terça-feira, 14 de janeiro de 2014

Halloween

Halloween.
A vida de uma adolescente nunca foi tão fácil. Principalmente para mim.
Eu morava na cidade de Clifford. Uma cidade pequena e com poucos moradores. Não avia muitas surpresas, não havia quase nada, ela era muito calma e pouco pacificada. Graças ás coisas que as pessoas colocavam em suas mentes em Clifford. Os boatos foram espalhados em toda a cidade, muitas pessoas diziam que bruxas e bruxos existiam em Clifford. É claro que isso é uma bobagem. Eu não acredito nisto.
Mais tantas pessoas dizem que eles existiam que eu comecei a quase acreditar. Existia um mito em Clifford uma coisa terrível, ou uma coisa que estava para acontecer. E eu sentia que eu estava envolvida nisto. Mais o que? O que?


A primeira visão do destino
A floresta estava reluzente, as arvores eram da cor de prata, muitos lá estavam comemorando. Pessoas voando em vassouras e comemorando com a lua minguante iluminando toda a floresta, a lua parecia um holofote pairando em sobre a floresta. Estava linda. Mais uma coisa ruim estava acontecendo. Outras pessoas estavam chegando á festa e colocando fogo na floresta. Todos lutaram com farinhas e encantamentos.
Eu não via o meu rosto, muito menos o meu corpo. Parecia que eu era a câmera de um filme de terror. Toda a alegria que o povo tinha estava acabada. Um homem parou em minha frente e ergueu sua varinha olhando para mim e lançou um raio como o de uma tempestade.
Eu acordei soando muito. Não seria a primeira vez que eu sonho com isto. Eu tinha medo do que poderia acontecer comigo em seguida...
- Sophia! Levanta filha se não você vai se atrasar. Olha a hora.- 
Dizia minha mãe... Isabella. Eu poderia sentir o cheiro dos ovos com bacon vindo de longe. Minha mãe era a melhor cozinheira de Clifford. Pelo menos para mim. E para o meu pai. Bem... Não tecnicamente.
Desci as escadas com o cabelo todo desmazelado. Estava morrendo de fome. Ela me olhou e sorriu como fazia todas as manhas. Eu ainda estava de pijama. Na verdade o meu pijama era uma camiseta velha dos Ramones um shortinho azul.
Minha mãe sempre foi contra eu gostar de ouvir rock. Mais ele sempre queria o melhor para mim.
O cheiro subia em minhas narinas quando o deslize dos olhos com bacon caia sobre o meu prato. As torradas também estavam em cima da mesa. Mais desta vez eu não quis prová-las, sei que estão ótimas.

- Hoje é o primeiro dia de aula certo? Não pode chegar atrasada filha. – ela pegou uma cadeira e se sentou ao meu lado comendo um sanduíche de saladas.
- Eu sei mãe. Mais eu não vou me atrasar. Disso eu não tenho duvida. – me retirei da mesa mais ainda não tinha acabado o meu café da manha. Acabei com o meu achocolatado em apenas um gole.
Peguei a toalha e passei por minha mãe para ao banheiro. Tomei um rápido banho e me vesti para ir á escola. Eu não queria ir com qualquer roupa. Onde eu estiver eu tinha que estar linda.
Depois do banho, coloquei uma saia xadrez vermelha e preta. Que iria a um palmo antes do joelho, usava também uma camisa preta do da banda Queen e um blusão xadrez preto e branco, meus cabelos eram pretos e com mechas enroladas. Eu estava pronta para ir á escola nova.
Peguei minha mochila e parti em direção a America high Schools. Eu fui á pé para a escola, não era longe, apenas quatro quadras da minha casa... Nada longe. E também minha mãe não tinha dinheiro no momento para a minha passagem. Eu continue andando e pensei no sonho que tive. No memento eu achei que estava sonhando com um pedaço do filme do Harry Potter. Mais acho que não era bem isso. Eu conversaria com minha mãe sobre o sonho assim que retorna-se a minha casa. Eu espero que não seja nada grave.
Enquanto eu andava pela a rua, a senhorita Wilson da Rua sete vivia me olhando com uma cara de brava. Eu nunca tinha feito nada com ela. Ele sempre me tratou mal desde quando eu era criança. Todas as outras meninas da rua ela tratava bem. Mais eu, ela me odiava.



Cheguei á escola pegando a minha lista das aulas seguintes. Eu estava perdida. Muitos jovens de todos os tipos. Nerds: cabelos... Como se costuma dizer, “lambido pelas vacas”. Tatuagens... Nem pensar. Piercings... Definitivamente não. Usavam mais uma gravata borboleta e óculos enormes. Hippies: usavam cabelos compridos e soltos, roupas largas e confortáveis, alguns eram muito coloridos, outros somente usam brancos e alguns tons de castanho. Góticos: cabelos coloridos, desfiados, lisos e compridos. Desarrumados com alguns acessórios. Roupas... Usavam pretos e roxos. Tatuagens... Eram normais, todos tinham. Piercings... Também usavam muito. Emos: cabelos coloridos, volumoso e liso, com algumas extensões e acessórios. Roupas pretas com estampados coloridos e padrões. Usavam tatuagens como... “Hello kitty’s”. Usavam também piercings nos lábios. Primeiro ano do ensino médio nunca é fácil.

De repente. Uma menina um pouco mais baixo que eu, dos cabelos pretos e lisos, ao estilo Maria Chiquinha. Esbarrou-se em mim. Ficou ao meu lado direito colada em mim. Ela me olhou e sorrio.
- Oi... O meu nome é Ashley. E você deve ser a menina nova não é? – ela ainda estava com a mão em minha cintura esquerda. Ele simpática e bonita, usava um vestido preto tomara que caia que iria ate o joelho. E um blusão rosa.    
- Sim o meu nome é...
- Oi menina nova... Tudo bem... O meu nome é Mary Jane. E essa é a minha irmã Ashley. – outra menina tinha se colado a mim mais desta fez foi á esquerda. Essa era loira, as duas tinham olhos verdes.
- Por favor, Mary, deixe a menina respirar. Ela ainda nem disse como se chama. – disse Ashley olhando-nos de Mary enquanto andávamos.
- Eu sei Ashley. Eu só estava sendo simpática com ela. Não tente chamar a minha atenção – Mary continuou andando segurando meu braço esquerdo.
- E então menina nova... Como você se chama?
- O meu nome é Sophia. Eu não esperava ter colegas logo no primeiro dia mais... Tudo bem. – nos paramos no meio do grande corredor.
- E então qual é a sua matéria de hoje? – perguntou Mary olhando nos meus olhos.
Olhei a folha de minhas matérias e a minha primeira matéria seria...
- Química. Com a professora Watt.  – olhei para as salas tentando encontrar a sala seis, que seria a minha.
- Você tem certeza que é mesmo química? – disse Ashley olhando nos meus olhos sorrindo sarcasticamente.
- Claro... Eu olhei na... – O que aconteceu? Eu juraria que era química. Eu vi química – Bem, não é química, e sim ciências.
- Ótimo a nossa também. Então vamos todas juntas.


Eles se seguraram pelos braços e fomos para sala de ciências onde o professor Miller daria a aula. Eu me separei das meninas e fui ate o bebedouro para tomar uns goles de água. As meninas foram para sala sem mim. Mais elas guardariam o meu lugar.
Assim que acabei de tomar minha água me virei para ir á sala, mais um menino alto dos cabelos escuros e escorridos parou em minha frente e me olhou com um olhar horrível. Parecia à senhorita Wilson olhando para mim.
Retirei-me da frente dele e fui para a sala, permaneci na sala por quarenta minutos. Eu pedi para professor se poderia sair. Ir ao banheiro. Ele permitiu. E eu me retirei da sala.
O banheiro era grande, e eu precisava esfriar a cabeça. Tantas coisas corridas que ocorreram hoje.
A porta se abril e pelo o espelho, eu percebe que o mesmo menino que me encarou no bebedouro estava dentro do banheiro.
Eu o olhei fixamente nos olhos dele. Ele estava bravo e muito irritado, o seu rosto mostrava tudo isso.
- Amigo... Eu não sei se você reparou mais... Aqui é o banheiros das meninas. – disse eu com um pouco de medo no olhar.
- Você pensou que iria fugir de mim? Fugir de nos? Não desta fez menina insolente, o halloween não vai ocorrer de novo. Por que nos o impediremos.
É serio... Os alunos levavam Harry Potter a serio de mais nessa escola.
- Do que você esta falando? Fugir? Fugir de quem? E o que o dia das bruxas tem haver com á historia? – é serio, eu não estava entendendo nada.
- Não adianta querer fugir. Você vai morrer... E vai morrer agora. – ele retirou uma varinha de seu bolso. E apontou para mim – Eu já consigo imaginar o quanto o senhor das trevas me recompensará quando arrancar seu coração.
- O que? Arrancar meu coração? Você esta louco.

A porta foi arrombada e ficou em pedaços por ser de madeira. Parecia que um raio á atingia. No corredor estavam Mary e Ashley com varinhas em suas mãos. Eu não acreditava que aquilo esta mesmo acontecendo.
Mary e Ashley entraram no banheiro, Mary ficou do meu lado e Ashley levantou sua varinha e enfrentou o menino.
- Eu não acredito que você retornou a Clifford... Ethan. – disse Ashley apontando sua varinha na direção de... Ethan. – Eu não vou deixar você machucar ninguém. Ela não é uma de nos.
- Você acha que sou tolo, Ashley? Eu estou vendo no pulso dela, as três ondas de águas. Ela é uma...
- Cale-se Ethan. Ela não é quem você está procurando. É só uma menina normal.

- Ethan, por favor. Mostre que você ainda é nosso amigo. – disse Mary segurando minha mão com força, eu sentia um pouco de dor. Mais elas estavam mesmo me protegendo desse cara. Algo esta errado.
- Eu não sou amigo de vocês á quinze anos. – disse ele ainda com ódio espalhados em seus olhos e em sua face. – eu vou levar a menina. E se vocês me impedirem eu matarei vocês.
- Só por cima do meu cadáver você levará a Sophia de nos Ethan. – Ashley apontou sua varinha na direção de Ethan e ele á apontou a dele.
 Um rio saiu da varinha de Ethan e um fogo ao muito alto saiu da varinha de Ashley, os dois começaram a batalhar. O banheiro era grande mais não o suficiente para uma grande luta. Eu não acreditava no que meus olhos estavam vendo.
Os poderes de fogo contra raio se chocaram. Ethan e Ashley ainda disputavam para a morte do adversário chegar.
Ashley levou toda a magia que estava disputada entre ela e Ethan para a parede do banheiro. Criando um buraco gigante que dava entrada para o banheiro masculino. Eu estava sentada ao sentada ao chão com Mary me abraçando e me protegendo.
Com o impacto do buraco na parede, Ashley lançou uma bola de fogo em Ethan sem que ele percebe-se. Ethan foi para fora do banheiro e parou não corredor batendo de cabeça em um dos armários.
- Ashley tira a gente daqui. – disse Mary segurando minha mão. Ethan se levantou e ergueu sua varinha criando uma onça de fogo gigante que iria em direção ao banheiro. – Agora Ashley!
Ashley rodou a varinha deixando cair coisas que pareciam com purpurinas verdes. Antes que elas caíssem ao chão, não estávamos lá.
Nos fomos parar na porta do colégio, eu estava apavorada. Andava de um lado para o outro me beliscando e tentando acordar deste sonho.

- O que nos vamos fazer? Ethan vai contar tudo para os outros que Sophia esta conosco. – disse Mary conversando com Ashley na calçada.
- Eu sei... O lugar mais seguro agora para ela é manterá com a mãe.
- Tem certeza? E se o Ethan segui-la ate a casa dela? Temos que protegê-la.
- Eu sei... Mais Isabella explicará tudo a ela.
Eu ás interrompe colocando minhas mãos ao ombro de cada uma.
- Dá pra alguém me explicar o que esta acontecendo aqui? Ou eu fiquei louca mesmo? – eu ás olhava com minhas retinas tremendo.
- Calma... Você terá que ir para casa agora, não pode ficar aqui nem mais um minuto, sua mãe vai ti explicar tudo. – disse Ashley olhando em meus olhos e segurando minhas mãos.
- O que? Como assim? A minha mãe sabe de tudo isso? Como ela sabe? – eu estava confusa ate demais.
- Infelizmente. – disse Mary olhando para o chão. Ela percebeu que nos tínhamos reparado que ela não disse aquilo baixinho e sorriu para nos e soltou um sorriso para disfarçar. – Quer dizer... Ainda bem certo? Assim ela pode ti explicar tudo.
- O que a Mary quer dizer...  – disse Ashley olhando nos olhos de Mary não muito contente. – É que você deve contar pra sua mãe tudo o que ocorreu.
- Conhecendo a minha mãe do jeito que há conheço, ela vai querer fazer um chilique total.
- Não se preocupe. Vá logo e diga tudo o que ocorreu aqui.
Eu me despedi das meninas e corri para casa, a aquela altura do campeonato, às 10h26min da manha, eu esperaria de tudo na rua, ate mesmo que os animais falassem. Mais uma coisa eu vou fazer á partir de hoje... Se tudo isso não for real, eu nunca mais assistirei Harry Potter. Nunca mais.
Cheguei á minha casa e ao portão gritei por minha mãe, ela não me respondeu, eu só imaginava o pior.
- Mãe! Mãe a senhor esta em casa? Por favor, esteja em casa. – gritei quase chorando, não queria perder minha mãe.
- Eu estou aqui em cima filha. – ela gritou do sótão. Sobe correndo com o coração na mão.
Assim que cheguei ao sótão ela estava lá o arrumando e tirando as coisas velhas do lugar. Ele me olhou e sorrio, colocando todo na caixa de papelão enquanto estava de joelhos.
- Você está bem mãe? – perguntei eu. Ofegante e cansada depois de ter corrido quatro quadras.
- Sim filha eu estou bem mais... O que você esta fazendo aqui? Você só vai da escola 12h40min filha. Não me diga que fugiu o primeiro dia de aula Sophia Christine Osbourne.
- Não é nada disso mãe. Aconteceu uma coisa muito louca na escola.
- O que filha? – ela parou de arrumar as coisas e se levantou e olhou em meus olhos para me ouvir.
Contei tudo para minha mãe... Todos os detalhes, sobre o banheiro quebrado, sobre Ashley e Mary Jane, e sobre esse tal de Ethan. Ela me olhou com um olhar que nunca tinha visto antes. Depois de ter dito tudo, ela simplesmente pegou minha mão e descemos as escadas. Ela não dizia uma palavra, estava nervosa e tremendo, eu reparei em seu pulso uma tatuagem ou coisa assim parecida com ondas de água, a mesma que eu tenho em meu pulso, infelizmente eu não sabia o que aquilo significava mais me lembrava claramente que esse tal de Ethan queria me matar porque eu estava com ela em meu pulso... Mais o que será que é isso?
Ela me levou para a cozinha, pegou umas caixas de papelão e colocou mantimentos. Eu á olhava sem fazer nada.
- Vai ficar parada ai? Você tem que me ajudar, pegue suas coisas e coloque em sua mala, roupas, tênis, produtos de banho e higiene. Rápido. – ela não olhava em meus olhos.
- Mais porque mãe? Aonde vamos?
- Sair desta casa. Faça as malas agora Sophia.
- Mais mãe eu ainda esquece minha mochila na escola e...
- Você quer mesmo voltar lá? Com aquele bruxo querendo ti matar? E tem mais você não precisa mais daqueles livros, você irá ganhar outros, muito diferentes. – ele ainda não olhava em meus olhos só continuava a encher a caixa com mantimentos.
- Espere ai. Você disse bruxo? Foi isso que eu ouvi?
- Eu... – ele olhava para os lados mais não olhava em meus olhos. – Não disse bruxos.
- Disse sim que eu ouvi mãe. – eu coloquei minhas mãos á mesa e me apóie a olhar nos olhos dele.
- A única coisa que eu disse... Foi para você ir ate seu quarto e fazer as suas malas. Isso é claro... Se você quiser viver. – ele me olhou fixamente, e manteve o olhar ate me fira-se para ir ao meu quarto e fazer minhas malas.
Ok... Agora deu medo,

Eu coloquei em minha mala tudo o que precisava, eu não estava levanto tudo, mais era só o que eu precisava mesmo. Minha mãe já estava á minha espera com o carro na rua, eu tranquei a porta, desce as escadas do portão e entrei no carro correndo.
Minha mãe deu a partida no carro e saímos o mais rápido possível. Enquanto minha mãe dirigia, eu olhava em seus olhos. Estava curiosa para saber a verdadeira verdade.
- Mãe... E então? Vai contar o que está acontecendo ou não?
- Ok. Eu vou ti contar tudo... Mais não me interrompa ate eu dizer tudo o que sei ok.
- Ta. Mais eu quero saber logo.


