Dentes de sangue
Parte 2.
Aquele sonho que eu avio tendo não existia mais. Eu
estava sonhando com Christopher, e minha nova família. Tudo ficou tranqüilo
quando o meu pai de mentira faleceu. Eu ainda estava muito abalada com tudo o
que tinha acontecido, aquelas lutas, as mortes, pessoas se sacrificando por
mim. Foi horrível, eu detestei passar por aquilo. E não queria mais passar por
isto.
Mais chega de se preocupar com essas coisas. Hoje é um
dia de gloria um dia muito especial para mim. Hoje é o dia do meu casamento.
Nada mais poderia me impedir. Eu não estava presa a
casa de meu pai. Eu não tinha mais minhas primas ridículas a zombar de mim.
Tudo isso acabou.
Meu pai Drácula me casaria com Christopher. Todos
estavam muito elegantes. Muito mesmo.
As mulheres de vestidos e os homens de esmoquem. Todos
estavam perfeitamente lindos. A minha família nova estava toda no jardim do
novo castelo que estavam morando. Estávamos na aldeia de Flosd. O verão em
Tzimisce já estava para começar, e nos poderíamos morrer a qualquer momento.
Todos estavam no jardim. Minha família e os outros
vampiros parentes dos nossos. “Os vampiros dos ostros clãs”. Eu estava usando
um vestido preto, com detalhes floridos na altura das pernas, eu estava nervosa
e com medo. Mais também estava muito linda por sinal.
- Não se preocupe. Casamentos são muitos...
Estressantes e por isso eu nunca mais me casarei amiga... Será que posso ti
chamar assim. – disse Catherine cuidando de meu cabelo em meu quarto. A tia de
Christopher “a minha tia tecnicamente” ainda não gostava de mim. Ela não queria
que eu retorna-se a minha verdadeira família. “os vampiros”.
Olivia, e Emma também estavam no quarto. Eu nada disse.
Só estava cansada de tudo o que Catherine fazia comigo. Querer me jogar de lado
na família. Sempre foi assim.
- Por favor, tia Catherine. Não vamos arrumar uma briga
hoje. Lembre que é um dia muito especial. E não queira brigar com sua própria
sobrinha. – disse Olivia cuidando de minha maquiagem.
De repente, Catherine largou meus cabelos e olhou
fixamente nos olhos de Olivia.
- Ela não é da minha família. Ela vivia com humanos.
Seu pai foi louco de ter colocado essa menina entre-nos. – ela gritava em vozes
altas. Eu estava brava com ela não aquentava mais as coisas horríveis que me
dizia.
Olhei para o lado onde Catherine estava. Eu tinha,
devia, devo dizer algo.
- Eu não preciso de você Catherine, eu tenho duas
mulheres que gostam de mim nesta casa. Emma que é considerada uma mãe para mim
e Olivia que já é minha irmã. Eu não preciso de você Catherine. Não preciso. –
me virei pra o espelho, Catherine já tinha ido embora. Quase desceram lagrimas
pelo meu rosto, mais eu me contive, odiava discutir com Catherine.
- Calma. Nada vai estragar seu casamento Alice. Nada.
- Eu sei. Não quero que Christopher me veja chorando.
- Ele não verá. – ela acabou os últimos retoques de
minha maquiagem. Meus cabelos estavam enrolados e com a cor preta, e cheios de
vida, luminosos e lindos.
- Eu espero que nada aconteça comigo.
- Como assim Alice?
- Eu não sei. Eu estou sentindo que alguma coisa ira
acontecer. Mais eu não sei se é... Uma coisa boa ou uma coisa ruim – minha voz
estava estranha. Eu tinha mesmo a impressão que algo iria acontecer comigo...
Mais o que?
Eu estava pronta para começar a caminhada ate Christopher
para nos casarmos, eu teria que ir sozinha ao encontro dele, “tradução dos
vampiros”. Significa que uma mulher já é independente com o marido. Por isso
ela terá que ir sozinha ate ele.
Eu estava nervosa e segura de mim mesma ao mesmo tempo.
Aviam pessoas que eu nunca tinha visto e conhecido, o clã dos Rivnos era
grande, e também aviam outros clãs presente ao meu casamento. A orquestra tocava seus violinos e pétalas de
rosas brancas estavam não chão. Rosas vermelhas presas aos bancos de madeira. Eu
olhava para todos e sorria disfarçadamente, Christopher estava lindo. Muito
lindo. Ao lado dele estava Emma e Olivia. Drácula estava no centro para nos
casarmos. Eu fiquei cara a cara com Christopher, ela sorria e segurava minha
mão. Estava tremendo muito mais do que eu.
Esta
nervosa?
Sim.
Um pouco.
Ótimo,
é bom ficar nervosa, deixa você alerta.
É
o que eu sempre digo.
Conversávamos-nos mentalmente, meus poderes estavam
fluindo dentro de mim. Eu nasci para ser uma vampira, definitivamente.
- Queridos irmãos vampiros. Estamos aqui reunidos
para... – levantando suas mãos como um padre. Ele tentava achar as palavras
certas. – Celebrar e casar... Esses dois jovens. Alice Ventrue Rivnos e
Christopher Rivnos. Eu não tenho muitas coisas a dizer. Só peço que vocês sejam
felizes, muito felizes juntos. Agora. Pode beijar a noiva.
