Meu tio se levantou da cadeira que estava assentado. E ficou na porta da cabana olhando para o jardim de costas para Theodore.
- Você disse que só uma pessoa seria um dos objetos da luz. O próprio guardião da luz.
- E é Joshua. Mais a outra pessoa é um objeto da luz como a espada de Aragorn, o amuleto de Theoden e o cajado de Gandalf.
- Quer dizer então que o quarto objeto da luz é uma pessoa? Essa pessoa corre grande perigo.
- Sim eu sei. E o quinto objeto da luz é o guardião da luz. E esse alguém é... Você já deve saber por que eu vim aqui certo?
Meu tio ficou paralisado quando Theodore olhava-o nos olhos. Algo dizia que já estava para acontecer. Meu tio derramou a xícara de chá verde ao chão, a xícara se quebrou em pedaços e ele ainda estava paralisado. O medo tomava em seus olhos.
- NÃO! – gritou meu tio.
- Joshua...
- Não diga mais nada, Theodore. Não pode, não pode ser ele, você deve ter se enganado ou coisa assim.
- Eu nunca me engano Joshua.
Meu tio se sentou de novo á mesa e pós os braços na mesa. Lagrimas saiam de seus olhos.
 - Theodore. Ele é só um adolescente... O dever de guardião da luz é... Para um homem e ele não entende nada de magias e forças. E também não tem nenhum poder.
- Não minta para mim Joshua. Eu sei que ele é o meu aprendiz. Você sabe quando Lena e David morreram naquele grave acidente. Lucas deveria ter sido entregue a mim, para eu prepará-lo e para ele ir ate o submundo. 
- Sim eu sei. Mais eu não queria me separar do meu sobrinho. Ele é como um filho para mim.
- Ele tem uma missão, Joshua. E você não pode fazer nada para evitar isto. A bruxa das trevas ira governar Feudsburg. E só ele poderá destruí-la.
- Theodore... Ele não sabe o local que você vive. Ele não sabe de nada.
- Ele saberá logo, logo. Mais enquanto isto. Ele terá que aprender tudo sobre como usar uma espada de verdade. E eu sei que logo, logo ele saberá.
Meu tio estava a pia da cozinha e o senhor ainda estava assentado na cadeira de madeira.
- Você acha que eu devo guardar esse segredo para ele? – gritou meu tio para que o senhor possa ouvir.
- Acho que... Não será mais necessário.
Eu ouvi o suficiente. Algo iria acontecer comigo, e eu tinha uma missão, eu não só sabia o que era. Eu olhei para venho senhor que estava sentado na cadeira, mais ele já estava me olhando á bastante tempo. Ele não demonstrou nenhuma expressão ou reação, só me olhava. Eu corria para meu quarto subindo as escadas e me tranquei.


A caminhada para o destino Capitulo 2
Duas semanas tinham se passado desde quando aquele velho senhor veio em minha cabana para conversar com meu tio. Eu sabia que meu nome estava envolvido nisto tudo. Uma coisa terrível tinha acontecido em Feudsburg. A mais maligna e e perversa, Barbara, tinha dominado o reino de Feudsburg, quando se casou com o rei. E muitos dizem que ela mantinha a princesa trancada e sem água ou comida quando ela assassinou o rei. Agora... Ela dominaria tudo... E todos.
Os boatos eram diversos em Feudsburg. Eu estava no jardim colocando as roupas no varal. uma de minhas obrigações por sinal. Meu tio e eu não iriamos trabalhar hoje... Com toda a confusão de ontem, ninguém mais queria se matar.  Grandes estouros viam da cidade, e pessoas corriam para todos os lados tentando se proteger da afronta.

Os guardas já estavam perto de nossa cabana, quando meu tio me entregou uma mochila com minhas roupas e suprimentos e me disse para eu pegar a estrada que já esperariam por mim. Eu não entendia o que estava acontecendo. Ele gritava comigo, pedia para que eu pode-se ir embora... Eu corri para a estrada mais observei tudo atrás de uma moita.
Os guardas apareceram com armaduras negras e montados em cavalos negros. Eles e meu tio conversavam mais eu não pude ouvir uma palavra.
Os guardas entraram em nossa casa e revistaram tudo. Como não acharam nada, eles colocaram fogo na casa, e prenderam meu tio.
Os olhos de meu tio encontraram os meus enquanto estava sendo preso, e eu não poderia fazer nada. Só continuei andando e chorando por termos perdido nossa cabana. Meu tio era um homem fantástico e construiu toda á cabana sozinho.
Um dos guardas me viu caminhar sobre a estrada vazia... Ele e mais quatro guardas correram atrás de mim. Eu estava com medo e corri para sobreviver entre a floresta. Quando de repetente, esbarrei com a força de um cavalo correndo e alguém montado nele. Caí ao chão e olhei para o homem que estava á cavalo. Era o mesmo que tinha me ajudado com o bandido que queria roubar meu dinheiro. Ele me olhava com seus olhos negros fixos. Atrás de mim estava uma garota linda á cavalo branco. Ela me olhou e sorriu.
- Você estava correndo muito rápido menino... Não acha? – ela me olhava e estava ao meu lado com o cavalo.
Tinha cabelos da cor roxa e olhos verdes, usava uma camisa azul com mangas altas e luvas azuis, com um laço amarado nas costas e uma calça branca com botas azuis. Seus olhos eram verdes e lindos.
- Sim... Eu estou mesmo perdido, e eu preciso que vocês me ajudem. Por favor.
- Você não está perdido mentiroso. – disse o homem olhando em meus olhos. – Eu sei que você morra perto daqui.
- Sirius... – a menina o reprendeu.
- Então seu nome é Sirius? Eu agradeço por ter me ajudado.
- Vocês se conhecem? – perguntou a menina.
- Sim. Mais isso não vem ao caso. - o homem fingia em não me conhecer.
- Esta bem. Eu confesso, eu... Moro perto daqui sim. Mais eu preciso de ajuda, os guardas do rei estão me perseguindo. Ou melhor, os guardas da rainha.
- Quer dizer que eis um delinquente não é mesmo? Eu sabia... Sua cara já diz tudo. – disse Sirius olhando em meus olhos, fazendo de tudo para me humilhar.
- Não... Eu não sou um delinqüente. Por favor... Ajudem-me.
Os guardas estavam se aproximando cada vez mais, Sirius dizia para a menina não me ajudar. Eu estava prestes a morrer, a menina estendeu a mão para me ajudar eu á segurei e subi em seu alazão.
Corremos para escapar dos guardas. Sirius me olhava como se quisessem roubar meus olhos. Contei tudo sobre o que estava acontecendo em Feudsburg. O rei tinha sido assassinado, muitos desconfiam que fora a rainha Barbara. Mais outros desconfiam que fora seu cardial ou seus guardas.
- Obrigado pela ajuda...
- Tudo bem, não foi nada. – disse ela enquanto passávamos perto de um rio. Sirius estava logo trás observando-me. - Você tem nome?
Eu á olhei sorrindo.
- Sim. Meu nome é Lucas Haddes Namish. E você?
- Eva. – ela não me olhou nos olhos, mesmo estamos andando lentamente depois de despistarmos os guardas.
- Eva... – disse eu... Olhando para folhas secas ao chão. – Só isso?
- De quantos nomes preciso?
Ela não disse mais nada depois dessas palavras, continuamos a caminhar ate chegar em nosso caminho, que eu não sabia por onde iria dar.
Chegamos a uma porta enorme de aço. Em volta... O sol estava quente as folhas sobre o chão de grama eram diversas. E em volta da porta um grande muro de tijolos de concreto. Eva se aproximou do portão e bateu na porta. Uma foz de homem grosa dizia atrás do portão.
- Esta um ótimo dia para um calor certo? – disse a voz.
- Tem razão. Mais sempre ando com guarda-chuva.
A porta se abriu quando Eva disse aquelas palavras. Pude perceber que tudo aquilo não se passava de uma senha para identificação... Bem pensado.
  Pude perceber também, que quando entramos, estávamos em um quartel com muitas tentas expostas ao sol e outras expostas a sombra. A tenda não era muito pequena só de vista dava para umas... Duas pessoas.
No centro do grande pátio não avia nada. Apenas o silencio e o som de nossas botas batendo ao chão quente.
Eva me entregou umas roupas para que eu possa tomar um banho e me trocar...
- Depois o que farei?
- Ficará aqui, treinará e quando estiver pronto para encarar o mundo saíra.
- Não. Eu não posso ficar, agradeço pela carona e as ajudas que me deram, mais eu tenho de ir agora.
- Você vem ate aqui e diz que ir embora? Você não vai sair.
- Vão me prender aqui dentro?
Ela me olhou, estávamos sozinhos no pátio, e ela continuava a me olhar.
- Quer ir mesmo? Vá. Mais se lembre de algo. Barbara esta capturando todos os adolescentes e jovens da sua idade para saber se eles têm o...
- O?
- Você não pode ir. Fique aqui,
- Só um dos jovens é o escolhido para o que?
- Esqueça.
- Mais talvez não seja eu. Sou um otário que mora com o tio ferreiro para sobreviver.
- Você é muito mais do que isto. E eu sei que é você quem ela procura.
- Que ótimo... Quem ti disse isso? o velho Theodore?
Ela me olhou estranhamente.
- Você conhece Theodore? O mago Theodore?
- Theodore é um mago?
Ela me olhou fixamente. E me mostrou o caminho para o banheiro. Assim que cheguei ao banheiro, vi muitos homens nus tomando banho em um Box enorme com baldes e canecas e sabão. Eles me olharam mais não demonstraram nenhuma reação.
Eles voltaram para seus banhos, e tirei minha roupa sem jeito e com vergonha, e tomei meu banho.
Depois do banho “lamentável” eu fui para minha tenda numero 359, a tenda não era muito grande, eu entrei nela e vi um menino sentado fazendo abdominais. Ele me olhou e sorriu, logo se levantou se secando com um pano velho o suor.