Minha mãe continuou dirigindo sem olhar em minha cara, ele coçava a cabeça e passava a mão em seu queixo, querendo achar as respostas certas para me dizer.
- Filha, esse tal de Ethan que ti perseguiu na escola, ele... Ele queria uma coisa em você que os outros não conseguiram ter. Estavam procuraram mais não conseguiam achar a muito tempo... Á quinze anos para ser exato. – ele dizia aquelas palavras com lentidão. Olhava em meus olhos de quatro em quatro segundos. Mais ainda sim não perdia o volante. Minha mãe é uma ótima pilota.
- Mas o que mãe? Fale-me eu quero saber... – meus olhos não largavam o dela.
- Filha... Eu não sei como e não me pergunte mais... Esse menino queria o seu coração. Matar você para fazer o ritual no dia das bruxas.
- O que? Como? Onde? Quando? – foi só o que eu consegui perguntar depois de ter visto aquelas palavras saindo da boca de minha mãe.
- Filha no dia das bruxas... Que para nos é o halloween, alguns bruxos do mal se vestem. ”Ou melhor,” usam magia para serem outras pessoas e para caçar aquele que tem o coração iluminado. Você lembra quando você tinha cinco, dez e quando completou quinze e seu coração brilhou tanto á madrugada que iluminou toda a casa... Você lembra? É isso minha filha, eles querem matar você e tirar seu coração para fazer o ritual, e nesse ritual eles conseguiram que a força da magia negra paire sobre a terra e destrua todos.
- Meu Deus... Mãe, e sobre essa tatuagem que eu tenho em meu pulso? São ondas? – era o que parecia...
- São filhas... Acredite ou não... Você é uma bruxa... De verdade filha, como eu... Era. – ela dizia aquele “era” com um humor totalmente ao chão. Eu não sabia que minha mãe era uma bruxa, ela não demonstrou nada desde dezesseis anos que vivo com ela.
- Eu não acredito que você é uma bruxa mãe... Você nunca demonstrou nada. Eu nunca notei algo de diferente em você.
- Filha, eu não sou mais uma bruxa... Abri mãos dos meus poderes para proteger você. Na época... Muitos bruxos estavam sendo perseguidos pela igreja e chamados de demônios por demonstrar seus dons.
- Quer dizer... A igreja católica? Como as bruxas de salem? – nos viramos o carro e entramos em uma esquerda, onde ficava um hotel. Estacionamos e ela me olhou fixamente.
- As bruxas de Salem são... Boatos, mais isso, é a realidade filha. – ela sai do carro e eu também. Fomos para o porta malas para retiras nossas coisas.
Minha mãe entregou as chaves ao porteiro do hotel para levar o carro ate a garagem. Entramos-nos e fizemos reserva. Depois subimos e nos hospedamos.


- Filha, se você quiser, pode ir dormir, e não se preocupe mais com nada. Eu estarei aqui para protegê-la. – disse minha mãe, enquanto nos estavam assistindo a novela das 16h30min sentadas ao sofá.
 Ela estava certa... Depois de tudo o que passei, eu precisava mesmo dar uma cochilada. Precisava descansar e muito...
Cai no sono ali mesmo. E ainda não tinha acabado de ver a novela. Só me lembro de ter acordado no quarto, toda largada á cama e sem coberta, as 01h20min da manha mais não estava tão frio assim. Eu nunca tinha dormido tanto assim... Eu ouvia fozes vindas da sala, minha mãe estava conversando com alguém, eu também ouvia a foz da outra pessoa, parecia... Parecia... “Ashley e Mary Jane?” o que elas estariam fazendo aqui? Minha mãe ainda não conhecia essas duas.
Eu me levantei da cama e dei uma olhava pela porta... Eu não a abri, ela estava encostada, não sabia ao certo se eram mesmo elas, minha mãe estava em pé à frente do sofá, as duas meninas estava de capas, a morena com uma capa vermelha e a... O cabelo dela é rosa?
Isso é bem estranho... Mesmo. A menina dos cabelos rosa tinha um chapéu de bruxa, e o chapéu tinha... Olhos? E... Boca? O chapéu brilhava com uma luz azulada. Como se uma lâmpada tive-se dentro dele. Usava uma capa azulada e uma farinha nas mãos. Eu não tinha mais duvidas... Eram mesmo Ashley e Mary. Os cabelos de Mary estavam presos como Maria Chiquinha, os olhos dela eram verdes e tinha botas pretas usava uma camisa preta longa ate suas coxas, usava também uma calça preta que iria ate sua canela.
Ashley uma um short preto curto, e uma camisa longa vermelha, e também usava botas e os cabelos estavam soltos.
- Tudo bem... Iremos proteger vocês não se preocupem com nada. – Ashley dizia a minha mãe.
- Obrigado meninas. E quando começará o treino dela? – disse minha mãe assentada ao sofá.
Treinamento?
- Teremos que falar com Benjamin sobre isto. Eu tenho certeza que ela á treinará. – disse Mary olhando nos olhos de minha mãe.
Quem é Benjamin?
- Ok. Mais por favor... Resolvam logo isto. Eu acho que também outros bruxos firam para matar a minha filha.
- Não se preocupe... Tudo vai dar certo. Cuidaremos da mocinha rebelde – quando o chapéu disse aquelas palavras, todos riram, eu não acreditava mesmo no que estava ouvindo...
Ashley e Mary saíram do apartamento, e me sentei em minha cama para pensar... Já eram 02h00min da manha e eu ainda estava pensando com o que acontecia comigo, quem é Benjamin? E será mesmo que eu me tornaria uma bruxa?
Um estouro enorme surgia da sala, parecia que a vidraça tinha se despedaço em milhos e milhos de pedaços. Depois do enorme barulho o grito de minha mãe parecia eterno sobre a sala.
Assim que cheguei ate a sala, tudo estava quebrado, tudo. O sofá estava partido em dois, e a água do encanamento chorava sobre o carpete, e ao chão, aviam folas de arvore e pedaços de galhos, eu sabia muito bem o que tinha pegado minha mãe. Eu desde correndo para a rua. Não estava com vergonha, eu estava apenas de pijamas, para mim, uma camisa surrada do Metallica e um shortinho verde, era o meu pijama. Assim que cheguei a rua, um pedido de socorro estava vinda da floresta que ficava ao lado do hotel, eu sabia que era minha mãe, eu tive, tenho que defende-la. Então entrei naquela floresta assustadora, o medo estava ao meu lado, mais eu não ia fraquejar agora... Não agora.
Nenhum sinal de Ashley e Mary, eu estava com muito medo, foi correndo porque não queria perder os gritos que minha mãe dava. A floresta era negra, a lua não estava exposta para que a ilumina-se. Graças a Deus eu não vi nenhum animal.

- Socorro Sophia... Socorro filha.
Minha mãe gritava, eu já estava chorando e correndo para encontrá-la. Finalmente eu cheguei onde ela estava, estava amarada a galhos em uma arvore como Jesus quando estava sendo crucificado.
- Mãe? Você esta bem? – perguntei eu.
- Sim filha, mais me tire daqui Sophia. Rápido ela pode voltar. – ela estava apavorada.
- Ela quem mãe?
De repente uma mulher loira aparece saindo de um arbusto, ela tinha olhos vermelhos como sangue, parecia uma capitã pirata, usava um sobre tudo preto e uma camisa com detalhes desenhados, usava uma saia preta e em redor da saia, usava umas correntes enferrujadas. As penas eram enfaixadas com esparadrapo branco, e também usava botas pretas largas. Ela usava um medalhão com um pentagrama invertido no pescoço, dava para imaginar que ela era do mal.
Ela ficou ao lado da arvore que minha mãe estava, e passando a mão sobre as pernas dele, e a cada toque de seus dedos na perna de minha mãe. Era uma queimadura forte. Minha mãe gritava de dor.
- A deixe em paz sua cretina. – disse eu gritando com a estranha.
- Cretina? – ela deu risadas altas. – Você sabe que eu posso ti matar a qualquer hora não sabe?
- Eu não tenho medo de você. Solta a minha mãe agora.
- Não... Eu já sei que você é a que a bruxa soberana procura. É muito fácil resolver toda essa situação. Se entregue para mim... E eu deixo a sua mãe livre.
- Não escute ela filha ela irá me matar do mesmo jeito. Faça o que é certo. – disse minha mãe sangrando muito e tentando cuspir palavras.


- Cale-se sua imunda... – ela se virou para minha mãe olhando-a nos olhos – Que desperdício Isabella. Você era uma bruxa tão... Perfeita. Que pena você ter abrindo mão para cuidar desta... Coisa que você chama de filha.
- Eu sou sim filha dela e também não vou me entregar a você sua cobra piranha desgraçada. – eu disse aquelas palavras com muito animo, eu não tenho poder algum mais não deixarei que ela tente acabar comigo e com minha mãe.
- Tudo bem... Já que você quer brincar... Vamos brincar. – ela retirou a farinha de sua bota, e a estendeu para me atacar. – Primeiro eu mato você e depois acaba com a sua mãe.
Ela criou bolas de fogo girando e sacudindo a farinha, e todas vieram em minha direção, eu não sabia o que fazer... Eu estava com medo da morte, com medo que a morte leva-se minha mãe e o poder das trevas governa-se o mundo.
 Eu tropecei em uma raiz de tronco de arvore enorme ao chão, eu só fechei os olhos e esperei a morte me dominar... Nada aconteceu, quando abri meus olhos, uma mulher estava á minha frente de costas para mim. Usava um longo vestido preto e cinza que se fechava atrás, á frente era aberto, usava uma meia calça preta com buracos, usava botas pretas muito longas, usava um cajado velho com uma pedra linda de rubi, ela segurava o cajado como se fosse uma farinha, usava uma camisa tomara que caia um cordão curto e tinha cabelos da cor cinza longos e lisos, usava também um chapéu preto com detalhes e a ponto marrom.
Ela me olhou e ficou seria... Eu não consegui dizer nada á ela só continue olhando-a.
- Você está bem? – ela me perguntou... Eu respondi que sim com a cabeça. – Quer dizer que você está querendo mechar com a minha irmã? Sua safada bruxa do inferno.
O que? Irmã? Desde quando eu tenho uma irmã?

- Filha... Ele é sua irmã... Alice. Você nunca a conheceu porque ela desenvolveu os poderes cedo. Ela irá cuidar de você – disse minha mãe já estando livre da arvore que á prendia atrás de bruxa que queria me matar.
Que ótimo... Agora eu tenho uma irmã.
- Sim... Eu estava querendo matá-la sim. E logo sua mãe iria ser a próxima. – dizia a bruxa.
- Sophia... Onde está Ashley e Mary? – perguntou minha Irmã.
- Eu não sei... Eu não vejo as duas tem umas horas. Não sei onde possam estar. – eu ainda estava assentada na grama, minha mãe ainda estava longe de mim.
- Ótimo... – de repente, Mary e Ashley aparecem na floresta voando em vassouras de pelos de palhas longas.
- Nos desculpe Alice, estavam á procura delas mais não conseguíamos achar. – disse Mary ainda levitando sobre a vassoura.
- Eu não deveria deixar duas idiotas para tomar conta de minha Irmã. Eu mesmo deveria fazer isso. – Mary e Ashley abaixaram a cabeça de vergonha. – Meninas... Levem minha irmã ate o bosque caldeirão fervente. Passem pelo o portal e continuam lá. Ela ficará lá ate aprender tudo o que tem que aprender.
- O que é o bosque caldeirão fervente? – perguntei eu me levantando do chão.
- Sophia não faça perguntas... Apenas suba na vassoura das meninas e vá para casa. – minha irmã estava tolerante demais.
Eu subi na vassoura de Ashley e nos fomos em direção ao caldeirão fervente. Eu não pude me despedir de minha mãe, apenas fui salva-la. Eu não queria perde-la.

Eu ainda estava zoando... O vento corria em meus cabelos, eu via tudo de longe, via as coisas baixinhas adorei toda sensação que passei ao ar voando por uma vassoura, fisicamente isso é impossível, mais se eu sou mesmo uma bruxa... Viverei para sempre.
- Nos chegamos Sophia... É logo ali em baixo. – disse Ashley descendo a vassoura para posar ao gramado alto. Mary vinha logo atrás de nos.
Descemos-nos, e por incrível que pareça, ainda estávamos na floresta. Eu só via duas arvores altas uma ao lado da outras a três metros de distancia. A floresta ainda continuava depois das arvores.
- Eu não vejo nada... Apenas... A continuação da floresta. – disse eu olhando para as duas arvores.
- Eu sei não é maneiro? – disse Mary com entusiasmo. Eu não me preocupei muito, ela sempre foi doidinha como dizia Ashley.

- Não ligue para ela Sophia... Eu vou ti explicar... Essas suas arvores representam o portal para o nosso esconderijo, o “caldeirão fervente”. Nos bruxos andávamos com os humanos, mais tudo isso acabou quando os bruxos das trevas se revelaram para nos atacar. Foi uma destruição só... É por isso que estamos escondidos. Você irá saber com o tempo.
Ashley passou entre as duas arvores e desapareceu, Mary passou pelas duas arvores e também desapareceu eu não sabia o que era aquilo, coloquei minha mão entre “o portal” e minha mão desapareceu. Eu a puxei de volta e ela voltou como era antes, um braço me puxou para dentro do portal e eu quase caio ao são. Estava de cabeça baixa, quando eu olhei para chão, era asfalto como na rua, a floresta tinha sumido. Eu olhei em minha volta, via muitas crianças, adultos e velinhos. A maioria com chapes em suas cabeças carregavam caldeirões pequenos da altura de uma panela e com o peso de uma panela.

O começo da luta... Á luta pela minha vida.
Eu estava em um beco, lojas estavam à volta do beco, muitas lojas e Mary e Ashley ao meu lado, eu ainda estava de pijamas, e algumas pessoas olhavam em meus olhos com olhares de criticas pensativos.
- Venha, vamos achar uma roupa para você. – disse Ashley e levando ate a casa dela.
Chegando lá, a casa de Ashley não era muito limpa, ela morava ali com Mary á muito tempo... A casa era negra, como se fosse queimada, não era uma escuridão da sujeira, e sim pela a cor da casa ser preta. Aviam olhos de animais ou pessoas, em um pote sei lá. Vassouras atrás da porta, livros na estante, espelhos, muitos pela sala, velas para iluminar a casa, pedras e cristais sobre a mesa.
- Não repare na bagunça Sophia. – disse Mary trazendo uma caixa grande do quarto.
- Como ela vai reparar Ashley? Tem anos que você não arruma esta casa. – disse Mary olhando-a nos olhos.
- Eu arrumaria se tivesse ajuda de certa pessoa. – disse Ashley.
- Tudo bem meninas. O que você tem ai Ashley?
- Eu tenho uma roupa pra você. Era da nossa mãe, mais nos estávamos brigando para ver quem ficaria com ela, e quem melhor que você? – ela me entregou a caixa, eu a coloquei no sofá.
- Meninas eu... Não posso aceitar. Era da mãe de vocês e...
- Você tem outra coisa melhor para usar sem ser esse pijama surrado? – perguntou Mary olhando em meus olhos e com um sorriso de deboche.



- Tem razão... Eu não tenho não. Vou experimentar a roupa. – fui em direção ao banheiro, eu coloquei a roupa. Quando me olhei ao espelho me senti uma nova pessoa. Usava um cachecol marrom dada umas duas voltas sobre meu pescoço.
Usava uma capa preta com detalhes azulados e uma blusa tomara que caia branca com um pentagrama como cordão, usava luvas brancas longas e um bracelete com espinhos em cada cotovelo. Usava uma saia preta com as pontas brancas no final bordados. Estava com as pernas á mostra, usava botas a três dedos de distancia de meus joelhos. Eu estava pronta para o que viria
 - Você esta linda amiga. – disse Mary sorrindo em me olhar.
- Obrigado meninas, mais eu não estou arrumada demais? – perguntei.
- Claro que não Ashley, aqui, demais é sempre pouco. – disse Ashley.
- Bem. Agora que nos á vestimos... Esta na hora de uma limpeza na casa certo irmã. – disse Mary olhando nos olhos de Ashley.

