terça-feira, 17 de dezembro de 2013

Slender Man

Slender Man
"... Eu o vejo desde que era um menino, essa coisa demoníaca. Ele é como uma sombra muito alta. Não tem rosto, e seus braços são muito longos. Eu sinto quando ele vai aparecer, posso sentir quando ele está por perto. Consigo vê-lo no canto dos meus olhos esticando aqueles longos braços para me tocar, mas quando me viro, ele não está mais lá. Mas de alguma forma eu sei que um dia eu vou me deparar com ele, e então ele vai me apanhar... e eu vou morrer". Projeto “SLENDER MAN”. Uma lembrança, uma dor, uma lágrima, uma gota de sangue... Eu acordei suado como sempre, depois de ouvir mais um barulho lá em baixo, aquela casa enorme me assustava apesar de eu estar com todos meus amigos ali, levantei olhei pela janela do quarto, Luana ainda dormia do meu lado preferi não acordá-la, a noite era fria, e a lua estava cheia, por mais que a janela estivesse fechada eu podia ver que lá fora ventava, pois as arvores do bosque ao lado, balançavam pra lá e pra cá.
- Marcos? Vem pra cama, amanhã a gente tem que sair cedo pra sermos os primeiros a comprar os ingressos.


 É. Todos nós éramos amigos virtuais, nos conhecemos pelo Facebook, inclusive ela, “Luana” era minha namorada virtual, e nos conhecemos pessoalmente, e nosso amor foi o mesmo, nós nos reunimos ali em São Paulo, para comprarmos os ingressos de um Show do Avenged Sevenfold, que seria realizado ali, todos nós já vínhamos planejando um encontro da “Família I Love Avenged Sevenfod’’ mais enfim. Tudo bem, eu só estava vendo a lua! Um dia depois Já acordamos assustados com Thomas desesperado batendo na porta e dizendo que estávamos atrasados para a compra dos ingressos, sendo que era 04h30min da manhã.
- Acalme-se Thomas a gente vai ao show relaxa cara, ainda é 04h30min. - Luana falou já com seu stress no ar.
- Ta bom, vou acordar a Geh. - Disse Thomas Genalva.

 Era como se fosse uma irmã pra mim, vivia com ciúmes da Luana, que eu também considerava como uma irmã, ela era do tipo zoeira, vivia brincando e animando o pessoal. Mais enfim no final de tudo nós quatro compramos os ingressos e partimos para casa que alugamos felizes, pois no dia seguinte era o show, o resto do pessoal era Raí (Vivia comendo), Marcela (Vive pra zoar), Alex (Outro brincalhão que é apaixonado por Genalva), Haob e seu namorado Efraim (Um casalzinho na deles), Luana (A intelectual do grupo) Paula (Carinhosa e Gentil ) e Eduardo o ex de Genalva. Anoiteceu... Chuva fina e fria lá fora, enquanto o pessoal jogava Assasins’Creed no meu PSP que eu trouxe, eu sentei lá na varanda do segundo andar com Thomas, e Paula, conversamos sobre muita coisa até chegarmos em nossa infância, algo que Thomas começou a se sentir mal em lembrar pois a experiência que ele teve, foi a mesma que eu tive, nessa hora Paula se calou e apenas ouviu. -Quando eu era pequeno, em um certo dia meu pai estava trabalhando no quintal de casa, anoiteceu e minha mãe me mandou chama-lo para jantar, eu ainda me lembro como hoje, aquele quintal grande e cheio de arvores, eu fui com meu cachorro do lado, até o momento em que ele correu para perto das arvores no escuro, e começou a latir em direção a escuridão, quando olhei para onde ele latia tomei um susto, eu podia ver, uma sombra iluminada pela lua naquela noite fria, era alta, uns 3 metros de altura, der repente aquela noite que já era fria se tornou ainda mais, senti minha alma sendo tomada, eu olhava para o rosto e não tinha nada, eram apenas deformações, e sombras, comecei a andar em sua direção, mais não agüentei as nauseas e cai... só acordei no outro dia com meus pais me chamando. -Meu Deus até hoje você não sabe o que era? Disse Paula impressionada com minha história. -Eu sei o que era, mais prefiro não acreditar. -Não quero contar a minha história apesar de ser bem parecida com a do Marcos. Disse Thomas se Retirando do lugar... Mais tarde Na cama já com algo me incomodando, não sabia o que era mais era um pressentimento que aquela noite não era comum, era muito parecida com a noite que eu vi a criatura, Luana como sempre percebeu que eu estava muito calado, e me abraçou debaixo das cobertas me perguntando: - O que se passa dentro da sua cabecinha? -Ah muitas coisas do passado ainda me perturbam. -Tipo? -Lembra da sombra negra, que vi quando criança? A que te falei que poderia ser o Slender. - Nossa mais por que está pensando nisso agora? As luzes se apagam... Um grito agudo, era uma das garotas, me levantei correndo, mandei Luana ficar no quarto e desci as escadas já com Thomas e Raí lá descendo e se perguntando o que aconteceu. -Eu vi, eu vi, era ele... Era ele... Paula desesperada em prantos, chorando! Ela era a única que dormia lá em baixo, aproveitava para ler seus livros, na sala tinha um sofá enorme, e 3 janelas grandes, era um espaço bem aconchegante. Ela explicou dizendo que cochilou, e quando abriu os olhos ele estava a pegando com seus tentáculos negros. - Eu quero ir embora, agora. No momento que ouvimos aquilo tudo Thomas olhou com um olhar muito triste para mim, e Disse: - Ele voltou Marcos ele voltou por nós, você não está vendo? Ele está aqui neste bosque, ele está lá fora nos esperando. Der repente todos tinham descido inclusive Luuh e Genalva, que após ouvirem aquilo, tentaram contradizer Thomas -Não temos certeza Thomas, você não sabe pode ter sido um sonho dela apenas.\Luuh -Exato, vocês já falaram do passado de vocês pra Paula? \Genalva Thomas se calou... -Nós dissemos isso hoje a ela. Eu disse logo tentando acalmar -Então ela deve ter ficado pensando nisso e acabou sonhando, gente não vamos deixa-la aqui, vamos todos dormir aqui hoje okay?\Luuh -Ta Certo\Todos Passou duas Horas, era por volta das 11:30 da noite, então deixamos as luzes acessas, mais acabou que ninguém dormiu mais, ficamos calados, até que Alex resolve falar pra descontrair... -Essa poha de Slender não existe é só coisa de internet, relaxem amanhã a gente vai ta é rindo disso, como já estou agora. -Thomas se Levantou para soca-lo eu via que ele ia fazer isso, até que quando a luz apagou e depois acendeu... Ele estava na sala bem no meio dela, Parado com o pescoço torto para a esquerda, seu Rosto só sombras, não havia boca, nem olhos, alto uns 3 metros encostando sua cabeça no teto, então a luz se apagou de novo.. -Eu falei, eu falei./Thomas Todos correram desesperados e sem rumo pra fora, peguei na mão de Luana e a puxei comigo correndo naquela floresta molhada e congelante, do lado de fora da casa, olhei para trás e vi alguém ser puxado pelos tentáculos dele, na verdade eram dois, foi aí que eu vi que ele vinha atrás de mim, tinha um grande buraco a frente, ou eu ficava e ele me pegava, ou eu... abracei Luana e pulei... Acordei assustado, com Luana ainda nos meus braços, que estava todo machucado, bom ao menos ela está bem, olhei pra ela ainda desmaiada em cima de mim, acordei ela... -Marcos? Eu tive um sonho horrível... -Não foi sonho... Enquanto eu me levantava junto com a Luana, Luuh corria no meio da floresta, aos choros as vezes dava um pequeno tropeço em uma pedra, outra vez em um galho, até que ela achou um tronco grande caído e viu que dava para se esconder ali por enquanto. Sentou ali embaixo e esperou, ela não parava de chorar baixinho, já não tinham nem mais lágrimas nos olhos, ela abraçou os joelhos com frio, o chão era molhado, e gelado, ela tremia... Der repente ela ouve passos, e curiosa mesmo morrendo de pavor resolve olhar em cima do tronco, e da de cara com Genalva, Alex, e Thomas carregando Paula desmaiada nas costas: -Ainda bem que são vocês. Disse Luuh com um certo momento de alegria O mais estanho foi Genalva dar um abraço nela, elas pareciam não ser muito chegadas, daí Thomas falou pra procurarem um lugar pra descansar afinal a Paula estava ferida, der repente ouve-se um estrondo em uma das árvores, e um vento muito forte acima nas folhagens e galhos da floresta o que seria... -Corre, Vamos Corre. Gritou Thomas com um desespero tremendo afinal ele sabia o que era que estava vindo, e era algo sem volta. No desespero Alex cai no chão e fica para trás, Genalva volta pra socorre-lo, e no momento que ela toca a mão dele, que ele olha dentro dos olhos dela, não da tempo de dizer nada, ele é arrastado para a escuridão... Genalva chorava olhando para trás, afinal ela gostava muito de Alex, ela sentia algo por ele muito forte, mais não tinham coragem de dizer um para o outro claramente, e infelizmente o pior aconteceu. Longe dali, Marcela, Raí, Efraim e Haob estavam escondidos dentro de um cômodo abandonado, Efraim não parava de olhar para fora pela janelinha redonda de vidro, Raí não saía de cima da porta de madeira, que estava escorada com uma mesa, Marcela em pânico não parava de falar sozinha, e Haob, quieta como se nada estivesse acontecendo, andado de um lado para o outro e as vezes olhando pela janela Efraim resmungava: - Vamos esperar amanhecer, para podermos sair, aquela coisa ainda está lá fora, não podemos arriscar, ai que merda, que merda. - Se acalma cara. Disse Raí em um tom baixo. - Como vamos nos acalmar, se tem um puto de um demônio mal comido atrás da gente? Marcela como sempre xingando. Uma árvore cai lá fora, Haob se levanta e vê alguém lá fora, mais não é o demônio era alguém, e sai na toda para ver o que é, não enxergando muito após a árvore ter caído abriu para luminosidade da lua, e pendurado em alguns galhos, os órgãos de uma pessoa, uma gota de sangue cai na testa de Raí, que também saiu para olhar, e quando olha para cima, lá está a cabeça de Alex decepada e pendurada... -Gente olha pra cima/Raí -Alex.../Marcela começa a chorar -Puta que pariu vamos embora andem/Efraim Todos saíram, correndo, era um desespero tremendo de todos, após uns minutos correndo percebem que Haob não estava entre eles, Efraim começa a se desesperar, pois ela sumiu. -Cadê a Haob?? Ai meu Deus como eu pude perder ela?/Efraim -Calma cara. Disse Raí tentando acalmar -Calma o Caralho. Efraim exaltado já Marcela chama eles bem baixinho... -Ra.. Ra.. Raí.. Com um buraco no meio da barriga o sangue escorrendo pela boca, seus braços são agarrados, suas pernas também Raí pula em cima dela para não ser puxada, e acaba sendo levado pras trevas com ela. Efraim que voltou em busca de Haob não a encontrou... Enquanto isso eu andava rapidamente sobre as folhas molhadas do chão frio daquela floresta escura, Segurando bem forte a mão de Luana, que pegava em meus ombros, e a todo momento falava para ela não se distrair e não se afastar de mim. -Essa floresta não tem fim?/Luana -Eu não sei, não consigo ver mais nada, só arvores e arvores. Disse eu meio que desanimado. -Ai Marcos, eu estou ficando ofegante, você sabe que não posso ficar assim por causa da asma. Eu fiquei com mais medo ainda do que ela disse, ela tinha asma, e tudo isso a deixava nervosa, ela poderia ter um ataque a qualquer momento, decidi parar um pouco e sentamos debaixo de uma arvore, abracei ela olhei nos seus olhos brilhantes mesmo ao escuro, peguei em seu perfeito rosto e com um olhar esperançoso disse: -Vai ficar tudo bem confia em mim. -Ta bom. Senti calma naquele momento. Dei um leve beijo e disse pra ela tentar descansar, ela se apoiou em mim e adormeceu, quinze minutos depois ouço gritos e passos na floresta, der repente vejo Eduardo correr, e algo enorme com muitos braços atrás dele. Apertei mais Luana em meus braços, eu tinha que fazer algo, eu ia fazer, mais Luana estava ali não podia ariscar a segurança dela, ouvi os gritos dele pedindo socorro, ele gritava muito alto, eu fechei os olhos, e me apertei mais ainda sentado naquele canto de uma arvore, até que ele parou de gritar... CAPITULO 2 -Ué cadê eles? A casa está totalmente aberta e bagunçada será que aconteceu alguma coisa? Kecio preocupado conversava com Jessé e Estevão. -Espera, as janelas estão quebradas, meu Deus eu vou olhar lá em cima. Estevão corre para o andar se cima da casa, depois de um tempo, eles param e vêem rastros de sangue pela casa, e decidem seguir, leva para a floresta ao lado. -Eles foram pra lá, ai meu Deus, será que eram bandidos?/Jessé -Temos que ir atrás deles./Kecio -Espera não vamos sem nada, peguem facas na cozinha eu vou com este taco./Estevão Sangrando muito, corre Raí cansado, olhando constantemente para os lados, ao som do barulho dos ventos nos arbustos. Ouve-se um grito, era um grito grave, era um dos meninos, ele correu em direção e depois de um tempo, se deparou com o corpo de Eduardo, sem os órgãos internos no meio de floresta, meio que com medo, ainda sem se aproximou, e tentou chamar Edu, mais viu que ele estava sem seus órgãos. Eu estava lá, vendo ele com Luana ainda dormindo, taquei uma pedra para ele olhar em minha direção, ele se assustou mais me viu, e veio em minha direção, foi o momento em que quando ele se aproximava, veio uma sobra enorme, e o pegou... agora ele sabe onde eu estou, acordei Luana e ...

