segunda-feira, 10 de março de 2014

saga: O herdeiro de Ytivaus Sogolf

A saga: O guardião da luz.
O herdeiro de Ytivaus Sogolf
Dez anos se passaram. Dez anos que não vejo meus amigos. Á dez anos que Celestia está sendo a rainha de Feudsburg. Mesmo estando em uma aldeia diferente e fazendo missões atrás de missões... Sinto-me mais só do que nuca. Estava com saudades de minha aldeia, as pessoas que conhecia. E as coisas que conhecia...
O meu treinamento iria super bem, eu me tornei um mago mais forte que conhecia. Meus treinamentos também estavam ótimos. Corria para lugares pra esquecer o que tinha passado em Feudsburg. A morte de Theodore, a morte de meu tio. A minha inimiga ainda estava... Solta por ai. Eu sabia que um dia ela iria atacar. Eu tinha que estar preparado quando isto acontecer.
A carta de amor
Cap. 1
Minha missão ainda não tinha acabado. Eu estava na aldeia Asacy, resolvendo problemas que deviam ser revolvidos por magos. A Cidade estava aos caos. Terríveis bruxos atacavam a cidade e matavam pessoas. Trabalhava pelo dinheiro, minha vida era esta, matar, viver, lutar, comer e dormir e amar... Amar? Será mesmo que o amor existe? Se existe mesmo... Ele esta bem longe de mim, bem longe de mim. A vida é feita de escolhas para seguir. Sou o pior no que faço de melhor
E por este presente eu me sinto abençoado.
Meu trabalho ainda não avia acabado, quando encontrei uma carta chegada ara mim de Feudsburg. A carta vinha do castelo de Blisum castrum.
 O castelo de Celestia. Achei estranho pós em dez anos ela nunca escreveu nada para mim
Abri a carta que dizia.
Sei que você deve estar longe de nossa aldeia agora. Mais eu tive que dizer... Não posso dizer em apenas uma carta o que meu coração sente. E sei que você corresponde a ele. Eu queria muito que você volta-se para o lugar não deveria ter saído. Tenho que falar pessoalmente. E preciso de você. Se poder venha para cá. Estou esperando pela sua visita. E espero que não ignore minha carta.
Celestia.
A carta vinha como uma luva que me tirava do escuro onde estava. Eu sentia falta do amor que estava aqui dentro. Uma coisa que não sentia há dez anos e agora estava se levantando. Sentimento.

Esse tempo em que estou só. A tristeza é a única e melhor amiga que tenho... E acho que ainda á terei.
Eu ainda á amava, mais eu tenho que esquecê-la. Eu não quero perde-la. Meus inimigos ainda se levantaram para contra mim e eu tenho que ser forte contra isto.
Eu estava em minha cabana na cidade, olhei pela janela e pessoas ainda caminhavam sobre a rua. Minha cabeça dizia para eu ficar e fazer meu trabalho. Mais coração me dizia para eu ir ate Feudsburg e agarrá-la e beija-la e nunca mais soltá-la.
- O que eu faço. – dizia eu falando com meus botões e pensamentos enquanto andava pela casa.
A porta se abril com força e em minha cabana alugada, entrou o prefeito da cidade, o que tinha me contratado para matar todos os bruxos.

- Lucas. – Gritou ele olhando em meus olhos.
- O que você quer? – responde olhando fixamente.
Ele usava causas pretas e um sobretudo de pele de onça e um chapéu em sua cabeça.
- Você ainda não finalizou com um dos bruxos.
- Disse eu sei James.
- É deve saber mesmo. Eu não sou idiota Lucas. Eu quero que você faça isso. E faça isso agora. – ele dizia gritava comigo mais a minha atenção para com ele estava longe.
 Eu olhava para a carta e pensava se e iria ou não. Mais a minha vontade neste momento é quebrar a cara de James.
- O que disse? – perguntou e isso mais o irritou.
Ele pegou a carta de Celestia de minha mão e a jogou ao chão. Com raiva.
- Olhe para mim quando falo com você Lucas. – gritou.
Eu o olhava, minha raiva tinha subido, mais não queria fazer nenhuma burrice. Eu acho.
- Me desculpe. Eu cuidarei do ultimo. –disse eu.
- Ótimo mesmo. Eu quero que você faça isso já. Eu não aguento mais tanta incompetência junta. E a maioria está vindo de você. É por isso que você não tem família.
Essas eram aos ultimas palavras para eu mata-lo ali mesmo. Perder tempo e me controlando para não encravar minha espada ao estomago dele não voltava nada.
- O que você disse. – me aproximei dele enquanto ele estava de costas olhando para a parede de madeira.
- Você me ouviu garoto.
Fui ate ele e o agarrei com minha adaga em seu pescoço o machucando e eu estava prestes a mata-lo. Ele não conseguia respirar direito, eu estava cara a cara com ele. Estava com ódio e rancor de tempos perdidos aqui.
- Todos os momentos perdidos que passei aqui foi perda de pendo total, eu poderia estar em outro local mais esses dois meses servindo á m capacho como você não me ajudou em nada.
- Esta... Esta me... Machucando garoto. – dizia ele com falta de ar.
- É isso que quero. Matar você seu desgraçado.
Eu o soltei e ele caiu ao chão tossindo. Olhou para mim e eu estava com ódio e comecei a guardar minhas coisas em uma mala pequena, não tinha muitas coisas. O importante era que eu tinha que sair daquele lugar o mais rápido possível.

 - Aonde você vai? Não pode ir embora... Se não quer me ajudar faça pela cidade. – dizia ele  olhando em meus olhos ainda caído ao chão.
- Vou para um lugar que nunca deferia ter saído. E eu estou pouco me lixando para esta cidade horrível. Só o prazer que eu tenho é matar você aqui e agora.
Ele me olhava e se levantava do chão segurando em minhas pernas.
- Você ira mesmo? Pode ir. Eu não tenho medo de você. Vai me matar? Cedo ou mais tarde alguém saberá que você me assassinou. E todos iram procurar você para prendê-lo.
- Eu não vou matar você. – fui em direção ao armário da cabana e pus meu dedo na madeira da porta. E o alisei ate onde pude. – Mais elas vão.

Sai da casa com minha mala em mãos. A espada da luz em minhas costas, o cajado em minha mão e o amuleto meu pescoço. Tranquei a porta prendendo-a com uma adaga e dentro da casa, James era atacado por... Hienas que eu mesmo criei para saírem de meu armário e mata-lo ali mesmo. As hienas sentiram mais fome e logo, logo saíram da cabana e atacaram a cidade matando muitos... Nada mais que o normal.
Raptei um cavalo para me levar ate Feudsburg. A viagem foi um pouco longa mais consegui chegar à casa de Theodore onde eu morei por alguns meses.
Entrei na casa e ela me parecia como antes... Do eito que eu á deixara. Eu tinha que vestir algo especial para ir ate o reino de Celestia. Não queria chegar ate lá com uma simples camisa e uma causa. Então vesti uma coisa que meu tio deixara pra mim quando eu fizesse maior idade.
Vesti um, sobretudo preto que era fechado por dois cintos à altura de meu peito, estava sem camisa por baixo. O sobretudo tinha detalhes de ouro e vinha com uma luva. Era alongo e poderia ser fechado ate á cintura. E por baixo uma causa preta.
Montei á cavalo e parti para o reino de Celestia para encontrá-la. Corria rápido pela cidade, nada fora mudado em Feudsburg, as pessoas continuavam a anda sobre as ruas como antes... O império de Barbara mudou mesmo a cidade, mais nada que Celestia não pode resolver.
Assim que cheguei á porta do castelo, guardas já estavam á porta com espadas e bestas nas costas vestidos com armaduras de ouro e olhando em minha direção.
- Quem és estranho? - perguntou um dos guardas.
- Desejo falar com a rainha. – disse eu, descendo de meu cavalo e indo em direção aos guardas.
- Quem é você? Um estranho não pode nem simplesmente entrar no castelo sem a ordem da rainha.
- Vocês sabem quem eu sou? – perguntei olhando-os.
- Não. E não queremos saber. Agora sai daqui antes que coloquemos você em condenação e será porto em guilhotina.
- É assim que tratam o homem que salvou essa cidade? Na me reconhecem porque eu estou mais velho, dez anos se passaram mesmo. Para que se lembrem... Meu nome é Lucas Haddes Namish e eu sou o guardião da luz.
Eles me olharam com medo nos olhos... Entreolharam-se e sorriram para mim, guardarão as armas e permitiram minha entrada ao castelo.

Assim que entrei ao castelo, ele era iluminado e parecia cheio de espontaneidade e lindo por dentro. Aviste chafarizes e jardins pelo pátio enorme. Quatros por todo o lado das paredes, monumentos encostados á parede.
Assim que cheguei a uma sala, mulheres e homem tomavam chás de ervas com Celestia dando risadas sobre o assunto em questão. Todos me olharam quando entrei á sala olhando nos olhos de Celestia. Ela se levantou, pediu licença para todos da sala e veio em minha direção passando por mim segurando meu braço e me levando ate a sala principal...
Ela usava um vestido branco de pano longo com detalhes floridos azulados sobre ele que se arrastava sobre o piso liso, com um decote branco tomara que caia com detalhes também floridos azulados. O decote deixava seus seios fartos e erguidos. Usava um colar de diamantes com um pingente pequeno.

- Ola Lucas... Achei que não viria. – disse ela olhando em meus olhos.
- Vi a sua carta e... Não pude deixar de vir... Tempo que vejo a cidade e...
Nus entreolhamos... Ela se aproximou de mim olhando em meus olhos fixamente.
- Eu estava com saudades de todos vocês... Sirius, Eva, Thiago...
- Só deles? – eu á olhei, e ela se virou me dando as costas.
- Eu também senti muito sua falta.
- Eu tenho um problema Celestia.
- O que? – ela se virou e me olhou.
- Eu estou apaixonado  por uma mulher que... Não posso tela.
- E por quê?
- Tenho medo de perdê-la para meus inimigos... Quando eles atacarem... Vão retirar tudo que eu amo... E todo que eu amo é ela.
Celestia me olhou fixamente e se aproximou perto de mais. Nossos lábios estavam quase se tocando.
- E... Ela sabe que você á ama?
- Sim... Ela retribui o mesmo amor que sinto por ela.
- E por conta disto não pode ficar juntos, por causas dos inimigos?
- É. Mais as vezes que penso nela eu queria que meus inimigos não mais existissem e agarrá-la para nunca mais soltar. – Eu a agarrei com meus braços e ela não demonstrou nenhuma reação.
- Sim... Tenho um presente de boas vindas pra você.