- Bem. Já que vocês iram arrumar a casa então, é melhor eu sair e não incomodar vocês. – disse eu me retirando da sala quando Mary segurou em meu braço sorrindo. Eu a olhei.
- Não é preciso você sair, apenas uma palavrinha resolverá tudo. – ela olhou para Ashley.
Ashley pensou por alguns segundos e balançou e sacudiu a varinha dizendo...
- Scourgify. – a casa começou a se arrumar sozinha, as teias de aranha e poeiras saíram pela janela, os quadros foram limpos. E a casa ficou limpa como nunca tinha ficado antes.
- Nossa. Eu estou surpresa. – disse eu olhando em volta da casa. Ou melhor, “a sala de star” onde estávamos.
- Nos também depois de anos e anos querendo que esta casa fique arrumada. – disse Mary dando risadas.
- Bem Sophia... Tem alguém que você precisa conhecer. Vamos ti levar ate ele.
 Saímos da casa, e enquanto andávamos, parecia que eu estava mesmo em uma faz de conta, as casa eram engraçadas e... Os telhados eram diferentes e tortos, os muros das casas eram feitos que pedras enormes. Em todas as casas tinha chaminés, e aviam lojas de todos os tipos, doceiras, lojas de roupas, chapeis enfeitiçados ou não, como o de Mary, compra de varinhas e os livros que precisariam para estudar.
Como eu era nova, saberia que iria para a escola de lá. Ou melhor, treinamentos.
Antes que posamos ir ate a pessoa que as meninas iram me apresentar, passamos na loja onde vendiam as varinhas, elas ficaram na porta á minha espera, e eu entrei na loja.
A loja estava repleta de caixas de sapatos. Não tinha ninguém ao balcão, eu apertei a pequena campainha que ficava acima no balcão, uma mulher me atendeu. Uma mulher alta dos olhos verdes, ruiva e com um amuleto no pescoço com um pentagrama invertido a amostra, eu tive que concordar, ela é muito linda.
Usava um vestido preto longo com as mangas longas brancas. E um chapéu preto com a ponta para trás.
Ele me olhou, e ficou seria, eu á olhei e sorri, eu estava nervosa, não sabia o que diria a ela.
- Eu estou aqui para comprar uma varinha. Eu gostaria de saber quanto é ou quais têm. – eu á olhei esperando sua resposta, ela nada disse, continuou me olhando de cima a baixo.
De repente, um gato preto subiu ao balcão, eu tomei um susto, e o olhei o gato se sentou e ficou me olhando balançando a calda.
- Eu sei quando tenho razão senhora, é ela mesma, ela com certeza esta sozinha, poderia agora mesmo...
- Cala-se príncipe, na hora certa... Ela não estará mais aqui.  – o gato foi interrompido pela dona da loja das varinhas. – E então você quer uma varinha, certo?
- Sim senhora. Eu gostaria de saber se tem.
- É obvio que tem. Qual é a sua preferência? – ela falava como se fosse uma vilã. Eu a olhava estranhamente.
- Eu sou uma bruxa nova sabe, eu quero saber como funciona essa coisa de varinhas.
- O melhor jeito é esse, vou dar uma varinha especial á você. Só tenho que saber uma coisa... Você quer ser das trevas – ela saiu do balcão e veio em minha direção. – Ou da luz?
- Eu preferia ser da luz. E a senhora?
Ela se enfureceu, olhava para mim com chamas nos olhos, fisicamente, os olhos dela estavam mesmo pegando fogo, e sua face estava perto demais da minha, eu achei que iria me beijar, mais eu não sou lésbica, sempre curti um ménage á toa. Mas ali não seria um bom momento.
- Eu com certeza preferia as trevas aonde... – ela não disse nada. Olhou para os lados e não disse nada.
 - Onde? – perguntei.
Ela se distanciou de mim e voltou para trás de balcão, e sorriu para mim sarcasticamente.
- Bem. As varinhas são feitas com corações de animais, frutos de magias dos magos ou a que eu adoro coração de bruxos, é o que eu quero... Sophia.
Nossa que mulher louca. Desde quando ela sabe o que meu nome?
- Eu conheço a senhora? Como sabe o meu nome? Porque fala comigo desta maneira? – perguntei.
- Você saberá um dia. Bem. Eu tenho uma varinha ótima para você... – ela foi ate o corredor e trouxe uma das caixas de papelão, e quando abriu ela retirou uma varinha branca, muito linda da caixa.
Ela ergueu a varinha em minha direção, colocando-a em pé para que eu veja sua textura, era linda.
- Então? Gostou desta? É feita de coração de dragão.
- Sim gostei, vou levar.
- Ótimo. – ela sorriu para mim. Parecia mais um sorriso assassino.
Tirei do pequeno bolso de minha saia, dez moedas de ouro. Onde eu estava o real não existia. Ela ficou espantada com as moedas que retirei do bolso, ela sorriu para mim novamente, o mesmo sorriso.
- Quanto eu li devo pela varinha? – perguntei.
- Nenhum centavo. Ela é um presente para você.
- Mais ela é linda, parece ser cara. – eu não era orgulhosa, não aceitava presente de estranhos, muito mais desta estranha.
- Eu já disse menina, cortesia da casa, e também um presente. Você vai precisar.
- Ok. Já que insiste. – peguei a varinha e a coloquei em minha bota longa, ela me olhou e agradeceu pela visita á loja. – Á propósito... Qual é mesmo o seu nome?
- Samantha... Samantha Malignant. – ela não tirava os olhos de mim. Ficavam presos aos meus.     
Eu me retirei da loja e encontrei com as meninas á rua. Fui ao encontro delas, tive que atravessar a rua para falar com elas.
- E então? Qual varinha comprou? – perguntou Ashley enquanto caminhávamos para a escola Wellgrout, de magia e bruxarias. A rua ainda estava cheia, mais continuamos o nosso caminho.
- Na verdade eu ganhei está varinha da dona da loja.
- Como assim ganhou? Dona da loja? Não foi o Senhor Ben que ti deu a varinha? – perguntou Mary olhando meus olhos enquanto andavam.
- Sim... Fui atendida por uma mulher ruiva e alta muito bonita, olhos verdes e usava um pentagrama no pescoço invertido.
As meninas pararam no meio do caminho e se olharam estranhamente, como se o perigo estava para vir, ou se já estive-se acontecido. Elas me levaram para porta de uma loja de sapatos e me deixaram lá.
 Correram ate a loja das varinhas, não esperei muito tempo para correr atrás delas, esbarrei em algumas pessoas pós a rua estava cheia. Assim que cheguei á porta da loja eu vi Mary revistando a loja, as meninas não encontraram nada suspeito, nem mesmo o dono da loja esse tal de Ben.
Elas saíram da loja e me olharam estranhamente.
- Eu não disse para você ficar na porta da loja dos sapatos? – Ashley gritou comigo como se fosse minha mãe, eu queria dar um fora nela ali mesmo, mais não me alterei. Algo errado estava acontecendo.
- O que ouve meninas? – perguntei.
- É melhor irmos para Wellgrout Ashley. – disse Mary segurando minha mão forte.
- Tem razão... Vamos.
Continuamos a andar ate a escola de Wellgrout de magia e bruxaria, era a única escola presente no caldeirão fervente. Eu tinha que treinar de alguma maneira.
Chegamos ao castelo de Wellgrout, ele era enorme e feito com tijolos de concreto, tinha muitas torres e uma floresta atrás dele. Assim que passei pela porta, vi muitos adolescentes e jovens bruxos de minha idade, todas estavam com uniformes da escola caminhando e levando livros para todos os lugares.
- Bem, aqui é a sua nova escola. – disse Mary olhando em meus olhos. – Essa não. Estamos em outubro Ashley. E agora?
- Obrigado meninas. Mais o que tem haver o mês em que estamos? – perguntei.
- Nada não. Ela quis dizer que você tenha uma boa aula... É só entrar que terá umas pessoas na primeira escada que chamara pelo nome para você colocar seu uniforme. – ela sorriu para mim disfarçadamente e me entregou os livros que tinha comprado. Agradece  pelos livros e fui em direção a escada. Muitos alunos novos estavam para entrar na escola, eu permaneci na escada esperando ser chamada ao algo assim.
- Boas tarde jovens. O meu nome é Trina Davis. E eu sou a professora de alguns de vocês... Sei que são novos, mais peço que tomem muito cuidado com as coisas desta escola, não é comum. Vocês mais tarde entenderam. – ela estava com um pergaminho em suas mãos. É muito bonita e atraente. Usava um chapéu grande marrom com ponta para baixo, era alta, tinha cabelos castanhos claros e olhos negros. Usava uma capa azul desenhada em uma noite clara e a lua iluminando a floresta escura, o desenho se mexia constantemente, pareciam tumblr. Usava um vestido marrom com um cinto de diamantes bordada sobre a cintura. O vertido era um mullet cortado á perna esquerda, toda a perna dela estava amostra para os tarados de plantão. Os meninos babavam em cima dela.
Todos estavam sendo chamados, menos eu...
- Parecia que estamos na lista negra desta escola. – um menino se sentou do meu lado a trinta centímetros de distancia de mim. Eu o olhei e sorri. – Mais como diz o ditado... Os últimos serão os primeiros. Certo?
Ele tinha cabelos pretos escorridos pela testa. Usava óculos e tinha olhos verdes, usava um colete preto aberto e uma camisa dos Beatles branca. Usava uma calça social preta apertada.
- É. Parece que sim. – eu apertei a mão dele. – Olá. Meu nome é Sophia. Sophia Osbourne.
- Meu nome é Willian, Willian Lennon.
- Prazer em conhecê-lo Willian. É novo aqui também ou é só mais um ano?
- Meu primeiro ano. O seu também certo?
- É. Estou muito animado. Ontem eu consegui fazer uma bola de fogo com minhas mãos, e hoje antes de vir para a escola fiz de novo com a varinha, mais não deu muito certo, pós eu coloquei fogo na cortina de minha mãe. – rimos.
- Bem. Pelo menos você desenvolveu seus poderes, e eu que ainda não conheci os meus. – disse eu olhando de cabeça baixa para o chão.
- Ainda não demonstrou nada? Não se preocupe você descobrira logo, logo. – ele sorriu para mim. E continuou a me olhar. Nos olhares foram trocados por alguns segundos.
Quando a professora Trina nos chamou.
Fomos juntos ate uma sala do castelo, onde as meninas eram dividas dos meninos para colocarem seus uniformes e serem apresentados a varinha real, como disse a prof. Trina.
Nos meninos usavam uma calça social preta com uma camisa preta e, sobretudo por cima, as meninas eram a mesma coisa, mais usavam saias xadrez.
Todos nos colocamos os uniformes, estavam á espera da professora Trina em uma sala grande com quadros nas paredes, uma fogueira embaixo da chaminé, e bancos, e sofás sobre a sala.
A professora nos chamou para a sala principal, que seria a do almoço, café e janta.
Muitos alunos estavam assentados nos bancos de mesas enormes, tinham uns quinze metros às quatro mesas no salão, e cada uma deles com bancos de quinze metros com muitos alunos assentados sobre eles.
No altar, estavam os professores e o diretor da escola, eu não sabia o certo se era mesmo o diretor, mais com toda a postura que tinha, era o diretor com certeza. Ele parecia um guerreiro, mais era bonito e sabia se vestir... Usava um capaz sobre a cabeça, que deixava os olhos escondidos com a sombra. Usava uma camisa social ate o pulso e luvas negras de couro, usava um colete fechado cinza com duas listras vermelhas. Usava um lenço vermelho na barriga e amarado nas costas. Com o nó do lenço balançando sobre o vento. O colete ia ate a dobra do joelho, usava uma calça preta uma bota marrom ate o joelho.  
 Todos estavam á frente dos professores, inclusive eu... Chamaram nome por nome para se apresentar a varinha seletora.
A varinha que vê os poderes que nos, bruxos temos. Alguns dos alunos que foram chamados tiveram dois poderes, uns sim outros não...
- Willian Lennon. – chamou a professora Trina. Ele foi em direção dela ao altar dos professores. Olhou-me enquanto estava ao lado da professora Trina.
 Ela segurou a varinha que parecia ser feita de pedras brancas. Girou a farinha sobre a cabeça de Willian, ele era causa de muitos olhares, dos novatos que estavam á frente do altar em pé esperando ser chamados, e dos alunos que estavam assentados a mesa.
A varinha revelou com sua magia, desenhos de raios e fogo para que todos vissem. Ele ganhou dos broxes com o símbolo do fogo e raio. Ele sorriu com os poderes que tinha e se sentou junto com os outros bruxos.
- Sophia Osbourne. – Eu fui ao encontro da professora, o diretor não tirava os olhos de mim. Eu tentei ficar calma e não ter tanta vergonha.
Assim que estava em frente a todos, a professora Trina girou a varinha sobre mim. A varinha não demonstrou nada, algumas meninas riram de mim, Willian me olhava preocupado, eu pensava se realmente tinha poderes ou não.
Trina girou a varinha novamente, e nada saia dela, eu já estava com vergonha e constrangida. Mais Ashley me afirmou que apenas os bruxos podem passar pelo portal. Trina me olhou desanimada, ele olhou para Benjamin sem dizer nada, não sabia mais o que fazer...
- Passe mais uma vez Trina – disse Benjamin olhando com seus olhos verdes ligados em mim.
Trina passou pela terceira vez a varinha por cima de mim. E um vento forte em volta de mim correu sobre toda a sala, um vento forte e poderoso que parecia uma tempestade. Os cabelos de muitos ficaram altos, principalmente de Willian e dos outros meninos. Em seguida, o chão tremeu e rachou em linhas diretas pós tortas.
Todos olharam as linhas tortas. E eu fui critica de olhares por todos os alunos. Quando menos esperávamos, um circulo de fogo foi criador em volta de mim. Não era muito grande mais rodeou todo o meu corpo, eu fiquei quente por dentro, e algo ainda mais estava para sair de mim. Uma onda pequena saia de baixo dos meus pés, parecia como se uma piscina tivesse vazado. Meus pés estavam encharcados, os sapatos dos outros alunos também. Eu estava envergonhada, olhava para todos sem sabe o que dizer. A professora Trina me olhou e sorriu sarcasticamente. Todos que estavam no salão não entenderam o que aconteceu. Não é sempre que a gente ganha.


O primeiro sonho.
Depois daquele vexame no salão principal, eu subi as escadas e fui para meu quarto, por onde passava alguns dos alunos estavam me olhando com aqueles olhares que dizem... “nossa... Lá vai a esquisita com quatro poderes. Como, quando, onde, e por quanto ela aprendeu isto?”... É... Era assim que eu me sentia.
Meu quarto era o 358, eu finalmente tinha achado-o, depois de cinco ou dez voltas na escola. É serio, lá é muito grande. A porta era de madeira, muitas alunas estavam encontrando seus quartos e se divertindo com o novo ano ou com mais um ano em Wellgrout. Bate na porta, mais ninguém me atendeu, quando bate pela terceira vez, quase já entrando no quarto, uma menina abriu a porta e sorriu para mim me recebendo.
- Ola. Você deve ser a menina nova certo? Aquela que tem quatro poderes? – ela estava tirando o fone mo ouvido, deve ser por isso que não tinha me visto. Ou melhor, ouvido.
- Sim sou eu. Meu nome é Sophia. O meu quarto é esse. É o 358 certo?
- Sim é. Prazer Sophia, meu nome é Emma Scott. Bem, as suas malas já estão aqui pode entrar.
Ela tinha cabelos lisos da cor cinza com luzes brancas, tinha os olhos castanhos escuros e usava uma camisa branca com o desenho do Pikachu na frente com um boné vermelho. Usava um colete de pano fraco preto, não tinha fechecler. Usava um cordão preto que o pingente ia á baixo de seus seios, era um crucifixo de prata. Mais a imagem de Jesus não estava no pingente, eu poderia imaginar que ela era católica ou apenas confiava em Deus. Usava uma calça preta jeans apertada e uma bota preta de cadarço. Para alguns bruxos, Deus não existe, e o que domina o mundo são eles com suas magias e poderes. Eles não acreditam em nada. Só neles mesmos.
Assim que entrei no quarto, estava uma bagunça só. Aviam mais duas meninas no quarto. E elas estavam se arrumando, pelo menos uma delas.
- Desculpe não ter aberto a porta para você entrar, é que eu adoro escutar musica e as outras meninas ali só ligam para elas mesmas e roupas e o que esta se usando hoje em dia. – dizia ela arrumando a parti de seu quarto. As duas meninas que estavam em seu quarto, também estavam colocando os uniformes. Uma delas estava. À outra estava arrumando a cama. Meus olhos fixaram nas duas meninas e percebe que talvez não fossemos ser amigas – Meninas... Porque não abriram a porta para que a novata chega-se?
- Eu estava muito ocupada. Não tenho tempo para gentinhas. – a menina ruiva de cabelos curtos ate os ombros com um vertido rosa que ira ate a coxa, disse aquelas palavras sem olhar em meus olhos e nos olhos de Emma. Ela disse gentinhas como se fosse uma coisa nojenta e suja. Eu sabia que estava se referindo a mim.
- Que coisa Rebecca. – disse Emma repreendendo Rebecca. – Bem Sophia. O seu quarto é ali. Se sinta em casa.
O quarto não tinha portas, tinha, mas de quatro paredes, aviam quatro camas e em frente de cada cama, aviam uma escrivaninha e um pequeno armário de um metro e cinqüenta para guardar nossas coisas.
A minha cama era de frente para a janela, onde dava para ver toda a vista da escola, a floresta e o grande lago negro.
Pus minhas coisas no pequeno armário, todas as minhas roupas, eu não tinha muito mais... Era o suficiente.
As meninas já estavam com os uniformes, saia xadrez preta e branca, uma camisa preta com os broxes dos poderes que teriam, e um, sobretudo de couro, se não quisessem usar, tudo bem, isso era permitido por Benjamin Steven Tyler. O nome completo do diretor.
Rebecca estava no centro do quarto olhando com um olhar de presa para a outra menina que não conhecia.
- Vamos logo Nicolle, nos vamos nos atrasar. Temos que ir logo para a primeira aula.
- Sim estou indo. Acalme-se. – disse Nicolle pegando os livros.
Elas se retiram do quarto com Emma, e me deixaram sozinha no quarto, eu não sabia o que fazer, estava perdida e nem sabia qual seria a próxima aula.
Pequei minha varinha e sai do quarto para o corredor. Já com o uniforme, comecei a dar passos lentos pelo corredor a destino a lugar nenhum.
Quando alguém tinha apertado minha cintura de leve, um beliscão para ser exata. Eu o olhei e era Willian sorrindo para mim carregando um livro vermelho. Sorria para ele. Ele ficou do meu lado dando licença para os outros alunos que corriam para suas salas. Mais não paramos de andar.
- Qual é a sua primeira aula? –perguntou ele olhando nos meus olhos.
- Eu não sei. Não me deram lista nem nada. As suas aulas são de acordo com a ordem de seu broxe ou broxes seletores. – ele olhou em meus broxes, eu tinha quarto, fogo, água, terra e vento.
Ele se espantou, olhava para mim e sorria quase rindo.
- É. Pelo visto tenho mesmo esses quatro poderes em mim.
- Percebesse. – ele riu e eu sorria.
- Bem, temos que ir para a aula de chamas conjuradoras. Se não vamos nos atrasar. – disse ele segurando minha mão com a dele e corremos para a aula.
Definitivamente estávamos atrasados. Todos os alunos estavam sentados em duplas. E o professor que eu também não sabia o nome estava de pé explicando a matéria.
- Vejo que chegaram atrasados senhores... Os atrasos são imperdoáveis, espero que isto não aconteça mais. Ok? – disse ele. Estava usando camisa gola V preta, e um sobre tudo negro longo que iria ate os joelhos. Uma calça preta apertada com metais enrolados em vota dela, e sapatos de saltos altos.