- Ola... Você deve ser...
- Lucas. Eu me chamo Lucas.
- Prazer Lucas – ele apertava minha mão com força. olhava em meus olhos. – Eu me chamo Thiago.
-Ola Thiago... O que é tudo isso mesmo hein?
Ele deu risadas baixas e olhava em meus olhos.
- Você veio para cá e não sabe o que é isso?
- É. Se você souber, por favor.
- Aqui é um quartel de Feudsburg. É por isso que você só viu homens aqui.
- O que? Um quartel? Você só pode estar brincando.
- Mais eu não estou amigo. É o que é aqui.
- Mais eu não queria ser dos homens do quartel.
- Então o que você está fazendo aqui?
- Pra falar a verdade... Nem eu sei.
- O que?
- Nada... Deixe para lá. Só sei que eu não posso ficar aqui. O que acontecerá comigo?
- Bem... Você ficará uns... Seis.
- Seis o que? Dias? Semanas? Meses?
- Anos.
- O que? – não dava para acreditar.
- Por que temos que ficar todo este tempo aqui?
- Você treina e treina durante três anos e depois decide se você quer ser um guerreiro, arqueiro os dois.
- Eu vou sair daqui é agora... Fui.
Saiu de minha cabana em direção a Eva. Os outros homens estavam treinando Eva estava no jardim do quartel, assim que á avistei, ela estava se concentrando no jardim e se equilibrando com apenas uma perna em um bastão em pé.
Eu á olhava e ao mesmo tempo não acreditava no que eu via. Ela girava lentamente sobre em cima do bastão e galhos raízes de arvores saiam do chão e criavam vários círculos ao redor dela. Aquilo era mágico. Tosse para chamar sua atenção e ela caiu do bastão e as raízes se quebraram.Ela me olhou e veio ate mim com raiva em seus olhos.
- O que você quer? Eu estava treinando.
- Sim eu vi... Você tem poderes? Você é uma maga?
- Sim sou. – ela gritou enquanto dizia... Abaixou a cabeça e mexia no cabelo longo. - Eu sou.
- Isso é incrível mais... Eu queria saber o que eu estou fazendo aqui. Eu não queria vir para um quartel. Eu tenho que tirar meu tio da cadeia e com certeza matar o guarda que incendiou minha casa.

- Se você acha que a vingança ti ajudará está muito enganado. Você veio para cá para mantermos você em segurança. Sei que perdeu seu tio e sua casa... Mais a sua missão não pode parar. Você é o guardião da luz.
- Eva eu não quero ser tudo isso. Cada momento em que passo aqui já pode se considerar como uma perda de tempo. Eu odeio tudo isto. Se forem me treinar para “eu não sei o que” façam rápido.
Ela me olhava fixamente. Com certeza não estava com atenção ao o que eu dizia. Ela me aproximou de mim e pós suas mãos em meu ombro.
- Quero você acordado amanha as cinco da manha. Certo?
- Cinco da manha? Mais  eu acordava quase oito para ir trabalhar com o meu tio.
- Você não está mais com o seu tio lembra-se.
Retirei-me de perto dela e foi para o pátio onde Sirius reunia todos os meninos para um treinamento. E como eu ainda estava preso aquele maldito quartel, eu deveria participar dos treinos.
Todos inclusive eu estávamos enfileirados olhando nos olhos de Sirius. Ele olhava para todos nos como se quisesse ler nossas mentes.
- Bem suas bonecas safadas. Para quem não me conhece... O meu nome é Sirius. E eu ensinarei hoje a você a lutarem como verdadeiros guerreiros... Ou arqueiros como preferirem. Bem... – Ele tirava sua espada das costas e mostrava para todos. A estada ela linda e brilhante, com o cabo de madeira e parecia pesada. – Todos você iram lutar comigo. Peguem um bastão no bário.


Todos os outros alunos foram buscar pelo bastão... Eram muitos e eu não consegui quando finalmente cheguei ao bário para pegar o bastão... Todos já tinha se acabado, só sobrou uma espada, ela não era grande mais era uns cinco ou dez centímetros melhor que a de Sirius.
Todos olharam para mim quando retirei a espada fechada e olhei para Sirius. Ele me olhou com raiva e franziu a sobrancelha.
- É melhor eu não treinar com esta espada. Certo? Não tinha mais bastões.
- Não... O jogo era exatamente este. Aqui entre nos mim tem vinte e cinco meninos. E eu coloquei vinte e quatro bastões e uma katana. É o nome desta espada. Você será o primeiro a lutar comido.
Retirei o cabo preto da katana, era prata pura e tinha um dragão desenhado nela e letras em chinês, eu não sabia onde mais... Eu suspeitada de conhecer esta armar em algum lugar. Só não me lembro onde. O sol a refletia e ela brilhava, todos fiaram encantados.
- Nossa... Eu conheço essa espada. – disse Thiago segurando o bastão com olhos fixos na katana. – Essa é a katana de Ytivaus Sogolf... Flaming Sword. O melhor espadachim do mundo. A lenda diz muitas coisas mais ninguém sabe se é realmente verdade. Por exemplo. Dizem que a espada é amaldiçoada, e que nas horas de batalha... Você não a controla, ela controla você. E também dizem que só existem só três espadas que foram feitas por Ytivaus, essa que você está segurando, a espada de Guth que está localizada no monte mais alto da torre mais alta de Feusdurg. E a outra que... Bem. É a espada de Aragorn que está em um submundo. A lenda diz que as espadas rodearam por mãos e mãos, ate acharem o verdadeiro protetor delas. Mais eu não sei se é você Lucas.
Segurei firme em minha mão. Eu pensei bem no que Thiago me dissera. Sirius me disse tudo o que deveria fazer. Ataque, devesa, batalha morte.
Ele se preparou  para me atacar, e eu também estava preparado... “mais ou menos”
Ele me atacou usando sua espada, eu ia revidando-o. Os barulhos das espadas se colidindo era mágico. Thiago estava certo. Eu não tinha controle sobre a espada. A espada tinha controle sobre minha mão. E eu não parava de atacar, defender e tentar matar Sirius.
Ele já estava ficando impaciente, Sirius era um dos melhores espadachins de Feudsborg. Ela já estava quase á me matar quando retirei a espada se sua mão á atirando ao chão.


Todos ficaram espantados... Sirius detestava perder... Pelo menos era o que me dizia sempre Eva.
Minha espada ainda estava apontada na direção de Sirius. Os alunos riram de Sirius chamando-o de fraco e podre. Eu não queria isto, Sirius gritou com todos e eles se calaram. Um homem vinha andando do grande portão de metal. Ele parou atrás de Sirius rindo com deboches.
- Você sempre foi um ótimo espadachim Sirius, já me venceu muitas vezes. Eu sempre elogiava você. Mais agora vejo que é um fraco e oprimido. Perdendo para um garoto como este? Isto é lamentável.
O homem tinha longos cabelos azuis e usava um colete azul claro curto com mangas que iriam ate o pulso. Uma camisa preta com uma capa que pegava na cintura e iria ate a dobra do joelho. Ele carregava uma espada com o cabo vermelho. E tinha cara de malicioso.
Sirius abaixou a espada com um dedo e olhou para o homem. Ele não demonstrou nenhuma reação.
- Venha comigo ate a sala de Simon. – disse ele para o homem.
- Ok... Vamos. – disse o homem olhando fixamente para mim.
Sirius me olhou e tomou a espada de mim com força. Olhando em meus olhos com raiva. Ele dissera os alunos para treinarem em duplas e quem não estiver treinando treinara com ele. E os dois se foram esbarrando em mim.
Thiago se aproximou de mim olhando para minha face...
- E então? Como foi segura-la?
- Quem a espada?
- É obvio. Ela totalmente teve controle por você. Ninguém conseguiu derrotar Sirius e viver para contar historias.
- Por favor... Ele não é o melhor espadachim do mundo.
- Do mundo não... Mais sim de Feudsburg. – os alunos em nossa volta começaram a treinar.
- Mais quem será aquele homem que estava rindo do Sirius?
- Eu nos sei... Mais vou descobrir.
- Não. Eu irei.
Sai correndo ate a sala de Simon para bisbilhotar o que estava acontecendo... E quem era aquele homem misterioso. Eu nunca tinha visto essa tal de Simon durante uma semana que estou aqui.
 Mais eu sabia que era o Bono deste quartel. E também sabia que era um mago como Theodore.
Assim que cheguei ao portal grande me madeira da sala. Somente pude observar que aviam três pessoas á sala. Eva, Sirius, e o homem misterioso.
- Ele demora a chegar? – perguntou o homem.
- Está perto Gregório. – disse Eva.
Gregório... Então esse é o nome dele?
De repente... Um gavião negro com asas enormes chega á sala. E pousa na cadeira de couro que ficará atrás de uma enorme mesa de madeira de primeira.
O gavião se transforma e cresce, criando cabelos humanos e dedos, e quando tudo se tranqüiliza... Um homem se faz do negro. Eu sabia que este homem era o Simon. Ele se levantou da cadeira e apertão a mão de Gregório.
O homem tinha longos cabelos pretos lisos, e seus olhos eram azuis como o céu. Tinha uma enorme capa preta e era todo coberto de armadura negra confortável que parecia uma roupa. Ele carregava uma espada grande com o desenho de uma águia dourada e letras escritas em chinês. A espada era enorme e muito linda. Ele a pendurava em sua cintura amarava.
Simon se aproximou de Gregório e apertão sua mão.
- Ola Gregório... Anos que não o vejo. O que trás a sua... Ótima visita?
- Eu aqui para... Rever... Meus amáveis amigos queridos... – disse ele sorrindo para Sirius.
- Se acha que somos amigos você está totalmente enganado. – disse Sirius olhando-o.
- Bem... Não podemos escolher nossos amigos, certo. Eu também vim pela profecia. Dizem que está se cumprindo. E o ano é este.
- Sim é este. – disse Simon nervoso. – Mais porque está interessado nisto?
- Por que... Barbara. A bruxa que tomou o reinado de Feudsburg veio ate mim... E pediu para que se eu trousse se o garoto ate ela... Ela iria me recompensar muito bem.
- E você acreditou mesmo nele Gregório? – disse Simon colocando a mão em sua espada. Eva se aproximou dele, mais Sirius permaneceu ao mesmo lugar.
- Bem... Em que devo, ou não devo acreditar hoje em dia não é Simon... Muitos dizem... Que o garoto está aqui. No seu quartel. Treinando para ir ate Glanmonde e achar os três objetos da luz. Mais será que isto é verdade Simon?

Simon respirou fundo e quando menos esperei, ele olhou em meus olhos... Sabia que eu estava ali o tempo todo. Eu não poderia correr porque Gregório veria. Ele retirou seus olhos dos meus e disse a Gregório.
- Não. Ele não está. Disso eu tenho certeza. Porque se estive eu saberia.
- Tem certeza mesmo? – disse ele sorrindo para Simon.
Gregório caminhou de encontro á porta, parou no caminho e olhou para todos.
- Lembre-se bem. É um ótimo dinheiro... Muitas e muitas moedas de ouro Simon. E eu não quero perder isto.
- Eu não me vendo como você Gregório. – disse Simon.
- Bem. Se o garoto estiver aqui Simon. É melhor enterrá-lo em algum lugar. Porque ele será levado pelos guardas dela assim que puder. Esteja esperto quando as coisas ruins acontecerem em Feudsburg.
Ele si retirou. Corri rápido para que não me veja. Ele passou direto e nem notou que eu estava ali, assim que estava perto do grande portão. Corri para minha tenda e estava decidido á contar tudo á Thiago.