segunda-feira, 2 de dezembro de 2013

Dentes de Sangue Parti2.

Dentes de sangue
Parte 2.
Aquele sonho que eu avio tendo não existia mais. Eu estava sonhando com Christopher, e minha nova família. Tudo ficou tranqüilo quando o meu pai de mentira faleceu. Eu ainda estava muito abalada com tudo o que tinha acontecido, aquelas lutas, as mortes, pessoas se sacrificando por mim. Foi horrível, eu detestei passar por aquilo. E não queria mais passar por isto.
Mais chega de se preocupar com essas coisas. Hoje é um dia de gloria um dia muito especial para mim. Hoje é o dia do meu casamento.
Nada mais poderia me impedir. Eu não estava presa a casa de meu pai. Eu não tinha mais minhas primas ridículas a zombar de mim. Tudo isso acabou.
Meu pai Drácula me casaria com Christopher. Todos estavam muito elegantes. Muito mesmo.
As mulheres de vestidos e os homens de esmoquem. Todos estavam perfeitamente lindos. A minha família nova estava toda no jardim do novo castelo que estavam morando. Estávamos na aldeia de Flosd. O verão em Tzimisce já estava para começar, e nos poderíamos morrer a qualquer momento.
Todos estavam no jardim. Minha família e os outros vampiros parentes dos nossos. “Os vampiros dos ostros clãs”. Eu estava usando um vestido preto, com detalhes floridos na altura das pernas, eu estava nervosa e com medo. Mais também estava muito linda por sinal.



- Não se preocupe. Casamentos são muitos... Estressantes e por isso eu nunca mais me casarei amiga... Será que posso ti chamar assim. – disse Catherine cuidando de meu cabelo em meu quarto. A tia de Christopher “a minha tia tecnicamente” ainda não gostava de mim. Ela não queria que eu retorna-se a minha verdadeira família. “os vampiros”.
Olivia, e Emma também estavam no quarto. Eu nada disse. Só estava cansada de tudo o que Catherine fazia comigo. Querer me jogar de lado na família. Sempre foi assim.
- Por favor, tia Catherine. Não vamos arrumar uma briga hoje. Lembre que é um dia muito especial. E não queira brigar com sua própria sobrinha. – disse Olivia cuidando de minha maquiagem.
De repente, Catherine largou meus cabelos e olhou fixamente nos olhos de Olivia.
- Ela não é da minha família. Ela vivia com humanos. Seu pai foi louco de ter colocado essa menina entre-nos. – ela gritava em vozes altas. Eu estava brava com ela não aquentava mais as coisas horríveis que me dizia.
Olhei para o lado onde Catherine estava. Eu tinha, devia, devo dizer algo.
- Eu não preciso de você Catherine, eu tenho duas mulheres que gostam de mim nesta casa. Emma que é considerada uma mãe para mim e Olivia que já é minha irmã. Eu não preciso de você Catherine. Não preciso. – me virei pra o espelho, Catherine já tinha ido embora. Quase desceram lagrimas pelo meu rosto, mais eu me contive, odiava discutir com Catherine.
- Calma. Nada vai estragar seu casamento Alice. Nada.
- Eu sei. Não quero que Christopher me veja chorando.
- Ele não verá. – ela acabou os últimos retoques de minha maquiagem. Meus cabelos estavam enrolados e com a cor preta, e cheios de vida, luminosos e lindos.
- Eu espero que nada aconteça comigo.
- Como assim Alice?
- Eu não sei. Eu estou sentindo que alguma coisa ira acontecer. Mais eu não sei se é... Uma coisa boa ou uma coisa ruim – minha voz estava estranha. Eu tinha mesmo a impressão que algo iria acontecer comigo... Mais o que?
Eu estava pronta para começar a caminhada ate Christopher para nos casarmos, eu teria que ir sozinha ao encontro dele, “tradução dos vampiros”. Significa que uma mulher já é independente com o marido. Por isso ela terá que ir sozinha ate ele.
Eu estava nervosa e segura de mim mesma ao mesmo tempo. Aviam pessoas que eu nunca tinha visto e conhecido, o clã dos Rivnos era grande, e também aviam outros clãs presente ao meu casamento. A  orquestra tocava seus violinos e pétalas de rosas brancas estavam não chão. Rosas vermelhas presas aos bancos de madeira. Eu olhava para todos e sorria disfarçadamente, Christopher estava lindo. Muito lindo. Ao lado dele estava Emma e Olivia. Drácula estava no centro para nos casarmos. Eu fiquei cara a cara com Christopher, ela sorria e segurava minha mão. Estava tremendo muito mais do que eu.
Esta nervosa?
Sim. Um pouco.
Ótimo, é bom ficar nervosa, deixa você alerta.
É o que eu sempre digo.

Conversávamos-nos mentalmente, meus poderes estavam fluindo dentro de mim. Eu nasci para ser uma vampira, definitivamente.
- Queridos irmãos vampiros. Estamos aqui reunidos para... – levantando suas mãos como um padre. Ele tentava achar as palavras certas. – Celebrar e casar... Esses dois jovens. Alice Ventrue Rivnos e Christopher Rivnos. Eu não tenho muitas coisas a dizer. Só peço que vocês sejam felizes, muito felizes juntos. Agora. Pode beijar a noiva.
Christopher me beijou lentamente, e eu o retribui. Os grãos de arroz sendo atirados em cima de nos. Tudo foi muito lindo.
Depois da cerimônia, ouvi uma festa ótima, todos se divertiram muito, ouvi discursos da família e amigos. Tudo foi maravilhoso, foi o melhor dia da minha vida.

- Você gostou?
- Sim querido, foi tudo ótimo. – nos estávamos conversando em meu quarto quando a festa acabou todos estavam muito exaustos.
- Eu só queria ti dar o melhor – Ele estava no outro lado do quarto, “o nosso quarto”, eu fui ate ele e o abrasei forte, suas costelas estalaram, ele gemeu de dor e me olhou sorrindo,
- Você já me deu o melhor desde quando me beijou. Eu ti amo muito.
- Eu também ti amo muito. E não quero ti perder. Nunca.
- Você sabe que nunca vai me perder amor. Eu já sou sua. Completamente sua.
Ele me beijou novamente, nossos lábios eram chamas de alegria, quando se tocavam, eu adorava quando me beijava, eu o amava tanto.
- Eu irei ao jardim de despedir dos visitantes. Amanha começaremos o seu treinamento ok.
- Sim senhor. – nos rimos e eu o abraçava mais e mais.
Ele se foi. Eu não poderia mais demorar, coloquei minha camisola azul bebe que iria ate minhas coxas. Eu estava o esperando. Quando ele voltou me viu deitada na cama, ele ficou sem falas, meu corpo tinha mudado mesmo quando ele me transformou, ele tirou a roupa mais só ficou com um shortinho fino, deitou na cama ao meu lado e me beijou, começou a me agarrar na cama e chamar meu nome.