Ela me beijou profundamente, e eu á retribui. Deixou seu corpo leve para que eu a segurasse em meus braços e á agarrasse. Nosso beijo foi mágico...
A noite chegou. Depois da volta para casa... Eu tinha que voltar ao castelo, precisava vela novamente. Sei que era loucura mais meu coração á desejava horas por horas. Montei a cavalo e fui em direção ao castelo. Tudo estava escuro e os guardas ainda faziam plantões a noite. Não queria acordar todos e fazer um tumulto, então entrei pelo quarto dela subindo a tore voando. Consegui entrar ao quarto dela. Ela estava de costas para mim sentada à cama penteando seu cabelo louro e longo. Eu entrei ao quarto cansando um susto em seus olhos.
- O que faz aqui? Já é tarde Lucas... – Ela olhou direto para mim, estava de camisola com um pente de madeira em mãos.
- Sei que é tarde mais... Eu não consegui parar de pensar em você.
 - E quem disse que precisa parar de pensar em mim?
Ela me beijou lentamente, eu apenas estava usando uma camisa velha e uma calça de pano. Retirou minha camisa lentamente ainda com nossos lábios colados. Tocava em meu peitoral e abdômen e o alisava com suas mãos quentes. Aranhava minhas costas e beijava meu pescoço, eu a beijava e tirava as alças de sua camisola e logo a deixando nua. Puxava seus cabelos de leve segurando em minhas mãos enquanto ela gemia em meu ouvido dizendo que era minha, desejo de nossos corpos se tocando e se entrelaçando juntos a quina da cama... Era divino.


Estávamos nus com ela de costas para mim e nossa excitação em todo o corpo, a penetração causava o fogo subir em nos. Deitados na cama e fazendo amor a noite toda foi surreal.
Na madrugada, ela ainda estava dormindo, quando me vesti e fui embora para minha cabana. Disse a ela onde poderia em encontrar. E fui a cavalo.








A chegada do velho amigo
Cap. 2
Voltei para casa ao começo do por do sol, passar a noite com ela foi tudo maravilhoso. Eu á amava com certeza mais mesmo assim seria muito arriscado ama-la. Não queria perde-la para ela... “Barbara”
A manha inteira, treinei meus poderes para aperfeiçoa-los. Treinei minha levitação e me poderes de rios elétricos em um lago ao lado da cabana. Os raios dançavam sobre a água e eram altos e meu objeto era invocar um dragão de raios... Mais não tive sucesso.
Depois do treino e um longo banho nu ao lago... Senti fome à tarde, assim que voltei para cabana com um lençol secando meus cabelos que eram longos ate a nuca.

Duas galinhas estavam em minha porta... Eu sempre fui contra aos maus tratos para animas. Mais minha fome era mais rápida e tinha que mata-las para comer algo... Essa é a lei da selva.
Comia coxas, assas e sobre coxas das galinhas feitas à lenha. Não estava muito das delicias... Mais estava ótima... Até demais. Eu ainda continuei a comer quando uma flecha atingiu a carne que estava mordendo. Levantei-me rapidamente e olhei em a arvore que estava em cima de minha cabana, e nenhum sinal de ninguém... Eu sabia que alguém estava ali, me espionando e querendo me matar.
Por um buraco pequeno coberto de folhas e troncos da arvores, eu via cabelos pretos lisos baratos. Ali ele estava.


Usei meus poderes de raio elétrico e o lancei á pessoa que se esquivou correndo nos troncos das arvores esquivando de meus raios elétricos, ate cair de pé em minha frente de costas a três ou quatro metros de distancia com a cabeça baixa.
Tinha cabelos lisos longos, usava uma capa cinza longa pressa ao pescoço. Usava uma camisa preta de manga e por fora braceletes de prata em todo o braço. Usava armaduras estranhas com fechos de cintos de cavalos, usava um lenço vermelho a cintura com uma espada katana posta á cintura e uma espada samurai. Usava uma calça preta com botas pretas meia abertas.
- É capaz mesmo de me matar? – disse ele.
- Você me atacou. Eu nãos ei quem é mais eu não quero problemas, eu sou o guardião da luz, sou um guerreiro mago, e posso matar você com apenas um piscar de olhos. – disse eu ó encarando.
- Mais para mim... – Disse ele se virando lentamente, eu ainda não pude ver seu rosto, o vento levava nossos cabelos longe iam se abaixando lentamente. – Você ainda é um fraco como todos os outros.
- Tem certeza disto? – larguei minhas mãos ao vento bolas de fogo minúsculas se criavam em minhas mãos, dependendo do que seja... Eu ó mataria sem pestanejar.
Ele se virou. A surpresa e o susto foram mais forte que eu... Eu quase iria matar o meu melhor amigo...
- Oh meu Deus, Thiago. – corri em direção ele e o abracei forte. Ele retribuiu.
- Estava com saudades de você irmão. Saudade ate demais. Você sabe não é?



- Escolheu um ótimo dia para me visitar? – disse, conversando com Thiago a mesa de madeira de minha casa... Tomando um chá de ervas. – Eu quase matei você lá fora.
- Sei... Você é fraco demais, nunca conseguiria me matar.
Damos risadas juntos, e conversamos sobre tudo, sobre como Sirius e Eva se casaram, sobre como está o treino de Thiago agora que é um arqueiro formado. Falamos das saudades que sentia de meu tio e Theodore...
- Como você esta Lucas? – perguntou ele.
- Estou bem... – responde com minha foz fraca.
- E você? Esta bem? – ele perguntou novamente olhando em meus olhos.
- Eu já disse que estou bem Thiago.

- Eu não perguntei pra você... Perguntei para o seu coração.
Aquelas palavras saídas da boca de Thiago me fez perceber o que realmente eu estava pensando. Ele sabia que e era apaixonado por Celestia ao passar dos anos. E eu á amava muito e nunca queria perde-la. Eu não disse nada... Continuei a olhar para o chá de ervas em meu copo e ele ainda olhando em meus olhos.
- Meu coração diz que... Eu devo tentar mar... Minha cabeça diz que ela pode morrer por conta disto.
- Eu sei você quer proteja-la Lucas... Mais você esta tentando expulsá-la de seu coração.
- Quero muito ficar com ela. – me levantei levando minha xícara e o resto de meu chá para a paia. – Mais você sabe que é impossível Thiago.
- Impossível porque Lucas?
- Por que Barbara ainda esta solta. E eu não quero perde-la.
- Que se dane Barbara. E se ela aparecer-nos mesmo cuidados dela. O importante e que não se pode viver sem o amor... Você á ama, ela o ama.
- Sei... Não posso mais esconder. – me sentei á mesa de madeira. Ele olhava para meus olhos com olhos fixos.
Eu sabia que a luta estava perdida... Como ficaria com ela sem ela ser machucada?
- Esse... É o certo a se fazer.
- Mais e se acontecer algo com ela? E se ela morrer da noite para o dia e se... – eu estava nervoso, já não pensava mais em mim e sim em Celestia.
Thiago se levantou da cadeira e foi ate mim, me segurou em meus braços me levantando da cadeira e olhando m seus olhos. Eu não dizia nada.
 - Você está se preocupando demais com essas coisas... O que Theodore diria?
Eu olhei para ele que logo me soltou. Eu pensei naquele velho que em ajudou a vencer a coisa que queria dominar Feudsburg. Theodore era o meu maior herói depois de meu tio.
- Não Thiago... Eu já sei o que devo fazer... E o que vou fazer é esquecer Celestia.
Ele me olhou e deu as costas para mim saindo da cabana.
- Thiago por favor.
- Não quero saber Lucas... – ele se virou e olhou para mim fixamente. – Só digo uma coisa... Aquilo que você pode ter e não quer... Quando você á quiser... Ela não estará mais aqui.
Ele si foi...
De um lado... Thiago estava certo, do outro eu achava que estava errado. Mais eu não sabia ouvir e queria fazer o que me der na telha. À tarde que passei com Thiago foi rápida e na noite antes de ir dormir, eu conversei com Deus. Eu não era um homem bem religioso, mais eu acreditava que ele iria me ajudar. Eu não queria perdê-la Senhor. Eu á amo... Mais vejo que não posso ficar com ela. Faça o teu querer sobre a minha vida.
 Deitei-me a noite depois de rezar e dormi profundamente...
- Eu senti sua falta filho. Pensei que nunca mais eu iria falar com você. – era Theodore... Eu estava em ma ponte longa da cidade. Tudo estava preto e branco, Theodore com a mesma roupa de sempre e eu com minhas vestis de dormir. – Deve estar se perguntando o que é aqui, certo?
- Sim. – ele tirou as palavras de minha boca... – O que é aqui Theodore?
- Aqui é o mundo que eu criei para você entrar? Já que está morto.
O que?
- Eu to morto? – gritei... Olhando nos olhos dele
Com nervosismo e soando frio.
- Não é brincadeira. – disse ele dando risadas altas.
- Isso na tem graça sabia. – gritei irritado.
Continuamos a caminhar sobre a ponte... Ele com suas mãos juntas erguidas para baixo... Olhando para frente. Mais quanto mais andávamos... Parecia que a longa rua da ponte não tinha fim.
- Eu sei que você á ama Lucas. – disse ele sem olhar em meus olhos.
- Celestia? Como?
- Eu fui à mente dela em sonho também... Ela me disse que gosta muito de você. Para o amor filho... Não há barreiras. Eu sei que quer protegê-la mais... Para isto... Tem que estar ao lado dela.
- Sim... Mais eu quero que ela morra por minha culpa Theodore.
- Você é muito teimoso e impaciente Lucas... Quem diria que... Seu filho também será do mesmo jeito.
- O que?
Ele olhou para mim sem dizer nada... E continuamos a caminhar.
- Você tem uma missão Lucas... E sabe disto.
- Não, não Theodore... Minha missão era ser o guardião da luz, e isso eu já sou. Não tenho mais nada a fazer.
- Sua missa é... Proteger Celestia e ama-la.
- Mais...  Tenho medo Theodore.
- Todos nos temos medos filho. Mais é preciso vencê-lo. E você o vencerá... Só precisa acreditar em você.