Christopher me beijou lentamente, e eu o retribui. Os
grãos de arroz sendo atirados em cima de nos. Tudo foi muito lindo.
Depois da cerimônia, ouvi uma festa ótima, todos se
divertiram muito, ouvi discursos da família e amigos. Tudo foi maravilhoso, foi
o melhor dia da minha vida.
- Você gostou?
- Sim querido, foi tudo ótimo. – nos estávamos
conversando em meu quarto quando a festa acabou todos estavam muito exaustos.
- Eu só queria ti dar o melhor – Ele estava no outro
lado do quarto, “o nosso quarto”, eu fui ate ele e o abrasei forte, suas
costelas estalaram, ele gemeu de dor e me olhou sorrindo,
- Você já me deu o melhor desde quando me beijou. Eu ti
amo muito.
- Eu também ti amo muito. E não quero ti perder. Nunca.
- Você sabe que nunca vai me perder amor. Eu já sou
sua. Completamente sua.
Ele me beijou novamente, nossos lábios eram chamas de
alegria, quando se tocavam, eu adorava quando me beijava, eu o amava tanto.
- Eu irei ao jardim de despedir dos visitantes. Amanha
começaremos o seu treinamento ok.
- Sim senhor. – nos rimos e eu o abraçava mais e mais.
Ele se foi. Eu não poderia mais demorar, coloquei minha
camisola azul bebe que iria ate minhas coxas. Eu estava o esperando. Quando ele
voltou me viu deitada na cama, ele ficou sem falas, meu corpo tinha mudado
mesmo quando ele me transformou, ele tirou a roupa mais só ficou com um
shortinho fino, deitou na cama ao meu lado e me beijou, começou a me agarrar na
cama e chamar meu nome.
Eu estava com desejo pelo corpo dele, tirou minha roupa
em baixo dos lençóis e eu tirei seu short e sua roupa de baixo, nos fizemos
amor naquela cama. Foi inesquecível, ele gemia nos meus ouvidos, eu gemia aos
ouvidos dele quando colocava em meu corpo toda a excitação possível. Eu adorei
cada momento.
Acordamos-nos de manha pelados em baixo dos lençóis. A
neve estava caindo, eu me levantei, tomei um leve banho pela manha e me vesti
uma calça jeans não muito justa, pus uma camisa azul escuro de mangas cumpridas
e um casaco, estava muito frio. Eu pensava que os vampiros sentiam frios mais
sentem.
Chamei por Christopher pela manha mais ele não quis se
levantar. Eu fui para a sala para tomar café da manha com todos.
Assim que cheguei à sala, eu cumprimentei a todos,
Catherine ainda não queria olhar em meus olhos, mais eu não ia deixar que ela
estraga-se o meu dia.
A mesa era cheia de velas ao redor, caveiras e as
comidas servidas.
- Ontem foi noite e tanto. Não é Alice. – disse Willian
olhando em meus olhos segurando o capo de sangue que estavam tomando, e
sorrindo e dando algumas risadas com Olivia.
- Sim foi. Obrigada por tudo que vocês fizeram por mim.
- Eu não estava falando do casamento. – ele começou a
dar risadas com Olivia, na verdade todos riram menos Catherine e meu pai.
- Oh meu Deus. Eu... Eu nem sei o que dizer. – eu
também não pude agüenta a vontade de rir.
- Chega. Não quero que ninguém se meta na vida de Alice
com Christopher. Willian, peça desculpas a sua irmã. – Drácula parecia nervoso
quando falavam mal de mim ou brincavam comigo, mesmo que eu também estava
brincando. Ele queria ser o “pai corrija” que eu nunca tive.
- Mas pai ela também estava brincando.
- Agora. – ele o olhou com um olhar de reprovação.
- Não precisa Drácula. Foi só uma brincadeira sem
importância alguma – eu tentei convencê-lo e acalmá-lo.
- O que você disse? Você me chamou de Drácula foi isso?
- Desculpe... Pai!
- Há, assim é melhor.
Eu sorri para ele, mais ele não retribuiu. Pelo menos
Emma era muito carinhosa comigo e uma mãe pra mim.
- Ok. Desculpe-me Alice. – ele não olhou nos meus olhos
a pedir desculpas, mais continuou comendo, Willian era uma boa pessoa mais era
muito brincalhão e bobo também.
- E então? Ele é bom de cama? – Olivia sorri olhando em
meus olhos quando disse aquelas palavras, eu não consegui responder por ter
rido muito com aquilo.
- Olivia! – Drácula chama sua atenção.
- Perguntar não ofende pai.
Christopher apareceu á mesa, se sentou ao meu lado e
cumprimentou todos. Segurou minha mão e começamos a tomar nosso café juntos com
o resto da família, Catherine não tocou na comida o café todo ela só permaneceu
a me olhar. Com aqueles olhos reprovadores.
- Você não vai comer Catherine? – perguntou meu pai
olhando nos olhos dela e percebeu que seu prato ainda estava cheio.
- Estou sem fome. Desde dia em que essa garota veio
morar em nossa casa.
- Você vai querer brigar com Alice novamente Catherine?
É isso mesmo? – disse Emma acabando com seu café olhando nos olhos de
Catherine. Emma sempre me defendia quando ela me atacava com suas palavras.