- Nos desculpe professor... É que nos perdemos ao caminho. – disse Willian ainda segurando minha mão e me levou ate duas cadeiras vazias. O professor não tirava os olhos de nos ate que nos sentássemos e ficássemos calados.
A turma toda nos olhou. O professor retirou o olhar de nos e olhou para toda a turma, um por um.
- Bem vindos à aula de chamas conjuradoras alunos. O meu nome é Anthony, professor de vocês. Alguns aqui já me conhecem, outros não. – ele dava voltas da sala olhando para cada um dos alunos. - Eu peso que tenham muito cuidado com o que fazem ou o que iram fazer. Agora vocês são bruxos, aprenderam tudo o que terrão que fazer para se defender dos outros bruxos... Bruxos das trevas.
Ele parou do meu lado mais não grudou seus olhos nos meus como fez a aula toda. Em meus olhos, eu continue a olhar a pagina do livro que estavam estudando.

- Muitos aqui terão que tomar muito cuidado, a morte se aproxima para muitos. Muitos mesmo. – agora sim ele me olhou.
- Professor... – disse eu. – Pode nos explicar ou me explicar quem é Samantha Malignant?
O professor Anthony olhava para os lados sem saber o que dizer. Estava querendo achar as palavras certas para me dizer. Ele voltou a sua mesa e se sentou.
- Bem... Á alguns anos... Uma bruxa chamada Samantha Duncan foi á primeira bruxa a ter quatro poderes somente com dezesseis anos, o poder dela cresceu e conseguiu seus poderes. Tecnicamente, ela é a bruxa mais forte de todos os tempos, mais em vês de ajudar as pessoas e ser uma bruxa da luz, ela quis ser das trevas. E matou mais de cem bruxos do mundo. Ela foi morta é claro. Mais antes de morrer, ela queria que a profecia não se ocorresse, por isso conseguiu tantos poderes.
- Professor, o que é a profecia? – perguntou Rebecca que estava sentada na primeira cadeira ao lado de Nicolle.
- Á profecia é... Que uma garota que nasceu no fim de abril, teria o coração da luz. Samantha quer o coração desta menina para fazer o ritual no dia do halloween. E se for comprido essa profecia, as trevas governaram o mundo. Mais apenas a menina que nasceu no dia de abril poderá matar Samantha. Só se vence o mal com o bem certo?

A aula tinha terminado, eu e Willian estávamos caminhando para nossos quartos, a noite já estava exposta. Os outros alunos também foram para seus quartos depois do jantar no salão principal.
- Bem... Ti vejo amanha certo? – disse Willian enquanto estávamos na porta de meu quarto.
- Ok. E obrigado por ter me emprestado seu caderno para eu copiar a matéria.
- Tudo bem. Não se esqueça que amanha aprenderemos a usar a varinha. – disse ele sorrindo.
- Claro, eu não me esquece. Então ti vejo amanha certo?
- Claro... Amanha. – nossos olhares se encontraram, não avia mais ninguém no corredor, eu poderia beijá-lo ali e agora, mais não queria ser rápida demais e deixá-lo confuso.
Pequei uma mecha e meu cabelo e o coloquei atrás da orelha, meu sorrio continuava exposto, parecia que eu estava mesmo afim dele.
Quando menos esperei, Rebecca aparece de um dos corredores com Nicolle, sua seguidora, eu sabia que elas não gostavam de mim. Rebecca era uma patrícia, e só ligava para as roupas e cabelos. Ele ficou do meu lado e Nicolle ao lado dela. Os olhos dela passaram por todo o corpo de Willian, ela sorriu o me olhou.
- Você é o menino novo certo? – disse ele com cara de maligna sexual em sua cara.
- Sim – respondeu Willian, segundo os livros e olhando nos olhos dela. – Meu nome é Willian.
- Prazer Willian, eu nome é Rebecca e essas são minhas “amigas” Sophia e Nicolle. – dizia com os olhos ainda grudados em Willian.
Desde quando ela é minha amiga? Eu poderia chamar de colega a Emma, eu não chamo todos de amigos e também não gosto que todos me chamem de amiga só porque me conhecem a duas horas. Para alguém que me chamou de gentinha não é um bom começo para uma amizade.
- Amigas? Você disse que não conhecia ninguém Sophia. – disse ele olhando em meus olhos, confuso.
- Mais eu disse Willian. E que... – fui interrompida por Rebecca.
- Não liga para ela Willian, a Sophia é um pouco maluca sabe. E então. – ela se aproximou dele perto demais para beijá-lo. Um toque de ciúmes subia em mim. – Você tem namorada?
- Não. Eu não tenho. – ele olhou no relógio. – Mais gostaria de ter.
- É mesmo? E... Se um beijo meu ti transforme-se em meu namorado?
- Bem. – ele deu três passos para trás. – Eu gostaria muito de ter... Mais isso só dependerá de Sophia. Ate amanha meninas – ele se despediu e saiu andando dando passos lentos.
Eu quase me derrete toda com aquelas palavras. Nicolle ficou de boca aberta. Fisicamente.
Rebecca me olhou com um olhar reprovador e entrou no quarto quase derrubando a porta.
- Eu não sei o que aquele lindo foi ver em você garota. É serio, não sei mesmo. – disse ele parada na minha frente no meio do quarto.
- Eu não tenho culpa dele ter gosta de mim e não de você garota. E tem mais... Porque me chamou de amiga se você nem quis abrir a porta para mim. Posso saber? – perguntei.
- Eu não sei... Eu sou não queria o deixar escapar de mim e pensar que eu sou uma ridícula, esnobe, metida e que não tem sentimentos. – disse ela ainda na minha frente.
Eu á olhei e saberia que diria a verdade.
- Você é tudo isso mesmo.
- Você não sabe com quem está mexendo garota. Eu sou muito mais forte que você. – ele se aproximava mais de mim. Nicolle não dizia nada, só estava sentada na cama assistindo tudo.
- Você é novata como eu sua imbecil, eu não tenho medo de você. Posso ti derrotar sabendo nada sobre magia. – eu não estava mais no meu juízo perfeito, se ela quisesse mesmo brigar comigo, era briga que ela teria.
- Me escute garota... Deixa o Willian em paz. Ele é meu. Ta ouvindo? – disse ela se queimando de raiva.

- Eu não vim para esta escola atrás de homens Rebecca, eu vim porque tenho uma missão, matar certo alguém. Mais se você é assim, vai em frente, pode pegar e ate mesmo transar com ele, ele é lindo sim, mais deste jeito você estava demonstrando uma verdadeira piranha safada. – eu ainda não acredito que aquelas palavras saíram de minha boca... Eu nunca tinha xingado antes. Nunca.
Rebecca pegou sua varinha que estava dentro de seu caderno e á ergueu para me atacar. Nicolle se levantou e parou na minha frente com as mãos na altura do peito, olhando nos olhos dela. Rebecca estava mesmo com raiva.
- Rebecca, por favor, não faz isso. Você não entende nada de magia, e ela também não. Você pode explodir o nosso quarto. – o tempo que Nicolle dizia aquelas palavras foi o tempo em que peguei minha varinha branca e a estende diante ela. – Por favor, meninas. Não façam isso.

Nicolle saiu da nossa frente e ficamos nos encarando a erguer a varinha uma para a outra. Os nossos olhos não se largavam mais.
- Cala a boca Nicolle. E fica fora disto. Eu vou acabar com ela agora mesmo.
Rebecca deu uma sacudida com a varinha e um pequeno rio elétrico reto com curvas veio em minha direção, eu me abaixei e o raio fez um buraco de dez centímetros na porta.
Ela sacudiu a varinha de novo apontando para o chão criando um carpete de gelo que pegava todo o chão do quarto, eu não pude esquivar, acabei caindo no chão, e ela também. Deu um toque de minha varinha ao chão de gelo, o chão de gelo tremeu, rachou e quebrou em milhos de pedaços, não ocorreu nada com o chão no nosso quarto.
- Agora é a minha fez. – disse eu.
Girei minha varinha mais de cinco vezes e fui criando um redemoinho pequeno e acabou ficando um pouco grande, eu o lancei em Rebecca que já estava de pé, ela voou no quarto e bateu com as costas na parede caindo em sua cama. Ela se levantou com fúria ergueu a varinha e me atacou com outro raio elétrico, eu queria usar o vento de novo, mais acabou saindo fogo. O espanto foi de um tiro de canhão em luta contra raio elétrico e fogo, as magias estavam sendo colididas. Nicolle continuou a olhar, não poderia fazer nada... Ela só gritava e pedia para que parássemos, mais Rebecca não queria, continuou... A porta foi aberta como uma explosão, diretor Benjamin, prof. Trina, e prof. Anthony estavam na porta, junto com Emma.
Eu os olhei mais nossos poderes continuaram a se colidir, Benjamin ergueu sua varinha para o centro da batalha de nossas varinhas, lançando um forte vento de tempestade antes do temporal. Todas nos caímos no chão.
A batalha tinha terminado, e Benjamin entrou em nosso quarto e viu a bagunça feita por nos.
- Quero as duas na direção... Agora.

Estávamos na sala do diretor, eu, Emma, Rebecca e Nicolle. O diretor estava assentado em sua cadeira grande de couro com uma mesa grande a sua frente. Papéis, pergaminhos e penas sobre tintas em cima da mesa, quadros por todos os lados, eu estava assentada em uma cadeira de madeira com a almofada não muito fofa e boa e de sentar. Nicolle estava do meu lado a dois centímetros de mim. Professora Trina estava em pé ao lado de Benjamin, e o professor Anthony estava de costas para todos nos olhando a vista da noite da lua cheia iluminando a janela. Emma estava atrás de mim colocando suas mãos sobre os meus ombros, Nicolle estava sentada em uma cadeira que ficava no fim da sala.
- Eu saber o que aconteceu de fato? – perguntou Benjamin.
Todas as meninas exclusive eu começamos a falar ao mesmo tempo, todas dando depoimentos diferentes querendo defender e ajudar a própria pele.
- Silencio. – gritou Benjamin – Nicolle fala você. O que ocorreu antes da briga?
- Bem... A causa da briga foi causada por um menino novo. – disse Nicolle já de pé ao lado de Emma.
- Menino novo? – perguntou prof. Trina – como assim menino novo? Quem é ele?
- Se você dizer Nicolle nunca mais seremos amigas Nicolle. – disse Rebecca olhando nos olhos de Nicolle com seu olhar reprovador.
- Cale-se Rebecca. – disse o professor Anthony saindo da janela e se sentando à mesa de quina olhando nos olhos de Nicolle. – Diga Nicolle, porque o menino calçou a discórdia entre as meninas?
Rebecca abaixou a cabeça e não disse mais nada, Nicolle explicou tudo o que aconteceu quando estávamos no quarto, eu estava pensando que Nicolle ficaria contra mim por ser amiga de Rebecca, as três meninas foram liberas, Rebecca estava avisada se ocorre-se outro incidente desses ela seria expulsa.
Eu ainda estava na sala, o professor Anthony não gostava de mim, deu para perceber desde a primeira aula dele.
- E então? Eu... To de castigo ou coisa assim? – perguntei.
- Não. – disse Benjamin. – eu quero que a senhorita volte para o seu quarto e fique lá ate amanha. Sua mãe abriu mão dos poderes dela para cuidar de você, você corre muito perigo, sua irmã Alice protege você cassando a Samantha, nos protegemos você aqui na escola, e evitamos para que você não morra e que ela não ache você. E brigando na escola principalmente por causa de um menino não me parece uma boa maneira de retribuir todos esses favores.
Eu nada disse. Abaixei a cabeça e pensei na briga que tive com Rebecca.
- Olhe para mim Sophia. – ele gritava comigo. – vá para o seu quarto, e fique lá. Amanha conversaremos melhor.

Eu me levantei da cadeira e dei passos lentos ate a porta, antes de abri-la, eu olhei nos olhos de Benjamin eu tinha que perguntar.
- Diretor... É verdade mesmo que ela retornou? Das trevas? E estava querendo me matar, pegar meu coração para que as trevas entrem no mundo.
- É melhor dizermos logo a ela Benjamin. – disse a prof. Trina olhando nos olhos de Benjamin.
- Sim Sophia, o seu coração é como um portal para as trevas, e é isso que Samantha Malignant quer. Ela que você, ou melhor... Seu coração.
- Durma bem. – o professor Anthony dizendo aquelas palavras para mim soaram meio sem sentido.
- Obrigada... Ate amanha.
Retirei-me da sala dando passos lentos em direção ao meu quarto, minha cabeça estava ligada á muitas coisa... Quando cheguei ao quarto, Nicolle já estava dormindo, Rebecca fazia sua cama e Emma acabava de se cobrir com seu edredom.
Elas me olhavam mais não disseram nada, minha cama já estava feita, me deitei para dormir e apaguei, o sono me pegou completamente.
Eu não sei o que estava acontecendo, não via meu corpo, não me via. Só via a loja das varinhas e a mulher que me atendeu, ela estava com a mesma roupa, caminhava sobre os dois corredores da loja e com uma varinha negra a passou sobre o começo de sua bexiga ate a fronte de seus cabelos, saia uma luz negra pela varinha e rodeava o seu corpo, seu vestido preto desapareceu e um vestido vermelho com pontas e algumas dobras brancas pareceram sobre o seu corpo. Ela não usava mais aquele grande chapéu negro e surrado, os cabelos estavam soltos e iriam ate a cintura, ela tinha uma flor rosa na cabeça e mangas longas que iram ate o pulso com as mangas enormes. Usava um batom forte vermelhado.


- Nossa... Ter que matar o dono da loja de varinhas não é nada fácil. Mais muitas pessoas terão que morrer para que meu plano se realize. – disse ela com os pés descalços esfregando o pé direito no rosto do Sr. Ben. Sorrindo sarcasticamente.
- Senhora... Eu não entendo porque a senhora deu uma varinha boa a menina, a senhora não quer matá-la? Poderia dar uma varinha enfeitiçada a ela. – disse o gato negro sentado ao chão com a calda a balançar atrás de Samantha.
- Não seria justo com ela. Se eu quero matá-la, matarei com honra e dignamente. Logo, logo este planeta será meu, as trevas pairam sobe ele. Os meus poderes serão pairados sobre a terra.
- E posso saber quando a senhora matará a menina?
- Você saberá... Já, já. Mais ela morrerá.
- Será mesmo? Protetores dela estão apostos... Ashley, Mary Jane, sua irmã Alice, e não podemos esquecer de Benjamin, Trina e Anthony.
- Sim, destes nós já sabemos... Ah, mais Ashley e Mary Jane são peixes pequenos, posso matá-las a qualquer hora. Mais eu tenho um trato com a Alice, vamos ver se ela vai aceita ou perder sua própria...
Quando dei por mim, já era de manha, o sinal tocava e as meninas já se espreguiçavam da longa noite de ontem. Aquele sonho foi tão real que pareceu eu estava nele e ele estive mesmo acontecendo. Agora eu já sei quem é Samantha de verdade.