Eu acordei ainda na madrugada... Suando muito e pensando ao sonho que tive. Levantei-me a noite e fui ao jardim. Olhando para céu estrelado, eu ainda não parava de pensar no jeito que ela me olhava, no jeito que me tocava enquanto estavam á cama. Vesti-me com uma calça preta e ama camisa branca longa aberta. Montei em meu cavalo e partiu para o reino de Feudsburg.
Eu ainda estava passando pelas ruas escuras e desertas. Meus cabelos jogados ao vento. Assim que passei por um beco, a impressão de ter visto Barbara olhando para mim e sorrindo com aquele sorriso maléfico era penetrante.
Retornei ao beco mais nada estava lá. No começo achei que era um vulto, mais depois desconfiei que fosse ela mesma. Continuei a olhar para o beco totalmente escuro mais nada ocorria.
Retornei meu caminho ate o castelo, e assim que cheguei ate lá, deixei meu cavalo preço ao lado de fora do castelo. Os guardas poderiam ver-me. Então usei meus poderes e flutuei ate o quarto dela.
Assim que cheguei ate lá, ela dormia em sua cama á luzes de vela e uma caixinha de musica á tocar... Tudo era lindo. Usava sua camisola branca com os cabelos sobre o travesseiro á dormir.
Entrei em seu quarto pela janela e á olhei em seus olhos alisando seus cabelos. Sentei-me á cama e beijei sua testa olhando em seus olhos e sentindo sua profunda respiração.


Levantei-me e fui ate a janela olhando para as estrelas. Queria muito conversar com ela, mais o seu sono atrapalhava. Não queria acorda-la, e estava decidido a ir embora.
- Você já vai sem falar comigo? – disse ela dizendo coma foz baixa ainda com sono.
- Eu... – Me virei e olhei para ela sorrindo sem jeito. – Não sabia que você estava acordada. Ainda é tarde então eu tenho que ir.
Ela se levantou e veio em minha direção. Colando seu corpo ao meu olhando em meus olhos.
- Eu não estava acordada, eu vi você entrando e finge minha dormida.
- Sim. – estava nervoso... Como eu iria dizer? – Eu vim aqui para ti dizer algo.
- Sim.
- Eu não serei demorado, e também e dizer tudo sem... Pestanejar. – nos sentamos á cama se entreolhando. – Eu... Amo você.
Ela sorriu e se aproximou de mim juntando nossos lábios me roubando um beijo lento de demorado. Eu me separei dela á olhando nos olhos. Ele me olhava sem dizer uma palavra.
- Não posso ficar com você. Barbara e outros de meus inimigos ainda estão por ai. E se eles descobrirem que estamos juntos... Iram tirar tudo de nos.
Ela se levantou da cama de costas para mim com os braços cruzados.
- Então por que veio aqui? Para jogar isso em minha cara e dizer que entre nos fui tudo ilusão? – disse ela olhando para mim. Levantei-me da cadeira e fui ao seu encontro colando meu corpo com o dela.

- Tenho medo de perder você Celestia. E eu não quero. Eu ti amo mais não podemos ficar juntos.
Lagrimas saiam dos olhos delas... A minha vontade de chorar era alta, mais não queria demonstrar isso a frente dela.
- Eu pensei que me casaria com você.
- Eu não quero ser rei de Feudsburg, Celestia.
Ela saiu de minha presença e ficou á janela olhando sobre as estrelas azuis. Fui ao seu encontro quando...
- Então saia daqui. – gritou ela olhando em meus olhos. – Saia daqui Lucas. Não vale apena querer alguém que não podemos ter. Pensei que você fosse corajoso. Pensei que fosse homem de verdade.
- Sou homem de verdade. – gritei olhando em seus olhos. – Sou o guardião da luz.
- Palavras são comuns. Você tem que ter o coração do guardião da luz. O coração corajoso, que por tantos males por volta... Ainda é corajoso para vencer o mal e amar. Como seu tio.
- Não ouse mencionar o nome de meu tio Joshua.
- Ele me salvou da morte... Se não fosse ele... Eu não estaria aqui.
Afastei-me dela e me sentei à cama, ela se sentou em meu lado olhando em meus olhos e alisando meus cabelos e os colocando atrás de minha orelha.
- Você tem que se decidir Lucas.
Eu á olhei fixamente e pus três de meus dedos em seu peito acima dos seios á olhando.
- Ele esta aqui... E junto dele eu estou. Certo?
- Sim. – ela me beijou lentamente tirando minhas vestis e me levando para cama com ela. Aquela noite foi como todas as outras conosco juntos.
Há dez anos eu vinha me deitado com meretrizes para às vezes satisfazer meus prazeres. Os sonhos de Theodore realmente abriram minha mente. Depois da morte de meu tio eu nunca mais fui o mesmo... Nunca.
      


 




A surpresa chegada
E a maldição de Barbara
Cap. 3
O amor que eu sentia por Celestia se floresceu por meses. Oito para ser exato. Como o mesmo tempo de gravidez que ela estava. Eu não era o rei de Feudsburg... Mais os guardas me tratavam como um. Celestia estava feliz por estar grávida e eu feliz por ser pai.
O reino estava em paz e muito feliz esperando a chegada de meu filho, já sabíamos que era um menino.
A tarde se aproximou rápida... Ao nosso almoço, teríamos uma visita especial...
Sirius e Eva iriam retornar para Feudsburg, estavam juntos e casados, tinham uma filha de dois anos e um filho a espera em Eva de três meses. 
 Os três chegaram ao castelo vindo em nossa direção. Eu estava de mãos dadas com Celestia. Usava uma longa camisa branca de samurais, mais nada por dentro dela. Usava uma calça preta com botas altas pretas. Celestia usava uma camisa azul decotada detalhada feita com ouros. Usava uma saia curta com um longo, sobretudo azul fechado na cintura para cima e aberto em baixo. Usava longas botas pretas ate a cima do joelho, mostrando um poço de suas pernas, uma coisa que eu não gostava muito de ser exposta para o povo.
- Eu disse que não queria você amostrando suas pernas assim, Celestia. – disse baixinho para que os outros que vinham não perceberem.
- Amor... É só um decote, foi você que me deu lembra.
- Sei mais é exposto demais.
- Você tem ciúme ate com minhas roupas. Lucas. – disse ela rindo baixinho.
- O que posso fazer se eu amo você?
 Eva estava de mãos dadas com Sirius quando o vimos, Thiago estava ao seu lado com a mesma roupa que estava em minha casa. Eva usava um decote tomara que caia marrom, e por baixo um vestido que parecia uma saia longa. Tinha mangas longas azuis aos braços com os cabelos negros presos. Ela nos abraçou e entrou á sala principal do castelo que em volta ficava o jardim. Thiago passou por nos nus abraçando e entrando junto com Eva. Sirius me abraçou forte quando me viu. Usava calças marrons apertada com uma camisa preta de manga ate seu pulmão.
Usava uma capa rasgada ao meio como símbolo da guerra e democracia. Os cabelos ruivos curtos com uma franja quase escondendo seu olho esquerdo.
- Você cresceu garoto. – disse ele enquanto todos estavam á mesa comendo e os serviçais aos lados.
- Obrigado Sirius. –responde. - Acho que foi um elogio isso. não?- disse eu dando risadas com todos.
- E você Eva... Onde esta sua filha? – perguntou Celestia.
- Eu não pude trazê-la Celestia, ela esta com uma amiga minha em Solariuns, onde eu e Sirius estamos morando.
- Quero muito conhecê-la. – disse Celestia. – Aliás, eu tive uma ideia esplêndida. O que acham de todos vocês virem morar aqui no castelo?
O que? Todos? Todos ficaram espantados com as coisas de Celestia dizia.
- Celestia tem certeza que isso é uma coisa boa? – perguntei.
- Mais é claro... Isso se todos concordarem.
- Não precisa Celestia. – disse Sirius olhando para Celestia. – Já temos nossa casa e Thiago esta morando hein...?
Thiago não tinha lugar onde morar, ele estava na casa de Theodore ate arrumar ma casa, meus pedimos para vir morar comigo e Celestia eram diversos, mais todos ele recusava.
- Eu estou na casa de Theodore Celestia. Estou bem lá. – disse ele disfarçando do assunto.
- A casa de Theodore esta caindo pedaços por pedaços. Todos vocês irão morar aqui conosco. E já está feito. Precisamos ficar junto quando... “Vocês-sabem-quem” chegar.
A noite não demorou a chegar, o jantar sim, depois das conversas que tive com Thiago de Sirius sobre suas vidas, todos estavam exaustos. Precisando dormir o mais próximo possível. Dei boa noite para eles e subi para o quarto, assim que cheguei á porta Celestia estava conversando com alguém, a voz não me erra estranha. Só sabia que era a voz de uma mulher, fiquei atrás da porta escutando a conversa.
- O que você faz aqui? – disse Celestia, sua foz estava tremula.
- Eu venho observando você há muito tempo linda, pelo visto tomou o mesmo o meu reino não é, ficando com o grande Guardião Da Luz não é.
- O que você quer Barbara?
Era ela...
- Tenho ódio de você garota. Você tirou meu reino.
- Esse reino nunca foi seu. Você se casou com meu pai e o assassinou sua cobra.
- A única cobra aqui é você sua vaca.
Barbara estava flutuando em volta de Celestia mexendo em seus cabelos longos.
- Soube que você esta grávida, certo?
- Sim estou. Mais isso não é da sua conta.
- É claro, não esta vendo minha barriga?
Barbara ficara em cima de nossa cama com nosso retrato em suas mãos. Celestia não tirava os olhos dela, tinha medo que fizesse algo.
- Por que? Por que você se importa?

