terça-feira, 17 de dezembro de 2013

Slender Man

Slender Man
"... Eu o vejo desde que era um menino, essa coisa demoníaca. Ele é como uma sombra muito alta. Não tem rosto, e seus braços são muito longos. Eu sinto quando ele vai aparecer, posso sentir quando ele está por perto. Consigo vê-lo no canto dos meus olhos esticando aqueles longos braços para me tocar, mas quando me viro, ele não está mais lá. Mas de alguma forma eu sei que um dia eu vou me deparar com ele, e então ele vai me apanhar... e eu vou morrer". Projeto “SLENDER MAN”. Uma lembrança, uma dor, uma lágrima, uma gota de sangue... Eu acordei suado como sempre, depois de ouvir mais um barulho lá em baixo, aquela casa enorme me assustava apesar de eu estar com todos meus amigos ali, levantei olhei pela janela do quarto, Luana ainda dormia do meu lado preferi não acordá-la, a noite era fria, e a lua estava cheia, por mais que a janela estivesse fechada eu podia ver que lá fora ventava, pois as arvores do bosque ao lado, balançavam pra lá e pra cá.
- Marcos? Vem pra cama, amanhã a gente tem que sair cedo pra sermos os primeiros a comprar os ingressos.


 É. Todos nós éramos amigos virtuais, nos conhecemos pelo Facebook, inclusive ela, “Luana” era minha namorada virtual, e nos conhecemos pessoalmente, e nosso amor foi o mesmo, nós nos reunimos ali em São Paulo, para comprarmos os ingressos de um Show do Avenged Sevenfold, que seria realizado ali, todos nós já vínhamos planejando um encontro da “Família I Love Avenged Sevenfod’’ mais enfim. Tudo bem, eu só estava vendo a lua! Um dia depois Já acordamos assustados com Thomas desesperado batendo na porta e dizendo que estávamos atrasados para a compra dos ingressos, sendo que era 04h30min da manhã.
- Acalme-se Thomas a gente vai ao show relaxa cara, ainda é 04h30min. - Luana falou já com seu stress no ar.
- Ta bom, vou acordar a Geh. - Disse Thomas Genalva.