Eu estava com desejo pelo corpo dele, tirou minha roupa em baixo dos lençóis e eu tirei seu short e sua roupa de baixo, nos fizemos amor naquela cama. Foi inesquecível, ele gemia nos meus ouvidos, eu gemia aos ouvidos dele quando colocava em meu corpo toda a excitação possível. Eu adorei cada momento.
Acordamos-nos de manha pelados em baixo dos lençóis. A neve estava caindo, eu me levantei, tomei um leve banho pela manha e me vesti uma calça jeans não muito justa, pus uma camisa azul escuro de mangas cumpridas e um casaco, estava muito frio. Eu pensava que os vampiros sentiam frios mais sentem.
Chamei por Christopher pela manha mais ele não quis se levantar. Eu fui para a sala para tomar café da manha com todos.
Assim que cheguei à sala, eu cumprimentei a todos, Catherine ainda não queria olhar em meus olhos, mais eu não ia deixar que ela estraga-se o meu dia.
A mesa era cheia de velas ao redor, caveiras e as comidas servidas.
- Ontem foi noite e tanto. Não é Alice. – disse Willian olhando em meus olhos segurando o capo de sangue que estavam tomando, e sorrindo e dando algumas risadas com Olivia.
- Sim foi. Obrigada por tudo que vocês fizeram por mim.
- Eu não estava falando do casamento. – ele começou a dar risadas com Olivia, na verdade todos riram menos Catherine e meu pai.
- Oh meu Deus. Eu... Eu nem sei o que dizer. – eu também não pude agüenta a vontade de rir.
- Chega. Não quero que ninguém se meta na vida de Alice com Christopher. Willian, peça desculpas a sua irmã. – Drácula parecia nervoso quando falavam mal de mim ou brincavam comigo, mesmo que eu também estava brincando. Ele queria ser o “pai corrija” que eu nunca tive.
- Mas pai ela também estava brincando.
- Agora. – ele o olhou com um olhar de reprovação.
- Não precisa Drácula. Foi só uma brincadeira sem importância alguma – eu tentei convencê-lo e acalmá-lo.
- O que você disse? Você me chamou de Drácula foi isso?
- Desculpe... Pai!
- Há, assim é melhor.
Eu sorri para ele, mais ele não retribuiu. Pelo menos Emma era muito carinhosa comigo e uma mãe pra mim.
- Ok. Desculpe-me Alice. – ele não olhou nos meus olhos a pedir desculpas, mais continuou comendo, Willian era uma boa pessoa mais era muito brincalhão e bobo também.
- E então? Ele é bom de cama? – Olivia sorri olhando em meus olhos quando disse aquelas palavras, eu não consegui responder por ter rido muito com aquilo.
- Olivia! – Drácula chama sua atenção.
- Perguntar não ofende pai.



Christopher apareceu á mesa, se sentou ao meu lado e cumprimentou todos. Segurou minha mão e começamos a tomar nosso café juntos com o resto da família, Catherine não tocou na comida o café todo ela só permaneceu a me olhar. Com aqueles olhos reprovadores.
- Você não vai comer Catherine? – perguntou meu pai olhando nos olhos dela e percebeu que seu prato ainda estava cheio.
- Estou sem fome. Desde dia em que essa garota veio morar em nossa casa.
- Você vai querer brigar com Alice novamente Catherine? É isso mesmo? – disse Emma acabando com seu café olhando nos olhos de Catherine. Emma sempre me defendia quando ela me atacava com suas palavras.
- Pode defendê-la o quanto você quiser Emma, - ela se levantou e disse algo terrível em alta voz olhando em meus olhos. - Mais eu á odeio desde dia em que ela veio para cá, Christopher, você fez mal em si casar com ela.
- Já basta Catherine. – meu pai se levantou e gritou com ela. – O que esta acontecendo com você? Porque estava agindo assim?
- Eu não quero mais falar sobre isso. – ela se retirou da mesa e saiu correndo com seus poderes de velocidade para a varanda.
James, o marido de Catherine se levantou e foi atrás dela junto com meu pai e Emma. Apenas eu, Christopher, Olivia, Willian, Andrew e David permaneceram na mesa.


- Gente... Eu sou muito grata por tudo o que vocês fizeram por mim... Eu... Acho melhor que eu possa ir embora, morar sozinha com Christopher só para resolver as coisas. O que acham? – eu não aquentava mais tanta confusão por minha culpa.
- Calma... Não é sua culpa o que esta acontecendo. Nunca foi Alice. – Olivia tentava me acalmar.
Christopher segurava em minha mão olhando nos meus olhos falando mentalmente comigo.
Calma Alice, Eu não vou deixar nada acontecer com você.
Eu sei mais... Seria melhor se...
Não. Eu estou aqui. Ainda teremos nossa lua de mel juntos.
Eu ti amo muito sabia.

De qualquer maneira possível Christopher sempre me fazia sorrir. E sempre conseguia.
- Não ligue para minha tia Catherine, ela sempre foi assim mesmo. – disse Willian olhando nos meus olhos.
- Ela não gosta de humos desde... De... – Olivia queria me contar alguma coisa, mais não sabia se era seguro mesmo contar.
- Acho que não é uma boa idéia contar isso a ela. Isso é pessoal sobre minha mãe Olivia. – disse Andrew olhando nos olhos de Olivia, Andrew também não gostava de mim.
- Porque não. Todos sabem menos ela, portanto ela também precisa saber já que entrou pra família.
- O que foi? Que segredo é esse?

- Bem... Na verdade, a tia Catherine odeia os humanos porque quando ela era uma humana, o pai dela matou toda a família e parentes que ela tinha, a mãe dela é a mesma mãe de meu pai Drácula, só não é do mesmo pai. A mãe dela se apaixonou por um vampiro e ela engravidou dele tendo o Drácula. Mais o pai de Drácula foi morto por outros vampiros os... Nosferatus.
O clã de vampiros do mal, que matam qualquer coisa com vida ou qualquer ser humano para se alimentarem, possa ser animal, pessoa ou... Vampiros.
Depois Drácula transformou minha tia em vampira quando ela tinha doze anos de idade, e os dois estão ai ate hoje.
- Nossa. Meu Deus. – eu estava apavorada e com medo. - Vocês já lutaram contra eles?
- Uma fez. Mais... Muitos de nos os Rivnos morreram.
- Avia muitos de vocês?
- Mais de trezentos. Agora só sobraram uns cem de nos. Por sorte, podemos contar com nossos amigos que morram aqui perto.
- Nossa. Que historia. – eu tinha terminado o almoço. Então me retirei da mesa. - Gente... Eu irei ao meu quarto ok, não irei demorar.
- Quer que vá com você querida? – Christopher sentia e ia que eu não estava bem.
- Não amor. Tudo bem eu posso ir sozinha. Só quero deitar um pouco.
Continue andando ate meu quarto, mais observei que meu pai, Emma, James Catherine estavam conversando a respeito de mim. Para não me virem eu me escondo atrás da porta.

- Muito bem Catherine, você ainda não me disse por que esta desse jeito com a minha filha. – meu pai pareceu agressivo a falar com ela.
- Ok. Eu contarei tudo. Eu previ o futuro. O nosso futuro, e não é nada bom. – ela se sentou no banco na varanda com as mãos cruzadas olhando nos olhos de meu pai. Eu não sabia que Catherine poderia prever o futuro. - Os Nosferatus estão de volta. E eles sabem que a herdeira de sangue retornou, e também sabe que ela tem a pomba branca em seu corpo.
Catherine estava chorando. Eu não estava entendendo nada, Emma sabia que eu estava observando tudo, consegui ver em sua mente, mais ela não me entregou a meu pai. Ela sabia que cedo ou mais tarde eu deferia ouvir o que estava acontecendo
- Isso é impossível, todos os vampiros que tinham a pomba branca foram mortos, porque a Alice tem?
O que é a pomba branca?
- Eu não á odeio Drácula, tenho medo que ela possa ir embora, por isso não quero me apegar a ela porque ela pode ir embora a qualquer momento. A mulher de Matthew faleceu. E ele quer pegar a menina para dar a vida da mulher em troca.
Eu ainda não entendo.
Saia daqui Alice, logo depois nos conversaremos.
Eu não posso Emma, tenho que saber.
Você saberá... Espere-me em seu quarto agora. Vá logo Alice. Vá.
Conversamos-nos mentalmente e eu me retirei das portas da varanda. Fui para meu quarto e me sentei e fiquei pensando o que tinha ocorrido.
A porta foi batida, três vezes eu á olhei.
- Entre. – disse eu.
- Ola querida. Eu vim esclarecer as coisas com você. É melhor se segurar para não cair – ela se sentou ao meu lado, pegando minha mão com a sua e a alisou.
- Estou querendo saber também.
- Filha... Eu não vou fazer rodeios. Serie direta com você.
- Sim diga Emma. – eu estava nervosa, o que seria o grande segredo?
- Filha... Você tem uma coisa que foi extinta por muitos vampiros. Você tem a pomba branca. A pomba branca é um poder muito valioso e você só pode usa uma fez. Deixe-me explicar um exemplo... Se eu morre-se aqui agora, você poderia usar esse poder para me salvar e fazer com que eu ressuscitasse.
- Isso é ótimo não?
- Não Alice.
- Então...
- Você poderia usar esse poder mais você morreria filha, entregando sua vida, ou melhor, a sua alma a pessoal que já morreu, e a pessoa teria duas vidas, eu ressuscitaria e você morreria, e a pessoa mesmo se morre-se depois de uns anos, teria mais uma vida a sua. Você me entendeu?
- Sim. Infelizmente.
- Filha o ruim é que os Nosferatus estão atrás de você. Eles querem pegar o seu poder para ressuscitar a mulher de Matthew Nosferatus o líder do clã.
- Como ele ficou sabendo?
- Disso eu não sei.
- Ok. O que faremos?