- Seu filho vai depender de mim para viver?  - ela se aproximou de Celestia criando unhas aviadas e longas que encravou na barriga de Celestia atingindo nosso filho.
Abria a porta com força, ela me olhou e lancei um raio de minhas mãos em sua direção. Ela foi atingida e escapou pela janela voando. Celestia se sentou a cama sentindo dor e seu sangue caindo ao carpete do quarto, gritei por Eva que correu ao quarto para me ajudar.
- Cuide dela Eva eu vou atrás de Barbara?
- Barbara? Ela estava aqui? - perguntou Eva espantada.
Não dei atenção para ela e corri para baixo gritando por Sirius e Thiago que em acompanharam ate a floresta, com o meu poder, os fiz levitarem para voarmos e corrermos atrás de Barbara sobre a floresta escura... Eu ainda não há via...
A escuridão era penetrante na floresta. Os sons das corujas e grilos enchiam á floresta. Quando notei seu vestido preto correndo pelo chão da floresta, tive que fazer algo.
- Em baixo pessoal. – gritei para que Sirius e Thiago avistassem  Barbara correndo e eles á viram.
Ela era rápida... Corria como o vento, de repente, Sirius apareceu á sua frente com sua espada erguendo á direção dela.
Ela se virou para tentar fugir mais Thiago já estava a sua frente, estava cercada por nos e comigo acima. Das arvores á olhando. Sirius partiu para cima dela usando sua espada como ataque. Ela criou um clone para lutar com Sirius. O clone criava escudos com suas magias e atacava Sirius com uma espada feita por raios elétricos.

Criou outro clone feito por fogo para batalhar com Thiago e se defender de suas flechas mágicas e deixou lutando e fugiu sobre á mata escura, mais eu não pode permitir. Fui atrás dela e quando ela menos esperava... Eu á surpreendi á agarrando saltando de uma das arvores e jogando-a no chão.
Ela se levantou rapidamente, eu não pode ver bem seu rosto, ela usava uma enorme capa azul com os cabelos caídos e molhados.
- O que você fez com minha mulher Barbara?
- O que você acha que eu fiz? – disse ela com sua foz rouca e tenebrosa. Eu ainda não via sua face... Apenas a metade de seu vestido azul longo iluminado pela luz ceia.
- Você deve ter matado ela. Se calçar algo ao meu filho ira se arrepender.

 - Sim, eu causei. – gritou ela se aproximando de mim, estava com uma cicatriz enorme em seu rosto.
- Sua vadia desgraçada.
Eu a ataquei com meus raios e ela usou fogo para se defender... Nossas magias se colidiam a cada partida. Ela flutuava e me atacava com tudo o que tinha e eu o mesmo fazia, eu a prende com raízes que saiam da mata, ela não poderia se mexer. Estava totalmente presa as raízes. Estava com os braços abertos e um galho de rosa repleto de espinhos circulava seu pescoço e á ferindo lentamente.
- O que você fez? Por que vez isso? O assunto é entre nos nãoCelestia sua vaca. – eu estava nervoso, poderia mata-la ali agora mesmo.
- Ela tomou o que é meu... Agora irei tomar o que é dela. – disse ela falando baixinho tentando se livrar do dor dos espinhos.  
- Nada lá era seu, sua vaca filha da puta. – gritei. – Minha mulher está morrendo por sua culpa e isso não vai ficar assim, você também ira morrer.
- Nada disso. Quando seu filho morrer... Chame-me para o enterro. – ela sumiu como fumaça negra, e a raiz que estava morreu e derreteu como acido.
Eu á perde... Agora eu não sabia o que iria fazer, eu sabia que algo de ruim iria acontecer. Não queria perder Celestia e muito menos meu filho.
Salvei Thiago e Sirius presos pela magia de Barbara e juntos corremos para casa á noite. Os guardas estavam de prontidão, arqueiros e guerreiros apostos para o pior, eu os acalmei quando passei por eles. Entremos no castelo e ele estava vazio, fomos correndo ate o quarto de Celestia. Chegando lá, ela estava sangrando com meu filho aos braços repleto de sangue, Eva tinha feito o parto e também estava presente ao quarto.
Eva nus tirou do quarto e descemos ate a sala principal do castelo para podermos conversar. Eva segurou a Mao de Sirius e Thiago desceu primeiro e eu logo atrás.
- Como foi à luta? – perguntou ela olhando em nossos olhos.
- Tivemos... Dificuldades. – disse Thiago olhando em meus olhos.
- O que ouve com Celestia, amor?  - perguntou Sirius olhando-a fixamente.
- O parto foi normal... Mais enquanto fazia o parto, eu senti uma coisa das trevas presente em Celestia. – disse ela olhando para todos confusa. – As garras penetradas por Barbara á barriga de Celestia causarão ma coisa que... É horrível.
- O que é Eva? – perguntei.
- Barbara lançou uma maldição em seu filho, Lucas.
  Eu não poderia acreditar...
- Como assim? – perguntei confuso e com medo.
- A maldição está em seu filho... E ele... Ira morrer logo Lucas...
Não pode ser... Não pode ser...
- Mais isso é horrível, você pode resolver não é Eva? Você  pode não pode? – perguntou Thiago.
- Se eu pode-se... Já faria Thiago. Temos que encontrar um bruxo, e ele dirá o que fazer.
Todos se entreolharam... Eu estava quase desmaiando só de pensar em perder o único filho que tenho. Sentimentos para mim às vezes não existe... Mais um que sempre habitava meu coração era este... Tristeza.
- Onde encontraremos um bruxo então? – pergunto Sirius.
Os magos não poderiam resolver algo que era totalmente das trevas... e este assunto era com certeza das trevas... Eu não queria perder minha família e faria de tudo para não perdê-los... Nunca os perderei...
- Eu sei de um. – disse eu pensando em uma pessoa que resolveria nosso problema... Mais era arriscado demais.









A ajuda do ex-inimigo...
Cap. 4
Ele ainda estava morando em Feudsburg. Depois de minha luta com Barbara há dez anos... Ele fugiu porque sabia que a luta não era dele. Era solitário e estava planejando sair da cidade... Uma de minhas coias á fazer era colocar minhas mãos nele e prende-lo de fez. Mais ele era a única salvação que tinha.
Os guardas o pegaram e o trouxeram ate mim encapuzado. Eu estava a sua frente... Os guardas o pegaram e o colocaram sentado em uma cadeira de frente para a minha.
Seus cabelos lisos e longos azuis estavam soltos sobre sua roupa. Usava uma camisa azul de manga com luvas douradas e uma calça preta escondida por uma sobre tudo de mangas enormes e fechado da cintura para baixo.
Os guardas tiraram o capuz de sua cabeça, ele olhou fixamente para mim, para a mesa que nus dividia e os outros que estavam na sala de negócios. Sirius junto á Eva sentados ao safa, Thiago sentado na mesa perto dele, e Celistia com nosso filho aos braços sentada atrás da mesa ao meu lado.
- Olá Anthony. – disse eu olhando aos olhos dele.
- Ola. – Anthony percebeu que estava preço á algemas. Olhando para elas.
- Não adianta querer se soltar, essas algemas são contra magias, da luz ou trevas. – disse Eva atrás dele, olhando em seus cabelos.
- Eu não iria me soltar. – disse ele muito calmo para meu gosto. – Prometo. O que querem de mim? Posso saber?
- Precisamos de sua ajuda. – disse Celestia.
- Anthony... – disse eu calmamente ainda olhando fixamente aos olhos dele. – Você esta sendo procurado pela cidade inteira... Eu não tenho medo de prender você. Alias você foi cúmplice das coisas ruis que aconteceram em Feudsburg. Você deveria ser preso agora mesmo.
- Eu não lutei contra vocês. Eu só queria uma coisa... O amuleto era tudo que e u queria.
- Devia ser. Mais eu não prenderei você... Eu preciso muito da sua ajuda Anthony. Ninguém pode me ajudar, não conheço nenhum bruxo.
- Isso é tão peculiar... Bruxos são aqueles que são das trevas e magos são aqueles são da luz. Nossa.
- Não podemos reclamar... Fomos feitos assim.
- Tem razão. – disse ele com deboches.

- Vai nus ajudar ao não?
-Eu quero saber qual é a ajuda.
- Meu filho esta amaldiçoado por uma bruxaria de Barbara.
- Barbara? Ela retornou? – perguntou com duvidas.
- Sim. E eu preciso que ajude meu filho. Por favor, sei que você sabe uma cura... Uma cura para isto.
- O que ocorreu de fato? – perguntou ele.
Explicamos com mínimos detalhes para que Anthony pode-se resolver nosso problema... Eu e Celestia estávamos ansiosos para que isto não seja uma coisa ruim. Fomos para a sala principal de Celestia, vexamos as janelas e deixamos o quarto repleto de quadros, cristas, vasos e uma estante repleta de livros ao escuro. Com luz de velas para fazermos o ritual.
Todos estavam envolta da mesa de madeira de mãos dadas, Celestia, Thiago, Sirius, Eva e eu olhando para Anthony que estava no meio de nos pondo meu filho em cima da mesa sobre um lenço preto de veludo.
- Vexem os olhos e digam sem parar as palavras... ”Quero que o oculto apareça”.
- Quando começamos? – perguntou Sirius.
- Quando eu mandar... – responde, segurando meu filho e o levitando sobre o ar.
Meu filho olhava em meus olhos fixamente. Era o meu príncipe e tudo que me importava.
- Agora. – gritou Anthony.
Quero que o oculto apareça, Quero que o oculto apareça, Quero que o oculto apareça, Quero que o oculto apareça, Quero que o oculto apareça.
Todos diziam ao mesmo tempo.
O chorou de meu filho era ouvido por todo o quarto. Os móveis começavam a se mover com frequência e rapidamente. Um vento frio surgia pelo quarto, às janelas abriam e as cortinas eram jogadas pelo telo a força do vento.
Estávamos com os olhos vexados e dizendo as palavras mandadas por Anthony. Quando tudo de repente parou, ate nossas vozes.
Anthony olhava para os lados sem se mexer. Estava nervoso e tudo ao quarto estava bagunçado.
- Foi mesmo Barbara que fez isso? – perguntou ele ainda com suas mãos levantadas.
- Sim foi ela. – disse Celestia tremula.
- Eu preciso falar com você Lucas. – disse eu saindo da sala e deixando meu filho em cima da mesa.