O segundo sonho... O falço sonho
Desce as escadas para minha primeira aula da manha, eu iria aprender a lançar feitiços com minha varinha. Eu estava pegando meus livros e cadernos. As meninas não deram um assobio à manha inteira, Nicolle já estava quase pronta, todas nos iríamos para a mesma aula, era bem provável que encontraria Willian na sala, Nicolle pegou tudo e esperou na porta por nos.
- Rebecca nos temos que agilizar com as produções da festa de halloween. O que vamos preparar? – disse Nicolle na escada da porta olhando para Rebecca.
- Nos? Nos quem Nicolle? Você e eu? Você e eu não existimos mais Nicolle, você saiu do grupo das meninas. – desse Rebecca com deboches em seu rosto e fala.
- O QUE? – gritou Nicolle. – Mais eu sou uma das fundadoras do nosso grupo Rebecca, você não pode simplesmente me tirar.
- Eu sou a presidente e tiro quem eu quiser, e você esta fora porque não defendeu uma amiga do clube.
- Eu não vou me ferrar e ser expulsa da escola por causa de uma coisa que você fez. – gritou Nicolle.
- Você devia me ajudar mais como não me ajudou você esta fora do grupo. – Rebecca pegou tudo o que levaria para a aula e abriu a porta para sair.
- Rebecca você não pode me demitir.
- É mesmo? Mais agora como presidente, eu passei a poder. – ela se retirou do quarto e se juntou a multidão de adolescentes que iriam para as salas.
Nicolle ficou triste, seus olhos revelaram tudo, Emma se aproximou dela e a trouxe para sentar em sua cama, eu me sentei ao lado de Nicolle, nos á consolamos.
- O que é o grupo que vocês falavam? – perguntei.
- É um grupo das garotas mais populares da escola, eu e Rebecca somos novas nele, mais Rebecca conseguiu ser a presente do grupo e agora que eu não defende ela, ela me tirou do grupo.
- Não fica assim Nicolle, você tem a gente. Eu e Sophia. – disse Emma sorrindo.
- É... Podemos ser um trio melhor do que o grupo daquelas patricinhas metidas. – disse eu sorrindo e olhando nos olhos de Nicolle que estavam cheios de água.
- Mais elas vão tornar a nossa vida um inferno. Não sei se é uma boa idéia. – disse Nicolle triste com a cabeça baixa.
- É uma ótima idéia Nicolle, e tem mais... Se elas mexerem conosco mandamos uma magia de raios que nunca iram se esquecer. – disse Emma.
Todas nos rimos, e pegamos nossas coisas ara ir à aula. O corredor estava cheio, meninos e meninas passavam para todos os lados querendo ir ate suas salas.
Quando passei pela sala do diretor vi minha irmã na porta conversando com ele, parecia que tudo foi em câmera lenta, ela e olhou fixamente mais não disse, e expressou nada em sua face. Eu continuava a olhar para ela. Mais quando não podia mais por conta da parede, Willian se esbarrou comigo.
- Oi. Desculpa-me eu... Não vi você ai.
Emma e Nicolle sacaram que algo entre nos estava para acontecer, e se foram antes que eu ás olha-se.
- Oi. Desculpa digo eu. Eu estou meio distraída, e você para onde vai? – nos olhos não largavam os deles.
- Eu estou indo para a aula das varinhas, você também vai?
- Claro, estava indo para lá.
- Ótimo, vamos juntos.
- Ok.
Caminhamos juntos ate a sala. Muitos alunos e alunas já estavam assentados conversando sem a entrada do professor. Fazia a maior bagunça, eu me sentei ao lado de Willian, os amigos dele começaram a caçoar de nos, algumas pessoas riram como Rebecca. Mais nos não demos muita atenção.
- Olha só gente... O Willian arrumou uma namorada, e você deu sorte cara ela é muito gata. – todos na sala riam de nos, para não foi um insulto poderia ate ser um elogio e uma coisa boa, não estou dizendo quando Rodin o amigo de Willian sentado a poucas cadeiras a nossa frente e ao lado de Rebecca me chamou de gata.  Com certeza os dois têm um caso.
- Cala a boca Robin. – disse Willian dando risadas leves. – Ela não é minha namorada ta.
- Mais parece muito. Sophia é serio hein, o Willian é gamado em você, ele toda hora fala de você com a gente, a Sophia isso, Sophia aquilo. – Robin deu risadas altas. – apaixonados.
- É serio é? – perguntei eu. Dando um sorriso sarcástico olhos de Willian. Ele me olhou e abaixou a cabeça.
- É você também ta afim dele é Sophia, pode falar... A garota nova arrumou um namorico. – todos riram quando Eduardo, outro amigo de Willian disse aquelas palavras.
- É mesmo, parece que ele deu em cima do primeiro que achou mais gatinho. – disse Rebecca olhando com raiva nos olhos em minha direção.
- Lava bem a sua boca e toma banho de sabão em pó pra depois querer falar mal da Sophia ta me ouvindo Rebecca. – disse Willian se alterando e levantando a Vox para me defender.
- É mesmo, a Rebecca não pode dizer nada, vocês estão sabendo que ela tomou uma sura da Sophia no quarto delas? – disse Rodin. Causando polemica entre a sala.
- Não é verdade, eu nunca briguei com ela, nunca. Eu nem conheço ela direito. – disse Rebecca envergonhada tentando desmentir o que tinha feito. Ou melhor, sofrido.
- Não é mentira, - disse Nicolle. – Eu vi tudo, a Rebecca tomou um redemoinho de vento e voou em direção a parede.
- Nossa a Rebecca é bem inútil mesmo – todos riram na sala com as palavras de Eduardo. – E então Sophia? Você ta afim do Willian ou não?
Todos olharam para a minha cara, a sala toda, menos Willian. Ele olhava para Eduardo zangado.
- A deixem em paz seus abutres. – disse Willian gritando com todos.
- Bem. Sim e não.
Ele me olhou, não expressou nenhuma reação, continuou a me olhar e sorrindo para mim. Os olhos voltaram a ficar com as cabeças em direção ao quadro. Isso só poderia significar uma coisa.



- Bom dia alunos.  – disse o professor entrando na sala com sua varinha em mãos. - O meu nome é Dylan... Dylan Paul James. Eu os ensinarei hoje a como usar a varinha de vocês, mais também sou professor de águas molhadas. Para quem não sabem, águas molhadas é uma matéria que vocês aprenderam e á muitos outros estilos de águas, mais depois explicaremos. – ele era ruivo dos cabelos lisos jogados na testa, usava uma capa amarela e ombreias que pareciam mangas de camisa. A capa era longa e iria ate sua canela. Usava uma blusa vermelha de fecho e uma calça preta não muito apertada e um sapato surrado preto.
Ele olhava para todos e sorria para as carinhas novas que estavam em Wellgrout.
- Muito bem alunos... Peguem a suas varinhas. – ele estendeu a varinha nasala para que todos conseguissem ver, principalmente eu e Willian que estavam na ultima cadeira.

- Agora, vocês iram fazer da seguinte forma... Balançar e sacudir a varinha. Farão um pequeno 360 com ela e a sacudiram, mais não co tanta força pós acertar o olho de alguém e... Nos não queremos que isso aconteça certo?
Todos na sala fizeram os movimentos certos da virinha. Não havia ninguém conversando entre si. Willian pegou um pedaço de pergaminho e começou a escrever nele, não prestou mais atenção à aula, assim que acabou me deu o papel sem olhos nos meus olhos, continuou a prestar atenção no professor.
No papel dizia “você gosta mesmo de mim? Está em duvida? Não gosta mesmo?”
Eu sorria quando vi aquelas palavras, eu pequei minha pena e escreve o pergaminho “eu conversarei com você a noite, hoje depois do jantar, às 22h30min da noite no telescópio da torre. Pode me esperar lá?”.


Entreguei o pergaminho a ele sem olhá-lo no rosto. Ele o pegou e leu. Ele escreveu de novo no pergaminho, mais eu continue a copiar a matéria do professor.
Ele me entregou o pergaminho, eu o peguei e li...
“depois desta aula você pode passear comigo sobre a escola? conhecê-la melhor entende”.
Eu peguei o pergaminho e sorria, o cutuquei com o cotovelo, ele me olhou eu a fixa fixamente e assente sorrindo. Ele sorria para mim e voltamos a copiar a matéria.
Quando a aula terminou, eu e todos os alunos nos retiramos da sala, eu estava ao lado de Willian, as meninas pegaram meus livros e cadernos e levaram para o nosso quarto, eu caminhava e passeava pela escola com ele.
- Me desculpe pelos meus amigos... Eles são uns idiotas. – disse ele enquanto estávamos sentados em um banco de mármore no jardim da escola.
- Tudo bem... Todos nos temos amigos loucos.
- Os meus são super loucos. – nos risos juntos.
- Eu estava mesmo querendo sair e conversar com alguém.
- É mesmo? Sobre o que?
- A menina que tem o coração do portal por exemplo. Eu não sei se ela realmente existe mais muitos falam que não.
- E você? Acredita mesmo que ela existe?
- Não. Eu não acredito. Mais se ela existe e seu á conhece-se, eu preferia que me contasse toda a verdade porque eu odeio mentiras. – ele dizia a palavra mentira como se fosse um palavrão horrendo.
- Posso ti perguntar uma coisa?
- Sim diga. – olhos dele não largavam os meus.
- Se você fosse namorada desta menina e descobri que ela é o coração de portal, o que você faria?

- Continuaria o nosso relacionamento e cuidaria dela e não deixaria nada acontecer. Sei que será difícil mais faria com todas as forças.
Eu sorri para ele, aquelas palavras me fez compreender que Willian seria o cara certo para mim. Ele comentou sobre o pergaminho mais eu pus meu dedo indicador nos lábios dele lentamente fazendo com que se cala-se.
- Adoro jantar a luz de velhas, principalmente que é lua cheia como hoje, me encontre na sala do telescópio as 22h00min da noite.
- Ok. – ele ficou espantado, eu me retirei de seu lado me levantando para ir para o meu quarto.
Acenei para ele quando estava indo embora, coloquei minhas mãos no bolso e fui para o corredor em direção ao meu quarto. Quando virei á primeira esquerda dei e cara com Rebecca.
Depois da aula e a conversa que tive com Willian, eu voltei para o meu quarto, alguns adolescentes ainda andavam pelos corredores da escola, assim que abri a porta e entrei ao meu quarto, Nicolle e Emma estavam sentadas em minha cama conversando com alguém, a pessoa estava de costas, as meninas me olhavam e sorriram, quando a pessoa se virou eu já sabia quem era. Mais não sabia o que queria.

- Eu posso falar com você? – disse minha irmã Alice.
- Claro. – não demorei muito a responder, as meninas se retiraram do quarto e me deixaram sozinha com minha irmã.
Alice se sentou em minha cama, eu não há reconhecia por que ela não estava mais com sua roupa quando eu á conhecia. Ela usava um vestido preto longo tomara que caia e pulseiras pretas nas mãos e um longo chapéu de bruxa preto com a ponta caída. Ela me olhava com um sorriso forçado.
- O que foi? Aconteceu alguma coisa? – dise eu sentada em uma cadeira á frente dela com nossos olhos conectados.
- Eu tenho que contar uma coisa pra você. Mais eu não sei como? – ela estava pálida e olhava para os cantos e casava a cabeça.
- É diga Alice, é sobre a minha mãe?
- Sim.

Eu espero que não seja o que eu estou penando.
- Me diga. O que houve com ela?
- Você lembra quando eu disse para você ir com Ashley e Mary Jane para a escola? Então... Quando eu lutei com aquela mulher, eu... Infelizmente não consegui derrotá-la. – lagrimas saíram de seus olhos quando dizia da luta, a vendo chorando e gaguejando quando falava, eu só pensava o pior. – Meus poderes são água, gelo e ar. E ela tinha fogo, transformações e terra, eu não consegui derrotá-la, e quando eu desmaie durante a luta, ela tinha sumido e nossa mãe também.
- Nossa. – me levantei da cadeira e fiquei ao centro do quarto, lagrimas saíram dos meus olhos, pensava que nunca mais iria ver minha mãe. – O que é poderes de transformações?
- Significa que uma bruxa poderia transformar uma pessoa em qualquer coisa, objeto, animal ou comida.
- Por que você foi perder a mamãe Alice?
- Eu não tive chance de vencê-la, a garota era muito forte.
- Sim eu entendo. – eu chorava muito, meus olhos estavam vermelhos. Ela se aproximou de mim e me abraçou forte.
- Nos não sabemos se ela esta mesmo morta Sophia, se acalme, nos vamos salvar a mamãe e destruí lá a Samantha, disso eu não tenho duvida irmã.
Ela me abraçava forte e transmitia suas energias para mim. Na possibilidade de ter uma irmã, seria que iríamos brigar e nos matar, eu nunca vi Alice na minha vida, mais ela estava disposta a me proteger, depois da conversa que tivemos, percebe que eu tenho protetores ao meu redor... Eles são Ashley, Mary Jane, o diretor Benjamin, professores Trina e Anthony, e minha irmã. Nos infelizmente não sabíamos se nossa mãe estava mesmo morta, mais eu já estava quase certa que já sabia o resultado disto.


A noite tinha chegado, eu não ia estragar o meu encontro com Willian, eu não estava muito afim, mais irei, não queria deixá-lo esperando e também no dia seguinte ele ficaria bravo comigo, eu estava triste por minha mãe, mais eu não deixarei que ele saiba.
Eu não queria me produzir muito, deixei meus cabelos lisos jogados ao vendo, usava uma camisa branca do Led Zeppelin e uma calça preta legging apertada e um tênis all star preto. Sai do quarto com toda a cautela possível, fiz de tudo para que as meninas não acordassem, passei pelos corredores correndo, mais não dando passos fortes ao chão. Eu estava preste a chegar á sala do telescópio, assim que estava a uma porta da sala, eu a bate, e ele abriu a porta para me atender. Ele me olhou e sorriu.
- Oi... Você esta linda. – ele estava ofegante. Olhava-me de cima a baixo.
- Obrigada. – eu entrei na sala, ela parecia uma grande sala de um farol, muitas coisas espalhadas com poeiras nos controles.
Ele estava usando uma toca em sua cabeça, não em toda a cabeça, apenas na metade dele, deixando resto da toca vazio caído para trás, usava uma camisa preta do Nirvana e um coleto preto menor que a camisa aberto. Usava uma calça preta jeans apertada, usava um tênis all star vermelho e um relógio preto no pulso.
A mesa que ele mesmo preparou era linda, eu adorava piquenique a luz de velas, a lua cheia iluminava a grande lago que estava abaixo de nos.
Eu me sentei na cadeira à frente da mesa do nosso piquenique, ele estava a minha frente sentado á mesa, nos comemos e conversamos sobre muitas coisas, e rimos juntos. Depois do jantar, nos ficamos à berrada da sala, um do lado do outro.
- Eu tenho que dizer uma coisa á você... – dizia ele olhando para o lago. – Eu tenho feito muitas coisas e... Não paro de pensar em você. Eu não consegui parar de pensar no pergaminho e na sala quando você disse que talvez estivesse gostando de mim.

- Eu disse sim ou não. – eu sorri quando rindo.
- Mais é a mesma coisa que um talvez certo?
- Sim.
- Eu não consigo parar de pensar em você, não consigo ti chamar de amiga porque eu sempre que ti chamo de amiga eu vou querer mais...
- Willian... Eu...
Ele se aproximou de mim, estava perto de mais para me beijar... Ele pós sua mão direita em minha cintura, sua baça estava se aproximando da minha lentamente... Não tinha como sair, eu queria muito aquele beijo, mais não posso ariscar e querer que ele morra por minha culpa.
Eu virei o rosto e me afastei dele. Já não olhava mais eu seus olhos, ele estava confuso e não me disse uma palavra, me aproximou por trás de mim mais não me tocou.
- O que foi? Pensei que gosta-se de mim.
- Eu gosto... Muito... Mais é que...
Eu não conseguia dizer, ele nunca mais iria olhar em minha cara se eu disse-se.
- Então... – ele ficou em minha frente olhando em meus olhos segurando minha mão.
- Eu não posso ter nada com você. Se eu ti beijar não vou mais esquecer e vou quer mais.
- Ótimo, é só multiplicarmos o nosso beijo. – ele sorriu quase rindo.
- Não é isso Willian. – eu não estava de brincadeira.
- Então... Ah, eu já sei... Tem outro cara. Boa sorte pra vocês ok. – ele me deu as costas r deu passos para fora.
- Não espere. – corre atrás dele e o segurei com minha mão. – Não é ninguém... Lembra quando você disse que se conhece-se aquela menina... “coração de portal” e se ela fosse sua namorada você á protegeria e tudo...
- Sim. O que tem ela?
- Eu sou essa menina. – ele deu dois passos para trás assustado, abaixei a cabeça com vergonha. – É por isso que não posso ter nada com você, eu já perdi minha meu pai, e parece que perde minha mãe também. Ela estava tirando tudo de mim. E seu eu tiver algo com você... Ela poderá ti matar... Minha irmã é o meu castelo, e se meu castelo cair... Eu fico desabrigada.
Ele pós seu dedo indicador em meu queixo levantando-o lentamente ate que nossos olhos se encontrassem, ele sorriu para mim e se aproximou.
- Eu também protegerei você, eu posso seu um dos morros deste castelo. – nos rimos juntos. - Ela quer o seu coração... Mais não vai conseguir, e sabe por quê? Porque o seu coração já é meu.
Ele me beijou lentamente, nosso beijo seu profundo e gostoso, ele colocava suas mãos em minha cintura. Eu adorei cada minuto que passei com ele. Mais algo me dizia que o fim estava próximo.