- Nós vamos retornar a aldeia de Tzimisce. Temos que proteger você. De alguma maneira, nos iremos nos separar em aldeias, você, Christopher, Drácula, Olivia e eu iremos para Tzimisce, os outros irão para Lerrerian. Os outros vampiros morram lá, algumas pessoas do nosso clã estão morando lá em Tzimisce, eles iram proteger você de qualquer maneira filha.
- Eu sou muito grata por tudo. Obrigada.
Ela se levantou e saiu do quarto, eu chamei por Christopher telepaticamente, ele em menos de dois segundos apareceu.
- O que ouvi querida? Diga-me...
Eu contei tudo para Christopher, ele não acreditou mais eu o convence que era verdade. Ele se sentou ao meu lado, me olhando, eu chorei muito ao lado dele, ele não saia de perto de mim. Estava lá me consolando, eu adorava sentir sua presença.
Eu não queria jantar com todos, só queria permanecer em meu quarto naquele castelo enorme. As duas e quarenta da manha eu me levantei, não consegui dormir direito, Christopher ainda estava dormindo na cama, eu fiz de tudo para levantar e não acordá-lo.
O castelo era bem grande, mais não estava escuro, as tochas de fogo iluminavam um pouco a casa, não avia energia elétrica, a lua cheia e as tochas iluminavam o castelo.
Continue andando ate a cozinha para pegar um copo d’água. Enquanto continuei andando sobre a noite carregando uma toca em minhas mãos, dei um flagra em Olivia, beijando David no corredor. Eles se amassavam e nem perceberam que eu estava na frente deles, depois de cinco segundos eles pararam e me firam.

- Alice! Você por aqui? – ela estava nervosa, e com muita vergonha, David não olhou em meus olhos.
- Eu... Não queria atrapalhar vocês. Podem continuar, eu só ia ate a cozinha pegar um copo d’água.
- Alice... Eu posso explicar... Não é nada do que você está pensando. – ela ficava mais nervosa ainda, com medo que eu á entrega-se ao meu pai.
- Pode ficar tranqüila Olivia, eu não direi nada para o Drácula.
- Muito obrigada irmã.
Eu me retirei da frente deles, com certezas estavam com muita vergonha de si mesmos. Eu continuei andando ate a cozinha, e quando ia abrir a porta, escutei o som da foz de meu pai Drácula conversando com James meu “quase tio”.

- Eu já disse e não vou repetir. Defenderei a minha filha a todo o momento, eu não vou deixar que nada aconteça com ela James. Nada.
- Mais pode morrer por causa dela Drácula.
- Não importa. Defendê-la-ei com minhas forças.
Eu quase chorei nessa hora, meus olhos encheram de lagrimas. Mais eu não pude agüentar, chorei baixinho para que nenhum dos dois possa me ouvir. Eu desisti de beber água. Decide voltar ao meu quarto. Mais antes...
Eu ti amo muito pai.
Você está ai certo? Ouvindo as conversas de novo como sua mãe fazia.
Sim. Obrigado por tudo que faz por mim.
Eu ti amo muito filha, muito, e nunca irei perder você.

Retornei pelo mesmo caminho ate meu quarto, Olivia não estava mais ao corredor com David. Um sorriso veio em minha face ao relembrar de ter pegado os dois se beijando. Eu iria me vingar de Olivia.
 Cheguei ao meu quarto e por sorte, Christopher estava dormindo.
- Onde a senhora foi? Posso saber? – eu já estava na cama com ele, ele me deu um susto falando daquele jeito.
- Eu... Fui beber um copo d’água meu amor.
- Espero que seja isto mesmo, meu irmãos e meus primos são muito safados.
- Você esta com ciúmes de seus próprios primos e irmão Christopher Rivnos? – eu estava sentada na cama com as pernas deitadas, ele sim estava deitado. Eu olhava pra ele sorrindo, ele se sentou no meu lado sorrindo com aqueles olhos verdes lindos, me abraçava.
- Eu tenho ciúmes de te perder, tenho ciúmes deles sim. Porque você é só minha. – ele me beijou, eu o retribui. Nos nus deitamos na cama e começamos a nos agarrar entre nossos beijos. Adorei cada momento, cada momento que passamos juntos.
Ao dia seguinte, todos já estavam de malas prontas para no dia seguinte partimos para as aldeias de destino, eu iria voltar para Tzimisce, junto com meu marido meu pai, Emma e minha irmã. Eu tinha treinado muito pouco os meus poderes, mais as minhas habilidades estavam prontas. Poderia mover objetos com a força de minha mente como o meu pai fazia, eu também poderia voar e... Claro, ter a pomba branca.
Todos estavam na sala de jantar cuidando da viagem que iríamos fazer, teríamos que ir disfarçadamente ate Tzimisce sem ser reconhecidos.

- Nossas malas estão prontas, teremos que cuidar muito bem da nossa viagem – disse meu pai assentado em uma cadeira de veludo vermelha, e com chifres em cima da cadeira, parecia uma coisa bem demoníaca, mais eu curti. – Catherine, já planejou tudo?
 - Sim... Eu só queria saber como iremos viajar.
- Nos poderemos ir de carro, não é muito longe. – disse eu abraçada a Christopher na sala.
- Nos não podemos ser reconhecidos por ninguém. Iremos a carros ou á pé com nossas velocidades. – disse meu pai.
- Ótimo... Então não vamos demorar. Amanha de manha nos partiremos.



Depois ao almoço com a família, eu estava em meu quarto com Olivia pensando no meu futuro, eu estava com medo do que iria acontecer comigo. Estávamos-nos sentadas na cama conversando sobre David, o novo amor de Olivia.
- Eu sei que ele é meu primo... Mais eu estou gostando muito dele, muito mesmo. – ele me pareceu aflita com o relacionamento que estava tendo com David e também preocupada que alguém saiba. – O que farei Alice?
- Bem... - eu não sabia o que dizer a ela, eu sempre fui muita tímida para essas coisas, foi pela graça de Deus que estou ate hoje com Christopher – Eu não sei o que ti dizer Olivia mais... Se você o ama, vá em frente. Não ligue para as pessoas, aposto que sua mãe vai gostar meu o nosso pai, isso eu não sei. – nos rimos juntas.
Uma coruja preta entrou em quarto e pousou em minha cama, era muito linda, eu poderia adota lá não?
- Linda não. – eu á tocava em sua cabeça, ela se arrepiava e se mexia.
- Eu não confio muito. Corujas pretas tragam um mau sinal. Olha tem uma carta nas patinhas dela.
- Me deixeeu ver. – eu retirei a carta da patinha da coruja negra, eu me levantei para lê-la, enquanto lia, minha cabeça começou a girar por dentro, e eu fiquei tonta, fia tudo girando ao meu redor, me sente péssima com á noticia e desmaiei ao chão. Só me lembro de Olivia chamando o meu nome e tentando fazer com que eu acordo-se.
Só me lembro de ter acordado na cama de Emma, com meu pai, Christopher e Olivia olhando em meus olhos na ponta da cama.
- Filha o que aconteceu? – disse meu pai se aproximando de mim entre um dos lados da cama.
- Eu não sei... – Eu estava com alguma sim.
- Alice, você tem que nos contar o que ouve com você querida. – Emma dizia aquilo com todo o amor possível, ela sempre foi boa comigo.
- Eu não sei... Está semana eu esteve com enjôos freqüentes, minha menstruação esta atrasada, vomitei três vezes em dois dias, dores em meus seios. E...
- Essa não! – meu pai se levantou olhando nos olhos de Christopher com um olhar reprovador. – Vamos à minha sala agora.
- Drácula eu... – Christopher tentou explicar mais não conseguiu.
- Eu disse agora Christopher. – os dois saíram do quarto, Christopher me olhava enquanto saia, estava com uma cara estranha, a tristeza afundava a sua face.
- Vocês podem me explicar o que aconteceu aqui? – eu não estava sabendo de nada “definitivamente”.
- Bem Alice... A verdade é que... Você esta grávida. – disse Emma olhando nos meus olhos e segurando minha mão
- O que? – um filho? Eu teria um filho?
- Isso mesmo, você esta grávida. – Olivia colocava as mãos em minha barriga e fechava os olhos, eu olhava para ela preocupada - E... Pelos meus poderes é... Um menino.
- Eu estou mesmo... Grávida? – não deu para acreditar.
- O que vez você desmaiar? – perguntou Emma.
- Ela desmaiou por causa da gravidez eu suponho, mais acho que também foi por que... Toda a família dela está morta.

- O que? Oh meu Deus. – eu comecei a chorar na cama, Emma me abraçou enquanto estávamos com as pernas deitadas e as costas apoiadas na parede. – como isso foi acontecer?
- Eu não sei... Aqui diz que seu... Primo Jonathan disse que mataram todos da sua família, ele foi o único que não sobrou porque não estava em casa neste momento. – Olivia tinha acabado de ler o que dizia na carta, o resumo da carta, mais eu não acredito que Jonathan, meu próprio primo possa ter matado minha família inteira para querer seu o novo rei de Tzimisce.
- Quando nos iremos á Tzimisce? – perguntei eu chorando muito.
- Nos iríamos amanha. Mais você esta doente, e grávida, não poderá viajar.
- Eu quero viajar de volta a Tzimisce, por favor, nos temos que ir.
- Eu não acho boa idéia você viajar querida... – disse Emma olhando nos meus olhos.
- Bem... É melhor nos discutirmos isso depois, eu vou dar uma volta sobre o jardim ok.
- Quer que eu vá com você? – disse Olivia.
- Não. Eu... Preciso caminhar um pouco para... Esfriar a cabeça. – eu me retirei do quarto sem olhar nos rostos de Emma e Olivia, eu estava com a cabeça cheia, estou correndo perigo, estou grávida... Oh meu Deus.
Enquanto caminhava pelos corredores indo em direção ao jardim do castelo, uma discussão estava vinda de um dos quarto. Era meu pai brigando com Christopher, eu fiquei escondida atrás das postas escutando tudo.