- Pode defendê-la o quanto você quiser Emma, - ela se
levantou e disse algo terrível em alta voz olhando em meus olhos. - Mais eu á
odeio desde dia em que ela veio para cá, Christopher, você fez mal em si casar
com ela.
- Já basta Catherine. – meu pai se levantou e gritou
com ela. – O que esta acontecendo com você? Porque estava agindo assim?
- Eu não quero mais falar sobre isso. – ela se retirou
da mesa e saiu correndo com seus poderes de velocidade para a varanda.
James, o marido de Catherine se levantou e foi atrás
dela junto com meu pai e Emma. Apenas eu, Christopher, Olivia, Willian, Andrew
e David permaneceram na mesa.
- Gente... Eu sou muito grata por tudo o que vocês
fizeram por mim... Eu... Acho melhor que eu possa ir embora, morar sozinha com
Christopher só para resolver as coisas. O que acham? – eu não aquentava mais
tanta confusão por minha culpa.
- Calma... Não é sua culpa o que esta acontecendo.
Nunca foi Alice. – Olivia tentava me acalmar.
Christopher segurava em minha mão olhando nos meus
olhos falando mentalmente comigo.
Calma
Alice, Eu não vou deixar nada acontecer com você.
Eu
sei mais... Seria melhor se...
Não.
Eu estou aqui. Ainda teremos nossa lua de mel juntos.
Eu
ti amo muito sabia.
De qualquer maneira possível Christopher sempre me
fazia sorrir. E sempre conseguia.
- Não ligue para minha tia Catherine, ela sempre foi
assim mesmo. – disse Willian olhando nos meus olhos.
- Ela não gosta de humos desde... De... – Olivia queria
me contar alguma coisa, mais não sabia se era seguro mesmo contar.
- Acho que não é uma boa idéia contar isso a ela. Isso
é pessoal sobre minha mãe Olivia. – disse Andrew olhando nos olhos de Olivia,
Andrew também não gostava de mim.
- Porque não. Todos sabem menos ela, portanto ela
também precisa saber já que entrou pra família.
- O que foi? Que segredo é esse?
- Bem... Na verdade, a tia Catherine odeia os humanos
porque quando ela era uma humana, o pai dela matou toda a família e parentes
que ela tinha, a mãe dela é a mesma mãe de meu pai Drácula, só não é do mesmo
pai. A mãe dela se apaixonou por um vampiro e ela engravidou dele tendo o
Drácula. Mais o pai de Drácula foi morto por outros vampiros os... Nosferatus.
O clã de vampiros do mal, que matam qualquer coisa
com vida ou qualquer ser humano para se alimentarem, possa ser animal, pessoa
ou... Vampiros.
Depois Drácula transformou minha tia em vampira
quando ela tinha doze anos de idade, e os dois estão ai ate hoje.
- Nossa. Meu Deus. – eu estava apavorada e com
medo. - Vocês já lutaram contra eles?
- Uma fez. Mais... Muitos de nos os Rivnos
morreram.
- Avia muitos de vocês?
- Mais de trezentos. Agora só sobraram uns cem de
nos. Por sorte, podemos contar com nossos amigos que morram aqui perto.
- Nossa. Que historia. – eu tinha terminado o
almoço. Então me retirei da mesa. - Gente... Eu irei ao meu quarto ok, não irei
demorar.
- Quer que vá com você querida? – Christopher
sentia e ia que eu não estava bem.
- Não amor. Tudo bem eu posso ir sozinha. Só quero
deitar um pouco.
Continue andando ate meu quarto, mais observei que
meu pai, Emma, James Catherine estavam conversando a respeito de mim. Para não
me virem eu me escondo atrás da porta.
- Muito bem Catherine, você ainda não me disse por
que esta desse jeito com a minha filha. – meu pai pareceu agressivo a falar com
ela.
- Ok. Eu contarei tudo. Eu previ o futuro. O nosso
futuro, e não é nada bom. – ela se sentou no banco na varanda com as mãos
cruzadas olhando nos olhos de meu pai. Eu não sabia que Catherine poderia
prever o futuro. - Os Nosferatus
estão de volta. E eles sabem que a herdeira de sangue retornou, e também sabe
que ela tem a pomba branca em seu corpo.
Catherine estava chorando. Eu não estava entendendo
nada, Emma sabia que eu estava observando tudo, consegui ver em sua mente, mais
ela não me entregou a meu pai. Ela sabia que cedo ou mais tarde eu deferia
ouvir o que estava acontecendo
- Isso é impossível, todos os vampiros que tinham a
pomba branca foram mortos, porque a Alice tem?
O
que é a pomba branca?
- Eu não á odeio Drácula, tenho medo que ela possa
ir embora, por isso não quero me apegar a ela porque ela pode ir embora a
qualquer momento. A mulher de Matthew faleceu. E ele quer pegar a menina para
dar a vida da mulher em troca.
Eu
ainda não entendo.
Saia daqui Alice, logo depois nos conversaremos.
Eu
não posso Emma, tenho que saber.
Você
saberá... Espere-me em seu quarto agora. Vá logo Alice. Vá.
Conversamos-nos mentalmente e eu me retirei das
portas da varanda. Fui para meu quarto e me sentei e fiquei pensando o que
tinha ocorrido.
A porta foi batida, três vezes eu á olhei.
- Entre. – disse eu.
- Entre. – disse eu.