         

 




O começo dos obstáculos
Capitulo 3
Eu ainda estava dormindo... Estava com náuseas fortes... E assim que acordei ainda com sono... Eu estava de cabeça para baixo amarado em uma corda presa em uma arvore na floresta. O sol enchia meu rosto pela manha, e os pássaros cantavam e eram alimentados pelas mães que traziam minhocas nos ninhos.O céu estava com poucas nuvens... E eu não sabia o que definitivamente eu estava fazendo naquele local.
Eu subia e tentava me soltar mais cada vez que tentava, eu caia de novo á ficar pendurado. Um pouco de água foi arremessada em meu rosto por Eva que via em minha direção. Acompanhada por Sirius. Eles de olharam e me tiraram da arvore.
  
  - Eu posso saber o que eu estou aqui? – disse eu gritando.
- Não gostou da caminha nova, morcego? – disse Sirius dando risadas.
- Bem... Você irá começar com seu treinamento. Está pronto? – disse Eva sorrindo.
Eu assente olhando nos olhos dela. Ela me entregou um bastão comum não muito grande. E treinamos a defesa e depois ataque. Depois dos bastões... eu treinei com a espada e foi muito bem.
As semanas se passaram e passaram... Eu treinei com espadas, bastões e bestas. O meu treinamento ia super bem. Eva me tratava como um irmão. Mais Sirius sempre colocava defeitos em mim. Como se eu fosse encapas de conseguir vencer meu destino. Eu estava quase pronto para finalmente seguir o meu caminho em busca dos objetos da luz.
Eu estava sentado apreciando a vista da lua à noite. Ao lado de Sirius que atirava pedras no lado que quicavam três vezes á água.
Ele não dizia uma palavra e muito pior olhava em meus olhos... Eva tinha saído  para casar. Eu sabia que ela era uma maga poderosa... Também sabia que ela era filha de Simon, o dono do quartel onde estou.
- E então... O meu treinamento ate hoje... Como eu estou Sirius? Bem, mal... – disse eu olhando nos olhos dele.
- Para falar a verdade... Se fosse para ti aprovar ou não. Você seria reprovado.
- Por quê? Eva disse que eu fui tão bem e...
- Caso você não tenha notado garoto. Eu não sou a Eva.
- Bem isso eu percebi. Eva tem carinho com as pessoas e é uma ótima professora... Ao contrario de você que só sabe jogar pedras nas pessoas.
Ele se virou para me olhar rapidamente quando aquelas palavras saiam de minha boca. Olhou-me fixamente e franziu a testa com raiva.
Ele se levantou e me encarou de pé. E também me levantei e olhava em seus olhos.
- Meu jeito de ensinar é este. S não quiser aprender o que eu ensino... Saia.
- Não tem nada a ver com sua meta de ensino Sirius. E sim como você ensina. Você não gosta de mim e nunca gostou tudo o que eu faço você acha que está errado.
- Se visse se certo eu não diria nada. Você é incompetente, ridículo e arrogante. Nunca sabe fazer nada em que ensinamos.
Eu o olhei com raiva.
- Acho que o problema não sou eu... E sim você.
Ele tirou uma sua katana da cintura e se aproximou de mim lentamente.
- O problema não sou eu garoto e sim você. E para falar a verdade eu odeio você. Não ti suporto. Eu tenho ódio de você.
- Ótimo... Estamos quites. Porque se eu pode-se, também mataria você. Sem piedade.
- Diga isso de novo e eu arranco o seu coração.
Eu me sentei na grama e ele continuou em pé olhando para mim. Guardou a espada e se sentou do meu lado.
- Eu só queria saber por que você me odeia tanto.
- Porque eu não consigo entender porque você é assim. Eu tenho raiva, ciúmes de você. Só queria entender porque és assim. Que droga.
- Assim como? – dizia eu olhando em seus olhos.
- Você é especial. Adapta-se em qualquer lugar. Espalha harmonia e charme e sabe alegrar uma pessoa. Você é feliz. Você é feliz sendo que não tem nada. E... Eu que tenho algumas coisas não consigo ser feliz. Eu preciso disso que você tem garoto. Ser feliz... Eu tenho inveja de você.
- Pós era eu que sempre quis ser você Sirius. Você acha que eu não tenho medo? Acha mesmo que eu sou feliz? Espalhar a harmonia eu sempre fiz. Mais eu não sou feliz Sirius... Não mais. Eu queria ser você. Às vezes ti olhava treinando os meninos com determinação e força e muita agilidade. Eu observava você e pensava... “nossa... Como eu queria ser aquele cara. Ele é destemido e não tem medo do perigo e é corajoso. Se eu tive-se a metade da habilidade do Sirius eu... Nossa”.
- É verdade? – perguntou ele? – Você me admira mesmo?
- Com certeza Sirius. E o que eu queria era treinar com você como você. E me tornar um verdadeiro guerreiro e seguir minha missão. Pode me ajudar.
- Claro... Está pronto mesmo?
Ele me deu uma katana e ele estava com uma espada apontando para mim, começamos a colidir nossas espadas devagar... Á luz do luar iluminando o pouco lago a nossa frente. As corrijas cantavam e Eva estava nos olhos de longe e sorrindo. Desde esse dia em diante... Sirius começou a ser meu amigo. E eu muito amigo dele. Eu dei para Sirius uma coisa que estava fechava a sete chaves... Dentro de seu coração. Na verdade eu não o dei... Ele encontrou essas chaves e abril a porta de seu coração encontrando a felicidade que faltava. Sirius me ensinou que todos nos temos medos e coragens, vitorias e derrotas, dias de luta e dias de gloria.
A destruição dos aposentos.
Cap. 4
Eu estava acabando de colher frutas na floresta para voltarmos ao quartel. Eva e Sirius estavam a minha espera... e nos fomos sem demora, eu ainda pensava em meu tio, em que o velho Theodore dizia... E a importância que tinha em ser o... “guardião da luz”.
Corríamos á cavalos em direção ao quartel. As estradas estavam faziam e solitárias. E finalmente passamos pela cabana em que eu morava... Completamente acolhida pelas cinzas.
Eu parei em frente á rua que ficara em frente a minha casa. Desce de meu cavalo e fui ate a porta de velha cabana que ainda cheirava a queimado. Ajoelhei-me na grama e lagrimas saíram de meus olhos. Sirius estava atrás de mim com sua mão em meu ombro.
Eva continuou na estrada triste por minha casa... Mais não poderia deixar que isto se abalasse. Eu ainda veria meu tio Joshua que era o mais importante.
Chegamos ao quartel e os alunos já estavam ficando preparados. Simon veio ate nos e nos abraçou forte... Afinal... Dois meses foram o bastante para me treinar e me aperfeiçoar. E também foi o bastante para as malignidades de Barbara. Eu nunca tinha visto antes... Mais Thiago me dissera que ela era linda, morena e sexy. Mais muito malvada e logo agora que Feudsburg pertence a ela. Que lastima.
- E então como foi? – perguntou Simon olhando para nos.
- Foi tudo perfeito... – disse Eva olhando em meus olhos e sorrindo. -Ótimo. Ele está mesmo preparado para encarar as coisas do mundo submundo.
- Submundo? – perguntei eu com duvidas e medo.
- Sirius... Eu preciso conversar com você e Eva em minha sala. Vamos por favor. – disse Simon indo em direção á sua sala com Eva e Sirius.
Estava parado no pátio de areai vendo os alunos treinarem. Thiago se aproximou de mim segurando uma espada. Ele sorriu e apertou minha mão. Suas vestes eram de um guerreiro Junior... Bem. Foi o que eu observei.
- Então é você? O guardião da luz, certo?
- É. Mais é como ti disse... Não pode contar á ninguém.
- Tudo bem. E como foi o treinamento com Sirius e Eva? Eles ti mataram cedo demais?
- Não. – demos risadas baixas. – Eva é um amor de pessoa mais Sirius é...
- Eu sei um ridículo, mal encarado e sem coração.
- Não Thiago. Eu ajudei o Sirius a abrir e retirar as poeiras de dentro dele. Pareciam que estavam lá á milhões de anos.
- Do que você esta falando?
- Esqueça... Logo, logo você saberá.
Continuamos a conversar no pátio quando os guardas do quartel correram para perto dos alunos para fugir de alguma coisa... As portas eram batidas com forças para serem arrombadas. Os alunos e Simon, Sirius e Eva saíram para batalhar com a coisa que estava atrás da porta. De repente... Os barulhos pararam. E o silencio tomou conta do lugar. Quando menos esperávamos. Um terrível dragão não muito grande com assas enorme aterrissou no quartel cuspindo fogo em tudo. Os alunos ficaram desesperados.
E queriam matar o monstro e ao mesmo tempo sobreviver... Muitos morreram queimados mais outros escaparam do quartel para sobreviver.
O dragão parou de atacar e olhava para os alunos e para todos que estavam no pátio.
- Simon. Simon querido onde você está? – dizia o dragão com sua foz grosa como de um demônio.
Simon se aproximou dele um pouco, por sorte minha tenda não foi atingida e ali fiquei observando tudo. Com Thiago.
- O que você quer sua coisa horrenda? – disse Simon olhando para o dragão com a cabeça levantada.
- Simon... Eu sei de tudo. Sei que o guardião da luz está ai entre você. E sei que está ajudando Theodore e se livrar de minhas poções malignas contra Feudsburg. Pós saiba que não iram conseguir. Eu sou invencível.
- Já disse á você Barbara... O menino não está aqui.
- Não insulte minha inteligência Simon. – o monstro gritou tão alto que os pássaros voaram para seus ninhos com medo. – Se não me disser quem é  o menino eu destruirei tudo e todos.
- Eu já disse Barbara. O menino não está aqui se estive eu saberia. Eu mesmo teria entregado a você.
- Esta falando a verdade mesmo?
- Sim Barbara. Eu nunca mentiria para você. E você. Sabe disto.
Simon tentava de tudo para que o dragão fosse embora do quartel... Mais ele, ou melhor, “ela” ainda estava muito impaciente. Estava sentindo que o verdadeiro guerreiro da luz estaria ali.