- Você não devia ter feito isso, nos estamos passando por uma situação muito difícil, e você engravida minha filha Christopher? – meu pai gritava alto de mais. Parecia que toda a Flosd os ouvia.
- Ela é minha mulher Drácula, e também eu não esperava por isso. Eu quero protegê-la, protegê-la com todos os meus poderes possíveis.
- O problema não é esse. Alice já estava com problemas. Os outros vampiros querem matá-la e a família dela foi morta todos foram mortos.
- Eu amo muito ela Drácula... E não irei perdê-la para nenhum vampirinho insignificante.
- Ela é minha filha. E eu também a protegerei.
- Então porque você criou todo esse alarme?
- Ela terá uma criança e isso pode ser perigo para nos, os outros vampiros podem matá-lo. – meu pai gritava.
  - O que faremos? Voltaremos para Tzimisce?
- Sim. Amanha darei o recado ante de viajarmos, você Willian e David iram a duas aldeias diferentes para avisarem que minha filha está grávida. Enquanto nos esperaremos em Tzimisce com Alice.
- Vocês iram levá-la sem mim?
- Sim. Alguma objeção?
- Bem que eu tenho sim. – Christopher se aproximou de meu pai com seus punhos fechados, eles estavam cara a cara.
- O que vai fazer? Bater-me?
- Bem que... Vontades não me faltam.
- Eu posso matar você aqui e agora sabe disso certo?
- Eu não tenho medo de você Drácula. Não mesmo.

Eles ficaram parados olhando uns para os outros, os lápis que permaneciam na mesa de meu pai começaram a levitarem-se as pontas eram afiadas e estavam na direção de Christopher, eu não queria que nenhuns dos homens que eu mais amava fossem mortos. Eu continuei assistindo não ganhei coragem para entrar.
- Sabe por que não eu mato você aqui e agora com aqueles lápis sem eu mover um músculo?
- Por que tem medo?
- Não... Porque eu não quero que minha filha passe por mais um problema e eu a amo como eu amo você. Você é como um filho pra mim Christopher... Tem certeza que quer me matar?
Christopher saiu da sala e me viu em frente à porta, ele me olhou sorrindo sem jeito como se estive com vergonha, ele pós suas mãos em minha cintura olhando nos olhos.

- Você ouviu tudo certo? – ele olhava para chão com tanta vergonha espalhada em sua face. - Desculpe.
- Em primeiro lugar... – dei uma tapa na cara dele. Bem dado.
- Ai! – ele gemeu baixinho de dor. – Porque me bateu?
- Nunca mais fale daquele jeito com o homem que criou você, ti tirou uma doença mortal maligna, e que te protegeu com toda a força possível. – eu estava brava com Christopher. Ele me olhava com tristeza e arrependimento, parecia um cachorrinho abandonado em uma praça chuvosa. – Segundo, venha comigo ate o jardim... Tenho que falar uma coisa muito importante com você.
Nos fomos ate o jardim que ficava a frente do enorme castelo de pedra. Onde estávamos morando temporariamente.
Olivia e David estavam também no jardim encostados a uma arvore de macieira conversando, eu esperaria que nossa conversa não fosse ouvida por eles.
Nos fomos para um pouco longe de Olivia e de seu “suposto” amorzinho. Sentei-me a uma pedra que estava ao lado de outra macieira, ao meu lado estava Christopher segurando minha mão. Olivia estava a quatro metros de distancia de nos.
- Me diga... O que você queria disser?
- Você sabe que eu tenho a pomba branca certo? – eu estava nervosa e aflita, com o que iria acontecer comigo no futuro.
- Eu não quero ser uma má pessoa, eu amo muito você, amo nosso filho, mais eu acho uma boa hora para telo amor. – disse àquelas palavras que forram tiradas direto de meu coração.


- Você está pensando em... – ele pensou que eu era capaz de fazer isso? Pela cara dele era o que dizia.
- Não amor. Eu nunca faria isso. Mesmo que demore, eu continuarei amando meu filho e não desistirei dele, eu só acho que nos fizemos ele em uma hora errada.
- Eu protegerei você e ele também. Com todo o que o tenho ou ela será o meu tesouro, como você já é a minha fortaleza. – ele sorriu, eu o beijei lentamente, ele me agarrava enquanto as folas das arvores caiam todas de uma vez em cima de nos.





 Eu parei o beijo olhando em direção a floresta, meus sentidos estavam aguçados, eu estava sentindo cheiro de sangue, Christopher, Olivia e David também estavam sentindo, eu estava com sede, poderia matar o humano em menos de um minuto, eu não estava totalmente treinada, apenas sabia lutar para me defender contra os inimigos. Mais sobre o sangue, eu sentia muito mais sangue agora que estava grávida.
- Quem está ai? Apareça. – gritou Christopher segurando minha mão.
- Acalmem-se. Eu vim em paz, só estou aqui para trazer uma mensagem. – o rapaz aparentava ter vinte e poucos anos de idade. Ele estava armado com uma espada e uma besta em suas costas. Estava tremendo de medo.

- O que você quer aqui? Deve ter muito coragem para vir a Flosd. Você não tem medo de morrer? – disse David segurando a mão de Olivia, os dois já estavam ao nosso lado. Eu não tinha reparado quando tinha chegado aqui.
- Por favor, senhores... Eu só trouxe uma mensagem.
Olivia me levantava da pedra que estava sentada e me levava em direção para dentro do castelo em passos lentos.
- Olivia, eu não vou conseguir, o cheiro de sangue do corpo dele é muito forte, eu preciso para alimentar meu filho. E para mim. – eu ainda estava caminhando com Olivia, estava com muita sede, queria matar o rapaz, mais isso não é certo, ele era um dos guardas de meu pai. E eu sempre respeitava muito todos eles.
Christopher e David conversavam com o rapaz á três metros de distancia. Eu estava quase caindo em tentação.
- Eu... Só fim para entregar uma carta á... Alice.
Desisto, não agüento mais Christopher
Querida por favor, não. Ele só uma um rapaz, nãos faça isso.
Tenho que fazer. Eu estou com sede e seu filho também.
Alice não!
Sim. Eu não consigo mais.
Eu me soltei dos braços de Olivia e corre para cima do rapaz, Olivia me chamava para que eu parasse mais eu não conseguia escutá-la.
David gritava para que eu parasse também, mais eu não o dava ouvidos. Continue correndo ate conseguir matar o rapaz. David veio na minha frente correndo em minha direção para tentar me parar. Ergui meu braço direito na direção dele e o lancei com meus poderes para sair de meu caminho, ele caiu ao gramado rolando.
Christopher conseguiu me segurar e Olivia e David me levaram para dentro do castelo.
- Porque que você fez isso? Poderia matá-lo. – disse Olivia enquanto estávamos na sala de star.
 - Você poderia matá-lo, ou melhor, você ia matá-lo certo?
- Desculpem-me. Eu não queria fazer isso. Desculpe por ti arremessar no gramado David. Eu... Não pensei direito. – eu estava muito arrependida do que tinha feito.    Me retire de perto do de Olivia e David e fui para meu quarto, me preparar para viajar de volta á Tzimisce.
Deitei na cama e permanece pensando sobre o que acorreu no jardim. Christopher entrou no quarto e subiu á cama. Eu pus minha cabeça em sua perna. Ele permaneceu assentado na cama.

  - Você esta pronta para ouvir a noticia ruim que eu irei contar? – ele me acalmava e alisava meus cabelos.
- Pode dizer... Serie forte o bastante. Só espero que não seja o que o que estou pensando.
- Mais é o que você está pensando amor.
Oh meu Deus.
Eu sinto muito querida.
Você não tem nada haver com isto. Diga-me tudo Christopher.
Quer mesmo escutar?
Sim.
Eu me sentei ao lado dele, o olhando, ele respirou fundo, e olhava pro chão tentando achar as palavras certas para dizer.
- Foi o Jonathan que matou a sua família.
- Eu nem sei o que dizer. – estava arrasada. Eu não sabia que Jonathan chegaria a tanto só para ser rei de Tzimisce.
- Acalme-se amor. Amanha nos partiremos para Tzimisce e vamos cuidar muito bem de sua gravidez.
- Obrigado querido, como é a gravidez de uma vampira? – sempre queria saber...
- Amanha mesmo a sua barriga ira crescer. Como se tivesse com oito meses. – ele sorri enquanto dizia, nosso isso é louco mesmo.
- O que! – gritei – Isso é impossível Christopher. Descobri que estou grávida hoje.
- Você não é humana Alice. – ele me beijou em minha testa, e se retirou do quarto.
Eu estava aflita, será que aquilo era verdade?
- Olivia!- gritei por Olivia, ela é a única menina na casa que pode me ajudar se Emma não estiver porque eu não posso contar com Catherine.
- Sim? O que foi?  - ela abriu a porta e entrou correndo ate mim.
- Christopher me disse que... Amanha minha barriga estará como uma de oito meses. Isso é verdade?
- Alice... – ela riu alto – É claro que sim. Você é não humana. Talvez daqui a uma semana, você terá seu filho.
- É serio? Nossa. Há Olivia, eu tenho que ti contar uma coisa sabe. Eu ouvi na mente de Christopher e na mente de David. Eu estou sendo procurada pelos... Pelos... Qual é mesmo o nome? Há sim... “Sangues ruins”. Foram contratados por Jonathan para me matar, eu herdei tudo de meu pai e agora ele está querendo tomar.
- Essa não. – Olivia estava nervosa e sem saber o que dizer. – Eu tenho que contar para meu pai sobre isso.
- Aposto que ele já sabe.
- Isso é serio Alice, os sangues ruins são uma seita de homens que matam vampiros. E eles têm as asmas certas para nos matar.
- Quais são essas armas? – estava curiosa no que poderia me matar sem ser o sol e tirar meus poderes sem ser a luz.
- O alho, coisa sagradas como água benta e cruzes. Morremos-nos com uma estaca no coração, e a ausência de sangue.
- Eu não sei se estou pronta para is to.
- Mais você não tem escolha Alice, não se preocupe, amanha nos iremos cuidar de você em casa que será bem melhor. – ela se retirou do quarto – boa noite.
- Boa noite Olivia. – eu peguei rápido ao sono.
Apenas me lembro de ter acordado de manha com a barriga enorme, parecendo que estava com seis meses. Eu fiquei com medo, Christopher não estava mais comigo na cama e fazia muito frio na aldeia. Hoje seria o dia em que tínhamos de voltar a Tzimisce, estava muito animada com a viagem. Tomei um longo banho pela manha e me vesti para viajar. Estava usando uma camisa preta e um, sobretudo preto, usava uma causa preta com uma bota preta que iria ate meu joelho, meus cabelos pretos estavam presos, por um lenço florido atrás de minha cabeça. Eu estava clamando por sangue, mais não para me alimentar, e sim para me vinga daquele que matou minha família. Por mais que eu odiasse minhas primas Ella e Natalie elas não mereciam morrer daquele jeito. Por mais que eu ás vezes detesta-se minha tia Melissa, ela também não merecia passar por isso.
Eu amava meu pai e minha mãe. Minha mãe já sabia o caminho dela, mais eu não esperaria que meu próprio primo fizesse isso.     
Não, não. Hoje isso acaba aquele castelo é meu. Não serie uma boazinha como muitas. Criarei meu filho naquele castelo junto com Christopher... Não... Farei uma coisa melhor... Farei melhor.
Minhas malas já estavam prontas, aposto que meu marido não queria que me atrasa-se, típico dele, - eu sorri olhando para as malas.
Peguei todas e parti para a sala principal onde todos estavam prontos para sair. Eles me olharam e sorrira, Olivia assoviou para “tentar” me elogiar. Eu á olhei sorrindo, Christopher me olhou de cima a baixo de boca aberta eu estava mesmo me sentindo linda.
- O que estão olhando? – perguntei colocando as malas no chão.
- Você esta muito produzida amor. Ate de mais para você mesma. – disse Christopher se aproximando de mim e colocando seu braço em minha cintura.
- Só estou me sentindo bonita hoje e vingativa. – eu olhava para todos e todos me olhavam?
- O que está pensando mocinha? – disse meu pai. Eu não acredito que ele me chamou de mocinha. Eu já sou mãe gente. Por favor.
- Nada de mais pai. É uma coisa entre mim e Christopher. – todos ficaram curiosos, mais eu só contaria para Christopher.
Enquanto andávamos para entrar nos carros ate a aldeia de Tzimisce, entramos nos carros, aviam três para nos levarmos, mais e um deles eu fui com Christopher e em sua mente eu tinha que dizer todo o meu plano.