- Ola querida. Eu vim esclarecer as coisas com
você. É melhor se segurar para não cair – ela se sentou ao meu lado, pegando
minha mão com a sua e a alisou.
- Estou querendo saber também.
- Filha... Eu não vou fazer rodeios. Serie direta
com você.
- Sim diga Emma. – eu estava nervosa, o que seria o
grande segredo?
- Filha... Você tem uma coisa que foi extinta por
muitos vampiros. Você tem a pomba branca. A pomba branca é um poder muito
valioso e você só pode usa uma fez. Deixe-me explicar um exemplo... Se eu
morre-se aqui agora, você poderia usar esse poder para me salvar e fazer com
que eu ressuscitasse.
- Isso é ótimo não?
- Não Alice.
- Então...
- Você poderia usar esse poder mais você morreria
filha, entregando sua vida, ou melhor, a sua alma a pessoal que já morreu, e a
pessoa teria duas vidas, eu ressuscitaria e você morreria, e a pessoa mesmo se
morre-se depois de uns anos, teria mais uma vida a sua. Você me entendeu?
- Sim. Infelizmente.
- Filha o ruim é que os Nosferatus
estão atrás de você. Eles querem pegar o seu poder para ressuscitar a mulher de
Matthew Nosferatus
o líder do clã.
- Como ele ficou sabendo?
- Disso eu não sei.
- Ok. O que faremos?
- Nós vamos retornar a aldeia de Tzimisce.
Temos que proteger você. De alguma maneira, nos iremos nos separar em aldeias,
você, Christopher, Drácula, Olivia e eu iremos para Tzimisce, os outros irão
para Lerrerian. Os outros vampiros morram lá, algumas pessoas do nosso clã
estão morando lá em Tzimisce, eles iram proteger você de qualquer maneira
filha.
- Eu sou muito grata por tudo. Obrigada.
Ela se levantou e saiu do quarto, eu chamei por
Christopher telepaticamente, ele em menos de dois segundos apareceu.
- O que ouvi querida? Diga-me...
Eu contei tudo para Christopher, ele não acreditou mais
eu o convence que era verdade. Ele se sentou ao meu lado, me olhando, eu chorei
muito ao lado dele, ele não saia de perto de mim. Estava lá me consolando, eu
adorava sentir sua presença.
Eu não queria jantar com todos, só queria permanecer em
meu quarto naquele castelo enorme. As duas e quarenta da manha eu me levantei,
não consegui dormir direito, Christopher ainda estava dormindo na cama, eu fiz
de tudo para levantar e não acordá-lo.
O castelo era bem grande, mais não estava escuro, as
tochas de fogo iluminavam um pouco a casa, não avia energia elétrica, a lua
cheia e as tochas iluminavam o castelo.
Continue andando ate a cozinha para pegar um copo
d’água. Enquanto continuei andando sobre a noite carregando uma toca em minhas
mãos, dei um flagra em Olivia, beijando David no corredor. Eles se amassavam e
nem perceberam que eu estava na frente deles, depois de cinco segundos eles
pararam e me firam.
- Alice! Você por aqui? – ela estava nervosa, e com
muita vergonha, David não olhou em meus olhos.
- Eu... Não queria atrapalhar vocês. Podem continuar,
eu só ia ate a cozinha pegar um copo d’água.
- Alice... Eu posso explicar... Não é nada do que você
está pensando. – ela ficava mais nervosa ainda, com medo que eu á entrega-se ao
meu pai.
- Pode ficar tranqüila Olivia, eu não direi nada para o
Drácula.
- Muito obrigada irmã.
Eu me retirei da frente deles, com certezas estavam com
muita vergonha de si mesmos. Eu continuei andando ate a cozinha, e quando ia
abrir a porta, escutei o som da foz de meu pai Drácula conversando com James
meu “quase tio”.
- Eu já disse e não vou repetir. Defenderei a minha
filha a todo o momento, eu não vou deixar que nada aconteça com ela James. Nada.
- Mais pode morrer por causa dela Drácula.
- Não importa. Defendê-la-ei com minhas forças.
Eu quase chorei nessa hora, meus olhos encheram de
lagrimas. Mais eu não pude agüentar, chorei baixinho para que nenhum dos dois
possa me ouvir. Eu desisti de beber água. Decide voltar ao meu quarto. Mais
antes...
Eu
ti amo muito pai.
Você
está ai certo? Ouvindo as conversas de novo como sua mãe fazia.
Sim.
Obrigado por tudo que faz por mim.
Eu
ti amo muito filha, muito, e nunca irei perder você.
Retornei pelo mesmo caminho ate meu quarto, Olivia não
estava mais ao corredor com David. Um sorriso veio em minha face ao relembrar
de ter pegado os dois se beijando. Eu iria me vingar de Olivia.
Cheguei ao meu
quarto e por sorte, Christopher estava dormindo.
- Onde a senhora foi? Posso saber? – eu já estava na
cama com ele, ele me deu um susto falando daquele jeito.
- Eu... Fui beber um copo d’água meu amor.
- Espero que seja isto mesmo, meu irmãos e meus primos
são muito safados.
- Você esta com ciúmes de seus próprios primos e irmão
Christopher Rivnos? – eu estava sentada na cama com as pernas deitadas, ele sim
estava deitado. Eu olhava pra ele sorrindo, ele se sentou no meu lado sorrindo
com aqueles olhos verdes lindos, me abraçava.