 Era como se fosse uma irmã pra mim, vivia com ciúmes da Luana, que eu também considerava como uma irmã, ela era do tipo zoeira, vivia brincando e animando o pessoal. Mais enfim no final de tudo nós quatro compramos os ingressos e partimos para casa que alugamos felizes, pois no dia seguinte era o show, o resto do pessoal era Raí (Vivia comendo), Marcela (Vive pra zoar), Alex (Outro brincalhão que é apaixonado por Genalva), Haob e seu namorado Efraim (Um casalzinho na deles), Luana (A intelectual do grupo) Paula (Carinhosa e Gentil ) e Eduardo o ex de Genalva. Anoiteceu... Chuva fina e fria lá fora, enquanto o pessoal jogava Assasins’Creed no meu PSP que eu trouxe, eu sentei lá na varanda do segundo andar com Thomas, e Paula, conversamos sobre muita coisa até chegarmos em nossa infância, algo que Thomas começou a se sentir mal em lembrar pois a experiência que ele teve, foi a mesma que eu tive, nessa hora Paula se calou e apenas ouviu. -Quando eu era pequeno, em um certo dia meu pai estava trabalhando no quintal de casa, anoiteceu e minha mãe me mandou chama-lo para jantar, eu ainda me lembro como hoje, aquele quintal grande e cheio de arvores, eu fui com meu cachorro do lado, até o momento em que ele correu para perto das arvores no escuro, e começou a latir em direção a escuridão, quando olhei para onde ele latia tomei um susto, eu podia ver, uma sombra iluminada pela lua naquela noite fria, era alta, uns 3 metros de altura, der repente aquela noite que já era fria se tornou ainda mais, senti minha alma sendo tomada, eu olhava para o rosto e não tinha nada, eram apenas deformações, e sombras, comecei a andar em sua direção, mais não agüentei as nauseas e cai... só acordei no outro dia com meus pais me chamando. -Meu Deus até hoje você não sabe o que era? Disse Paula impressionada com minha história. -Eu sei o que era, mais prefiro não acreditar. -Não quero contar a minha história apesar de ser bem parecida com a do Marcos. Disse Thomas se Retirando do lugar... Mais tarde Na cama já com algo me incomodando, não sabia o que era mais era um pressentimento que aquela noite não era comum, era muito parecida com a noite que eu vi a criatura, Luana como sempre percebeu que eu estava muito calado, e me abraçou debaixo das cobertas me perguntando: - O que se passa dentro da sua cabecinha? -Ah muitas coisas do passado ainda me perturbam. -Tipo? -Lembra da sombra negra, que vi quando criança? A que te falei que poderia ser o Slender. - Nossa mais por que está pensando nisso agora? As luzes se apagam... Um grito agudo, era uma das garotas, me levantei correndo, mandei Luana ficar no quarto e desci as escadas já com Thomas e Raí lá descendo e se perguntando o que aconteceu. -Eu vi, eu vi, era ele... Era ele... Paula desesperada em prantos, chorando! Ela era a única que dormia lá em baixo, aproveitava para ler seus livros, na sala tinha um sofá enorme, e 3 janelas grandes, era um espaço bem aconchegante. Ela explicou dizendo que cochilou, e quando abriu os olhos ele estava a pegando com seus tentáculos negros. - Eu quero ir embora, agora. No momento que ouvimos aquilo tudo Thomas olhou com um olhar muito triste para mim, e Disse: - Ele voltou Marcos ele voltou por nós, você não está vendo? Ele está aqui neste bosque, ele está lá fora nos esperando. Der repente todos tinham descido inclusive Luuh e Genalva, que após ouvirem aquilo, tentaram contradizer Thomas -Não temos certeza Thomas, você não sabe pode ter sido um sonho dela apenas.\Luuh -Exato, vocês já falaram do passado de vocês pra Paula? \Genalva Thomas se calou... -Nós dissemos isso hoje a ela. Eu disse logo tentando acalmar -Então ela deve ter ficado pensando nisso e acabou sonhando, gente não vamos deixa-la aqui, vamos todos dormir aqui hoje okay?\Luuh -Ta Certo\Todos Passou duas Horas, era por volta das 11:30 da noite, então deixamos as luzes acessas, mais acabou que ninguém dormiu mais, ficamos calados, até que Alex resolve falar pra descontrair... -Essa poha de Slender não existe é só coisa de internet, relaxem amanhã a gente vai ta é rindo disso, como já estou agora. -Thomas se Levantou para soca-lo eu via que ele ia fazer isso, até que quando a luz apagou e depois acendeu... Ele estava na sala bem no meio dela, Parado com o pescoço torto para a esquerda, seu Rosto só sombras, não havia boca, nem olhos, alto uns 3 metros encostando sua cabeça no teto, então a luz se apagou de novo.. -Eu falei, eu falei./Thomas Todos correram desesperados e sem rumo pra fora, peguei na mão de Luana e a puxei comigo correndo naquela floresta molhada e congelante, do lado de fora da casa, olhei para trás e vi alguém ser puxado pelos tentáculos dele, na verdade eram dois, foi aí que eu vi que ele vinha atrás de mim, tinha um grande buraco a frente, ou eu ficava e ele me pegava, ou eu... abracei Luana e pulei... Acordei assustado, com Luana ainda nos meus braços, que estava todo machucado, bom ao menos ela está bem, olhei pra ela ainda desmaiada em cima de mim, acordei ela... -Marcos? Eu tive um sonho horrível... -Não foi sonho... Enquanto eu me levantava junto com a Luana, Luuh corria no meio da floresta, aos choros as vezes dava um pequeno tropeço em uma pedra, outra vez em um galho, até que ela achou um tronco grande caído e viu que dava para se esconder ali por enquanto. Sentou ali embaixo e esperou, ela não parava de chorar baixinho, já não tinham nem mais lágrimas nos olhos, ela abraçou os joelhos com frio, o chão era molhado, e gelado, ela tremia... Der repente ela ouve passos, e curiosa mesmo