Depois do piquenique com Willian, retornei ao meu quarto, as meninas estavam dormindo, ainda bem. Eu não troquei de roupa, eu ainda não estava com sono, deitei na cama para tentar dormir. A luz do luar iluminava nosso quarto escuro.
- Pelo visto foi bom certo? – disse Rebecca ainda acordada.
- Bom o que Rebecca? – perguntei.
- O seu encontro com Willian, foi bom certo? Você o beijou?
- Como você ficou sabendo? Quem ti disse?
- Tenho minhas informações querida. – ela estava deitada á cama mais de costas para mim e eu de costas para ela.
- Com certeza deve ter mesmo... Você mandou alguém nos seguir?
- Eu não preciso disto querida... Já disse, eu tenho minhas informações. Só espero que você cuide bem dele para não perde-lo.
- Rebecca se você fizer alguma... – ele me interrompeu.
- Eu não estou falando de mim querida, e sim de outra pessoa ou ser, que você sabe muito bem quem é.
- Rebecca? Você sabe alguma coisa de mim?
Ela nada disse. Eu me deitei para dormir mais estava confusa, minha irmã tinha dito que Samantha não poderia entrar em Wellgrout, mais seguidores dela adolescentes poderiam entrar... Eu estava com medo. Não sabia se Rebecca seria uma deles que me levaria para morte... Também estava desconfiada de meu professor Anthony, mais esse assunto falarei com as meninas amanha, preciso da ajuda delas.
Era uma floresta negra... As arvores não davam frutos, não davam folas, não davam a sua beleza a natureza. A floresta estava coberta com neblinas em todos os cantos... Homens, mulheres e jovens vestidos de casacos longos e pretos andavam sobre a floresta, e ela estava lá, andando com seus seguidores.
Eles estavam carregando minha mãe ate o bosque mais próximo, ele gritava de dor e chorava muito.
Eles a atiraram no gramado seco ficaram a volta de minha mãe, ela estava lá, olhando minha mãe ao chão.
- E então Isabella... Você me dirá onde sua filha está? Ou não? – Samantha não olhava nos olhos de minha mãe, ela só rodeada dando passos lentos e alisando sua varinha negra.
- Eu nunca irei dizer... Você terá que me matar não vai conseguir nada de minha filha.
- Eu mato. – ela deu risadas. – Mais eu vende uma varinha para ela, e estava acompanhada com Ashley e Mary Jane. A pergunta é... O QUE A DESGRAÇADA DA SUA FILHA FAZIA NO CALDEIRÃO FERVENTE? – ela gritou alto com minha mãe.
- Eu não sei. Eu juro. – minha mãe estava apavorada.
- É mesmo? Será que ela está em Wellgrout?
- Não, ela não esta lá não.
Samantha sorriu sarcasticamente, uma pessoa com um dos casacos enormes pretos e encapuzados, a pessoa se aproximou de Samantha e disse algo em seu ouvido. A pessoa se retirou da presença de Samantha e voltou para junto dos outros.
Samantha sorriu para minha mãe, um dos seguidores dela á olhou mais eu não pude ver seus olhos.
- Senhora... Sabe onde a menina esta?
- Sim sei... Eu sabia dês do começo, a menina está em Wellgrout. Mais não preocupem, a minha seguidora fará ela vir ate mim, eu sai que fará.
A foz.
Eu acordei de manha aos sustos, já estava atrasada para a aula de ataques e defesas das varinhas, eu já estava muito bem em feitiços e encantamentos, na escola tudo erra rígido. As meninas não estavam mais no quarto, peguei meus livros e cadernos e sai do quarto, já dava para imaginar que eu estava atrasada. Não tinha ninguém no corredor.
Assim que cheguei à sala, outros alunos também estavam lá... Um palco longo de uns cinto metros estava no centro da sala e os alunos em volta dele.
Emma e Nicolle vieram ao meu encontro, eu estava ao lado delas e dos demais alunos, Willian também estava na sala eu o olhei e ele sorriu acenando para mim. Eu o retribui sorrindo, ainda não esquece aquele beijo, contei tudo para as meninas enquanto estavam na sala, o professor ou professora estava demorando ate demais. Rebecca também estava lá, com suas novas seguidoras, e Robin e os demais amigos Willian. A porta se abril rápida e forçada demais, a professora entrou na sala e subiu no palco retangular. Ele nos olhou fixamente... Para cada um de nos...
Era loira e usava uma capa creme de camurça com penas as pontas, usava também uma camisa preta com um decote de deixar os meninos loucos na sala, Willian olhou bastante para os grandes seios da professora, mais ele reparava mais em meus olhos.
  Usava também uma calça branca e botas vermelhas longos ate seu joelho, com ela, carregava a farinha e um livro grande nas mãos. Era extremamente linda.
- Bom dia alunos... Eu me chamo Amanda Taylor. Hoje ensinarei a vocês a pedido que Benjamin... O uso de ataques e defesas com as varinhas. Bem eu preciso de duas ou dois voluntários (a)... Quem se habilita?
A sala ficou quieta... Eu não queria que me chamassem, tinha vergonha dessas coisas. A professora olhou no pergaminho onde estava a chamada dos alunos...
- Bem... Vejamos... Sophia Osbourne? – ela disse meu nome em voz alta... Mais muitos que estavam na sala ouviram. – Ok. Sophia Osbourne?... Encontra-se?
A sala toda olhava para mim, eu não queria ir ate lá, Emma se levou ate a escada para subir o altar. Rebecca me olhava como se fosse um gavião ao inicio da cadeia alimentar.
Eu estava á frente da professora Amanda, ela sorria para mim.
- Venha não se acanhe... Diga-me... Você é a filha de Isabella Osbourne ok?
- Sim senhora. – quase chorei quando ela disse Isabella.
- Ótimo... Você prefere atacar ou defender?
- Prefiro defender... – sorria para ela.
- Ok... Vejo que você tem quatro poderes... Ótimo. Eu sugiro que use a água ou o vento... O fogo não é um poder muito amigo e... A terra fará um estrago em nossa sala. Qual você prefere?
- Água... – minha foz estava fraca e estranha.
- Ok... Quando eu disser três, você fará um escudo de água capaz de ti proteger inteira... Concentre-se apenas no escudo, quando dizer três, gire a varinha e a estenda com força para cima e a segure, se deixar cair molhará todos na sala.
Preparei minha varinha... Respirei fundo e me concentrei na água... Todos os olhares da sala estavam em minha direção... Willian era um deles.
- Um... Dois... – contava a professora. -... Três.
Girei minha varinha e a estende para o alto, umas gotas fortes de água caíram sobre o chão, eu não tinha conseguido fazer o escudo perfeito, a água pareceu como uma mangueira de borracha no dia de água caindo ao palco.
Rebeca e suas novas amiguinhas riram e deram risadas de meu fracasso a professora dissera para eu tentar de novo, fiz o mesmo trajeto, mais desta fez, ela veio em minha cabeça, eu não queria pensar nela, eu a via em minha mente machucando minha mãe e judiando-a. ela sorria e ria de mim, me chamava de fraca e inútil. Eu estava com sangue nas peles, queria sangue, o sangue da vadia que matou minha mãe.
Ergui a varinha para o alto criando um escudo de água enorme ate o teto, o escudo me protegia como nunca, a professora deu risadas de alegria, pequenos pingos caiam sobre mim. Eu sorria e olhava para Rebecca debochada. Todos ficaram de boca aberta. Eu poderia controlar o escudo como uma bruxa super experiente.
- Muito bem Sophia... Você conseguiu finalmente. Agora preciso de um menino ou menina para fazer o ataque á Sophia... Alguém se habilita?
Todos ficaram em silencio. Eu não olhava para nenhum aluno, apenas segurava minha varinha e olhava para baixo.
- Eu, professora... Eu quero ser o atacante. – eu reconhecia aquela foz, mais eram tantos meninos que...
- Muito bem Willian, suba aqui... Vamos começar então. – a professora pegou-o pela mão e o trouxe para o palco, era ele, eu não acreditava...
Ele me olhava e sorria. Estava a quatro metros de mim, nos estendemos nossas varinhas e nos entreolhamos. A professora tinha explicado tudo a ele, ele sorria e piscou para mim. Eu retribuo com um sorrido.
Ele girou a varinha e lançou um raio elétrico de luz em minha direção, eu consegui criar o escudo de água para me defender, e a professora parou o treinamento.
- Muito bem alunos... Willian, agora você fará um escudo de um dos seus poderes para se defender. E você Sophia o atacara... Mais use água ou fogo, poderá usar vento mais derrubara todos na sala. Pelo menos é o que eu acho.
Ele me olhou fixamente, eu o lancei uma bola de fogo em sua direção. Ele se protegeu criando um escudo de fogo capas de se proteger... A professora dissera para pararmos e á obscenos.
- Bem alunos, leiam a pagina trinta e cinco de seus livros e treinem com seus colegas... Mais cuidado hein... Muito cuidado.
Os alunos já estavam pegando seus livros para irem para próxima aula, outros iriam para seus quartos e recreios.
- Calma professora, ainda me falta. – Rebecca subiu o palco onde eu ainda estava, empurrou Willian do palco, ele que caiu em pé ao chão, olhando com raiva para Rebecca.
      
 Um alarme de olhos olhava para o palco onde Rebecca, eu e a professora estávamos.
- Eu não estou entendendo Rebecca... Como assim falta você? – a professora passou a minha frente olhando fixo nos olhos de Rebecca. – A aula já acabou.
- Ainda não, falta eu lutar com ela. Essa garota ai.
- Eu não lutarei com você Rebecca, ou será que você quer ser expulsa. – eu á inçarei, ficando a frente da professora. Não aquentava mais as coisas que ela fazia comigo.
- Tem razão Sophia, Rebecca pare com isto, dessa agora... – disse a professora irritada.
Rebecca lançou um raio de gelo em minha direção, eu abaixei minha cabeça e o reio pegou na cabeça da professora Amanda. Os alunos sabiam que ia dar briga e saíram da sala, ninguém se metia nas brigas de ninguém... Afinal ninguém queria ser expulso.   

 - Olha o que fez sua cobra. – gritei com ela ajoelhada ajudando a professora se levantar. Mais ela não demonstrava nenhum movimento.
- Pare com isso Rebecca, o diretor pode chegar logo, logo. – dizia Emma tentando acalmar a Rebecca.
- Cale-se Emma. Eu vou cuidar dela muito bem... Não tanto do que eu poderia cuidar porque essa função é de outra pessoa. – ele dizia como se fosse experiência própria. Será mesmo que ela é...
- Rebecca se você á machucá-la... – dizia Willian com raiva.
- O que foi? Vai defender sua namoradinha é?
- Não diga nada Willian, não preciso que me defendem... Se você quer brigar... Terá sua briga.
Começamos a batalhar as magias de água e fogo eram mais que saiam de minha varinha. Nossos poderes se colidiram a cada jogada de magias. Mais em uma delas, eu não consegui aquentar, ela tinha me derrubado, os alunos previam tudo. 
Assim que ela me atacou com bolas de gelo, eu fui derrubada ao palco e comecei a sentir muitas dores onde a magia me acertou, ele se aproximou de mim para me atacar e praticamente, me matar ali mesmo. Eu olhava para os alunos que não faziam nada, todos eles, minhas amigas tentaram me proteger, mais foram seguradas pelos amigos horríveis de Willian. Eu não o via na sala, quando olhei para cima de mim, lá ele estava de pé apontando a varinha para Rebecca.
- Olha que lindo, ele veio salvar a namorada. – dizia Rebecca com uma foz debochada.
- É claro. Querida. – ele lançou um raio elétrico de pegou em cheio a Rebecca, fazendo com que ele gira-se no ar e cai-se ao chão. Eu não aquentei e acabei caindo ao chão.
Eu acordei em meu quarto... Minha cabeça estava girando... Girando e se quebrando de dor. Não tinha ninguém ao meu quarto, uma carta estava presa com um frasco de perfume em cima para que não voa-se. Eu á li.
O diretor Benjamin quer ver você na sala dele imediatamente assim que acorda-se... Vá logo... Se não o professor Anthony ti buscará em pessoa... Você não vai querer isso certo?
Emma...
Eu não poderia mais esperar, eu não me lembrava de mais nada... Porque o diretor queria falar comigo? E porque estava dormindo em horário de aula? Estranho.
Fui para sala do diretor que estava fechava, estava na porta prestes a bater mais fui interrompida por gritos do diretor dizendo a Rebecca. Ela não dizia uma palavra, e quando ele se calor, enfim bate na porta e esperei. Rebecca saiu de lá olhando em meu rosto mais não demonstrou nenhuma expressão. Eu entrei na sala e o diretor me olhava estranhamente.
- Bem Sophia... Senti-se. – disse ele. Eu me sentei á poltrona olhando para ele que estava a três metros de distância de mim.
- O senhor me chamou?...
- Sim... Você se lembra de alguma coisa na aula de ataque e defesa das varinhas? – os olhos deles estavam fixos em mim.
- Não senhor... Bem... Lembro-me de entrar na sala de ser voluntaria na aula de professora com Willian. E... Depois não me lembro mais de nada. Porque diretor? Aconteceu algo?
- Você lutou com Rebecca na sala Sophia, vocês batalharam seus poderes com a varinha, ela ti derrubou e derrubou a professora Amanda. – ele dizia com toda a calma possível.
- Nossa... Que horrível... Eu não me lembro disso tudo...
- Mais aconteceu... Mais eu não ti chamei aqui para isto. – ele se levantou da cadeira e ficou a minha frente em pé olhando nos meus olhos. – Chamei você aqui porque preciso ti perguntar uma coisa...
- Sim diretor...

- Você sonhou... Ouviu... Sentiu a presença dela?
- Eu... – não sabia o que dizer.
- Por favor, Sophia... Eu estava curioso e com medo per você. Diga-me se ouviu, sentiu ou viu algo.
- Não senhor. – eu queria muito dizer, mais não vou preocupá-lo com mais problemas.
- Ótimo, pode ir então.
Levantei da poltrona e sorri para ele. Retirei-me da sala e caminhei lentamente para meu quarto, uma foz... Entrava na minha cabeça enquanto caminhava. Eu não sabia o que fazer eu a ouvia mais não queria ouvi-la.
Venha para mim... Venha para meus braços... Venha para que eu possa matar você... Venha para que eu possa beber o seu sangue. Eu quero matar... Matar... Deixa-meeu matar você... Deixa-me rasgar você. Deixe-me tomar conta de você.

A foz continuava, e eu continuava a andar em direção a foz, de repente, Emma e Nicolle pareceram saindo da biblioteca. Elas olharam para mim pareciam que iriam dizer algo.
- O que você esta fazendo aqui sozinha? – perguntou Emma.
- Vocês ouviram essa voz? – perguntei com medo.
- Que foz Sophia? – perguntou Nicolle olhando nos meus olhos.
- Essa foz... Dizia que queria me matar e... Rasgar.
As meninas se entreolharam. Emma pegou pela minha mão e nos corremos para o quarto, eu ainda não sabia o porquê corríamos.
Chegando ao quarto, nos nus sentamos em minha cama e elas me olhavam fixamente, como se quisessem me dizer alguma coisa. Tenho certeza que iriam me dizer.
- Sophia... Sabemos-nos de tudo... Eu e Nicolle, que você é a... “Coração de portal”. – disse Emma
- É Sophia... Mais fique tranqüila, não diremos nada a ninguém. – disse Nicolle apertando minha mão lentamente.
- Não são apenas vocês que sabem... Contei para Willian quando eu o beijei no nosso encontro. – falei demais.
- Você beijou o Willian? – disse Emma com espontaneidade.
- Sim – disse eu quase rindo. – Foi muito bom, e eu gostei muito do beijo dele. Mais deixe isso para lá. Eu acho que corro perigo aqui na escola com a Malignant. Acho que tem seguidores dela aqui na escola.
As meninas se entreolharam e ficaram perplexas com as palavras que saiam de minha boca.
- Isso é impossível, - disse Emma se levantando com o susto. – Benjamin conhece todos da escola, nunca permitiria que algum deles chegasse a você.