- Eu tenho ciúmes de te perder, tenho ciúmes deles sim.
Porque você é só minha. – ele me beijou, eu o retribui. Nos nus deitamos na
cama e começamos a nos agarrar entre nossos beijos. Adorei cada momento, cada
momento que passamos juntos.
Ao dia seguinte, todos já estavam de malas prontas para
no dia seguinte partimos para as aldeias de destino, eu iria voltar para
Tzimisce, junto com meu marido meu pai, Emma e minha irmã. Eu tinha treinado
muito pouco os meus poderes, mais as minhas habilidades estavam prontas.
Poderia mover objetos com a força de minha mente como o meu pai fazia, eu
também poderia voar e... Claro, ter a pomba branca.
Todos estavam na sala de jantar cuidando da viagem que
iríamos fazer, teríamos que ir disfarçadamente ate Tzimisce sem ser
reconhecidos.
- Nossas malas estão prontas, teremos que cuidar muito
bem da nossa viagem – disse meu pai assentado em uma cadeira de veludo
vermelha, e com chifres em cima da cadeira, parecia uma coisa bem demoníaca,
mais eu curti. – Catherine, já planejou tudo?
- Sim... Eu só
queria saber como iremos viajar.
- Nos poderemos ir de carro, não é muito longe. – disse
eu abraçada a Christopher na sala.
- Nos não podemos ser reconhecidos por ninguém. Iremos
a carros ou á pé com nossas velocidades. – disse meu pai.
- Ótimo... Então não vamos demorar. Amanha de manha nos
partiremos.
Depois ao almoço com a família, eu estava em meu quarto
com Olivia pensando no meu futuro, eu estava com medo do que iria acontecer
comigo. Estávamos-nos sentadas na cama conversando sobre David, o novo amor de
Olivia.
- Eu sei que ele é meu primo... Mais eu estou gostando
muito dele, muito mesmo. – ele me pareceu aflita com o relacionamento que
estava tendo com David e também preocupada que alguém saiba. – O que farei
Alice?
- Bem... - eu não sabia o que dizer a ela, eu sempre
fui muita tímida para essas coisas, foi pela graça de Deus que estou ate hoje
com Christopher – Eu não sei o que ti dizer Olivia mais... Se você o ama, vá em
frente. Não ligue para as pessoas, aposto que sua mãe vai gostar meu o nosso
pai, isso eu não sei. – nos rimos juntas.
Uma coruja preta entrou em quarto e pousou em minha
cama, era muito linda, eu poderia adota lá não?
- Linda não. – eu á tocava em sua cabeça, ela se
arrepiava e se mexia.
- Eu não confio muito. Corujas pretas tragam um mau sinal.
Olha tem uma carta nas patinhas dela.
- Me deixeeu ver. – eu retirei a carta da patinha da
coruja negra, eu me levantei para lê-la, enquanto lia, minha cabeça começou a
girar por dentro, e eu fiquei tonta, fia tudo girando ao meu redor, me sente
péssima com á noticia e desmaiei ao chão. Só me lembro de Olivia chamando o meu
nome e tentando fazer com que eu acordo-se.
Só me lembro de ter acordado na cama de Emma, com meu
pai, Christopher e Olivia olhando em meus olhos na ponta da cama.
- Filha o que aconteceu? – disse meu pai se aproximando
de mim entre um dos lados da cama.
- Eu não sei... – Eu estava com alguma sim.
- Alice, você tem que nos contar o que ouve com você
querida. – Emma dizia aquilo com todo o amor possível, ela sempre foi boa
comigo.
- Eu não sei... Está semana eu esteve com enjôos
freqüentes, minha menstruação esta atrasada, vomitei três vezes em dois dias,
dores em meus seios. E...
- Essa não! – meu pai se levantou olhando nos olhos de
Christopher com um olhar reprovador. – Vamos à minha sala agora.
- Drácula eu... – Christopher tentou explicar mais não
conseguiu.
- Eu disse agora Christopher. – os dois saíram do
quarto, Christopher me olhava enquanto saia, estava com uma cara estranha, a
tristeza afundava a sua face.
- Vocês podem me explicar o que aconteceu aqui? – eu
não estava sabendo de nada “definitivamente”.
- Bem Alice... A verdade é que... Você esta grávida. –
disse Emma olhando nos meus olhos e segurando minha mão
- O que? – um filho? Eu teria um filho?
- Isso mesmo, você esta grávida. – Olivia colocava as
mãos em minha barriga e fechava os olhos, eu olhava para ela preocupada - E...
Pelos meus poderes é... Um menino.
- Eu estou mesmo... Grávida? – não deu para acreditar.
- O que vez você desmaiar? – perguntou Emma.
- Ela desmaiou por causa da gravidez eu suponho, mais
acho que também foi por que... Toda a família dela está morta.
- O que? Oh meu Deus. – eu comecei a chorar na cama,
Emma me abraçou enquanto estávamos com as pernas deitadas e as costas apoiadas
na parede. – como isso foi acontecer?
- Eu não sei... Aqui diz que seu... Primo Jonathan disse
que mataram todos da sua família, ele foi o único que não sobrou porque não
estava em casa neste momento. – Olivia tinha acabado de ler o que dizia na
carta, o resumo da carta, mais eu não acredito que Jonathan, meu próprio primo
possa ter matado minha família inteira para querer seu o novo rei de Tzimisce.