- Só espero que diga a ele que achamos a casa onde ele morava e que descobri quem era o seu tio... Joshua. E que eu o matei com minha magia negra.
Eu não pude acreditar... Thiago me olhou com um olhar de perigo... E eu estava em fúrias... A única coisa que eu gostaria de fazer neste momento, era salvar meu tio da cadeia, eu chorei lagrimas de sangue quando o dragão disse aquelas palavras. E vingança subiu em mim.
Sai da tenda com minha espada em mãos e cortei um dedo do dragão com uma única espadada. O dragão gritou e voou olhando em meus olhos com raiva.
Simon me segurou para que eu possa morrer naquele momento. O dragão queimava tudo em sua frente, e atirava fogo em mim enquanto eu corria. Eu não sabia por aonde ir... O dragão ainda me perseguia e Thiago segurou minha mão e me levou ate o portão correndo.
Assim que cheguei ate o portão com Thiago, Eva e Sirius me esperavam de mãos dadas me chamando. O dragão nos seguia e atirava suas chamas em tudo e perto de nos. Quando todos conseguidos dar as mãos, sumimos por puro encanto.




      
    


   
 
A revelação dos segredos.
Cap. 5.
Caímos em um lago não muito fundo em uma aldeia que eu não sabia onde... Depois que nadamos ate a superfície, onde era coberta por folhas amarelas de uma tremenda arvore indicando o caminho de uma floresta.
Deitamos sobre as folhas caídas e mortas ao chão e algumas molhadas em questão do lago. Sirius me olhou ofegante mais não demonstrou nenhuma expressão. Ele se levantou do chão de folhas e se seguro a arvore. Eva foi ao seu encontro e Thiago e eu ficamos assentados olhando o logo ofegantes.
- O que este menino faz aqui? – gritou Sirius olhando nos olhos de Thiago.
- Eu ajudei o Lucas a escapar do quartel. E o meu nome é Thiago... Prazer.
- Nos temos que levar você de volta para o quartel. Logo, logo. – disse Eva enquanto secava os cabelos e olhava nos olhos de Thiago.
- Eu sinto muito gente. – me levantei com Thiago e fiquei á frente dele com meus braços abertos protegendo Thiago. – Ele não vai voltar. Á essa hora Barbara esta á nossa procura.
- Tem razão. – disse Sirius olhando para Eva. – não podemos levar o menino de volta. Vamos correr perigos demais. Temos que continuar com a missão.
- O que faremos então Sirius?
Sirius olhou para o alto. A nossa teleportação foi demorada... O crepúsculo já estava acontecendo. e não poderiam viajar a noite.    
   - Vamos... Dormir aqui esta noite e amanha cedo iremos para Évora onde Theodore mora. E em fim... Irmos para o submundo. – disse Sirius se sentando ao chão de folhas amarelas. Eva se sentou ao seu lado e eles ali conversaram.
A noite chegou e quando menos esperei. Todos já estavam dormindo e a luz da lua minguante se refletida no lago. Eu não pude agüentar o sono que me pegava... E acabei dormindo.
Um castelo grande... E de entrada uma enorme escada indo em direção a porta... Estava indo em câmera lenta. Eu não via meu corpo... assim que a escada se abril, três pessoas estavam em uma sala enorme com poeiras e coisas espalhadas. Eu poderia ver o rosto dos dois homens que ali estava... Um, eu sabia que era Gregório, e o outro e não conhecia... Mais era alto com cabelos  verdes longos e franjas.   
Tinha o rosto pálido como se fosse estive-se em depressão. Usava uma capa roxa com golas altas e uma camisa da mesma cor longa que iria ate seu joelho. Usava luvas da mesma cor. Usava uma calça preta  apertada e carregava um cajado com a pedra da cor rosa. Eu sabia que ele era um mago. Só queria saber por que eu estava tendo este sonho.
- E então...? – perguntou o homem que eu não conhecia. – como foi hoje?
A mulher olhou para o homem com um olhar fixador e quando eu á vi, eu sabia que era Barbara, a bruxa do mal querendo destruir Feudsburg. Ela era mesmo como Thiago dissera. Ela era linda com lábios pretos de batom, olhos verdes e fixos. Usava uma capa azul  enorme e capuz no rosto escondendo um dos olhos e deixando um charme em sua face. Usava uma camisa da mesma cor apertada com luvas longas ate o cotovelo a camisa deixava seus seios ondulados e sedutores.    
Usava um sinto de bolas de ouro e uma saia a frente e atrás mais dos lados não avia nada, apenas suas pernas. Usava uma bota azul longa.
- Bem... – dizia ela andando sobre a sala. – Eu fui ate o quartel de Simon porque eu sabia que um daqueles nojentos moleques seria o guardião da luz.
- E você descobriu quem é? – perguntou Gregório.
- Quando Simon quase estava me enganando... Eu vi o menino vindo em minha direção para me matar. Ou melhor, tentar me matar... Eu core atrás dele e ele sumiu com a filha de Simon, Sirius e um menino.
- Então eles enganaram você. Essa é boa. – disse o homem dando risadas de Barbara.
- Você acha que eu sou idiota? Ninguém me engana meu querido... Só sei que temos que fazer algo Anthony.
 Anthony... Esse é o nome dele.
- O que faremos para que ele nos traga os objetos da luz? – perguntou Gregório.
- Aposto que... – dizia Anthony olhando nos olhos de Barbara. – que você mesma Barbara devia cuidar disto... Aproveite a chance. O garoto esta dormindo agora. Já sabe o que fazer.

Aos sustos eu acordei olhando para o lago tremulante pelos ventos... Ainda era noite mais o estranho era que a lua não estava mais lá. A madrugada era perigosa... Sempre perigosa.
Chamei por Thiago mais ele não respondeu. Foi ate ele que estava deitado de costas para mim. Quando eu o puxei para ver sua face, uma adaga de cabo de madeira estava encravada em seu coração.
 Eu entrei em pânico... O único amigo que tinha e já estava morto, por minha culpa. Dei passos para trás e quando olhei para Sirius e Eva eles também estavam mortos do mesmo jeito que estava Thiago. Eu não sabia onde eu estava e porque estaria ali, eu me beliscava e pedia a Deus para que seja um sonho. Atrás de nos estava nevando não muito forte, de um lado, uma floresta negras, um lago com águas negras parecendo areias movediças e ventava muito. Do outro lado onde estávamos estava todo de acordo... Eu andava pela floresta de neve e arvores negras, me abrasando tentando superar o frio...
Lucas...  
Eu sabia de quem era aquela voz. Eu estava desarmado e com medo. Do lago de águas negras saia uma coisa que parecia um corpo humano. O corpo vinha em minha direção e eu não demonstrei nenhuma reação.
As águas negras começaram a cair e um corpo de mulher estava se formando... O corpo de Barbara. Eu realmente fiquei encantado... Ela era linda e muito sexy e me olhava com desejo nos olhos.
- Gosta do que vê?
- Para falar a verdade? Sim.
- Ótimo... – ela deu risadas altas e levitou como uma fada em volta de mim e me cotava enquanto alisava-me.
- Eu estou com odeio de você. Matou os meus amigos sua cobra.
- Seus amigos não morreram de verdade meu lindo. Ainda não.
- Ainda estão vivos? Mais... Parece bem real.
- E é. – ela parou de levitar e se aproximou de mim colando seu corpo ao meu. – Isto tudo é uma ilusão. Mais não por completo... E não se eu quiser.
- Pode consertar isto? Então por favor... Ajude-me. Eu nãos sei o problema e também nãos sei o que você quer mais... Por favor.
Ela deu risadas altas. E se afastou de mim me dando as costas. A capa dela voava e tremia quando ela se levitava. Eu sabia muito bem quem ela era e sabia o que ela queria... Mais será mesmo que ela está cm meu tio Joshua?
- Você acha que eu sou imbecil? – ela se aproximou de mim rapidamente com olhos fixos em mim. Eu senti medo a ver seus olhos mudando o normal para completamente negros. – Acha? – ela gritou.
- O que você quer? Os objetos da luz?
- Finalmente você pensou. – ela se distanciou de mim e olhou para lados me dando as costas. – Seu pai era a mesma coisa que você é hoje. Metido e ridículo.

- Me pai não era assim – gritei.
- Cale-se. Você já está avisado. Terra que me trazer os três objetos da luz assim que sair do submundo. E se não me trazer... Eu mato o seu tio. Sem do e sem piedade.
Ela se escondeu atrás da capa e desapareceu. Quando fechei os olhos e abri-os. Eu estava deitado na grama de folhas amarelas. Sirius e Eva já estavam se preparando para partirem... Thiago recolhia tudo e já estava na frente.
- Vamos logo Lucas... Temos uma missão a fazer. Você não quer chegar atrasado, certo? – disse Eva sorrindo para mim e começando a caminhar.
A caminhada para Évora era longa... Mais mesmo assim temos que continuar e prosseguir. Paramos em duas aldeias diferentes para comprar comida e em uma delas tivemos que roubar.
Em fim chegamos a Évora. O começo da aldeia era sempre uma floresta e lá não era diferente. Avia uma grade cachoeira e o arco-íres vinha das águas da cachoeira. Pássaros voavam livremente e muitas arvores eram expostas. Realmente o lugar era lindo.
Chegamos á casa de Theodore... Era cabana parecida com a minha. Eva bateu palmas e a porta s abril, era tudo escuro dentro da casa e uma luz forte e ventos fortes inundaram a casa e a nos também. O vento veio para cima de nos e nos derrubou mais Eva ainda estava de pé parada e seus cabelos ao vento.
Theodore saiu da cabana vestindo branco. Todo de branco. Ele olhou para Eva e ela correu  para o abraçado com alegria. Sirius apertou a mão dele e Thiago também meio sem jeito. Ele me olhava estranhamente. E estendeu os braços para me abraçar. Fui ate ele sem jeito o abrasei. Quando ele me tocou e me abraçou  forte... Mostrou-me uma visão. 
Mostrou-me que quando meus pais morreram, foi Barbara que os matou... Mostrou-me que eu deveria ficar com ele e ele me criar porque ele já sabia que eu era o guardião da luz á muito tempo. Mostrou-me que Barbara quer dominar Feudsburg e se conseguir os objetos da luz ficará mais forte ainda. E me mostrou que eu sempre fui um mago. Mais meus poderes estão escondidos dentro dos objetos da luz e que eu deveria buscá-los.
Ele me soltou e sorriu. Chamou todos para dentro para comermos algo mais eu ainda estava no quintal pensando...
A noite tinha chegado... Todos estavam em volta da lareira feita por Theodore com seus poderes e magias. Eu estava com minha espada treinando contra uma arvore... Neste momento ela seria a melhor oponente.  