- Sim Emma, mais ele conhece apenas aos professores. E... Não conhece... – disse Nicolle olhando para lados, parecia ter uma idéia. – Os alunos. É isso, algum dos alunos é um dos seguidores da Samantha.
- É mais quem será? – perguntou Emma olhando em meus olhos.
- Rebecca. – disse. Com toda a afirmação possível, olhando nos olhos de Emma – Tenho certeza?
- Sophia – disse Nicolle se levanto da cama lentamente e ficou ao lado de Emma encontrando seus olhos com os meus. – Essa acusação é fortíssima, você tem certeza?
- Tenho algumas duvidas... Mais preciso ver isso amanha.  – eu estava com sono... Muito sono.
- Ok. Conversaremos amanha. Vamos dormir. – disse Emma indo para sua cama.
Nos nus deitamos e dormimos, não tivemos nenhum sinal de Rebecca durante a conversa, mais eu sabia que ela escondia algo...
A protetora
Pela manha, enquanto caminhava pelos corredores da escola indo em direção a aula de ventos sombrios... Nos não tivemos um sinal de Rebecca durante duas semanas... Hoje era dia 29 de outubro, o halloween já se aproximava eu pensava que haveria alguma festa ao algo na escola para comemorarmos, mais nada aconteceu... Ao dia 31 se fará um mês que estou na escola. Mais enquanto isso não chega. Continuei a estudar e sabia já algumas coisas sobre meus poderes.
A aula não foi demorada, eu estava com as meninas andando em direção ao nosso quarto, quando avistei Willian se aproximando de nos olhando em meus olhos. Eu estava na ponta, Nicolle no centro e Emma na outra ponta. Ele se esbarrou em mim e entregou uma coisa em minhas mãos, um pedaço pequeno de pergaminho disfarçadamente. Ele continuou andando sem olhar em meus olhos. Eu abri o envelope que dizia...

Encontre-me no lugar de sempre... Estarei lá as 01h00min da manha. Por favor, vã. Não poder me avise. Mais estarei lá. Quero muito beijá-la de novo. Ainda não esquece o toque de seus lábios e acho que poderei esquecê-los nunca.
Eu sorria enquanto lia o pergaminho, nenhum garoto tinha se interessado assim por mim. E o melhor é que eu estava mesmo gostando do Willian.
As meninas foram direto para o refeitório, eu ainda teria que ir ate meu quarto para pegar umas coisas. Assim que abri a porta, Rebecca estava lá, sentada em minha cama olhando para mim. Fazia três semanas que eu não á via. Eu não queria nenhum assunto com uma pessoa como ela. Eu a olhei com nojo e me retirei do quarto fechando a porta lentamente.
- Não Sophia... Espere. – ele se levantou da cama e me olhou.
Entrei no quarto tirando minha varinha do bolso e á erguendo em sua direção.
- O que você quer?
- Eu não vi brigar... Eu... Só vim pedir... Desculpas á você Sophia. – ela parecia sincera.
- E por que eu ti perdoaria? – fui curta e grosa olhando nos olhos de cobra que ela tinha.
- É serio... Desculpe-me mesmo. É isso que eu vim pedir. – ela se aproximou de mim. Eu abaixei a virinha e á olhei nos olhos.
- Ótimo... Eu ti perdoou. Mais por favor... Não tenha muita intimidade comigo... Você nunca gostou de mim... E eu também nunca gostei de você.
Retirei-me da quarto lentamente. Ela segurou meu braço e me olhou fixamente...
- Tem uma coisa que eu quero dar a você.
- Eu não aceito nada de... – eu não poderia dizer a palavra estranha, não queria magoá-la assim. – Ninguém.


Ela tirou um amuleto que o pingente era mágico... Era como um portal retangular de dez centímetros, as linhas dos ventos do alem passavam pelo pingente... Era muito lindo, eu nunca vi uma coisa assim antes.
- É um amuleto. Era da minha mãe.
- Não! Eu não posso aceitar, é muito especial para você.
- Minha mãe me disse tenho que dar a alguém especial e das pessoas especiais eu queria dar á você.
- Obrigada mesmo Rebecca. – coloquei o amuleto e olhei para ela sorrindo.
- Eu espero que logo, logo ela mate você.
- Do que esta... – comecei a sentir dores no estomago e minha cabeça ficou zonza. Eu caí no chão olhando para os lados e vendo tudo se mexer, Rebecca me olhava e sorria com deboche. – O que você me deu?
- Não se preocupe com isto querida... Durma em paz. Pena que amanha que você não estará mais conosco.

Não conseguia aquentar, eu via tudo girando e sumindo, minhas pernas tinham sumido como se eu fosse uma fantasma, eu não tinha mais meus braços e acabei desmaiando ali mesmo...
Eu sabia que aquilo, ”ou melhor” isso... Não era um sonho... Eu estava deitada ao chão de azulejo azul marinho, eu ano reconhecia aquele lugar... Aviam muitas entradas a minha volta. Era um corredor enorme. E na frente um chafariz enorme com duas estatuas, uma de mulher e outra de homem.
Não avia havia ninguém no corredor, apenas eu... Estava ouvindo passos que se aproximavam. E uma flecha de fogo que veio do nada parou em minha frente acertando o chão. A flecha não apagava, ao contrario, seu fogo se alarmava de uma maneira surreal. E seu fogo ficou do tamanho de uma pessoa e quando em fim as chamas se alarmaram, ela se desfez das chamas. Com sua mesma roupa de bruxa das trevas. Vestido vermelho tomara-que-caia, seu longo cabelo ruivo preso com uma flor rosa.
E sua cara de deboche como sempre.
Ela segurava a varinha e me olhava fixamente, estava de olhos ligados em todo o movimento que eu iria fazer.
- Em fim nos encontramos... De novo. Mais não se preocupe... Você irá morrer rápido mais dolorosamente. – ela ria. – Não sabe o tempo que esperei para estar perto de você e escutar seu coração que eu quero muito bater. Esta com medo não é criança?
Ergue minha varinha na direção dela, ela a olhou e sorriu para mim. Levantou sua mão direita e mexeu os dedos para todos os lados. Minhas mãos arderam e eu larguei a varinha que caiu ao chão.
- Você não conseguirá tão fácil. Eu ainda estou aqui.
- Tem razão menina... Você está... Mais não estará por muito tempo. – ela ergueu a varinha em minha direção quando ia lançar um de suas habilidades, minha irmã Alice apareceu saindo de uma das portas ao lado do grande chafariz.
- Alice! – disse Samantha em vos alta sorrindo para minha irmã. – Você demorou querida... Achei que nunca chegaria para ver sua querida irmã morrer.
Alice se aproximou de mim. Eu sabia que logo, logo ela iria me proteger desta víbora, mais cedo ou mais tarde.
- Eu não queria demorar... Senhora. – Alice dizia com a cabeça baixa. Eu não sabia o que estava acontecendo.
- Mais agora que você é minha serva...
O que?
- Sim senhora. Estou aqui para matar a garota.
- Como assim me matar? O que estava acontecendo Alice? Você se uniu a ela? Alice... Responda. – disse eu com raiva nos olhos. Ainda não passava na minha mente que minha irmã teria me traído.
- Ótimo... Bem menina. Hora de você finalmente morrer. Alice você cuidará dela. Já sabe o que fazer.
 
Alice se virou para mim e se afastou estendo a varinha em minha direção. Lagrimas lenta saiam dos meus olhos e vi que saiam dos olhos dela também.
- Você foi uma serva forte, leal e fiel Alice... Mais apenas eu... Viverei para sempre.
Alice me olhava fixamente, eu dava passos para trás com medo da morte. Fiquei no centro de duas pilastras gregas a três centímetros de cada. Pus minha mão em meu peito mais eu não estava mais usando o amuleto de Rebecca, ele estava flutuando na beirada da grande chafariz.
Alice lançou redemoinhos de água que se tornou em um só, ele veio em minha direção. Fechei os olhos mais nada ocorreu comigo, quando abri os olhos um grande escudo de água estava formado em minha frente em movimento.
Samantha olhou com raiva para minha irmã. Ela estendeu sua varinha, olhando nos olhos de minha irmã.

- Eu já disse para você matá-la. Faça o que eu disse agora... Se não eu mesma mato ela e você também.
- Você não viverá para sempre... Minha irmã viverá para sempre sua cobra.
- Ótimo... Hora da sua morte...
Samantha lançou um raio elétrico vermelho na direção de Alice. Minha irmã também lançou um raio elétrico azul e os poderes das duas colidiram. Estavam batalhando firmemente. Samantha jogava alguns dos raios em minha direção mais o escudo me protegia.
Samantha rompeu sua magia parando com a de Alice. Ela criou uma bola de fogo e se aumentou mais e mais criando uma cobra de fogo gigante. Os poderes de Samantha eram surreais.
Minha irmã lançou uma onda de água e derrubou a grande cobra e acertou Samantha em cheio. Alice girava a varinha e criava uma bola de água enorme com Samantha dentro dela lutando para sair.
Eu via suas mãos tentando rasgar a água as magias que saiam de suas varinhas.
A bola de água caiu ao chão... Samantha estava encharcada. Minha irmã lançou uma bola de ventos negros na direção dela. Ela por sinal criou um escudo de vento com as mãos para se proteger. Minha irmã fez a bola de vento se transformar em bola de gelo. Samantha a levantou para ar e quebrou em pedaços. Elas se entreolharam quando tudo acabou. A grande sala de azulejo foi totalmente quebrada pelos raios de suas varinhas. Alice correu ate o chafariz e pegou o amuleto de Rebecca. Samantha já estava em minha frente para se tive-se desaparecido da luta.
- Sua irmã não está mais aqui para ti proteger não é mesmo? – Ela estava sangrando nos lábios inferiores e seus olhos queimavam de raiva. – Eu posso matá-la... Agora.
Ela transformou sua mão direita em água. Uma luva de água que cobria sua mão. Sua mão entrava no escudo e passava por ele.
 A mão dela estava quase me pegando. Atrás de mim só tinha a parede. Um raio de luz vermelho partindo da varinha de minha irmã a acertou em cheio e ela voou ate chegar ao chão.
Alice lançou todos os poderes possíveis na direção dela, o teto que estava acima dela caiu em ruínas e Alice veio em minha direção e rompeu o escudo.
Ela me entregou o amuleto.
- Coloque... Coloque agora. – disse ela ofegante.
- Não. Não. – eu estava com medo dela.
- É serio... Eu não traio ninguém... Principalmente você. Irá saber logo... – As pedras estavam se movendo onde Samantha estava.
- Para onde eu irei?
- Wellgrout.
- Ok. – pus o amuleto e Alice segurava o pingente. E juntas saímos daquele lugar horrível.

 - Silencio... Ela tem que repousar.
- A cala a boca Emma. Eu sei o que é melhor para minha amiga.
- Meninas, por favor.
Eu acordei deitada na cama no quarto da enfermaria da escola, havia alguns alunos ainda no quarto sofrendo por coisas piores. Willian, Emma e Nicolle foram as primeiras pessoas que vi. Eles sorriram para mim e disseram meu nome em voz alta com espontaneidade.
- Olá. Porque estou aqui? Onde minha irmã está? Onde... Onde ela está? Samantha... Onde Samantha está?
As meninas se entreolharam e Willian me olhava como se fosse louca.
- Come assim Sophia? – disse Willian.
- Eu fiquei desmaiada por muito tempo certo? – disse eu olhando para todos.
- Sophia... Você sumiu. A gente te procurou por meia hora mais... Mais você não estava no colégio... – disse Emma olhando nos meus olhos e segurando minha mão.
- Então... Então não foi um sonho... Eu fui mesmo tele portada.
- Como assim Sophia? Tele portada? – disse Nicolle olhando nos olhos de Willian estranhamente.
O diretor Benjamin e o professor Anthony entrarão pela sala da enfermaria e me olharam. Eu sabia que Rebecca era uma seguidora de Samantha. Mais enquanto a Anthony... Eu tenho minhas duvidas. Eles se aproximaram de minha cama e me olharam fixamente da ponta da cama. As meninas e Willian ficaram em silencio.
- Bem Sophia... Diga-me... Onde você estava?
- Ok, direi a toda a verdade.
Contei tudo para o diretor, o professor Anthony me olhava como se eu fosse louca e estranhamente.
Todos ficaram quietos por alguns minutos, quando eu disse tudo o que tinha para dizer. Benjamin olhou para Anthony e correu ate meu quarto, eu não poderia sair da cama ainda pela faze do remédio, mais não queria perder aquilo nunca.
Sai da cama e corre ate meu quarto junto com Benjamin e Anthony, Willian e as meninas gritavam pedindo para que eu parasse de correr e para que volte-se para cama.
Assim que cheguei a me quarto, a janela que ficava acima da cama de Rebecca estava totalmente quebrada. E ela não estava mais lá, suas roupas sim mais ela não.
Todos ficaram espantados... Mais também o resultado estava em suas mãos... Rebecca é uma seguidora de Samantha. Mais também... Ainda não sabemos o que fazer mais me manter em segurança é o único caminho...


O chamado para morte
Eu estava no grande salão da escola almoçando. Willian não estava comigo, apenas eu e as meninas, hoje já era dia trinta de outubro, e eu estava com medo que algo acontecesse.
- Vocês tiveram noticias da Rebecca? – disse Nicolle, dando mastigadas olhando para nos.
- Eu não... E ainda bem que não. Ela é uma tremenda víbora.
- Por favor... Parem de falar sobre essa garota aqui na mesa ok.
As meninas ficaram em silencio a voltaram a comer a omelete com bacon e torradas.
Depois do almoço. Eu caminhei sozinha ate meu quarto, as meninas ficaram de conversar com o professor e eu caminhei sobre os corredores vazios. Uma coisa forte... forte vinha em minha mente, eu tive tontura e dores fortes na cabeça. Eu caí ao chão, sentada e olhando para a parede.
Venha... Venha para mim... Venha... Sophia Osborne... Falo diretamente com você... Venha... Quero ver você hoje aqui... Venha ate a floresta Lamego Black fora do caldeirão fervente... Estou ti esperando... Venha para que eu possa acabar com você... Venha para que eu possa matar você... Venha para que eu possa rasgar você... Se não vir hoje mesmo... Eu matarei sua mãe... E todos os bruxos do caldeirão fervente... Matarei sua mãe... Matarei sua mãe...
Emma e Nicolle me encontraram caída no chão. A voz na minha cabeça já tinha sumido. Eu ás olhei e elas me levantaram e me olharam fixamente.
- O que aconteceu Sophia? – perguntou Emma.
- Começou a tempestade... E os trovões caíram em Wellgrout. E também em minha mãe.




- O que ocorreu de fato? – disse Benjamin enquanto... estávamos todos a sua sala... Eu, minha irmã Alice e os professores Anthony e Trina depois de Nicolle e Emma me levarem para lá.
Benjamin estava sentado á enorme cadeira de couro preto. Ao seu lado em pé, estava professor Anthony olhando em meus olhos como se soubesse de algo. Professora Trina estava em pé em frente á grande janela que dava vista para o logo. Eu estava sentada em uma cadeira velha de madeira olhando nos olhos de Benjamin, a mesa estava sobre nos. Minha irmã andava para um lado e para o outro querendo saber e entender o que iríamos fazer a respeito. Á hora passou tão rápido que não percebemos. Já era meia noite... O halloween já estava para acontecer.
- Eu a escutei em minha mente de novo... Ela queria que eu fosse uma floresta... Mais... Eu não me lembro direito o nome. – disse eu preocupada.
- Fora do caldeirão? Só a... – disse Anthony olhando para Benjamin que não o retribuiu.
- Lamego Black. – disse minha irmã. – É a primeira floresta depois do caldeirão fervente. E eu já sei o que ela quer... Ela quer uma luta, está com a minha mãe e quer fazer uma troca.
- Não podemos sacrificar a Sophia. – disse Trina olhando para todos. – Temos que bolar um plano e rápido.
- Eu me sacrificaria pela minha mãe. – disse. – Mais ainda sim temos que fazer algo.
- Nos não temos opções. – disse Benjamin. – De qualquer maneira Samantha vai matar todos os bruxos da luz. O mundo virará trevas totais.
Todos ficaram em silencio... Alice ficou atrás de mim pós suas mãos em meus ombros em quanto eu ainda estava na cadeira.
- O plano é... Vamos atacar... E a missão é... Tentar salvar a minha mãe e tirar Sophia de lá viva. – disse Alice olhando para todos. Ela terá um grupo para nus atacar. Por tanto nos vamos precisar de mais umas pessoas.
- Eu sei quem posso chamar. – disse eu. Levantei-me da cadeira e corri em busca de Willian, Nicolle e Emma para que me ajudassem.
Já estávamos prontos para partimos em missão. Assim que passamos do portão... Mary Jane e Ashley estavam a nossa espera com vassouras. Cada um de nos iríamos nos separar em equipes “se” a barra esquentar. Eu com Ashley e Mary Jane, o diretor Benjamin e os outros dois professores estão com Willian, Nicolle e Emma. E minha irmã terá a missão de pegar minha mãe e levá-la para longe dali. Todos estavam conversam como e por onde chegaríamos á floresta. Willian me puxou para um canto e olhou em meus olhos segurando minhas mãos.
- Tenho que ti contar uma coisa... Por mais que isto seja o fim eu... Não vou desistir nunca de tentar ficar com você.
Eu o olhei sorrindo e pus minha mão direita na bochecha dele.
- Você lembra-se do pergaminho me pedindo em namoro que você me mandou? – dei risadas baixas. Ele me olhou sorrindo mais não sorriu.
- Sim... E?
- Se... Eu sobreviver a isto... Á resposta será sim.
Ele se alegou e seu coração foi a mil por hora... Seu sorriso era tão enorme que iluminava meu dia e espantava o bem sobre mim. Tirando o medo que eu tinha.
- Tem certeza? Quer dizer... Jura mesmo? Eu posso esperar. – estava nervoso e não sabia o que dizer.
Pus meu dedo indicador aos lábios dele lentamente e suave. Ele me olhou mais não demonstrou nenhuma reação.
- Só... Cale-se e me beije ok.
Ele me beijou e eu o retribui... Ele me agarrava e puxava meu cabelo lentamente durante o beijo. Eu gostei muito daquele beijo, e não queria pará-lo.
     