morrendo de pavor resolve olhar em cima do tronco, e da de cara com Genalva, Alex, e Thomas carregando Paula desmaiada nas costas: -Ainda bem que são vocês. Disse Luuh com um certo momento de alegria O mais estanho foi Genalva dar um abraço nela, elas pareciam não ser muito chegadas, daí Thomas falou pra procurarem um lugar pra descansar afinal a Paula estava ferida, der repente ouve-se um estrondo em uma das árvores, e um vento muito forte acima nas folhagens e galhos da floresta o que seria... -Corre, Vamos Corre. Gritou Thomas com um desespero tremendo afinal ele sabia o que era que estava vindo, e era algo sem volta. No desespero Alex cai no chão e fica para trás, Genalva volta pra socorre-lo, e no momento que ela toca a mão dele, que ele olha dentro dos olhos dela, não da tempo de dizer nada, ele é arrastado para a escuridão... Genalva chorava olhando para trás, afinal ela gostava muito de Alex, ela sentia algo por ele muito forte, mais não tinham coragem de dizer um para o outro claramente, e infelizmente o pior aconteceu. Longe dali, Marcela, Raí, Efraim e Haob estavam escondidos dentro de um cômodo abandonado, Efraim não parava de olhar para fora pela janelinha redonda de vidro, Raí não saía de cima da porta de madeira, que estava escorada com uma mesa, Marcela em pânico não parava de falar sozinha, e Haob, quieta como se nada estivesse acontecendo, andado de um lado para o outro e as vezes olhando pela janela Efraim resmungava: - Vamos esperar amanhecer, para podermos sair, aquela coisa ainda está lá fora, não podemos arriscar, ai que merda, que merda. - Se acalma cara. Disse Raí em um tom baixo. - Como vamos nos acalmar, se tem um puto de um demônio mal comido atrás da gente? Marcela como sempre xingando. Uma árvore cai lá fora, Haob se levanta e vê alguém lá fora, mais não é o demônio era alguém, e sai na toda para ver o que é, não enxergando muito após a árvore ter caído abriu para luminosidade da lua, e pendurado em alguns galhos, os órgãos de uma pessoa, uma gota de sangue cai na testa de Raí, que também saiu para olhar, e quando olha para cima, lá está a cabeça de Alex decepada e pendurada... -Gente olha pra cima/Raí -Alex.../Marcela começa a chorar -Puta que pariu vamos embora andem/Efraim Todos saíram, correndo, era um desespero tremendo de todos, após uns minutos correndo percebem que Haob não estava entre eles, Efraim começa a se desesperar, pois ela sumiu. -Cadê a Haob?? Ai meu Deus como eu pude perder ela?/Efraim -Calma cara. Disse Raí tentando acalmar -Calma o Caralho. Efraim exaltado já Marcela chama eles bem baixinho... -Ra.. Ra.. Raí.. Com um buraco no meio da barriga o sangue escorrendo pela boca, seus braços são agarrados, suas pernas também Raí pula em cima dela para não ser puxada, e acaba sendo levado pras trevas com ela. Efraim que voltou em busca de Haob não a encontrou... Enquanto isso eu andava rapidamente sobre as folhas molhadas do chão frio daquela floresta escura, Segurando bem forte a mão de Luana, que pegava em meus ombros, e a todo momento falava para ela não se distrair e não se afastar de mim. -Essa floresta não tem fim?/Luana -Eu não sei, não consigo ver mais nada, só arvores e arvores. Disse eu meio que desanimado. -Ai Marcos, eu estou ficando ofegante, você sabe que não posso ficar assim por causa da asma. Eu fiquei com mais medo ainda do que ela disse, ela tinha asma, e tudo isso a deixava nervosa, ela poderia ter um ataque a qualquer momento, decidi parar um pouco e sentamos debaixo de uma arvore, abracei ela olhei nos seus olhos brilhantes mesmo ao escuro, peguei em seu perfeito rosto e com um olhar esperançoso disse: -Vai ficar tudo bem confia em mim. -Ta bom. Senti calma naquele momento. Dei um leve beijo e disse pra ela tentar descansar, ela se apoiou em mim e adormeceu, quinze minutos depois ouço gritos e passos na floresta, der repente vejo Eduardo correr, e algo enorme com muitos braços atrás dele. Apertei mais Luana em meus braços, eu tinha que fazer algo, eu ia fazer, mais Luana estava ali não podia ariscar a segurança dela, ouvi os gritos dele pedindo socorro, ele gritava muito alto, eu fechei os olhos, e me apertei mais ainda sentado naquele canto de uma arvore, até que ele parou de gritar... CAPITULO 2 -Ué cadê eles? A casa está totalmente aberta e bagunçada será que aconteceu alguma coisa? Kecio preocupado conversava com Jessé e Estevão. -Espera, as janelas estão quebradas, meu Deus eu vou olhar lá em cima. Estevão corre para o andar se cima da casa, depois de um tempo, eles param e vêem rastros de sangue pela casa, e decidem seguir, leva para a floresta ao lado. -Eles foram pra lá, ai meu Deus, será que eram bandidos?/Jessé -Temos que ir atrás deles./Kecio -Espera não vamos sem nada, peguem facas na cozinha eu vou com este taco./Estevão Sangrando muito, corre Raí cansado, olhando constantemente para os lados, ao som do barulho dos ventos nos arbustos. Ouve-se um grito, era um grito grave, era um dos meninos, ele correu em direção e depois de um tempo, se deparou com o corpo de Eduardo, sem os órgãos internos no meio de floresta, meio que com medo, ainda sem se aproximou, e tentou chamar Edu, mais viu que ele estava sem seus órgãos. Eu estava lá, vendo ele com Luana ainda dormindo, taquei uma pedra para ele olhar em minha direção, ele se assustou mais me viu, e veio em minha direção, foi o momento em que quando ele se aproximava, veio uma sobra enorme, e o pegou... agora ele sabe onde eu estou, acordei Luana e ...

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