Theodore veio ate mim e me olhava enquanto suava e treinava contra á arvore. Eu parei o treino e olhei nos olhos dele.
- Deve estar achando que a arvore é um ótimo oponente neste momento não é mesmo criança? – disse ele sorrindo.
-Sim. –disse eu abaixando a cabeça sem mais nada á dizer. -Como é lá?
- Onde? Submundo?
- Sim. Eu preciso de ajuda, você pode ir comigo não pode? Eu irei só?
- Você não está só Lucas... E nunca esteve. Seus pais queriam muito que você vive-se e fizesse o que é certo. Salvar Feudsburg.
- Sim eu sei mais... Eu não sei como.
- A coragem deve ser posta pela vontade de seu coração e não forçadamente. É os eu destino Lucas. Não esqueça que você encontrará os quatro objetos da luz no submundo.
- Disso eu sei mais... Eu ainda tenho medo.
- Sirius e Eva ti acompanharam na viagem. E deixarei Thiago ir também mais ele deve tomar cuidado.
- Obrigado Theodore. Mais ainda ando preocupado com meu tio. Qual será o fim dele?
Theodore me olhou fixamente sorriu forçadamente.
- Seu tio ficará bem. Você terá que trazê-lo em são e salvo.
- Eu ainda nem acredito que sou o guardião da luz. Será que meu pai soube disso também?

Theodore me levou para longe de Sirius, Eva e Thiago. Mostrou-me a luz cheia que estava refletida na cachoeira. Olhava para as águas e dizia ao mesmo tempo.
- Lucas... Seu pai era um homem extraordinário. E também era ético e muito forte... Era um dos maiores espadachim do mundo. Aconteceu uma fez que Ytivaus Sogolf que era o melhor espadachim do mundo. Presenteou as três estadas dele para cada um de seus alunos preferidos. A espada de Aragorn que agora está no submundo. A katana de Flaming Sword e a espada de Guth que está localizada no monte mais alto da torre mais alta de Feusdurg.
- Ele mesmo criou essas espadas?
- Sim... As espadas tinham poderes e foram batizadas segundo os filhos de Ytivaus que morreram. Guth, Aragorn e Flaming Sword.
- Nossa... E o que meu pai tem haver com isto?
- Seu pai, Simon e Barbara eram os alunos de Ytivaus. E as espadas dele iriam ser entregues a cada um dos alunos, Barbara iria receber a mais forte. A espada de Aragorn. Ela estava com posse naquela espada á muito tempo. Tempo demais. Seu pai era um mago e previu que algo horrível iria acontecer a Feudsburg. E conversou com Ytivaus para não fazer está tolice. E explicou sobre o ruim acontecimento. E para que isso não ocorra, seu pai com a ajuda de Ytivaus criaram os objetos da luz.
- O meu pai criou os objetos da luz? – eu não podia acreditar.
- Sim. Na verdade... Ytivaus deu á ele a espada de Aragorn e o amuleto e o cajado eram todos deles e seriam capazes de derrotar os inimigos que viriam.
   
- Minha nossa... Mais como você sabe de tudo isto Theodore?
- Você lembra quando eu disse que os filhos de Ytivaus foram mortos queimados?
- Sim eu me lembro.
- Um deles conseguiu escapar dos incêndios mais os outros... – lagrimas sairão dos olhos dele e caíram no grande bigode. – O menino não conseguiu salvar. E eles tinham a mesma idade de seu pai. Uns trinta e poucos anos.
- Nossa mais... Como. – eu o olhei e ele encontrou seus olhos aos meus. Eu descobri tudo na mesma hora. Agora sim tudo fez sentido. – Você o filho de Ytivaus Sogolf.
- Aragorn Theodore Sogolf.
- Então a espada permanece a você. Você deferia ser o guardião da luz. Não eu.
- Seu pai criou os objetos da luz não o meu.
- Mais e o quinto objeto? O que e ele produz e faz?
- O quinto objeto é a saiba do submundo e a saiba é uma pessoa.
- Uma pessoa?
- Sim.
- Mais quem é está pessoa?
- Você saberá logo, logo. Mais enquanto isso... Já sabe o que fazer?
- Eu trarei a sua espada. Eu juro.
- Você precisa dela mais do que eu... E também essa espada não me pertence. Não mais. Nem as outras uma nova aventura trará a vocês e é sobre as espadas de meu pai. Espero que o herdeiro saiba o que fazer.  
- Você não é o verdadeiro herdeiro?
- Não. E o herdeiro das espadas esta mais próximo que você imagina. Vamos voltar para a fogueira e comer algo para amanha.











A caminhada ate o desconhecido submundo.
Cap. 6
Á tarde... Nos já estávamos prontos para seguirmos em missão ate o submundo. Theodore deu roupas a mim e Thiago pós não tínhamos roupas para batalhar com as coisas grotescas que se que escondiam no submundo. Eu estava usando uma armadura original, feita por minha mãe como dissera Theodore. Usava uma capa vermelha e uma espada mágica feita por Theodore que. Sirius também ganhara uma. Ele também me presenteou com um escudo de ouro e forte o bastante para me ajudar. As espadas saltavam um tipo de magia que quebravam ate diamante. 
Thiago também usava armadura para jovens treinadores. Usava um lenço azul longo na cabeça e a  armadura era como uma camiseta que a manga iria ate seu bíceps.
E usava uma pulseira de metal grande em cada braço que fazia parte de sua armadura. Usava uma calça preta com uma bota de metal longa que também fazia parte da armadura. Na cintura, carregava uma espada comum, não era mágica como a minha e de Sirius. Theodore o presenciou com um arco de ouro sem flechas mágico. Thiago não entendia a mágica que existia no objeto.
Theodore girou seu cajado e mexeu os dedos em direção a floresta. Uma luz azul começou a ter brilho vindo da nada. A luz se aumentou e criou um buraco não muito grande para que pudéssemos entrar. O vento era forte. O buraco nos empurrava, nossos cabelos aos ares e nos seguramos para não cairmos.
- Andem entrem logo. – gritou Theodore.
Eva, Sirius e Thiago entraram no submundo, e quando eu estava prestes a entrar, Theodore me segurou olhando em meus olhos.
- Eu não estarei aqui quando você voltar.
- Por quê? Não pode nus abandonar eu preciso de você. O que é o portal de volta? E como faço para deter Barbara?
- Você saberá assim que voltar. Não se esqueça... Você é o quito objeto da luz. Ache os outros e faça a coisa certa. Seu tio ficará bem. Acredite em mim. Minha veio e é chegada. Agora e com você.
- Theodore. Mais a espada... O que farei com ela quando tudo isto acabar?
- A espada não mais me pertence. A espada dos objetos da luz é reservada apenas para os objetos da luz. Ainda há as três espadas de Ytivaus. E apenas um homem é o herdeiro de todas elas.   
-Então... A espada, o cajado e o amuleto me pertencem?
- Sim. Você é o guardião da luz. Ainda viram muitas aventuras filho. Deus o abençoe. E espero que consiga. Adeus para sempre Lucas.
Essas foram as ultimas palavras de Theodore... Eu sentirei sua falta mesmo onde estiver...
Chegamos ao submundo estranho. O céu era colorido com cometas atravessando-o. Apenas vimos montanhas e pássaros grandes de mais para meu gosto. Estávamos em cima de uma montanha. E tínhamos que sempre que ir em frente como dissera Theodore.
- Eu nunca tinha vindo aqui antes. – disse Eva olhando pra os lados.
- Eu também não. – disse Sirius olhando nos olhos de Eva. -E então qual é o plano Lucas? 
Olhei para todos... Eles encontraram seus olhos aos meus. Não sabia como liderar uma equipe... Mais isso seria por Feudsburg. E tínhamos que voltar para salvar a cidade.
- Vamos em frente. – disse eu retirando meus olhos dos deles e caminha em frente. Todos viam atrás de mim.
Enquanto caminhávamos sobre a montanha enorme e longa. Eu apenas olhava para frente. O caminho que deveríamos seguir ate achar o que deveríamos e sair deste local.
Sirius me puxou pelo braço e olhou para baixo de mim. Nos sem entendermos nada, olhamos para baixo de nos e avistamos um enorme buraco negro á baixo de nos. Para continuarmos o caminho, teríamos que atravessá-lo e continuarmos a caminha ate sairmos da montanha.
- O que faremos? Como sairemos daqui? – perguntou Thiago aflito por sinal.
 Não tínhamos como atravessarmos, estávamos confusos em como iríamos sair deste local.
De repente, rugidos de dragões começaram a ser ouvidos por nos. Ficamos ajustados. Demos passos para trás mais nada aconteceu. Os rígidos continuavam a se espalhar mais nada acontecia, dei passos para frente para saber o que eram aquelas coisas. O escuro era sombrio e calmo demais... Eu não tirava os olhos de dentro do penhasco.
- Saia daí Lucas... Você pode cair. – disse Eva tentando-me proteger.
Duas luzes grandes amarelas do tamanho de uma carruagem se acenderam do nada. E no meio das luzes... Um fundo preto por dentro das luzes amarelas se criou. E quando menos esperei. Dentes ranços iluminados apareceram em baixo das luzes e um rosto de um dragão estava formado olhando para mim.
Eu fiquei em choque quando ele começou a vir em minha direção subindo o buraco negro. E quando finalmente subiu, era uma cobra branca, ou melhor, duas cobras brancas enormes voando e lutando entre si. Uma das duas cobras soltava fogo pela boca e a outra soltava água pela boca. Não estavam nos atacando. E sim lutando.
- Nossa Necromantis. – disse Thiago empolgado em ver as coisas horríveis se enfrentando.
- Necromantis? – perguntou Sirius – O que é isto?
- Necromantis são dragões que tem corpos de cobra e são enormes, soltam fogo ou água pela boca mais sua face é de dragão. Eu sempre quis ver uma.
- Ótimo... Agora quer me explicar como vamos sair daqui? – perguntou Eva.
- Eu tenho um plano mais é... Louco.
- Qual é? Talvez nos ajude mesmo assim. – disse Sirius.
- Teremos que pular em cima de uma delas. – disse eu olhando nos olhos deles.
- O que?
- É um plano bem louco mesmo.
- Não faremos isso.
- É o único jeito pessoal. Vocês têm um plano melhor?
Eles se entreolharam e sabiam que não tinham mais saída para continuarmos. Tinham que seguir com o meu plano ao então morreríamos. É muito arriscado mais não tínhamos outra escolha.
Esperamos a Necromanti de fogo se aproximar de nos, e quando ele se aproximou Eva, Sirius e Thiago pularam em cima da cabeça dela.
Eu não consegui me segurar em sua cabeça e pensei que Eli mesmo morreria no buraco escuro mais cai em cima do focinho da Necromanti de água que me olhou fixamente. Ali seria o segundo ato de minha morte. A Necromanti me arremessou para o alto. E abril sua boca e estava prestes a me comer. Quando a Necromanti de fogo a empurrou e eu me segurei em seus pelos da fronte para não cair... E quando estava prestes a cair, Sirius me segurou e me puxou para nos assentarmos em cima da cobra. Assim que ela foi atingiu por uma grande onda de água todos fomos para no outro pedaço da montanha caindo ao chão de terra totalmente molhados.
- Nossa. Isso bem, bem... Louco. – Thiago dando risadas.
- Vamos continuar a andar... Mistérios ainda esperam por nos.
Continuamos a andar ate chegarmos à superfície do desconhecido. Depois da grande tribulação que passamos com a Necromantis, eu sabia que ainda iria acontecer algo.
O chão começou a tremer... E as pedrinhas ao chão deram pulinhos para trás Ao pequeno vento. Algo estava errado. Assim que olhamos para trás onde avia um vulcão que começava a entrar em erupção. As bolas de fogo começaram a vir em nossa direção. Corremos para nada acontecer. Corremos para dentro de uma caverna escura a e sombria. Era o único lugar para ficarmos protegidos do fogo.
- Aqui vocês ficaram em segurança.
Disse um velhinho misterioso nos dando um susto tremendo... Com a lenha acesa iluminando seu rosto escondido da escuridão  da caverna.
   