Todos saíram da sala, Celestia pegou nosso filho em seus braços e o levou para fora junto conosco.
Todos estavam na sala principal do castelo, enquanto eu conversava com Anthony ao jardim. O sol estava baixo para o verão, os guardas faziam as vigias em todo o castelo.
- Eu vi tudo com aquele ritual que fizemos.
- Sim. O que descobriu? Meu filho vai ficar bem não é? Você vai poder cura-lo não é?
- Bem. Você quer que eu seja franco?
- Sim.
- Seu filho vai morrer em menos de dois meses.
- Ok? – não dava para acreditar. – Como assim? Eu não sabia que era grave. Ele ira mesmo morrer?
- Tem um jeito de salvá-lo. – disse ele olhando em meus olhos.
- Mais como?
- Bem. O poder de Barbara é forte demais ate para mim. A única coisa que queria era o amuleto, e como eu seu um bruxo que entendo tudo sobre magia. O amuleto iria me ajudar sempre que pode-se.
- É isso. O amuleto... Theodore me disse antes de sua morte que o amuleto tem três desejos especiais, somente três e pode realizar o que você quiser. O amuleto salvara meu filho.
- Não. Quando você disse do amuleto eu... Também pensei que resolveria mais... Depois do ritual que fizemos. O amuleto não pode ti ajudar, Lucas. Quando você me disse aquelas coisas sobre seu filho eu pensei que o amuleto resolve-se. Mais...
- Ta me dizendo que vou ter que assistir meu filho morrer?
- Tem sempre uma solução.
Eu o olhei fixamente. Esperava que disse-se algo para que o meu filho seja salvo.
- Lembra-se da historia das espadas de Ytivaus Sogolf dada aos filhos?
- Sim... Lembro-me, claro. As espadas que ele de aos filhos. Os dois filhos de Ytivaus morreram em um incêndio mais Theodore foi o único que sobreviveu. Mais ele não quis as espadas, pois já era um mago como o pai. Por tanto, ele deixou as espadas para que o verdadeiro herdeiro possuísse-as. Mais por que a pergunta? O que isso tem aver com meu filho?
- Bem. As espadas tem um poder que só elas curarão seu filho. E também o herdeiro tinha que ser uma pessoa que fosse filha ou filho de Theodore.
- Sim mais... – eu não pude acreditar? Era isto mesmo? – Theodore tinha um filho?
- Sim. E esse filho é o herdeiro de Ytivaus Sogolf.
- Nossa. Então eu já sei o que fazer. Precisamos das espadas, certo?
- Sim, mais também precisam do herdeiro delas. Só ele poderá salvar seu filho em troca de poder definitivo
- Como assim?
- As espadas carregam com elas o poder infinito, o herdeiro terá o poder de Theodore e também será o melhor espadachim que existe.
- Nossa. – minha sorte de ajudar meu filho foi se desanimando. – Eu não vou conseguir salvá-lo. Ainda mais se eu não conhecer o herdeiro. Ele vai querer o poder com certeza.
Anthony fitou Celestia e Eva saindo da sala com meu filho em suas mãos. Thiago e Sirius saíram logo atrás delas.
- Se foi o herdeiro for mesmo à pessoa que você conhece... Fará a coisa certa. Disso eu não tenho duvidas.
Ele me deu as costas saindo do castelo acompanhado pelos guardas.
Tudo que foi conversada entre mim e Anthony já estava em pensamentos de Celestia, Sirius, Thiago e Eva. Nos não tínhamos outra opção. Tinha que viajar para o desconhecido e em fim salvar meu filho. A única coisa de que não comentei a ele, foi sobre a escolha que o herdeiro de Ytivaus teria. Isso queria deixar fechado a sete chaves. Anthony me dera m mapa que nus teleportaria para cada lugar onde estariam as espadas, para nus facilitar.
A hora é esta... Ir. Conseguir as espadas e salvar meu filho... Deus nos abençoe.

A viagem
Cap. 5
Á manha de domingo, foi lenta para que pudéssemos estar prontos para o que iríamos enfrentar. Eu, Thiago e Sirius estávamos prontos para partir, Eva ficaria com Celestia para cuidar de nosso filho, e com as coisas da ex-gravidez.
Anthony apareceu ao castelo para nus despedirmos. Nus entregou uma caixa de madeira media com coisas frágeis. Nus dissera que tudo o que precisaríamos na viagem, estava na caixa de madeira. Tudo.
Estávamos vestidos como samurais, apenas com algumas armaduras e os cabelos pretos. Sirius tinha feito sua barba, e Thiago deixara melhor seus cabelos soltos.
 Nossos cavalos estavam a porta do castelo, todos estavam ao portão, esperando por mim á conversas. Pegamos tudo o que tínhamos que levar, minha espada de um dos objetos da luz, o escudo que Theodore me dera, e as coisas de Sirius e Thiago que já estavam com ele.
Eu estava ao salão principal com Celestia, ela vestia um vestido branco longo com mangas longas e sua coroa de rainha, estava abraçada a mim olhando em meus olhos.
- Vou sentir sua falta. – disse ela com um olhar sorridente.
- Eu também querida. Eu tenho uma coisa que quero ti entregar.
- O que é? – ela deu gargalhadas lentas.
Entreguei a ela, o amuleto de Theoden... Ela o olhou fixamente. Era lindo com as corrente grandes demais e o pingente, formato de uma bola mudava sua cor todos os dias, desta fez, a cor em cessão era o vermelho.
- Amor... É lindo, muito lindo.
- Sim, eu sei. Ele é seu, querida.
- O que? – espantada, ela olhava em meus olhos. – Mais querido, ele é o amuleto, pertence a você, como espada de Aragorn e o cajado de Gandalf.
- Sim eu sei. Mais ele ficara mais assegurado em suas mãos, o cajado tem poder ainda. E esta em sua pose. Esta em nosso quarto.
- Mais não sei como usa-lo.
- Pense no que quer que ele faça que ele fará.
- Eu tenho medo de perder você.
- Você não ira me perder.
- Promete que ira voltar? Promete que trará as espadas? Promete que trará o herdeiro de Ytivaus? Você promete querido? – Celestia foi à única pessoa que de contei tudo o segredo, “sobre a parte da escolha que o herdeiro teria”.
- Sim querida, pelo nosso filho, eu juro que trarei.
Ele me beijou lentamente, o beijo foi um pouco forçado, estava com medo que nunca mais me beijaria de novo. Eu á a amava tanto, e no momento em que estávamos à importância era voltarmos vivos e salvar meu filho. Era o que deveríamos fazer.
Fomos para o portão do castelo, eu encontrei com Anthony a porta que me entregou um pedaço de pergaminho velho. Sabia que algo escrito ali, deveria ser algo estranho.
- Ás traga, Lucas. – disse ele olhando em meus olhos sorrindo.
- Sim. Se não fosse por você Anthony, isso não estaria acontecendo.
- Sim. Salve seu filho.
Montamos a cavalos e partimos para o desconhecido, enquanto caminhávamos a celebração da cidade era grande. Crianças com confetes e animações nas ruas. Correndo com velocidades ao alto, e nossas cabelos ao vento, eu não sabia para onde irmos, mais o mapa nus dava a direção para caminhar em frente. Nossa próxima parada era o lago de Bringslov, eu não o conhecia, mais sabia que ali seria o nosso ponto de partida.




Plano A: Seguirmos o mapa
Cap.6
Nossa caminha foi longa... Ao chegarmos ao lago, à noite, ele era repleto de folhas de uma arvore longa. Estávamos pensando se fomos mesmo para o lugar correto. Thiago se sentou á grama de folhas velas. Uma onda do lago que se transformou em muitas ondas, foi se transformando em um redemoinho ventoso, não podíamos escapar dos ventos que nus puxavam. Meus poderes não davam soluções, ficamos molhados a cada segundo sendo engolidos pelo lago. Thiago gritava alto para poder se livrar do redemoinho, nossos cavalos também estavam sendo engolidos e um deles com uma força absurda bateu com pata em minha testa e desmaie á água.
   Meus olhos se abriram com força. Estava fixado ao céu azul, eu ainda estava com minhas coisas, olhei para os lados e Sirius estava de pé acordando Thiago. Estávamos em um tipo de deserto. Com montanhas ao longe, e reias pelo chão.
- Onde estamos Sirius? – me levantei devagar olhando em seus olhos.
- Eu não sei. Mais olhei para o mapa só por segurança. Estamos perto de achar as três espadas. E ruim e como fomos para casa, isso me preocupa.
- Quer dizer... – disse Thiago se levantando – Que estamos em algum tipo de submundo como o que Theodore, nus mandou?
- Eu acho que sim. – disse Sirius.
- Então o que faremos gente? – perguntou Thiago.
- Vamos seguir em frente. Seguir o mapa.
Continuamos a seguir o mapa, montados em nossos cavalos. Continuamos em fim cavalgando ate a primeira espada.
Como dizia o mapa... A primeira espada era a espada de terra, não sabíamos o que aconteceria, estávamos com medo e algo parecido... O mapa nos dirigia para todas as espadas, encontraríamos cada um por vez, o eu sentia que o ruim ainda viria.
A caminhada foi longa. E a noite já tinha chegado, segundo o mapa, a espada estava dentro de uma caverna. Chegarmos á porta caverna escura... Os ventos eram fortes, a lua cheia iluminava a caminhava que ainda tínhamos que fazer. Deixamos nossos cavalos à frente da floresta, Thiago ficou cuidando deles para que não fujam. Entrei á caverna com Sirius, estava escura e molhada, usei meus podres de fogo saindo de meus dedos para que ilumina-se a caverna.
 Tinha avistado a espada. Estava encravada ao chão da caverna. Meu olhar se entreolhou com Sirius, sorrimos por achar as espadas e vamos pegá-la.
Assim que tirei a espada do chão... A caverna tremeu, e em pânico corremos para fora da caverna. As pedras estavam caindo quase acima de nos.
- Nossa... O que vocês fizeram? – perguntou Thiago olhando a caverna cair em ruínas.
- Foi estranho, assim que retiramos a espada ela começou a cair em ruínas. – disse Sirius. – poderiam ter morrido ali mesmo, Lucas.
- Eu sei. – nada nos poderia abalar agora... Deveríamos continuar... Isso só foi o começo. – Vamos acampar aqui essa noite, amanha a próxima será a espada do céu.
  
Á madrugada foi demorada para que a insônia decida continuar mandando em mim. Enquanto Sirius e Thiago dormiam... Eu pensava em todas que ainda estavam em Feudsburg. Pensava em meu filho, minha esposa, Eva, a ajuda de Anthony, e em minha cidade... Por mais de todos... A pessoa que eu ainda não esqueço e nunca esqueceria, era meu tio Joshua. O pior é que não pode dizer um “adeus, filho”, ou então um “tome cuidado, tenho orgulho de você”. Eu o amava mais que tudo nesta vida. Aposto que sentiria orgulho de mim por ser pai. Mais agora, meus pensamentos estava ligavam a meu filho, como toda essa correria ainda não conseguimos dar um nome á ele.