Eu tenho que fazer isso.
Isso o que?
Vingar-me dele por ter matado minha família.
Alice, sua família somos-nos.
Isso eu sei mais não posso deixar que ele sobreviva, eu farei isso Christopher e você não pode me impedir.
Você esta grávida Alice, pelo amor de Deus.
Eu não tenho outra escolha.
Tem sim. Eu não vou deixar você fazer isso.
Eu ti amo muito Christopher e preciso que você esteja comigo nessa hora, eu não vou ti obedecer.
Eu ti proíbo Alice.
Você não pode me proibir de nada Christopher, estamos casados mais você não manda em mim. Só preciso que esteja do meu lado amor. Por favor.
Estou percebendo que você não é, mas a garota que conhece na floresta dentes de sangue certo?
Eu sempre fui à mesma, e também não quero ti perder.
Ele não me respondeu ficou a viagem toda sem falar comigo, estava muito bravo, mais eu não tive outra escolha eu tinha que matá-lo.
Chegando a Tzimisce, os carros foram guardados na garagem, minha “nova” família já estava entrando na casa e guardando as coisas. Os outros vampiros do nosso clã e dos clãs Tremere e  Assamite. Dos Tremere estava Logan o líder do clã, seus quatro filhos, Joseph, Gabriel, Isabella e Sophia. E também sua mulher Emily. Logan era muito amigo de meu pai, e a família dele era muito unida, dos Assamite, o líder é Christian, outro amigo de meu pai. Ele e sua mulher Samantha tinham três filhos, Hannah, Anna e Isaac.
Todos entraram no castelo para se hospedarem. Fui para o quarto de Christopher mais ele não estava. Quando guardei minhas roupas no armário quando senti a respiração dele em meu ombro. Eu o olhei e ele não estava muito contente.
- Você sabia que eu poderia ti matar aqui e agora?
- Não poderia não. Eu senti quando você passou pela porta sem fazer barulho. – eu o abrasei e nos rimos. – Eu tenho que ir.
- Você ainda está com isso na cabeça?
- Sim. Não mudarei de idéia Christopher.
Ele me soltou e saiu de perto de mim.



- Você sabe quanto essas pessoas estão fazendo para ti ajudar e você acaba fazendo isso? Querendo morrer? Os sangues ruins são treinados para matar ok. Treinados. – ele me abraçou e nossos lábios estavam quase se chocando – Por favor... Não vai.
- Não tenho escolha. Você vem comigo para me proteger ou não? – eu continue á olhá-lo.
A porta se abriu sem bater e entrou Olivia, Willian, David, fiquei surpresa quando Andrew entrou pelo quarto, ele não gostava de mim mais talvez Willian o fez entender pelo o que estou passando. Todos estavam bem vestidos, a neve ainda caia, todos estavam com capas pretas com capuz de couro pretas. Levaram armar para se proteger. Os “sangues ruins” sempre tinham uma carta á manga.
- E então e isso? Todos estão com você. – ele não me olhava mais como antes.
- É. Eu tenho que fazer isso querido... Sinto muito. Se cuide – dei um beijo rápido em sua boca, me veste com a capa preta e sai com do quarto com os outros. A busca de minha missão. Matar Jonathan.
Corremos-nos como nossos poderes, chegamos ao castelo em menos de dez minutos. Ficamos escondidos em cima de uma arvore para que ninguém nos visse.
Entramos no castelo e os guardas não nos viram. Era tudo a mesma coisa, a sala, cozinha, escadas... Tudo.
Quando cheguei à sala de jantar sozinha, os outros estavam separados para encontrar Jonathan. Eu não acreditei no que tinha visto, minha família toda estava amarada a cordas que se prendiam ao teto. Cordas nos pescoços, braços, e pernas de todos. Minha mãe, minhas primas e meus tios. Eu me ajoelhei diante deles e chorei muito, muito. Eu senti uma mãe tocar meu ombro e apertá-lo de leve.
Não precisei olhar para reconhecer o toque de Christopher, eu não olhei nos olhos apenas me levantei e o abracei forte. Chorando muito.
- A minha família Christopher. Oh meu Deus.
- Acalme-se amor. Tudo vai se resolver. – ele me abraçava tentando me consolar. – Você tem que continuar com sua missão. Certo?
Nos nus olhamos e ele estava sem nenhuma arma. Ele me beijou e eu o retribui.
- Sim. Vem comigo.
- Claro.
Ele pegou na minha mão e juntos fomos ate Olivia tinha dito mentalmente onde Jonathan estaria. Ele estava se preparando para dormir apagou a vela que iluminava a metade de seu quarto e se deitou. Não imaginava que nos estávamos ali.
Quando as luzes se acenderam ele estava amarado a uma corda com uma cadeira sangrando em vários lugares do corpo. Mais ainda estava acordado, meio grogue mais acordado. Todos estavam olhando para ele, eu e os outros vampiros, eu estava diante dele prestes a matá-lo. E Christopher estava do meu lado.
- Quando nos tínhamos oito anos nos queríamos ser reis de um castelo como este. Quando tínhamos doze anos você se interessou por mim. Mais eu nunca ti quis. Eu nunca iria namorar com alguém da minha família. Mais você matou minha mãe, minhas primas, meus tios. Só para ser o rei de Tzimisce. Você não presta Jonathan. Eu tenho vontade de pendurar seu corpo em uma corda como você fez com a minha família.
- Pode fazer isso se você quiser vagabunda. – ele cuspiu em minha cara, mais eu pude parar aquele cuspi de sangue com meus poderes e devolve na cara dele. Ó olhando.
Christopher segurou em sua garganta para enforcá-lo. Olhou fixo nos olhos dele e apertando o seu pescoço. Eu o impedi de matá-lo.
- Não Christopher. Eu vou fazer isso. – ele soltou Jonathan o olhando fixamente nos olhos dele.
- Você vai me matar não vai?
- Vou.
- Pode matar... Mais de nada adiantará pra você. Os sangues ruins ainda estão te procurando Alice. E também não se esqueça dos Nosferatu querida... Eles sabem que você tem a pomba branca não sabem? Eles já sabiam há muito tempo. – ele ria de minha cara - Só não sabia como ti achar, então e disse a eles que você ia voltar para Tzimisce. E esse filho bastardo que você terá com esse idiota... Não sobreviverá. Nunca sua... Sua... Bastarda.