  - Quem é você? – perguntei.
- Meu nome é Igor Teleji. E você? O que vieram fazer no submundo?
- Eu sou o guardião da luz.– disse eu olhando nos olhos dele.
Ele me olhou e deu risadas altas cuidando para que o fogo que nos mantinha aquecido fica-se acesso. Todos se entreolhavam e tentavam decifrar quem ele era.
- Quer dizer que a lenda realmente existe... Finalmente o guardião da luz veio buscar os objetos para deter o mal. Ordens de Aragorn Theodore Sogolf?
- Como sabe de Theodore? – perguntou Eva.
- Ela nunca disse nada sobre mim esse tempo todo que vocês ficaram treinando com ele?
- Apenas eu treinei em toda a minha vida com ele e ele... Nunca me falou de você.
 - É... Já era esperado. Se não sabem... Eu fui um dos primeiros alunos de Theodore... E ele me falava grandes coisas sobre como seria o guardião da luz. Era o meu sonho ser um. Mais como ele sempre dizia e às vezes ate brigava comigo... Eu não era o guardião da luz.
- Por que você esta aqui se não é o verdadeiro guardião? – perguntou Thiago.
- Eu usei o cajado de Theodore para vir ate aqui. Ele gritou comigo para eu não ir e já entrou e saiu deste lugar há muito tempo para me levar para casa mais... Eu não quis ir.
- Mais você não é o guardião da luz sei idiota... Porque ainda esta aqui neste mundo horrível. – disse Sirius olhando para o velho com nervosismo.
- Porque eu quis ta legal. Theodore não fez nada pra que eu me tornasse o guardião.
- Como você queria que Theodore fizesse isso? Ele é muito poderoso, mais apenas um é guardião e não é você. Achou que entendeu certo? – disse Eva.
- Sim... Eu deveria entendê-los á muito tempo. Eu vim para cá quando ainda era jovem. E aqui ficarei. Mesmo que Theodore venha me buscar ou tente me levar.
- Você morrerá aqui seu estúpido. – disse Sirius olhando com raiva e franzindo sua testa. – Não percebe isto?
O homem assentiu e se levantou do chão perto do fogo. Começou a andar em direção a entrada da caverna, as bolas de fogo não mais caiam.
- Aonde você vai? – perguntou Thiago seguindo o velho homem.
- Devem estar com fome não. O inverno é rápido aqui. Vamos logo, nossas barrigas às vezes são impacientes.
Chegando a porta da caverna... Todo estava congelado. A neve caia do céu com rapidez. Ainda continuava apenas ao deserto neste pedaço.
- Nossa... Como? – Thiago não tinha palavras para descrever o que estava acontecendo no submundo.
- Parecem estar com fome não? Ótimo... Eu tenho pouca comida mais àquilo que tenho posso com certeza dividir com você. – disse ele enquanto olhava um javali correndo atrás de uma ave que parecia uma alinha estranha.
Igor lançou fogo nos animas e quando o fogo se abaixou. Um frango assado e uma e grandes pedaços de carré estavam ao chão. Comemos tudo antes de partimos.
- Bem... Acho que vocês já vão certo?
- Sim – disse eu.
- Eu tenho que entregar uma coisa para vocês. - ele pegou uma caixa de madeira e nos amostrou um medalhão branco redondo que ilumina toda a caverna. Sua corrente forte era poderosa e forte. O pingente que inundava a caverna de luz era grande e muito lindo. Continuavam a olhá-lo fixamente. – Aqui está o primeiro objeto da luz.
- Nossa... O medalhão de Theoden. Esse seria o primeiro dos objetos que nos encontraríamos. – disse Eva olhando fixamente para o amuleto.
- Vamos sair daqui Lucas... Temos que continuar com nossa missão. – disse Eva segurando meu braço.
- Sim. – disse eu, mais ainda não tirava meus olhos do venho senhor. - Obrigado por ter me ajudado. Você poderia vir conosco. E sim sairmos daqui juntos.
- Não. Saiam daqui e salvem a aldeia de vocês. Espero que consigam.
Saímos da caverna de Igor correndo contra as pedras enormes que gelo que caiam do céu. O frio era muito forte e ventava bastante.
Com o tempo em que ficamos caminhando... O frio foi se acabando. E algo me dizia que estávamos perto do cajado. Tínhamos que subir outra montanha. Mais desta fez... De gelo.
- Estou muito cansado. Temos que parar um pouco. – disse Thiago deitando a neve pura ao chão.
- Sim. O garoto esta certo. – disse Sirius.
- Temos que acampar aqui Lucas. Mais tarde nos continuaremos.
- Sim. – me sentei ao lado de Eva. Thiago já estava aos sonhos e Sirius em pé olhando vista - Theodore tinha me dito que não há noite e dia aqui certo?
- Sim. Aqui é um submundo, não estamos no universo e sim em um mundo diferente. Mais estamos cansados demais. Temos que continuar mais tarde. – disse ela sorrindo para mim.
Fiquei olhando para neve que segurava em minhas mãos. Ainda pensava em meu tio... Se ele estaria bem, se ele estava morto, será mesmo que Barbara esta com ele?
- Ainda pensando em seu tio? – disse Eva olhando em meus olhos.
- Sim. Tenho medo que ele estava morto.
- Ele não está morto. Disso eu tenho certeza.
- Mais será mesmo? Quero velo, quero encontrá-lo e quero sair daqui.
- Você sairá Lucas. Mais antes temos que buscar os objetos.
- Só queria entender porque meu pai deixou esses objetos aqui neste lugar horrível.
- Se ele deixa-se na terra outra pessoal poderiam roubá-los. Não são apenas nos que sabemos da lenda do guardião da luz.
- Sim eu cumprindo. Vamos logo achar os dois que faltam e sair deste local o mais rápido possível.
O tempo se passou. Umas três ou duas horas para ser exato. Um uivo de lobos era próximo quando ouvimos. Levantamos com rapidez quando ouvimos o som. Um lobo veio em nossa direção para nos atacar. Thiago se levantou com medo e gritou apavorado. Sirius ficou a minha frente armado com sua espada para me proteger. Eva vez um cubo imaginário e lançou em cima do lobo que ficou preço ao cubo verde que aparecia do nada em volta dele. O lobo não tinha para onde ir estava ajustado e Eva o mantinho preço em sua magia.
- O que faço com ele? – disse Eva o olhando fixamente.
- Mate-o. – disse Sirius sem piedade olhando para o lobo.
- Matar? – disse Thiago aflito. – Tem certeza.
- Ele é um lobo, se não o matarmos ele irá nos matar cedo ou mais tarde... O faro dele é inteligente demais. Faça isso Eva. – disse Sirius olhando para ela com olhares reprovadores. Ele não teve outra escolha. Eva apertou o cubo ate o lobo se explodir e quebrar todos os seus ossos um por um. O sangue era jogado ao cubo de força e o lodo foi destroçado.
O cheiro era forte, aquele lobo não era um lobo comum. Olhamos pra acima de nos e vimos seres cabeludos que pareciam ser mulheres tinham o corpo de humanas mais eram cabeludas com armaduras de gelo não totalmente em todo o corpo. Tinham olhos azuis, totalmente azuis.   
Usavam estadas de gelo que pareciam afiadas. Para continuarmos o caminho teríamos que passar por elas.
- Urigar curiri sabaters feretus queverrit. – dizia uma das mulheres a mais próxima de nos. Elas falavam em outra língua que não conhecíamos. Mais não paravam de olhar para nos.
- O que faremos? Temos que passar por elas para continuar a missão. – disse Thiago segurando seu arco.
- Vamos lutar com elas é o único jeito. – disse Eva olhando para mim.
Aproximamos das mulheres e elas eram muitas e poderosas também. Thiago ia à frente e eu ao seu lado. Sirius estava com sua espada pronta nos protegendo e Eva criou um escudo de magias para que nada aconteça, demos passos lentos ate conseguirmos chegar a montanha de gelo. Que por sinal não era longe. E não era tão alta assim.
 Assim que chegamos aviam mais delas cada um com cores de cabelos deferentes elas não demonstravam nenhuma ração, apenas nus olharam com olhares raivosos e sombrios de vingança por matarmos a comida delas. A magia de escudo acabou quando passamos por elas. Paramos de repente com medo. Eva não conseguia criar mais escudos e as mulheres correram atrás de nos com força e velocidade.
- Droga Eva. – gritou Sirius enquanto corríamos para escapar das mulheres peludas. – Thiago rápido... Proteja o Lucas rápido.
 Eu continuava a correr sem olhar para trás, algumas mulheres davam pulos sinistros como se fossem ninjas. Mais Thiago lançava suas flechas mágicas em todas elas. Eva criava um redemoinho grande de neve para espantar as mulheres e Sirius ás matava com sua espada com poderes.
   Não tínhamos mais saída. Um grande buraco negro em baixo de mim e Thiago era o fim de tudo. Eva e Sirius ainda corriam das mulheres.
- Não há nada. – gritei. – Não há nada lá em baixo. Rápido Eva. Nus tirem daqui agora antes que morremos.
As mulheres peludas lançaram suas espadas em nos com rapidez. Elas viam em nossa direção rápido demais. Eva me abraçou e seu segurei a mão de Thiago e a mão de Sirius e juntos saímos dali se tele portando.