 - Ei! Vocês vão ficar parados ai e trocando salivas ate os lábios caírem? Vamos logo. – disse Ashley olhando para nos. Olhamos para o rosto de Ashley e rimos juntos. Fomos juntos para o portal de Wellgrout e partimos em vassouras juntos ate a floresta Lemego.
Assim que chegamos á floresta... Ela estava escura e sombria, a nevoa se espalhava, o som das corrijas inundava-a. E por sinal, a lua cheia estava á iluminar. Dávamos passos lentos e calmos, mais não tínhamos sinal de Samantha e de seus seguidores.
Chegamos a um bosque escuro e sombrio como na floresta... Todos estavam olhando para todos os lados e atentos ao o que ia acontecer... De repente, Nicolle apontou para uma luz que brilhava no céu, a luz era da cor laranjada e muito luminosa, e outras luzes pequenas ao céu começaram a aparecer. As luzes começaram a se aumentar e se multiplicar. Todos estavam olhando para o céu estranhamente.
- O que é isso? – disse Alice olhando para o céu.
 
As luzes começaram a se aproximar... E quando menos esperávamos... Bolas de fogo começaram a descer do céu e cair em nossa direção destruíram as arvores e deixaram o chão com buracos quentes na grama. As corrijas e urubus da floresta saíram voando para se proteger, mais muitos deles acabaram morrendo. Corremos e usamos nossas varinhas para nos proteger das bolas de fogo... Minha irmã criou uma caverna de gelo o bastante para nos proteger das bolas de fogo. Todos nos estávamos dentro da caverna. Foi quando as bolas pararam de cair do céu. E vimos pernas de pessoas no bosque acabado. Retiramos-nos da caverna e olhamos ara os bruxos que ali estávamos... Samantha estava entre eles no centro. Havia uns quinze seguidores dela todos vestidos de preto.
- Ola queridos... Bom ver todos vocês aqui hoje. Como todos sabem... Hoje é halloween. E eu quero o que é meu. – disse Samantha olhando em meus olhos fixamente. Alisando a varinha e sorrindo debochada.
- Eu já sei de tudo Samantha. – disse o professor Benjamin tomando a minha frente e olhando nos olhos vermelhos de Samantha. – Sei que você usou uma menina para entrar em minha escola e investigar a vida de Sophia Osborne.
- Sim eu fiz. – disse ela sorrindo. – Mais Rebecca me ajudou e muito. Se não fosse por ela eu não acharia a menina. Bem chega de conversa... Me entregue á menina.
Alice segurou minha mão direita com força e Willian segurou minha mão esquerda.
Benjamin me olhou sem jeito e forçado. Professor Anthony ficou ao lado de Benjamin a frente de todos e olhou nos olhos de Samantha.
- O que acontecerá com o mundo se lhe entregarmos a menina?
Samantha nos olhou com olhos reprovadores, ele andou de um lado para o outro tentando a achar a melhor resposta.
- Simplesmente... As trevas governaram o mundo... O mundo não verá mais a luz do dia, só existirá noite, chuva, frio e escuridão profunda. Todos os animas iram morrer e os mortais serão escravos para sempre... E nossos poderes iram se aumentar para governamos o mundo e depois o universo.
Ficamos espantados com que saia de sua boca... Eu á olhei e dei passos para trás onde a professora Trina estava. Ela pós suas mãos em meu ombro e sorriu para mim.
- Você não precisa fazer isto... – disse Benjamin olhando nos olhos dela.
- Tem razão não preciso... As trevas precisam. Precisam do coração dela... – ela sussurrava enquanto me olhava. – E então? Entregaram-me a menina?
- Negativo. – disse Benjamin.
- Ok. – ela estalou os dedos e seus seguidores trouxeram minha mãe e a largaram á grama. Caída no chão e quase deitada, ela gemia de dor.
- Solte-a. – gritei.
Ela olhou direto para mim enquanto balançava a varinha, e sorria debochada.
- E se eu não soltar o que você vai fazer?
Permanece quieta... Discutir não ajudaria em nada naquele momento.
Ela apontava a varinha para a cabeça de minha mãe. Eu lutava para me soltar dos braços de Willian que me segurava tentando me acalmar.
- E então... Se não se entregar para mim de bom ou mau grado porque eu não importo mais... Eu mato a sua mãe Sophia. É só fazer uma troca... Você pela sua manzinha querida.
- Samantha, por favor, não faça nada com Isabella, por favor, Samantha. – disse Benjamin.
- É a ultima chance que doou a vocês. Entreguem-me a menina... Ou veja a mãe dela morrer.

 - Não toque nela... – Disse eu a olhando nos olhos.
- Troque seu coração por ela querida... É isso que tem que fazer. Agora venha e entregarei sua mãe.
Willian me soltou e deu três passos lentos para frente, Samantha sorriu debochadamente. Professor Anthony me segurou pelo braço mais não me olhou nos olhos. Ele olhava para Samantha e estava prestes a dizer algo.
- Negativo... Ela não irá se entregar para você.
Eu não acreditava que ele disse aquilo... Eu queria salvar minha mãe mais do que nunca. Mais em consideração... Isto é missão de minha irmã Alice.
- Alice... – disse eu olhando para o professor Anthony que ainda não se conectou aos meus olhos.
Minha irmã me pegou pelo braço e me levou para distante de todos. Os bruxos que estariam do nosso lado ergueram a varinha para os adversários. E eles o retribuíram.
  
- Sophia... Nos não podemos salvar a mamãe. Não podemos irmã. – a foz dela estava mudava e lenta.
- Por quê? Temos que ajudá-la.
- Não podemos. – lagrimas começaram a cair de seus olhos... – Você viu o que ela disse. Todos os bruxos da luz iram morrer e os mortais serão escravos. Se você se entregar para ela... De nada adiantará salvar a mamãe. Eu também não quero que ela morra. Mais... Nos...
- Ok. Eu entendo.
- Vamos vencer o mundo. Vencer o mundo. – ela sorriu mais ainda as lagrimas continuaram a cair.
Voltamos para juntos dos outros. Samantha continuava com seus olhos em mim. E eu a olhava com determinação, raiva, preocupação, medo, coragem. Era tudo o que eu sentia ao mesmo tempo...
- E então menina? O que será? – disse ela segurando o cabelo de minha mãe.
- Filha... Salve o mundo. Salve o mundo criança. – disse minha mãe chorando.
- Mamãe... – disse eu ao ver minha mãe sendo maltratada.
- A resposta é... Não. – disse eu.
- Não? – ela deu risadas altas e ergueu a varinha na direção da cabeça de minha mãe. – Ok. Adeus Isabella.
Ela atirou fogo em minha mãe que pegou todo o seu corpo, minha mãe gritava e lutava contra o fogo que consumia meu corpo.
- MÃE! – gritei eu. Chorando e quase desmaiando ao ver minha mãe morrendo queimada.
Samantha estalou os dedos e os bruxos nos atacaram com suas magias. Revidamo-nos dos ataques e eu fui atrás de Samantha para tentar achá-la. Todos os bruxos estavam espalhados lutando para quem sobrevivia. A batalha era grande... Mais finalmente consegui achá-la.
Ela olhou direto para mim e sorriu debochada e me chamou com um aceno de seu dedo. Eu a segui para dentro da floresta escura. Ela gritava e ria enquanto corria de mim. Atirava magias e magias de todos os elementos que tinha.
Foi de repente que ela sumiu e eu não mais á encontrei. Eu a procurei e o silencio tomou conta da floresta.
- Você quer mesmo lutar comigo?... Tem certeza mesmo que quer morrer assim tão rápido. – a foz dela continuava mais a não a via.
- Apareça sua cobra. – gritei.
Quando me virei, lá ela estava sorrindo para mim.
- Parece que acabou por aqui não? Você morre e tudo novo começa.
- Eu não irei morrer tão facilmente.
- É mesmo? Deixe a varinha falar por você.
- Tem razão... Espero que você faça o mesmo.
Ela me olhou com raiva e ergueu a varinha lançando um raio de luz vermelho em minha direção. Criei um escudo de água que me defenderia dos raios. E transformei a água em uns jatos fortes que partiram para cima de Samantha. Ela usou bolas grandes de fogo para se proteger e ficamos jogando magias uma nas outras e nossas magias sempre se colidiram. Ela lançou novamente um raio de luz da mesma cor, e eu ergui minha varinha para lançar bolas de água... Mais nada caia de minha varinha, somente um raio de luz azul e partiu para cima do raio de Samantha. Ela ficou de boca aberta e cada vez mais lançava raios em mim e eu me defendia com o que tinha.
Ela rompeu nossos poderes quando colidimos. E ergueu a varinha para o chão e tirou pedras de areia enorme e lançou sobre mim. Usei meus poderes de vento para pará-los. E eles me obedeceram e se quebraram a minha frente.

  
 - Vejo que Benjamin lhe ensinou bem... Mais como eu sabia e optei. Ele não os ensinou tudo.
Ela girou a varinha entre si e desapareceu por puro encanto. Eu olhei para todos os lados mais não á achei. Ela pareceu ao meu lado uns três metros de distancia e me lançou um redemoinho de vento que me fez levitar e me lançar ao alto. Depois do redemoinho, ela lançou um chato forte de água que me molhou inteira ao ar. Mais ainda eu estava caindo. Depois do jato eu estava prestes a cair ao chão. E ela criou uma piscina que me fez afundar sobre ela e não conseguia chegar à superfície. A água se transformou em gelo e eu estava com apenas minhas duas pernas congeladas e sem minha varinha. Ela se aproximava de mim e sorria.
- Hora de você morrer.
- Eu não vou morrer.
- Vai sim.

Ela ergueu a varinha em minha direção e eu escutei uma foz familiar vindo atrás de nos. Eu não poderia ver mais a magia de raios á acertou e ela girou no ar ate cair ao chão.
Quando menos esperei... Willian estava a minha frente com Ashley e Mary Jane com varinhas á mãos e lançando magias ao gelo para que possa escapar. Eles conseguiram me ajudar. Todos demos as mãos e Ashley nos tirou da floresta girando a varinha para alto.
Chegamos a uma rua, ou melhor, dizendo “um beco” que não sabíamos onde era. O beco estava escuro e sem pessoas, os jornais velhos voavam sobre o vento.
- Onde estamos? – perguntou William.
- Eu sei onde. Estamos em Linsk, é onde os seguidores de Samantha se escondem. Temos que achar um lugar rápido ou voltar para Wellgrout.
- Não podemos voltar, há essa hora os seguidores dela já devem estar tentando destruir a escola. – disse Ashley
- Então o que vamos fazer? – Perguntei.
- Temos que ficar em um lugar para nos escondermos.
Uma porta de uma casa que estava trás de nos se abriu, e uma velha senhora nos olhos no escuro e nós chamou para que pudéssemos entrar.
Entramos á casa. A velha senhora nos olhava de um modo estranho... Como se já nos conhecêssemos.
- Obrigado pela... Hospitalidade. – disse Ashley.
- Não há de que.
Eu conheço essa foz.
A mulher retirou os lenços e escondia uma pessoa dentro de si... Rebecca.
- REBECCA SUA COBRA – gritei. Erguendo a varinha para ela junto com Willian.
- O que está acontecendo aqui gente? Quem é essa garota? – perguntou Mary tentando acalmar todos.
- Ela é a garota que ajudou Samantha a encontrar a Sophia. – disse Willian.
- EU NÃO TIVE ESCOLHA OK. – ela estava chorando.
- Como assim? O que aconteceu?
Eu me aproximava dela lentamente.
- Não caia nesta conversa de novo Sophia. É um blefe.
- Não. Não é William. Eu contarei tudo.
Rebecca desabafou conosco. Mesmo servindo Samantha obrigada, ela tinha coração. Uma coisa que eu não pensava que tinha. Rebecca dizia que sua mãe tinha sido assassinada por Samantha, mesmo servindo-a e ajudando-a. Samantha fazia chantagens a Rebecca, dizendo que e não á ajuda-se... Ela mataria sua mãe doente.
- Eu sei o que você está sentindo... Por isso que quero ti ajudar a vencer essa maligna. Juntas.
- Mais como posso fazer isso? Nem sei se você ainda confia em mim.
- Eu não confio muito Rebecca. Mais o plano que eu tenho confia em você. E espero que você o aceite.
Hora final.
Eu, Rebecca, Willian, Ashley e Jane fomos para a floresta negra onde Samantha e o que restou de seus seguidores para nas encontrarmos. O plano era enganar Samantha e eu definitivamente matá-la.
Rebecca me levou presa ate a floresta, Samantha estava lá, o plano de atraque estava totalmente armado. Rebecca me jogou no chão e Samantha se aproximou de mim, eu estava presa a uma algema de gelo, Samantha estava olhando para mim, ela puxou meu cabelo e sorriu com odeio nos olhos.
- Eu estou louca para arrancar seu coração. Mais eu quero agora.
- Você não vai conseguir nada sua cobra.
- Você duvida?

   
       
- É obvio. AGORA GENTE! – gritei.
Willian saiu de uma arvore voando em uma vassoura com Ashley. Ele lançou raios elétricos á frente dos seguidores de Samantha. Os raios subiam e desciam em diversas vezes de uma nuvem baixa criada por Willian para evitar que os seguidores ultrapassem.
Rebecca me libertou apenas tocando nas algemas de gelo, ela lançou um vento forte na direção dos seguidores para que se afastem. Mary criou um circulo de fogo em volta de em e Samantha. Em fim nos estávamos sozinhas. Em fim tudo aquilo iria se acabar.
Os seguidores lutavam contra os raios de Willian para se livrarem dali.
- Não façam nada idiotas. Eu vou matá-la agora mesmo.
Eu estava lutando com ela e nossas magias estavam sendo colididas, ate eu criar uma fênix enorme de fogo que seria capaz de matar e destruir tudo pela frente.
   
A fênix de fogo caiu sobre Samantha á matando queimada. Os seguidores não estavam mais lá quando nos percebemos.
- E agora? Para onde vamos? – perguntou Ashley.
- Vamos para Wellgrout. – disse eu olhando para Rebecca. – Todos nos.
 - Será que aceitarão presença dela na escola? – perguntou Willian.
- Eu não sei. Mais espero que aceitem.
 Voltamos para a escola, ela estava escura e parecia que as tochas de fogo estavam apagadas. Assim que cheguei na sala principal da escola, o diretor Benjamin, os professores, Emma e Nicolle e minha irmã. Olharam para Rebecca estranhamente.
- O que ela está fazendo aqui? – perguntou Emma com grosseria.
- Eu também me faço essa pergunta. – disse Willian.
- Cala a boca Willian. – gritei.
- Me desculpem por ter feito aquelas coisas. Eu... Explicarei tudo.
- É bom que explique mesmo... Caso contrario você irá direto para Saul. A prisão dos bruxos.
Rebecca disse tudo para eles... E Benjamin á recebe de bom grado na escola. O tempo se passou. Minha irmã Alice está lecionando em Wellgrout, hoje ela é professora de defesa contra as trevas. Trina e diretor Benjamin se casaram, e o professor Anthony saiu do colégio... E ninguém nunca mais soube dele. Ashley e Mary Jane estão morando e lecionando em outro colégio de magias e bruxarias. Agora que já estão casadas. Só querem aproveitar o momento.
Tudo acaba bem quando termina bem... Meu relacionamento com Willian está ótimo, e prometemos nos casar... Isso se minha irmã permitir.
Nicolle e Emma estão namorando com Kevin e Brian, amigos de Willian, as duas estão ótimas.
Meus poderes estão fluindo dentro de mim. E eu estou muito orgulhosa de mim mesma.
 Afinal... Eu venci aquela que queria acabar com o mundo. Eu venci o mundo... Sophia Osborne... A eleita.
Fim...   

  Escrito por... Alexsander s. Luiz
Este conto foi escrito e expirado nos livros e filmes de Harry Potter...  

 
                                                                               
    

 



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