 Na manha... Acordamos cedo e abrimos a caixa de Anthony. Thiago pegara o mapa que deveríamos seguir, e dentro da caixa havia três frascos de algum liquido. Não sabiam como usar a tal coisa. Ainda dentro da caixa, havia um pedaço de pergaminho longo. Dava para se ver que era uma carta. Uma mensagem de Anthony, ou Eva, não sei.
Tínhamos avistado o pico, era alto e parecia perigoso. O plano era... Eu voar ate lá e pegar a espada em segurança.
- Já sei o que temos que fazer.
- Eu já sei. – disse Sirius olhando para o alto do pico tampando o rosto do sol com o braço. – Você me leve junto, Lucas. Precisa de ajuda para pegar a espada.
- Por que sempre tem que ser você, Sirius? – disse Thiago. Olhando para ele.
- Porque eu sou mais esperto e sei ajudar bem o Lucas.
Os dois se entreolharam com raiva.
- Lucas é o meu melhor amigo. Eu também deveria ir. Ainda não fiz nada. – disse Thiago, irritado.
- Tudo bem. Tudo bem. – gritei. – Sirius. Tome contas das coisas enquanto vou com Thiago buscas as espadas. Tudo bem?
- Tudo.
Deixamos as coisas á mãos de Sirius e segurei a mão de Thiago com a minha mão esquerda. E levitei junto com Thiago ate o pico alto. Foi demorado... Ele era muito grande. As nuvens e os ventos o tampava de nossas vistas assim que finalmente chegamos, não foi difícil de achar a espada. Parecia como uma katana, com um desenho de uma água de fogo á espada.

   
 O estranho barulho de bater de asas vinha de trás de nos. Fênix negras de fogo vinham em nossa direção. Elas rodeavam o pico alto e alguma delas tentava nos atacar.
- Thiago. – gritei. – pegue a espada, eu cuido das fênix.
- Sim.
Thiago tentava retirar a espada da rocha. Eu lançava bolas de fogo nas fênix, algumas conseguiram morrer, outras ainda continuavam vivas.
- Pronto – gritou Thiago. Em fim retirou a espada da rosa, uma das fênix pegou de sua mão segurando em sua pata. E voou em caminho para longe.
Fui atrás dela sobre voando o alto para em fim pegar a espada. Eu a recuperei depois de lutar contra a fênix. Voei ate o pico, segurei a mão de Thiago e fui em direção a Sirius.
As fênix nos seguiam fixamente como raios. Entreguei a espada nas mãos de Thiago e o lancei ao chão. Virei-me e criei uma onda de fogo, destruindo todas as fênix. De uma só fez.
Estávamos um ao lado do outro. Com nossos corações nervosos e sufocantes. Olhando para os corpos queimados e negros das fênix.
- Eu assiste tudo. Bom trabalho Thiago. – disse Sirius, irônico.
- Cala a boca, Sirius. – rebatel, Thiago.
- Bem gente... E agora... Qual é a próxima missão? - perguntei
- Temos que pegas a espada da água. Que fica no fundo do mar. – disse Sirius.
- Ótimo... – disse eu. – Vamos acampar em algum lugar. Amanha procuraremos a espada.
Revelações do herdeiro.
Cap. 7
Á noite chegou mais rápida do que esperávamos... Acampamos perto do lago onde teríamos que achar a espada. A lua minguante era linda perto das estrelas azuis e brilhantes. O vento soprava contra nos e nossa fogueia estava quase sendo pagada. Como sempre eu não conseguia tirar minha atenção em meu ficho e em minha esposa. O livro os três mosqueteiros não conseguia tirar minha atenção.  A historia e sinopse eram fascinantes... Mais o que eu queria neste momento... Era ler os olhos de Celestia... Ler quando suas mãos me tocavam, ler sua pele, seus cabelos e seu cheiro de rosas brancas.
Ela era tudo o que tinha em vida minha vida...


Levantei-me a madrugada enquanto Sirius e Thiago ainda dormiam, olhava para os céus fixamente. Para a estrela que eu sonhava em trazer para Celestia um dia.
 Não tire ele de mim, senhor... Por favor... - Disse em meus pensamentos. Eu lutava para não chorar, só ao fato de que perderia meu filho as lagrimas de mês olhos decidiram não mais me obedecer. Sequei as lagrimas com minhas mãos geladas. E continuei olhando a vista e apreciando o lindo céu criado pelo criador.
- Ele é lindo não é mesmo? – passos se aproximavam de mim... Thiago se aproximara de minha presença lentamente. Com os cabelos desmazelados e com a roupa amarrotada.
- Sim. Foi nosso pai que o criou. – responde seco.
- Algum problema Lucas? – ele estava ao meu lado olhando em meus olhos.

- Tenho medo Tiago.
- Não é o único.
- Entendo. Mais e se não conseguirmos? E se não... – ele me segurou pelos braços olhando em meus olhos. –Acalme-se... Tudo ira ficar bem Lucas. – ele foi me soltando aos poucos.
Libertei-me de suas mãos olhando para os céus pensando que deveria contar a verdade a eles... Mias cedo ou tarde também deveria contar á Sirius.
- Eu ainda tenho medo... Não é tão fácil.
- É sim Lucas. – ele usou suas mãos como gestos ainda olhando para mim... – Só temos que pegar a ultima espada, beber o liquida de Anthony e sair daqui.
Ele sorria com animação... Pensara que tudo se revolvesse assim... Mais ele estava errado, e o pior é que não sabia que estava errado.
- Não... Depois da espada tem algo mais importante que temos que fazer...
- Sei... Sair daqui. – disse ele ao som de risos quando falou.
- Não Thiago... Não brinque, por favor. – gritei.
- Então o que é Lucas?
Eu me calei... Não sabia como dizer...
- O que é Lucas? – ele perguntou mais uma fez... Desta fez mais impacientes.
- Temos que encontrar o herdeiro de Ytivaus Sogolf.
- O que? Pra que? – ele se espantou olhando em meus olhos.
- Só ele poderá curar meu filho.
Thiago me olhou fixamente... Estava quase pulando em cima de mim par ame matar.
- Você não nos contou nada... Sobre isso.
- Eu sei mais... Uma hora eu deveria contar mais... Temos que achar o herdeiro por que ele vai usar as espadas como magia para curar meu filho.
- Como assim Lucas?
- Anthony me dissera que só existe um herdeiro das espadas de Ytivaus já que seus filhos estão mortos... E esse herdeiro terá que escolher entre o poder definitivo que “que é o mesmo de Theodore” ou salvar meu filho.
Ele não me mexeu... Continuou ali me fitando como nunca tinha feito antes... Tinha medo do que poderia fazer. Eu sei que eu estava errado.  Mais não pude deixar a mentira levar...
- Você é louco Lucas?
- Thiago...
- Você é louco, droga
Ele estava irritado comigo e também com medo. Franziu o cenho olhando em meus olhos.
- Você acha... –disse ele em voz baixa. – Você acha mesmo que... Depois da espada e tudo... Teremos que em fim procurar o herdeiro de Ytivaus e fazê-lo escolher entre o poder definitivo e salvar o seu querido filho?
- Thiago... Talvez ele.
- Não Lucas... Se ele tiver que escolher entre poder ou salvar alguém, é claro que ele escolherá o poder Lucas. Nos não temos escolha.
- Temos sim. Podemos obriga-lo.
- Sim. Mais Lucas, você deveria contar isto para nos antes. Eu Sempre admirei sua coragem... Mais as vezes você é muito burro. Fomos ate o submundo juntos, buscamos os objetos da luz juntos,lutamos contra Barbara juntos.
 - Sim... O que faremos então?
- Temos que pensar em como encontraremos o herdeiro... Mais amanha pensaremos nisto. Por enquanto vamos dormir... E amanha acharmos as espadas.

Na manha em que acordamos... Já estávamos dispostos para pegar a ultima espada. A fogueira estava apagava... O céu voltar a ser azul claro, as estrelas  sumiram,Os ventos frios tinham se transformado em ventos mandados pelo sol.
Pegamos tudo e montamos a cavalos para irmos em direção ao lago onde estaria a espada de Aragorn.
A katana de Flaming e a espada de Guth já estavam em nosso domínio.
Ela era a ultima depois de contar tudo a Sirius. Thiago me olhava do mesmo jeito que meu tio Joshua me olhava quando eu não lavava a lousa e ou quanto ele estava irritado comigo.
Sirius não nos olhava assim que saiamos à procura da espada, estava à gente de nos que finalmente achou o lago.
- Achei. – o lago ficava aproximadamente de um bosque. – Vamos arrevesar o bosque e ir ate o lago.
 Atravessamos o bosque a cavalos. E quando chegamos à maré do lago, descemos dos cavalos e os amaremos das arvores.   


 -E então? Quem vai pular no lago e pegar a espada? – disse Sirius olhando para o lago.
- Eu vou. – me habilitei. – Cuidem dos cavalos. Vou pegar a espada e trazê-la.
- Tem certeza que preferi ir sozinho? – perguntou Thiago, segurando meu braço.
- Sim. – responde.
Tirei minhas roupas e fiquei apenas com minha veste de baixo. Prende os cabelos e entrei ao lago... A água era um gelo forte. Quando entrei totalmente ao lago... Nadei profundamente ate achar a espada, a água era um pouco suja com folhas mortas nadando sobre o lago... Eu ainda não encontrava a espada, continuei a nadar ate acha-la. E quando menos esperei ala encravada na areia do lago, fui ao seu encontro e um corpo estava a segurando em suas mãos...

Era uma mulher... Loira e com a cabeça baixa e ajoelhada sobre o fundo do lago. Segurei a espada em minhas mãos tocando as mãos dela. Ela não se mexeu em momento algum. Eu puxava a espada mais ela segurava em suas mãos... O fôlego e a respiração em baixo d’água esta se acabando. Colocava minhas mãos em meus lábios e nariz para tentar prender as ultima respiração... A mulher parecia estar viva, pós não soltava de maneira alguma a espada. Ela olhou fixamente para mim... Era linda com seus cabelos em movimento no balanço da água.
Tinhas olhos verdes fixos e seus seis eram fartos e lindos. Ela não usava pernas, sua calda longa de peixe alisava minhas costas.