- Quando nos iremos á Tzimisce? – perguntei eu chorando
muito.
- Nos iríamos amanha. Mais você esta doente, e grávida,
não poderá viajar.
- Eu quero viajar de volta a Tzimisce, por favor, nos
temos que ir.
- Eu não acho boa idéia você viajar querida... – disse
Emma olhando nos meus olhos.
- Bem... É melhor nos discutirmos isso depois, eu vou
dar uma volta sobre o jardim ok.
- Quer que eu vá com você? – disse Olivia.
- Não. Eu... Preciso caminhar um pouco para... Esfriar
a cabeça. – eu me retirei do quarto sem olhar nos rostos de Emma e Olivia, eu
estava com a cabeça cheia, estou correndo perigo, estou grávida... Oh meu Deus.
Enquanto caminhava pelos corredores indo em direção ao
jardim do castelo, uma discussão estava vinda de um dos quarto. Era meu pai
brigando com Christopher, eu fiquei escondida atrás das postas escutando tudo.
- Você não devia ter feito isso, nos estamos passando
por uma situação muito difícil, e você engravida minha filha Christopher? – meu
pai gritava alto de mais. Parecia que toda a Flosd os ouvia.
- Ela é minha mulher Drácula, e também eu não esperava
por isso. Eu quero protegê-la, protegê-la com todos os meus poderes possíveis.
- O problema não é esse. Alice já estava com problemas.
Os outros vampiros querem matá-la e a família dela foi morta todos foram
mortos.
- Eu amo muito ela Drácula... E não irei perdê-la para
nenhum vampirinho insignificante.
- Ela é minha filha. E eu também a protegerei.
- Então porque você criou todo esse alarme?
- Ela terá uma criança e isso pode ser perigo para nos,
os outros vampiros podem matá-lo. – meu pai gritava.
- O que
faremos? Voltaremos para Tzimisce?
- Sim. Amanha darei o recado ante de viajarmos, você Willian
e David iram a duas aldeias diferentes para avisarem que minha filha está
grávida. Enquanto nos esperaremos em Tzimisce com Alice.
- Vocês iram levá-la sem mim?
- Sim. Alguma objeção?
- Bem que eu tenho sim. – Christopher se aproximou de
meu pai com seus punhos fechados, eles estavam cara a cara.
- O que vai fazer? Bater-me?
- Bem que... Vontades não me faltam.
- Eu posso matar você aqui e agora sabe disso certo?
- Eu não tenho medo de você Drácula. Não mesmo.
Eles ficaram parados olhando uns para os outros, os
lápis que permaneciam na mesa de meu pai começaram a levitarem-se as pontas
eram afiadas e estavam na direção de Christopher, eu não queria que nenhuns dos
homens que eu mais amava fossem mortos. Eu continuei assistindo não ganhei coragem
para entrar.
- Sabe por que não eu mato você aqui e agora com
aqueles lápis sem eu mover um músculo?
- Por que tem medo?
- Não... Porque eu não quero que minha filha passe por
mais um problema e eu a amo como eu amo você. Você é como um filho pra mim
Christopher... Tem certeza que quer me matar?
Christopher saiu da sala e me viu em frente à porta,
ele me olhou sorrindo sem jeito como se estive com vergonha, ele pós suas mãos
em minha cintura olhando nos olhos.
- Você ouviu tudo certo? – ele olhava para chão com
tanta vergonha espalhada em sua face. - Desculpe.
- Em primeiro lugar... – dei uma tapa na cara dele. Bem
dado.
- Ai! – ele gemeu baixinho de dor. – Porque me bateu?
- Nunca mais fale daquele jeito com o homem que criou
você, ti tirou uma doença mortal maligna, e que te protegeu com toda a força
possível. – eu estava brava com Christopher. Ele me olhava com tristeza e
arrependimento, parecia um cachorrinho abandonado em uma praça chuvosa. –
Segundo, venha comigo ate o jardim... Tenho que falar uma coisa muito
importante com você.
Nos fomos ate o jardim que ficava a frente do enorme
castelo de pedra. Onde estávamos morando temporariamente.
Olivia e David estavam também no jardim encostados a
uma arvore de macieira conversando, eu esperaria que nossa conversa não fosse
ouvida por eles.
Nos fomos para um pouco longe de Olivia e de seu
“suposto” amorzinho. Sentei-me a uma pedra que estava ao lado de outra
macieira, ao meu lado estava Christopher segurando minha mão. Olivia estava a
quatro metros de distancia de nos.
- Me diga... O que você queria disser?
- Você sabe que eu tenho a pomba branca certo? – eu
estava nervosa e aflita, com o que iria acontecer comigo no futuro.
- Eu não quero ser uma má pessoa, eu amo muito você,
amo nosso filho, mais eu acho uma boa hora para telo amor. – disse àquelas
palavras que forram tiradas direto de meu coração.
- Você está pensando em... – ele pensou que eu era
capaz de fazer isso? Pela cara dele era o que dizia.
- Não amor. Eu nunca faria isso. Mesmo que demore, eu
continuarei amando meu filho e não desistirei dele, eu só acho que nos fizemos
ele em uma hora errada.