 

        
Eu abri os olhos para o céu de submundo e ouve grandes barulhos vindos perto de mim. Achei que tudo fosse um sonho. Achei que eu finalmente tinha chegado a casa e que meu tio estaria lá. Mais foi tudo uma ilusão. Eu ainda estava á procura dos objetos da luz. Os malditos objetos da luz.
Levantei-me da terra do chão que eu estava. A neve não estava mais neste lado do lugar. Eva, Sirius e Thiago estavam de bocas abertas, olhando para uma coisa atrás de mim. Assim que me virei  para olhar. Uma tremenda guerra estava se fazendo contra homem e mulheres peludos como antes que encontramos. Eles estavam lutando contra tremendos animais enormes estranhos e muitos deles tinham chifres.
- Como vamos sair deste local? – perguntei. Tinha avistado o cajado a frente de nos. Depois da grande guerra é claro.
- Não podemos passar por eles. Vamos morrer. O que faremos então? – perguntou Thiago.
Eva olhou para céu e avistou um tremendo dragão voando alto. Ele olhou para nos e piscou o olho esquerdo. Levantou suas mãos e soltou um tremendo raio elétrico que chegou ao dragão no alto. Ele gritou de dor e veio em nossa direção caindo com toda a velocidade, desmaiado. Corremos para sobreviver ao impacto e mesmo ele caindo e fazendo um grande tremor na terra. Ainda sim os animais enormes e humanos peludos ainda continuavam a lutar.
Eva subiu ao pescoço do enorme dragão e nus chamou para subirmos nele. Todos nos subimos e ela jogou um pozinho verde que guardava em sua balsa pendurado em sua cintura. O dragão se levantou e começou a voar.
- Lucas, não podemos parar agora... Pegue o cajado assim que puder. – gritou ela enquanto passávamos pela grande guerra.
O dragão estava baixo e passamos pelo cajado e eu pus em minhas mãos segurando-o. Sua pedra ela verde e brilhava fortemente assim que o segurei. Continuamos a voar sobre o controle da domação de Eva par ao dragão. Próxima parada... Castelo de Anoxer.
Chegando ao castelo. Ele era grande feito com tijolos de concreto. Segundo Theodore... A espada esta na toda mais alta do castelo. E nos já tínhamos visto ela.
O castelo parecia vazio e sombrio, as portas já estavam abertas quando entramos. Deixamos o dragão posto á porta do castelo. Ventava muito no castelo, e era totalmente escuro. Eva achou um pedaço de madeira e o fez como tocha para iluminar o caminho.

Achamos uma escada que dava para a torre mais alta do castelo. Subimos a escada e degrau por degrau. E juntos chegamos a um quarto. Tudo ainda era escuro mais a tocha de Eva iluminava nossos caminhos. O quarto era bagunçado e na havia uma rocha grande e em cima dela a espada encravada brilhando e iluminando a quarto. Era linda e brilhante. Não tive muito esforço para tira-la da rocha.
- Nossa. É como dizem mesmo. Ela é linda. – disse Eva á olhando fixamente em minhas mãos.
- Bem. Agora que já pegamos a espadas. Podemos ir embora de uma fez por todos? – disse Thiago dando as costas para nos e descendo as escadas.
Estavam felizes por ter conseguido os objetos da luz. Pensei que nunca iríamos conseguir.

Assim que chegamos à sala de saída Thiago estava paralisado olhando para uma pessoa que estava encapuzada olhando para baixo. Só de olhar para suas vestes o medo subia em nos.
Ele nus olhou fixamente. Estava com um longo casaco negro com capuz na cabeça. Segurava um bastão alto com uma fronte de uma caveira na ponta. Seus olhos eram roxos e profundos. Usava um amuleto com um rubi de pingente.
- O que faz aqui criatura demoníaca? – perguntou Sirius aos gritos
- O meu nome é Richard Obolg. E sou um invocador. – disse ele com sua for estranha e grossa.
- O que é invocador gente? – perguntei.
- Invocador são bruxos que conseguem invocar demônios, pessoas mortas, fantasmas e espíritos. – disse Thiago.
- A minha senhora Barbara que me mandou aqui para lavar os objetos da luz para ela. Imediatamente.
- Não entregaremos anda pra você. – gritou Eva. – saia do nosso caminho e não nus atrapalhe.
- É mesmo?  Eu acho que não.
- A gente não quer confusão. Barbara já me procurou e eu aceitei a proposta dela. – disse eu tentando engana-lo.
- Você fez o que? Lucas! – gritou Thiago olhando em meus olhos.
- A minha senhora não confia em você. Por isso mesmo que eu levarei os objetos da luz agora... Sei que vocês me entregaram eles... Agora.
- E se não entregarmos? – perguntou Sirius.
- Bom... – Richard girou o bastão em volta dele e bateu com o cabo forte ao chão de concreto. – Isso vai acontecer com vocês.
O concreto tremeu e começou a rachar, aquilo foi surreal, em volta de nos todo o concreto estava rachado e se quebrando aos poucos quando tudo parou. O homem ainda olhava para nos com um sorriso sarcástico em sua face.
Mãos humanas com sangue e coisas gosmentas começaram a sair do chão, quando menos esperávamos, zumbis horríveis com a cara deformada e roupas rasgadas começaram a sair do chão em volta de nos. Não tínhamos por onde sair. Todos eles ficaram á nossa frente. Eva pegou os três objetos da luz e criou um escudo em volta deles ao chão.
- Gente eu tenho um plano. Protejam os objetos da luz. O escudo não o protegera por muito tempo.
- Ok. – disse eu. – Mais o que você vai fazer?
- Eu vou cuidar do nosso amiguinho ali.
Richard deu ordens aos zumbis para pegar os objetos e leva-los a ele. E saiu do castelo, Eva foi atrás dele e os dois juntos começaram a trocar magias.  Quando a porta se fechou.
Os zumbis já estavam prestar a atacar, o medo atingia nossa coragem. Estávamos prontos com nossas espadas e arco em mãos. Todos atacaram de uma fez só. Thiago usava seu arco mágico que com uma flecha, cinco zumbis já caiam ao chão.
A luta tinha começado. Muitos dos zumbis nos atacaram mais conseguimos matar todos... O escudo já estava se rompendo sempre um dos zumbis chegavam ao escudo e vaziam ele se quebrar. Outros zumbis surgiam assim que destruímos os estava á nosso caminho.

O escudo tinha se quebrado e juntos tínhamos um plano que não esperávamos que pudesse falhar.
Cada um de nos pegou um objeto da luz e ficamos separados a frente dos zumbis que saiam do chão. Thiago atirou uma flecha mágica no portão que o fez abrir. E juntos corremos para a porta escapando dos zumbis. Eva criou um escudo de água na porta para bloquear a passagem dos zumbis ate-nos. Richard não conseguiu vencê-la e fugiu sobre as sombras.
Subimos em cima do dragão e partimos para a saída do submundo.





Subimos ao voou do dragão pelas montanhas de Vuldrinny para achar a saída definitiva daquele mundo. Segundo Theodore... A saída era uma pessoa. Mais quem seria?
Uma montanha grande com picos atas estava aos nossos olhares, olhávamos em direção a única que uma coisa roxa que ficara posta no pico gelado. Subimos ate lá em segurança. O pico estava em nossa frente mais não poderíamos chegar lá andando. O que cobria a coisa que ficava ao alto do pico eram cactos roxos enormes. Ficamos a olhar para eles á espera que aconteça algo.
Os cactos se abriram, e saindo de lá, era uma mulher, uma mulher não, uma linda menina que pareceria da minha idade. Tinha cabelos brancos que voavam ao vento. Tinha olhos azuis fixos e usava um vestido com decote abaixo de seus seios. E um véu longo azul em seus braços
Ela nus olhou, mais diretamente para mim. Nossos olhares fixos se encontraram e ela veio ate nos voando.
Assim que se aproximou de nos, Eva, Sirius e Thiago estavam ajoelhados á presença dela. Ela sorriu para mim e eu á retribui. Nossos olhares eram fixos e penetrantes. Ela era muito linda eu sentia isso.
- Desculpe-nos pelo guardião da luz não se ajoelhar a majestade princesa. – disse Eva ainda de joelhos mais não olhava nos olhos da linda menina.
- Podem se levantar. – disse ela. Todos se levantaram e olhamos em seus olhos. – Eu que deveria me ajoelhar ao guardião da luz. Muito obrigado... Senhor?
- Meu nome é Lucas princesa. Prazer em conhecê-la. Esses são meus amigos e companheiros nas batalhas, Eva, Sirius e Thiago.
- Prazer em conhecê-los também. Meu nome é Celestia. Princesa de Feudsburb. Bem. Acho que vocês estão loucos para sair deste local, certo? 
- É o que mais queremos princesa. – disse Thiago.
- Então. Vamos. -Ela olhou para trás onde os cactos onde estava presa esperando pela minha chagada. Uma luz forte veio a nossa frente. A mesma luz e ventos nos puxando para irmos para casa. Eu podia ver a casa de Theodore ali. A luz e os ventos foram fortes que nus levaram para a grama da casa de Theodore.
O portal tinha se fechado e me lembrei do velho homem que ainda estava preso em conosco. Sirius tocou na grama e olhou para o céu azul com poucas nuvens. Estávamos alegres por estarmos em casa. Abrasei Sirius, Eva, Thiago, e também abrasei a princesa com o tamanho de nossa alegria, todos ficaram surpresos e de queijo caído, eu a soltei á olhando sem graça.
- Me desculpe. Eu não queria fazer isso. Perdoe-me.
- Tudo bem. É motivo mesmo para comemorarmos. – ela sorriu com olhos fixos em mim, e ei a retribui.
- Bem. – disse Thiago ofegante. – O que faremos agora? Já temos os objetos.
- Ele tem razão? O que faremos Lucas? – perguntou Eva.
- É hora de encarar o opressor, ou melhor, a opressora. Mais não se preocupem eu tenho um plano que funcionará. Eu só preciso da ajuda de todos. Menos a sua princesa.
Ela me olhou confusa como se estive desapontada.
- Sim eu entendo. Mais o que eu farei ate lá?
- ficará protegida. Eva cuidará disso. Esse plano que tenho em mente será genial, me sigam e tudo dará certo. Salvarei meu tio e juntos salvaremos Feudsburg.
Eu estava com roupas leves assentado no gramado de Theodore. Eu sabia que ele não estava mais entre-nos. Os objetos da luz estavam em volta de mim. Cada um deles começou a brilhar e levitarem em volta de mim. Celestia ficou a minha frente erguendo as mãos e fechando os olhos ela disse as segundas palavras enquanto todos observam.
- Fectom, romorá, lammath groz, fectom, romorá, lammath groz encatiruz dettemx.
Com essas palavras um choque elétrico entrava em meu corpo e dos pés da cabeça. Era angustiante e forte demais para que eu possa suportar. E não consegui e desmaiei á grama sem sentir meu corpo, ou meu sangue correr.