Meu sonho era ver uma sereia. Muitas outras se aproximavam de mim... Cada uma com um rosto mais lindo do que o outro, ruivas, morenas, loiras, negras... Todas se aproximavam saindo da escuridão no fundo da água. Em volta de mim, elas eram muitas, olhava para todas. A sereia que estava a minha frente, beijou-me lentamente. Seus sábios eram doces com gosto de frutas que eu nunca havia provado antes. Foi o memento em que me esquece de Celestia e me concentrará em seus olhos. Assim que me largou eu poderia respirar de baixo d’água tranquilamente. Me sentia vivo e relaxado... Assim que olhei para uma das series que estava encapuzada. Era ela a única ali... Assim que retirou o capuz, era Barbara... Olhando em meus olhos fixamente com seu sorriso maléfico e sarcástico que eu odiava. A sereia a minha frente mostrou a garras com a cara de monstro marinho e tirando um tridente das costas.
Tentei nadar para a margem já com a espada em minhas mãos... As serias me seguraram e deixaram meu peito exposto para que o tridente pudesse matar-me... Seguraram minhas pernas e braços... E eu não conseguia me soltar... Meus poderes não estavam me obedecendo, consegui soltar uma das mãos e a fechei-a ainda ao lago. O estouro da água for forte... As serias me soltaram usei meus poderes para nadar como águia ao ar. Nadei rapidamente coma a ajuda de meus poderes, as sereias ainda viam atrás de mim. Quando estava perto da margem, pulei para perto dos rapazes caindo de costas na grama e respirando rapidamente.
- O que aconteceu lá? – perguntou Thiago, me levantando da grama e me entregando uma toalha para que me secasse.
- Barbara. – eu estava ofegante. – Barbara estava lá em baixo, foi ela que criou as... As...
Uma das sereias pulou para nus atacar, Sirius rapidamente usou a espada e a cortou ao meio enquanto ela estava ao alto. Ela caiu à grama morta com sua calda ainda tremula.
- Sereias. – disse Sirius. – Isso é... Impossível.
- Totalmente. Sereias não ficam em lagos. – concordou Thiago.
Uma das sereias pulou do lago para a grama... Ela olhava para nos fixamente, sua calda sumiu estando em contato com o terrestre e suas pernas brancas e coxas fartas pareceram como mágica. Era ruiva e linda. Sirius foi ao seu encontro com uma adaga em mãos apontando para a sereia tremula.
- O que você quer? Porque esta aqui? Quer morrer agora ou mais tarde? – disse ele com ignorância.
- Por favor... Eu não sou quem vocês pensam... Juro. – disse ela totalmente nua com folhas coladas em seu corpo.
- Não Sirius. – disse olhando-a fixamente. – Ela pode nus ajudar a final.
- Sem contar o fato que é... Extremamente linda. – disse Thiago olhando-a com carinho e adoração.
- Todas as sereias são lindas. – questionou Sirius. – Elas matam você sem consideração. É isso o que fazem.
- Vamos menina... – gritei. – Diga. Por que Barbara estava lá em baixo? Porque vocês tentaram me mataram.
- Quem é Barbara? – respondeu ela.
- Não se faça de inocente sua meretriz imunda. – gritou Sirius.
- Ei Sirius... – disse Thiago o olhando fixamente. – Se acalme com ela ta.
Sirius o olhou fixamente, detestava ser protestado pelo certo. Ele estava com odeio... E o seu odeio estava em Thiago e logo depois iria parar em mim.
- Eu juro... – disse a sereia lentamente. –Eu nãos ei o que estava acontecendo de fato eu... Só me lembro de que eu estava no mar e algumas sereias estavam sendo conduzidas por uma mulher de cabelos pretos e capa negra na água... Eu os segui do mar ate aqui ao lago. Quando percebe, você estava lá com elas... Mais elas não eram as mesmas... Algumas Sereias são assassinas, outras não. – ela explicou.
- Então porque usam o seu canto para hipnotizar os homens?
- Porque queremos ver os homens mortos por destruírem a nossa natureza. – disse ela lentamente.
- Eu não consigo mais voltar para a casa, essa tal de Barbara deu habilidade com as pernas para todas nas, e ás hipnotizou mais eu sei como me libertar. Mais agora não posso mais andar.
- E o que você quer da gente? – perguntou Sirius.
- Preciso ir com você. Percebi que estão a cavalos então...
- Claro que poderá vir coma gente... – disse Thiago sorrindo para ela.
- Cale-se Thiago. – gritou Sirius. – E então Lucas? É uma boa ideia ela vir conosco?
Olhamos para ela... Todos ao mesmo tempo. Não sabíamos se seria uma ideia leva-la conosco. Mais se ela fica-se aqui iria morrer. O lago não era suficiente para ela. Ela precisava da água do mar.

- E então? – perguntou.
- Vamos leva-la... – disse. – Mais na primeira traição que você fizera, matamos você sem piedade.
Ela nos olhou fixamente com medo em seus olhos. Thiago retirou sua camisa longa e pós á sereia para que conseguisse pelo menos esconder seus seios e a parti de baixo de seu corpo.
 Ela não conseguia andar... Thiago a levou em seus braços ate o cavalo. Á colocou sentada e subiu a sua frente á cavalo. Sirius e eu já estávamos montados e caminhando não muito rápido dali.
Enquanto caminhávamos, Sirius ficara de olho na sereia e tinha medo se ela atacaria de novo. Ele olhou para mim se aproximando de seu cavalo ao meu.
- Onde vamos deixar esta sereia, Lucas? – perguntou ele olhando em meus olhos. – Temos que ir embora... Já conseguimos tudo o que queríamos.
- Ainda não. – disse.
- Como assim?
- Ainda falta mais uma coisa...
Ele me olhou fixamente. O expliquei tudo o que tinha dito para Thiago. Ele me observou e quase me matou com uma adaga.
- Quando planejava me contar tudo isto, Lucas?
- Eu não sabia ainda... Iria contar tudo a vocês logo, logo...
Avistado uma floresta próxima... Parecia ter frutos para nos alimentarmos, estávamos com fome e sede... Descemos dos cavamos e andamos a pé. A sereia ainda permanecia no cavalo, andamos alguns minutos e encontramos uma cachoeira linda... Parecia muito com a que tinha em Feudsburg. Atrás da casa do Theodore.  
Chegamos perto da cachoeira e Thiago levou a seria ate a cachoeira para que se sinta bem a água. Ela mergulhou fundo e sua calda não demorou a aparecer.
Ela não deu mais sinais quando mergulhou... E quando menos esperamos, ela se levou da água girando o ar, fazendo que os respingos das águas caíssem sobre nos.
- E então... – perguntou Thiago tirando a roupa para cair na água gelada. – Qual é mesmo o seu nome?
Ela sorriu... Olhando fixamente aos olhos de Thiago.
- Eu me chamo Celina... E sou de água doce.
Acampamos ao bosque que ficava ao lado da cachoeira... Era lindo, claro, não podia negar isso. Tudo era verde: as árvores, os troncos cobertos de
musgo, os galhos pendurados formando uma cobertura, o chão coberto com plantas. Até mesmo o ar ficava meio verde ao passar pelas folhas.Sirius observava Thiago mergulhando e conversando a risadas com a nua sereia.
- Acho que ele gosta dela. – disse, com olhos na conversa dos dois. – Não é mesmo?
- Não sei... Todas as sereias são falsas e mau-caráter.
- É obras de Deus Sirius. Não podemos questionar contra isto.
- Obra de Deus? – ele se levantou e guardou o livro que estava lendo. – Deus não existe, Lucas.
- Não diga isto Sirius. Se ele não existe, nos não existiríamos.
- Se ele existi-se mesmo... Seu filho não estaria com essa maldição maligna.
- Eu odeio quando diz essas coisas.
Ele me olhou fixamente, se sentou a arvore caída bebeu um pouco de água do cantil de couro. As gotas passaram por sua barda ruiva.
- Vamos parar de discutir e pensar... Como acharemos o herdeiro de Ytivaus?
- Eu ainda não sei. A carta de Anthony só me dizia que o herdeiro esta... Mais próximo do que imaginamos...
- Ótimo – disse ele irônico. – Agora é só procurarmos esse maldito cara.
- Não se preocupe... Vamos acha-lo.
  A noite chegou com presa... Enquanto dormíamos... Eu estava os risos das falas de Thiago com a nossa... “viajante amigável”. Sereias não são confiáveis. Isso, todo mundo sabe. Mais eu estava me enganando em relação á ela, e Thiago estava finalmente se apaixonando...

No dia seguinte... Acordamos para em fim buscar o herdeiro. Seria difícil fazê-lo escolher entre o poder infinito e salvar a vida de uma criança.
- Deixa que eu cuide de levar as espadas... – Disse Sirius pegando-as á mãos.
As espadas começaram a brilhar nas mãos de Sirius. Foi surreal. Sirius as largou e elas se encravaram ao chão, uma do lado da outra. Uma luz forte branca dominou o locou onde estávamos, parecia o sol.
Uma voz estranha começava a dizer coisas. A voz saia da luz.
Finalmente... Finalmente encontramos o herdeiro sumido. Parabéns menino. Você é o herdeiro de Ytivaus Sogolf. E terá que escolher entre o poder definitivo e salvar a vida do filho de seu melhor amigo.
Terá uma eternidade para escolher... Mais terá que escolher somente uma coisa ou outra.
 