- Eu protegerei você e ele também. Com todo o que o
tenho ou ela será o meu tesouro, como você já é a minha fortaleza. – ele
sorriu, eu o beijei lentamente, ele me agarrava enquanto as folas das arvores
caiam todas de uma vez em cima de nos.
Eu parei o beijo
olhando em direção a floresta, meus sentidos estavam aguçados, eu estava
sentindo cheiro de sangue, Christopher, Olivia e David também estavam sentindo,
eu estava com sede, poderia matar o humano em menos de um minuto, eu não estava
totalmente treinada, apenas sabia lutar para me defender contra os inimigos.
Mais sobre o sangue, eu sentia muito mais sangue agora que estava grávida.
- Quem está ai? Apareça. – gritou Christopher segurando
minha mão.
- Acalmem-se. Eu vim em paz, só estou aqui para trazer
uma mensagem. – o rapaz aparentava ter vinte e poucos anos de idade. Ele estava
armado com uma espada e uma besta em suas costas. Estava tremendo de medo.
- O que você quer aqui? Deve ter muito coragem para vir
a Flosd. Você não tem medo de morrer? – disse David segurando a mão de Olivia,
os dois já estavam ao nosso lado. Eu não tinha reparado quando tinha chegado
aqui.
- Por favor, senhores... Eu só trouxe uma mensagem.
Olivia me levantava da pedra que estava sentada e me
levava em direção para dentro do castelo em passos lentos.
- Olivia, eu não vou conseguir, o cheiro de sangue do
corpo dele é muito forte, eu preciso para alimentar meu filho. E para mim. – eu
ainda estava caminhando com Olivia, estava com muita sede, queria matar o
rapaz, mais isso não é certo, ele era um dos guardas de meu pai. E eu sempre
respeitava muito todos eles.
Christopher e David conversavam com o rapaz á três
metros de distancia. Eu estava quase caindo em tentação.
- Eu... Só fim para entregar uma carta á... Alice.
Desisto,
não agüento mais Christopher
Querida
por favor, não. Ele só uma um rapaz, nãos faça isso.
Tenho
que fazer. Eu estou com sede e seu filho também.
Alice
não!
Sim.
Eu não consigo mais.
Eu me soltei dos braços de Olivia e corre para cima do
rapaz, Olivia me chamava para que eu parasse mais eu não conseguia escutá-la.
David gritava para que eu parasse também, mais eu não o
dava ouvidos. Continue correndo ate conseguir matar o rapaz. David veio na
minha frente correndo em minha direção para tentar me parar. Ergui meu braço
direito na direção dele e o lancei com meus poderes para sair de meu caminho,
ele caiu ao gramado rolando.
Christopher conseguiu me segurar e Olivia e David me
levaram para dentro do castelo.
- Porque que você fez isso? Poderia matá-lo. – disse
Olivia enquanto estávamos na sala de star.
- Você poderia matá-lo,
ou melhor, você ia matá-lo certo?
- Desculpem-me. Eu não queria fazer isso. Desculpe por
ti arremessar no gramado David. Eu... Não pensei direito. – eu estava muito
arrependida do que tinha feito. Me
retire de perto do de Olivia e David e fui para meu quarto, me preparar para
viajar de volta á Tzimisce.
Deitei na cama e permanece pensando sobre o que acorreu
no jardim. Christopher entrou no quarto e subiu á cama. Eu pus minha cabeça em
sua perna. Ele permaneceu assentado na cama.
- Você esta
pronta para ouvir a noticia ruim que eu irei contar? – ele me acalmava e
alisava meus cabelos.
- Pode dizer... Serie forte o bastante. Só espero que
não seja o que o que estou pensando.
- Mais é o que você está pensando amor.
Oh
meu Deus.
Eu
sinto muito querida.
Você
não tem nada haver com isto. Diga-me tudo Christopher.
Quer
mesmo escutar?
Sim.
Eu me sentei ao lado dele, o olhando, ele respirou
fundo, e olhava pro chão tentando achar as palavras certas para dizer.
- Foi o Jonathan que matou a sua família.
- Eu nem sei o que dizer. – estava arrasada. Eu não
sabia que Jonathan chegaria a tanto só para ser rei de Tzimisce.
- Acalme-se amor. Amanha nos partiremos para Tzimisce e
vamos cuidar muito bem de sua gravidez.
- Obrigado querido, como é a gravidez de uma vampira? –
sempre queria saber...
- Amanha mesmo a sua barriga ira crescer. Como se
tivesse com oito meses. – ele sorri enquanto dizia, nosso isso é louco mesmo.
- O que! – gritei – Isso é impossível Christopher.
Descobri que estou grávida hoje.
- Você não é humana Alice. – ele me beijou em minha
testa, e se retirou do quarto.
Eu estava aflita, será que aquilo era verdade?
- Olivia!- gritei por Olivia, ela é a única menina na
casa que pode me ajudar se Emma não estiver porque eu não posso contar com
Catherine.
- Sim? O que foi?
- ela abriu a porta e entrou correndo ate mim.
- Christopher me disse que... Amanha minha barriga
estará como uma de oito meses. Isso é verdade?
- Alice... – ela riu alto – É claro que sim. Você é não
humana. Talvez daqui a uma semana, você terá seu filho.
- É serio? Nossa. Há Olivia, eu tenho que ti contar uma
coisa sabe. Eu ouvi na mente de Christopher e na mente de David. Eu estou sendo
procurada pelos... Pelos... Qual é mesmo o nome? Há sim... “Sangues ruins”.