- Bastardo e você e sua família medíocre que nunca será como a minha seu desgraçado. – eu o ataquei. O morde seu pescoço e suguei todo o seu sangue. E ele caiu da cadeira, morta. Enquanto saiamos colocamos fogo no castelo inteiro, eu me despedi de minha família, durante as chamas se alarmavam, olhei para minha mãe que já estava morta de longe enquanto eu estava na porta do castelo. Ela me olhou e sorriu mesmo estando morrendo, e uma lagrima caiu de seu olho esquerdo. E ou consegui ouvir as quatro palavras que saiam de sua boca.
... Filha... Eu ti amo...
De repente o teto caiu sobre eles, e nós saímos correndo do castelo, não conseguia correr direito porque ainda doía minha barriga. Enquanto andava minha bolsa se rompeu e eu me sentei em uma arvore. Outros vampiros estavam ao meu redor. Christopher me segurou pelos braços e saberia que teria meu filho ali.
Ele me levou correndo para o castelo, mais os sangues ruins estavam aras de nos com cruzes, alhos nos pescoços, e águas bentas. Os vampiros não poderiam lutar contra isto. Só correram para o castelo.
Assim que chegamos, Christopher me pós na cama, ele gritou por socorro por sabia que eu teria meu filho á aquele momento. Emma, Olivia e Catherine vieram para fazer meu parto. Os demais ficaram ao terraço do castelo observando os sangues ruins que estavam a baixo.
Eles estavam com todas as armas possíveis para nos matar. Avia uns dez da seita sangues ruins lá em baixo.
Os vampiros não poderiam descer para lutar porque os inimigos usariam as luzes que tirariam nossos poderes e as cruzes que nos matariam com águas bentas ou os alhos.
Éramos-nos muitos mais fortes que eles, sem a habilidade e as armas... Só eram humanos comuns. Eu gritava de dor para ter o parto, Olivia testava minha respiração e meus batimentos cardíacos, Emma disse para eu empurrá-lo com força, eu respirava e empurrava, eu não estava aquentando mais.
- Empurre Alice, eu estou vendo a cabeça dele. – disse Emma gritando comigo.
Eu o empurrava com toda minha força. Ofegante e nervosa, eu não queria perder meu filho.
Logan, Christian e meu pai estavam na janela mais alta do castelo, os lideres de clãs tinha um plano para matar os sangues ruins mais algo os impedia.
- Não temos muito tempo Drácula... Temos que fazer antes que eles enfadem o castelo e nos matem com as armas. – disse Logan olhando para meu pai.
- Não. Esperaremos-nos ate a vinda dele. – disse meu pai andando para os lados no quarto.
- Deve demorar Drácula. Temos que fazer. – disse Christian cocando suas mãos ao ombro de meu pai.
- Já chega! Eu farei agora. – disse Logan erguendo suas mãos pra fora da janela quando meu pai ás segurou olhando nos olhos dele.
- Não. Esperaremos-nos á... – de repente um choro de criança é derramado por todo o castelo. “meu filho tinha nascido”. Meu pai autorizou que Logan mata-se todos os sangues ruins com troncos de arvores que saiam onde exatamente os guardas estavam. Todos morreram e todo castelo comemorou.
 Eu estava deitada segurando meu menino recém nascido. Ele era lindo de olhos vermelhos e cabelos negros lisos. Eu o olhava e sorria e ele também sorria para mim, Emma e Olivia ficaram encantadas com ele, a porta se abriu e Christopher estava lá me olhando. Ele estava surpreso com nosso bebe.
Ele o segurou no colo olhando nos olinhos dele, o bebe sorria e dava risadinhas quando olhava o pai.
Emma Olivia e Catherine se retiram do quarto nos deixando sozinhos.
- Você conseguiu de novo. – ele me olhava e sorria.
- Nos dois conseguimos. – eu o olhava e sorria, ele me deu um beijo em minha testa e colocou meu filho meu meus braços.
- Nos estamos descendo, vamos nus deliciar com o sangue dos homens que quiseram ti matar.
- Guarde uns pra mim. E para nosso filinho. – nos rimos e ele saiu do quarto.
Eu o olhei e o beijei, ele ainda estava com sangue e então aproveitei para lambê-lo, estava com muita fome... Mais descobri que sangue de vampiros é horrível.
Eca.
Depois do lancinho, eu estava no quarto, assentada com Christopher e nosso filho. Estava escolhendo os nomes para ele. Meu pai dissera que quando o bebe gostar do nome que dá a ele eles sorriam.
- Vamos ver... O que acha de... Alucard?
O bebe não sorrio.
- Que nome é esse? Alucard?  Nossa – nos rimos juntos. - Vamos ver... Armand?
- Acho que não combina com ele. – ele balançava a cabeça para os lados significando que o nome era péssimo.
- Eu também acho.
O bebe continuou sem rir.
- Eu sei de um ótimo... Benjamin?  - ele me olhava esperando minha resposta.
- Acho horrível.
O bebe ainda não sorrio.
- O que acha de Arthur?
- Nada de Arthur ok. Nosso filho não ser chamado de Arthur. – ele não demorou muito a responder e ficou groso de repente.
- Por quê? Parece tão lindo. – eu tentava de tudo convencê-lo. - Porque não pode ser...
- Eu já disse Alice, meu filho não será chamado de Arthur. Jamais. – ele ficava mais nervoso.
- Você não gosta deste nome por quê?
-... Artur é o nome do meu pai. Quer dizer, era o nome dele. Meu pai matou todo a minha família por ciúmes de minha mãe. Antes de me transformar vampiro. Quando fiquei com a doença que não tinha cura, e Drácula me transformou, eu não poderia mais ficar ali, se não mataria todos e eu não queria isso. – ele dizia sem olhar nos meus olhos. Apenas segurava nosso filho.
- O que aconteceu depois? – eu estava curiosa.
- Quando eu estava totalmente treinado para não comer sangue. Eu quis fazer vingança e fui ate a aldeia e o matei com meus poderes. Por isso não quero que nosso filho tenha o nome de Arthur ok.
- Ta bem. – agora eu iria alegrá-lo. - Como meu marido é o melhor do mundo eu j se o nome que darei a nosso filho.
- E qual seria? – ele me olhou sorrindo. – Eu pensei bem e o nome é esse... Christopher Drácula Rivnos Ventrue ².
Ele me olhou e sorriu. Segurando nosso filho ele disse olhando em meus olhos.
- Querida eu estou muito honrado de ter colocado o nome de seu pai e o meu nome mais... Acho que não devia colocar o nome de Ventrue.
- Eu vou colocar. Pela minha mãe Christopher, não pelo o meu pai. Por mais que eu ainda sobrevivo, carregarei a família Ventrue comigo. Minha mãe foi uma guerreira Christopher. E eu ainda a honrarei.
- Ok. Desculpe-me. Se você acha uma coisa boa colocar o nome de Ventrue em nosso filho... Eu entendo. – ele me entregou nosso filho, e se levantou da cama e se retirou do quarto. Não demorou muito para que meu pai possa entrar na porta sem bater.
- Olá filha... Como anda meu netinho lindo? – ele segurou Christopher Junior e sorrio.
- Esta bem pai. Eu estou muito orgulhosa de mim mesma. Eu estou... Não tenho explicação.
- E qual é o nome dele? – ele estava muito curioso. Ate de mais.
- É uma surpresa. Contarei no jantar.
- Ok. Eu queria muito saber mais... Respeitarei sua decisão.
- Você não poderá saber... Confidencial ate o jantar.
- E como anda você e Christopher? Ele esta sendo sincero e amoroso?  - ele me olhava com um de preocupação. Eu detestava mentir, mais não adiantaria nada... Pois ele ia ficar sabendo de qualquer maneira...
- Ele me contou sobre o seu pai... Disse-me que Arthur é um nome maligno. Que não poderia colocar em nosso filho.
- Minha nossa... – ele pós Christopher Junior em seu berço e se assentou do meu lado. - Tenho medo do futuro filha.
- Eu também. Quando Emma me disse que eu possuía a pomba branca em mim. Eu tenho sonhado com o mesmo sonho.
- Que sonho querida? É algo ruim?
 - Não, não. Ele é estranho... Catherine estava nele. Eu estava no castelo, sozinha e ela aparecerá do nada e me cantou que eu ia perder duas coisas e ganhar uma coisa. O que pode significar?
- Na verdade eu não sei.
Ele estava mentindo.
- Tem certeza?
- Tenho. Eu... Irei falar com Catherine. Na demoro. – ele se retirou da cama sem e saiu do quarto sem olhar nos meus olhos. Eu não tinha idéia do que ocorria. Apenas Olivia e Catherine poderiam prever o futuro... Catherine me odiava minha única esperança seria Olivia.


Dois anos se passaram, meu filho estava com dez anos de idade... É estranho não? Na idade dos vampiros, em apenas um ano, o vampiro faz cinco anos amais. O corpo dele também estava mudado, com o corpo de dez anos. Estava com franjas e era branco como a neve e de olhos vermelhos, toda a família adorava o meu filhote. Ele era mais apegado ao pai do que a mim. Deve ser a genética.
Todos estavam ao jardim fazendo bolas de neve e tacando uns aos outros, nos estávamos felizes por estarmos juntos. Olivia e David já estavam namorando. Foi incrível saber que Drácula permitiria isto quando pegou os dois no flagra fazendo amor no quarto de Olivia.
Os dois estavam no jardim namorando. Eu os chamei mentalmente para virem em meu quarto. Eu precisava muito falar com ele.

- O que foi Alice? Ouvi alguma coisa? – disse Olivia entrando no meu quarto com David.
- Sentem-se aqui – disse eu me assentando na cama com ele.
- É muito grave? – disse David.
- Não. Eu queria que vocês fizessem uma coisa pra mim. Há dois anos os Nosferatus não dão noticias de que teriam nos atacar. “atacar-nos não, me atacar”.
- Sim. Mais eu previ o futuro Alice, eles firam para nos atacar. O que faremos? E seu filho?
- Eu já pensei em tudo... Se eu não sobreviver a este ataque dos vampiros... Eu quero que vocês levem meu filho para longe daqui. Cuidem dele, por favor. Eu separei todo o dinheiro possível. Eu preferia que vocês saíssem de Tzimisce antes dos vampiros chegarem.

- Ok. Faremos-nos. Meu pai já esta sabendo que os Nosferatus estão a caminho... Ele me disse que nos deveríamos lutas na floresta dentes de sangue...
- É por isso que eu quero que vocês levem o meu filho para longe daqui. Eu não quero... – a porta se abriu, e meu filho entrava no quarto com olhares fixo em nos...
- Mãe... Eu vou embora daqui? Vamos-nos mudar? – ele veio ao meu encontro e me abraçou enquanto eu estava em pé ao quarto. E Olivia e David sentados na cama olhando uns para ou outros sem saber o que dizer.
- Filho... Escuta-me... Você terá que ir embora com sua tia Olivia e seu tio David. Ouviu?
Ele me olhava. Queria saber por que teria que ir embora. Por quê?
- Mais porque mamãe? A senhora não gosta mais de mim?
- Filho... – eu não sabia o que dizer... Eu detestava vê-lo longe de mim. - Eu amo você... Ouviu? Eu mo você meu pequeno. Mais uma coisa vai acontecer com a mamãe e com a família muito rum. E eu não quero que você esteja perto para ver.
- Os vampiros maus atacaram certo? – ele já sabia de tudo.
- É filho. Mais não se preocupe... Você irá sobreviver. Disso... Eu não tenho nenhuma duvida. Amanha de manha você vai partir ouviu?
- Mais mamãe. Eu quero ficar com você e proteger a família. - aqueles olhinhos lindos ainda estavam a me seguir.
Oh meu Deus Olivia.
Acalme-se Alice. Tudo vai dar certo.
Eu espero que sim.
- Filho... Você não pode ir. Eu preciso que você fique em segurança com seus tios ate essa... Coisa acabar. Prometa-me que vai obedecê-los?
- Sim mãe. Eu ti prometo. – ele me abraçou forte e eu senti que ele abraço poderia ser o ultimo.
- Agora vá brincar com os outros. – ele me soltou e saiu do quarto.
Eu me sentei ao lado de Olivia e David. Abaixei a cabeça e pensei... No que iria acontecer.
- Calma Alice. Tudo vai dar certo.
- Não se preocupe... Vamos-nos cuidar de Christopher. Tudo vai estar bem. – eles tentavam me acalmar, era tudo o que eu queria. Ficar calma.