Juntos contra a opressora
Cap 7
“A hora já chegou e é chegada”... Ultimas palavras de Theodore para mim. Essa frase se acomodava muito no que íamos fazer. Lutar contra a opressora Barbara. O plano já estava em mãos. Ainda pensava em meu tio Joshua. No momento, ele e Feudsburg eram a únicas coisas que me importava. Meu tio estava disposto a se entregar a morte para que outras pessoas possam viver. Ensinamento de Jesus para muitos de seus servos hoje.
Estávamos de prontidão a frente do castelo, as portas se abriram para mim pelos soldados da nova rainha. Eles me olharam com aquelas armaduras negras e sombrias. A noite já estava posta, e o castelo era escuro, muito escuro.
Eu caminhava sobre o grande pátio ate a entrada do castelo, ele não era mais vermelho e branco e iluminado como era antes, agora, o negro o dominava totalmente.
Eu estava usando uma camisa branca abeta e longa que mostrava a metade de meu peito e de minha barriga. Usava uma calça preta e uma faixa na cintura para que minha blusa não fique ao vento.
Estava carregando os objetos da luz. O cajado em minha mão esquerda, a espada em minha mão direita e o amuleto em meu pescoço. Assim que entrei ao castelo, ele estava sendo iluminado por tochas de fogo e pela a luz da lua nova.
Os guardas saíram do castelo e me deixaram sozinho com Barbara, Gregório e o mago estranho Anthony. Eles estavam a sete metros longe de mim olhando fixamente aos meus olhos.

- Finalmente você apareceu. E trazendo o que me pertence. Agora me de os objetos. Agora.
- Onde está o meu tio?
- Quer saber mesmo dele? – ele andou ate uma corrente que estava presa ao teto e a puxou e meu tio caiu saindo do teto preso a uma corrente nos pulsos e nas pernas com um lenço na boca gritando. - Achei que queria. Então eu o deixei em um lugar reservado para ele.
- Tio! – gritei. Eu o olhava fixamente e lagrimas saiam de meus olhos, a raiva se acumulou em meu coração e em meu sangue. – Sua cobra desgraçada. Liberte o meu tio agora. – gritei.
Anthony olhava para mim com pena, Gregório queria me ver morto e Barbara estava atrás dos objetos da luz e também queria ver minha morte.

- Primeiro os objetos e depois o seu tio.
Andei ate ele e o entreguei os objetos, ela soltou meu tio e ele veio correndo ate mim. Olhou-me nos olhos estranhamente.
- Filho o que foi que você fez? – disse ele desapontado comigo. – Você não aprendeu nada com Theodore?
- Sim tio. Observe.
Barbara pós a espada a encravada a frente dela e o cajado na mão direita e o amuleto á em seu pescoço. Ele sorria e ria dando brados de vitoria.
- Fectom, romorá, lammath groz, fectom, romorá, lammath groz encatiruz dettemx. – nada acontecia e ela olhava com olhares estranhos e preocupada. - Fectom, romorá, lammath groz, fectom, romorá, lammath groz encatiruz dettemx. – repetiu as palavras mágicas da libertação dos objetos mais nada aconteceu. Eu consegui engana-la.
- O que aconteceu Barbara? – perguntou Gregório.
- Eu não sei. Porque os objetos não estão funcionando em mim? Diga-me moleque.
- Em primeiro lugar. Os objetos apenas se revelam seus poderes para o verdadeiro guardião da luz. E em segundo lugar, esses não são os verdadeiros objetos da luz. A espada é como todas as outras que eu peguei na loja de meu tio junto com o rasco de vidro redondo em cima do cabo de vassoura que fiz como cajado. O amuleto é um cordão velho que achei na rua. Eu só precisava do pingente perfeito. Então peguei o que minha mãe me deu quando eu tinha três anos. Esses são os seus queridos objetos da luz.
 Ela ficou muito irritada, seu sangue subiu a flor da pele. Quando levantei minhas mãos em direção a janela e lancei uma água de fogo e quebrou a janela alertando o sinal para Sirius, Eva e Thiago.
Os rumores começaram no pátio, os guardas estavam correndo e usando suas armas e espadas e gritando que alguém invadiu o castelo. As postas se abriram com força atrás de nos, os guardas estavam lutando com Thiago e suas flechas mágicas no pátio, Eva e Sirius entraram no castelo como de acordo com o plano.
- Já que tudo deu errado, esse luta não mais me pertence. Adeus. – disse Anthony sumindo como fumaça ao vento.
- Eva... Leva meu tio longe daqui e mantenha a princesa a salvo. – disse eu olhando para ela.
- Volte para casa filho. – disse meu tio se teleportando com Eva enquanto Sirius colidia sua espada com Gregório ao pátio do castelo.


- Seu cão medíocre. Você me enganou, já que eu não posso ser a dona de Feudsburg ninguém será.
- Você não será a dona de nada Barbara. Eu tenho missão de derrotar você e será isso que vou fazer.
Barbara levantou sua mão esquerda e lançou raios elétricos em todo o castelo em volta de nos. Mais eles viam muito mais a minha frente mais nenhum me atingia. Ela levitou e atacou com gelo em minha direção. E juntos fizeram um escudo a minha frente que pegada quase meu corpo inteiro. Eu explodi os gelos a minha volta mais ainda olhava nos olhos dela.
Erguendo suas mãos ela atacou com vento forte e sombrio em minha direção e criei um escudo de redemoinho enorme em volta de mim que se livrou dos ventos dela.

Erguendo mais uma fez suas mãos, Barbara levitou as pedras que viam quebrado no castelo e atirou todos em minha direção. As pedras me prenderam mais consegui explodi-las com minhas magias.
- Minha fez Barbara. – disse eu.
Eu a taquei com raio elétrico e ele se defendeu com chamas, nossas magias se colidiram. Eu atacava com água e vento, e ela sempre se defendia de meus ataques.
Nossas magias pararam. Eu á olhava e ela retribuía. Com minhas mãos fui criando movimentos que apenas eu entendia. Á nossa frente criei animais dançantes que brilharam e eram enormes e todos eles atacaram Barbara com força que á fez cair ao chão perdendo a batalha contra mim.
Ele se levantou e flutuou em direção a janela
- Eu ainda voltarei. Eu ainda vou matar você e tudo o que você ama. Você ainda não venceu garoto. Não venceu. – ela sumiu como fumaça e se foi.

Retornei para casa de Theodore aonde todos iríamos se encontrar lá... O por do sol estava saindo. Sirius tinha matado Gregório, Anthony era um dos comparsas de Barbara que sumiu. E ala ainda estava sumida por ai.
Assim que cheguei ao jardim de Theodore... Sirius e Thiago estavam sentados á grama aos troncos de arvores caídos. Olharam-me e sorriram forçados. Eu sabia que algo mais de ruim estava acontecendo, passei por eles sem dizer nada. Com som sorriso forçado. A princesa Celestia estava na porta de da casa quando eu á vi. Ela sorria forçadamente e Eva estava sentada ao sofá com meu tio Joshua morto com três flechas em seu peito.
- Eu sinto muito Lucas. Assim que cheguei aqui com seu tio e Celestia, os guardas de Barbara já estavam a nossa espera e...
- Por que você não fez nada Eva? – gritei com raiva. E lagrimas caiam de meus olhos, eu lutei para sair do submundo, lutei pegar os objetos da luz, lutei para vencer Barbara e lutei para salvar meu tio. E assim que chego em casa....
- Eu posso explicar Lucas. - dizia ela tentando me ajudar. – Assim que chegamos aqui, uns dez ou quinze guardas de Barbara já estavam a nossa espera. Alguns deles capturaram a Celestia e quase á levaram mais ela se soltou. Foi quando um deles estava com uma besta e... Seu tio entrou na frente e salvou a vida dela.
- Eu sou muito grata ao seu tio. – disse Celestia se aproximando de mim e pombo sua mão em meu ombro.
- Eu não queria perde-lo. Ele era a única família que eu tinha.
- Nos Sentimos muito Lucas. – disse Thiago enquanto estava a porta com Sirius.
Foi o que eu passei... A mal noticia de perder o meu único parente que tinha. Meu tio Joshua sempre foi muito especial para comigo. E foi o pai que eu nunca tive.

A missa eu já tinha feito. O guardião da luz eu já tinha me tornado, Theodore nos deixou sem nenhuma pista do que iria vir pela frente. Eva ainda estava brava e muito chateada por ter seu pai morto e seu quartel d guerreiros e arqueiros as chamas. Ela tinha viajado com Sirius a busca de uma nova missão em uma aldeia diferente. Thiago viajou para outra aldeia para terminar seus treinos de arqueios.
Eu estava só em Feudsburg. Precisava de alguém para conversar... Eu mesmo. Meus treinos eram feitos por mim mesmo. E também estava pronto para seguir em missão. Celeste tinha finalmente tinha se tornado a rainha de Feudsburg. E algo dizia que ela gostava de mim. Eu só queria saber se isso erra mesmo real.
Estava na casa de Theodore. Foi á única casa que me abrigou nesses quatro meses que estou sozinho sem meus amigos. Um carro empurrado com cavalos e guardas da rainha pararam á frente de minha casa. o guarda tocou a clarineta e Celestia saiu da carro com vestes de rainha e uma corroa em sua cabeça. Olhou-me e sorriu alegremente.
- Vamos entrar? – disse ela.
- Claro.


Entramos em minha casa, ele me olhou fixamente e se aproximou de mim colando seu corpo seu corpo ao meu me olhando nos olhos.
- Eu tenho que ti dar uma coisa ante de você sair em missão.
- O que? – eu respirava profundamente e não conseguia me mexer.
Ela me beijou lentamente e me abraçava enquanto nos beijávamos. Eu nunca tinha beijado ninguém em toda a minha vida, e sei que ela está interessada em mim. Ela parou o beijo olhando nos meus olhos e se distanciou de mim lentamente.
- Boa viagem Lucas. – e se foi saindo pela porta. Aquele beijo foi inesquecível.


Sai em missão e ficarei um tempo fora de Feudsburg. E não sei quando iria retornar... Só sei que iria retornar. Barbara ainda estava solta por ai e a minha meta é encontra-la e fazer ela pagar por tudo que fez. Ainda uma missão me aguardava... A saga do guardião da luz ainda não tinha acabado. O fim... Ainda não está escrito.
Continua...

Escrito por: Alexsander Silva Luiz