A foz se calou. Todos ficaram paralisados e perplexos. Sirius olhou para nos sorrindo e com admiração. Ele riu alto e cantarolou.
- Sou eu... Eu sou o herdeiro. Eu terei o poder definitivo... Eu, eu, eu.
- Sirius... – disse Thiago...
- E tem mais. – o completou com alegria á mil. – Eu posso criar magias junto com Eva. Isso não seria de mais?
Aproximei-me dele olhando fixamente em seus olhos.
- Sirius... Eu... Só espero que você não esqueça a importância desta missão. – disse. Dando as costas para ele puxando meu cavalo pela corda, enquanto Thiago levava Celina em seu cavalo.
- O quer dizer com isso Lucas? –ele perguntou.
- Você sabe o que. Essa missão é um resgate.
- Disto eu sei. – disse ele. – Mais pense no poder que eu terei... Serei igual a você Lucas.
- Eu trocaria os meus poderes para salvar meu filho Sirius. Ate se fosse quem seja.
- Tudo bem... Mais eu não sei se eu faria isto.
Eu o olhei fixamente e de novo fui ao encontro dele.
- Eu queria vir nesta missão sozinho. Mais você me abrigou e obrigou ao Thiago para virem também. – eu o entreguei o liquido azul de Anthony que nus faria voltar pra casa. – Mais se você não prefere ajudar meu filho... E ajudar o seu melhor amigo... Nem precisa vir conosco. Ou melhor, nem precisa aparecer no castelo.
Dei as costas para ele e continuei a minha caminhada.
- E quem disse que o castelo é seu Lucas? Você mesmo disse lembra? Você não quer se tornar o rei de Feudsburg. E nunca quis. Nada lá pertence a você.
- Não importa Sirius. – gritei. – Você tinha que me ajudar. Já que esta aqui. Pensei que fosse meu amigo.
- Eu sou. Mais você esta jogando tudo nas minhas costas. Você esta sendo muito ingrato com tudo o que fiz.
- O que, por exemplo?
- Eu treinei você para que destruísse a Barbara de vez.
- Com ou sem sua ajuda eu iria vencê-la.
- Disso eu duvido... Se não fosse por minha ajuda, você não passaria nem do submundo.
- Eu não vou mais discutir com você Sirius. Se quiser me ajudar... Siga-me, se não, não nos atrapalhe.
Montei em meu cavalo e cavalguei para longe da floresta. Thiago e Celine ainda contavam ali.
- Pensei que você fosse melhor do que isto Sirius. – disse Thiago.
- Gente. Por favor, crianças nascem e morrem.
- Só não se esqueça,Sirius... Que você também tem filhos, e um a caminho. – disse Thiago se afastando dele com Celine.
Voltamos à chegada de tudo... Apenas eu, Thiago e Celine com nossos cavalos. Thiago dividiu seu liquido com Celine e á prometeu que iria casar-se com ela... Como um humano poderia se casar com uma sereia? Talvez as magias de Eva dessem certo. Eva... Naquele momento, era nela que eu pensava. Como ficaria se nus visse sem Sirius e sem as espadas? Mais nada poderíamos fazer. Tomamos os líquidos lentamente passando pelas nossas gargantas... Sombras negras e altas começaram a tomar conta de nos, não vimos mais nada desde então. Quando tudo acabou... Estávamos á parta do castelo. Eva conversava com Celestia quando nos fitou por um tempo. Ela se levantou aos gritos chamando por Celestia e foram nos abraçar...

Não entendia quem era a tal moça ruiva á cavalo, e também não entendiam porque Sirius não veio conosco.
- Que bom que estão aqui. Estávamos ansiosas com isto. – ela olhou para todos e logo percebeu? – Onde está Sirius?
Ficamos quietos e sem dizer uma palavra. Celestia se aproximou de mim lentamente, e percebeu que não estávamos com as espadas do herdeiro.
- Lucas... – perguntou ela. – O que aconteceu? O que ouve com Sirius? Não em diga que...
- Sirius está bem Celestia. – gritou.
- Então... Onde ele esta? – perguntou Eva.
Todos se calaram... A sereia não disse nenhuma palavra em questão, Eva estava impaciente. Queria saber a verdade e não iria medir esforços.
  
- Responda Lucas- ela gritou
- Ele não quis vir conosco Eva. – Thiago tirou as palavras de minha boca. –Por ele seguir pelo seu ego e decidiu ficar e governar seus poderes com as espadas que são dele por direito.
- Espadas?  Ficar e governar? Poderes? Espadas? Do que vocês estão falando? – Celestia não sabia o que pensar.
- Sirius é o herdeiro de Ytivais Sogolf, Celestia – gritou Thiago seco. Todos pararam e fitaram Thiago.
Por isso... Ninguém espera...
- Então por que ele não veio? – perguntou Celestia
 - Ele quis ficar onde está. Não quis mais nos ajudar. Discute com ele e disse coisas horríveis na hora da briga e ele também e... – lagrimas desceram de meus olhos quando disse aquelas palavras forçadas.
 Celestia e Eva nos abraçaram forte. Aquele abraça não era o mesmo de carinho... Era o abraço de trevas. Meu filho iria morrer e não há nada que nos poderíamos fazer... Anthony não pôde fazer nada... Apenas uma coisa poderia fazer para não vermos o nosso filho morrer dia após dia... Sacrifício.
     






 

As trevas se tornaram luz quando menos esperávamos.
Cap. 8
Três dias tinhas se passado, meu filho estava piorando muito, teve febres frequentes e dores fortes. Uma coisa era certa a fazer... Tínhamos que sacrificar a própria cria nossa...  Essa era a única solução antes que ele morre-se diante de nossos braços e olhos. Feudsburg estava de luta... Definitivamente.
Todos estavam nas ruas esperando nossa passagem. Na casa de Theodore seria o sepulcro de meu filho. Eu cavalgava passando pelas ruas com Thiago ao meu lado com seu alazão, o carregando aos braços. Celestia, Anthony, Eva e Celine iriam com seus carros dirigidos  pelos guardas do castelo.
Assim que chegamos á casa de Theodore... Descemos dos cavalos e todos estavam a minha espera do lado de fora da velha cabana de Theodore. Eu não acreditava que estava fazendo tal coisa. Celestia se derramava em lagrimas junto com Eva. Aquilo era deprimente.
Entrei á casa com meu filho ainda em meus braços, ele acordou lentamente do seu sono olhando em meus olhos sorrindo como nunca tinha feito antes. Chamava-me com suas mãos pequenas e fofinhas. “Papa, papa”. – era o que dizia... As primeiras e ultimas palavras. Eu sorria e ao mesmo tempo as lagrimas caiam sobre a barriga dele. Pedia a Deus para que me ilumina-se. E me ajuda-se nesta hora. Retirei a adaga de seu bolso lentamente. Á beijei e a ergui para o alto lentamente.
Em fim... Eu a desce com toda minha força.

A adaga foi parada, com os olhos fechados, eu não sabia o que estava acontecendo. Olhando olhei, gotas de sangue caiam na barriga de meu filho e um braço de homem pairou sobre a adaga encravado em seu braço. Eu o olhei e era Sirius.
- O que está fazendo aqui? – perguntei.
Ele retirou a adaga de seu braço gemendo leves gritos de e dor.
- Eu vim completar a missão. – respondeu sorrindo. Fingindo a dor que sentia em seu braço.
- Onde estão as espadas? E os seus poderes?
- Desisti deles. O importante é missão.
- Obrigado por voltar Sirius. – disse sorrindo.
- Obrigado por me aceitar de voltar. – ele sorria como nunca. –Agora saia daqui e me espere lá fora com os outros. Seu filho será curado.
Retirei-me da casa e todos me avistaram, Celestia foi ao meu encontro e viu que minhas tristezas se transformaram em alegria.
- Já? – ela perguntou ainda chorando.
- Já. - disse sorridente.
- Porque esta sorrindo? Isso não é bom Lucas.
- Você verá logo, logo.
Todos ficaram olhando para a porta escura. A esperança era que meu filho viesse vivo nos braços de alguém. E foi assim que fizera. Sirius saiu da casa com meu filho nos braços. Sorrindo, ele estava vivo e feliz. Todos foram ao seu encontro e o abraçamos forte como uma verdadeira família. Porque era o que somos. Uma família...
 

Depois de conversas e conversas. Uma pessoa apareceu das arvores que eu estava louco para mata-la. Todos ficaram espantados com a chegada dela. Celestia entrou no carro com Celine e foram embora com os guardas.
- Que lindo ver vocês todos juntos. – disse Barbara com seu deboche de sempre.
Usava a sempre a mesma roupa, mais desta fez com sua capa azul escura longa.
- Eu sabia que você iria aparecer sua bruxa satânica. – gritei.
Eva, Anthony, Sirius, e eu a cercamos.
- Anthony? Você esta no grupinho deles? Pensei que nos tínhamos um trato. – disse ela.
- Eu não tenho trato com ninguém Barbara. Muito menos com você. – Anthony foi seco, curto e groso á dizer aquelas palavras.
 - É mesmo? Que inspirador. Mais já que vocês acabaram com meus planos de me tornar a donas de tudo... Todos morreram.
Sirius tirou a espada da bainha, Thiago lançou seu arco mágico brilhante enquanto o movia para atacar Barbara. Meus poderes e de Eva já estavam prontos para partir...
Ela criou nuvens negras em volta de si, às nuvens cresceram como se fosse um incêndio. Quando demos por nos, ela se transformou em um dragão horrendo e gigantesco. Gritava como demônios se libertando do inferno. Ela atacava um por um de nos. Reagimos contra os ataques mais ela era mais forte que nos... Uma coisa poderia acabar com ela finalmente... O fogo.


Eva criou uma onda de fogo que quase levou toda a floresta... Mais ela tinha que morrer. O dragão pegou fogo e não conseguia se libertar dele. Ele caiu e quando as chamas se apagaram... Eram somente ossos.
- Conseguimos gente... – gritou Eva nos abrasando.
- Vamos voltar pra casa. essa missão esta acabada.









O final de um novo começo.
Cap. 8
Cinco anos se passaram... Meu filho Theodore cresceu muito, o nome foi dado para relembrarmos esse grande homem... Celestia concordou em dar esse nome a ele. Estava a brincar com a vinha de Sirius, Isabelle de dez anos, era ruiva como o pai, mais era forte e já demonstrava seus poderes cedo como a mãe. Meu filho também brincava com Victor, o filho mais novo de Eva e Sirius. Tinha quatro anos e era das mesmas cores dos cabelos da mãe. Roxo... O filho de Thiago com Celine também estava brincando com as crianças... Era um lindo menino ruivo que sabia saber perfeitamente em qualquer lugar... Não era um sereia-macho como a mãe. Mais ele poderia respirar de baixo d’água que era uma coisa boa.
 Thiago se casou com Celine, e a celebração a festa foi uma coisa única... Tudo foi perfeito. Tudo. A missão foi feita graças a Deus e consegui finalmente salvar meu filho. Agora estamos juntos de novo... Juntos ate o fim... Juntos para sempre...
Para sempre...
Para sempre...

Continua...
Escrito por: Alexsander Silva Luiz