 Ao dia seguinte... Seria o dia em que lutaríamos por evitar a minha morte. “tecnicamente”.
Teríamos-nos que ir ate a floresta dentes de sangue, ou então eles iriam ate nossa casa para nos atacar e seria muito pior.  A floresta estava com menos arvores quando eu a vi. Mais ainda era a mesma coisa.
Rivnos, Tremere e Assamite contra os Nosferatus. Seria uma luta e tanto. Drácula faria de todo para não lutarmos. Mais os Nosferatus não perdoavam á ninguém. Matthew procurava um vampiro que estaria com a pomba branca há trinta anos. Agora que ele achou... Ele não iria dispensá-la.
Estávamos todos lá... Na floresta. Nos do lado esquerdo a frente da vista do castelo de eles a frente da vista das ruínas do antigo castelo de meu pai. Eles estavam a dez metros de nos. Coragem não nos faltava.

Drácula me olhou e deu dois passos a frente... Christopher estava ao meu lado, e segurava três dedos meus.
- Não precisamos disso Matthew. Ela não tem culpa de ter esse poder. – disse meu pai. Olhando fixamente nos olhos de Matthew e de seu exercito.
- Na verdade vocês não precisam estar aqui Drácula. Porque a simplicidade? Somos inimigos há tanto tempo. Eu só quero a garota.
- Disso eu sei Matthew. Mais por mais que seja horrível para você ter perdido a Paloma... Isso não significa que você terá que matar a minha filha para recuperá-la.
- Não fale o nome dela David. Ela não pode sair da baça de nenhum seguidor das trevas.
- Eu gostava muito dela também Matthew. Ela sempre foi uma irmã para mim.
- Eu não quero mais falar nisto. Será que eu posso ver a menina... De perto? – ele olhava em meus olhos, eu ainda não sabia o poder que ele tinha. Mais gostaria de saber para ficar alerta. - Por favor.
Drácula me olhava e estendeu sua mão para que eu á pega-se e que juntos icemos ate Matthew.
Christopher segurou minha mão e não largou ate chegarmos lá. James também estava indo conosco ate Matthew. Ele era poderoso de mais. E nunca saberíamos quando ele ia atacar...
Quando estava frente a frente com ele, reparei em suas vestes. Ele usava um casaco preto e um, sobretudo por baixo com golas estranhas. Com causas pretas e sapatos pretos. Seu cabelo era liso e cheio, pegava ate seu ombro. Era moreno e tinha os olhos laranjados.
Ele tocou em minha bochecha e á alisou. Olhando nos meus olhos fixamente... Ele segurou minha mão.
- Então... A herdeira de sangue retornou ate-nos... Ela é muito linda... Tem os olhos da mãe.
 Eu nada disse. Continue a olhar nos olhos dele.
- Você tentou esconder o seu filho de mim menina? Você é muito esperta. – ele me olhava sarcasticamente... Nossa como ele soube?
- Sim. Isso é entre mim e você. Não quero que meu filho veja essas barbaridades.
- Você queria uma troca não é Drácula... Pós então terão. Se você não se entregar para nos... Meus homens mataram o seu filho. – ele me olhava enquanto dizia aquelas coisas.
- Não faça isso, por favor. – disse eu olhando nos olhos dele.
- Matthew. Agora você foi longe de mais. Minha filha não é obrigada a ceder seus poderes a você.
- Você já esta avisada. Um pelo o outro.
-Ele não esta sozinho.
- Sim eu sei. Está com Olivia e David certo?
- Eu não vou deixar que você faça nada com o meu filho. Se os seus homem o machucarem eu mando você para o espaço. Eu não tenho medo de você.
Ele estalou os dedos e quatro dos homens dele vieram e ficaram de frente para mim.
Eu olhava para os homens e ele me olhava.
- E então? O que vai ser?
- Eu não vou entregar o meu filho a vocês.
- Ótimo.
Ele estalou os dedos e os quatro homens foram atrás de Olivia e David para matar meu filho. Quando me virei e olhei trás, Willian e Andrew foram atrás deles para evitar que meu filho seja morto.
Eu dei as costas a ele. E ele também me deu as cosas. Parou no meio de todo o seu exercito e disse a todos...
- Matem todos.
O exercito de Matthew gritou alto e partiram para nus atacar. Aviam trinta do nosso lado e trinta e cinco no lado deles, e nos partimos para cima dos Nosferaus para atacá-los. Eu fui com toda o odeio possível para matar.
A luta tinha começado. Os Nosferatus eram fortes mais estavam perdendo. Um dos homens partiu para cima de mim para tentar me matar ele saltou para caiu tecnicamente em cima de mim. Ergui minha mão e controlei o corpo dele com a força de minha mente. E o atirei longe.
Christopher lutou bravamente para me defender, eu já tinha matado muitos vampiros. Mais ainda faltava um. E esse vampiro estava lutando com meu pai. Eu core ate os dois para matar Matthew de uma ver por todas.
Mais não consegui dar nenhum passo. Matthew tinha matado meu pai. Eu fiquei de queixo caído ao ver Matthew arrancando a cabeça de meu com as mãos. Christopher também visualizou a morte dele e corremos juntos para matarmos Matthew. Mais tivemos um contra tempo... Catherine passou por nos muito rápido e partiu pra cima de Matthew. E ele também a matou.
Eu e Christopher ficamos a frente dele.
- Não precisa ser assim criança... É só você se entregar a mim. E pouparei todos vocês.
- Você matou meu pai, e minha tia. Seu desgraçado.
- Eles não foram os únicos, eu também matei a sua mãe para me alimentar. – ele sorria caçoando da minha cara. Eu não me agüentei. Tenho que matá-lo.
Separei-me de Christopher. Eu ao lado, Matthew no meio e Christopher ao outro lado.
Cada um de nos estava a cinco metros de distancia enquanto a luta continuava. Christopher correu ate Matthew e um acerto em sua face. Matthew tomou o impulso do soco de Christopher e tonteou enquanto estava no ar em direção ao chão.
Com os meus poderes. Usei para controlar o corpo dele e o atirei ao chão. Ele se levantou e veio para cima de mim com toda a força. Christopher tentou impedi-lo mais não conseguiu. Ele acabou matando o meu marido.
Eu tinha que matá-lo. De uma vez por todas. E foi o que eu fiz. O prendi com os poderes ao ar. E fiz com o que seu corpo explodir. Chorando o sangue nas cabeças dos outros vampiros.
Eu peguei o corpo de Christopher com minhas mãos e sai da luta e fui direto para o castelo. Chorando muito eu tinha perdido os dois homens que eu amava nessa vida.
A altura do campeonato... Meu filho agora já deve estar morto.
Pus o corpo de Christopher á mesa de jantar que estava fazia. O corpo dele estava perfurado saindo muito sangue. As garras de Matthew tinha o machucado muito.
Eu tentava acordá-lo para dizer suas ultimas palavras... Mais não conseguia. Pus minha cabeça sobre seu abdômen e chorei. Chorei muito.
- Mãe... O que ouvi com o papai? – era Christopher. Meu filho. Eu o abracei forte e chorei sobre o ombro dele.
- Filho... O sei pai, seu avo, e sua tia Catherine... Estão mortos, querido.
- O que? Isso é serio mãe?
- Sim filhote. É muito serio.
Olivia, Willian e David saíram do quarto. Olhando nos meus olhos e sujos por lutarem tanto.
- Mais mãe... Eu acho que posso curar o papai.
- De que você esta falando?
- Eu não sei como mamãe. Mais posso curar o papai. Veja. – ele foi ate seu pai e encostou suas mãos no coração de Christopher. Nossos olhares estavam penetrados em Christopher. Quando de repente, Christopher se levantou da mesa olhando nos ossos olhos. Eu não acreditava que meu filho também possuía a pomba branca.
- O que aconteceu? Porque eu estava deitado na mesa de jantar? – eu o abrasei forte que senti seus ossos estalarem.
- Eu tenho você de volta. Aqui comigo.
Ele me beijou e os outros sobreviventes da luta retornaram ao castelo. Alguns tinham morrido. Mais outros ainda permaneciam de pé.
Depois de dois dias. Eu estava á ultima janela com Christopher conversando á tarde.
- Eu perdi minha mãe... Perdi meu pai. Meus tios que lutaram por mim.
- Mais você ganhou uma nova família. Eu, seu filho, Olivia, David e Willian e Emma.
- Eu sei. Mais não é a mesma coisa... Ainda sinto falta dele. Não me recuperei de sua morte.
- Eu também. Mais dia irá superar tudo isto. Porque estamos juntos. E juntos somos fortes.
- Eu nunca poderei retribuir o que você e sua família fizeram por mim. Eu amo muito vocês.

Ele me abraçou e me beijou estávamos apreciando a vista da floresta dentes de sangue. Uma floresta que foi feita uma promessa. Uma floresta que precisou lutar para se proteger... Uma floresta de vampiros. Mais esses vampiros. Por mais que estejam mortos e distantes, sempre estarão juntos. Pra sempre...    
   Somos-nos os dentes de sangue.
Somos-nos os vencedores da batalha final.