Foram contratados por Jonathan para me matar, eu herdei tudo de meu pai e agora
ele está querendo tomar.
- Essa não. – Olivia estava nervosa e sem saber o que
dizer. – Eu tenho que contar para meu pai sobre isso.
- Aposto que ele já sabe.
- Isso é serio Alice, os sangues ruins são uma seita de
homens que matam vampiros. E eles têm as asmas certas para nos matar.
- Quais são essas armas? – estava curiosa no que
poderia me matar sem ser o sol e tirar meus poderes sem ser a luz.
- O alho, coisa sagradas como água benta e cruzes.
Morremos-nos com uma estaca no coração, e a ausência de sangue.
- Eu não sei se estou pronta para is to.
- Mais você não tem escolha Alice, não se preocupe,
amanha nos iremos cuidar de você em casa que será bem melhor. – ela se retirou
do quarto – boa noite.
- Boa noite Olivia. – eu peguei rápido ao sono.
Apenas me lembro de ter
acordado de manha com a barriga enorme, parecendo que estava com seis meses. Eu
fiquei com medo, Christopher não estava mais comigo na cama e fazia muito frio
na aldeia. Hoje seria o dia em que tínhamos de voltar a Tzimisce, estava muito
animada com a viagem. Tomei um longo banho pela manha e me vesti para viajar.
Estava usando uma camisa preta e um, sobretudo preto, usava uma causa preta com
uma bota preta que iria ate meu joelho, meus cabelos pretos estavam presos, por
um lenço florido atrás de minha cabeça. Eu estava clamando por sangue, mais não
para me alimentar, e sim para me vinga daquele que matou minha família. Por
mais que eu odiasse minhas primas Ella e Natalie elas não mereciam morrer
daquele jeito. Por mais que eu ás vezes detesta-se minha tia Melissa, ela
também não merecia passar por isso.
Eu amava meu pai e minha
mãe. Minha mãe já sabia o caminho dela, mais eu não esperaria que meu próprio
primo fizesse isso.
Não, não. Hoje isso acaba aquele castelo é meu. Não serie
uma boazinha como muitas. Criarei meu filho naquele castelo junto com
Christopher... Não... Farei uma coisa melhor... Farei melhor.
Minhas malas já estavam prontas, aposto que meu marido
não queria que me atrasa-se, típico dele, - eu sorri olhando para as malas.
Peguei todas e parti para a sala principal onde todos
estavam prontos para sair. Eles me olharam e sorrira, Olivia assoviou para
“tentar” me elogiar. Eu á olhei sorrindo, Christopher me olhou de cima a baixo
de boca aberta eu estava mesmo me sentindo linda.
- O que estão olhando? – perguntei colocando as malas
no chão.
- Você esta muito produzida amor. Ate de mais para você
mesma. – disse Christopher se aproximando de mim e colocando seu braço em minha
cintura.
- Só estou me sentindo bonita hoje e vingativa. – eu
olhava para todos e todos me olhavam?
- O que está pensando mocinha? – disse meu pai. Eu não
acredito que ele me chamou de mocinha. Eu já sou mãe gente. Por favor.
- Nada de mais pai. É uma coisa entre mim e
Christopher. – todos ficaram curiosos, mais eu só contaria para Christopher.
Enquanto andávamos para entrar nos carros ate a aldeia
de Tzimisce, entramos nos carros, aviam três para nos levarmos, mais e um deles
eu fui com Christopher e em sua mente eu tinha que dizer todo o meu plano.
Eu
tenho que fazer isso.
Isso
o que?
Vingar-me
dele por ter matado minha família.
Alice,
sua família somos-nos.
Isso
eu sei mais não posso deixar que ele sobreviva, eu farei isso Christopher e
você não pode me impedir.
Você
esta grávida Alice, pelo amor de Deus.
Eu
não tenho outra escolha.
Tem
sim. Eu não vou deixar você fazer isso.
Eu
ti amo muito Christopher e preciso que você esteja comigo nessa hora, eu não
vou ti obedecer.
Eu
ti proíbo Alice.
Você
não pode me proibir de nada Christopher, estamos casados mais você não manda em
mim. Só preciso que esteja do meu lado amor. Por favor.
Estou
percebendo que você não é, mas a garota que conhece na floresta dentes de
sangue certo?
Eu
sempre fui à mesma, e também não quero ti perder.
Ele não me respondeu ficou a viagem toda sem falar
comigo, estava muito bravo, mais eu não tive outra escolha eu tinha que
matá-lo.
Chegando a Tzimisce, os carros foram guardados na
garagem, minha “nova” família já estava entrando na casa e guardando as coisas.
Os outros vampiros do nosso clã e dos clãs Tremere e Assamite. Dos Tremere estava Logan o líder do clã, seus quatro filhos,
Joseph, Gabriel, Isabella e Sophia. E também sua mulher Emily. Logan era muito
amigo de meu pai, e a família dele era muito unida, dos Assamite, o líder é
Christian, outro amigo de meu pai. Ele e sua mulher Samantha tinham três
filhos, Hannah, Anna e Isaac.
Todos entraram
no castelo para se hospedarem. Fui para o quarto de Christopher mais ele não estava.
Quando guardei minhas roupas no armário quando senti a respiração dele em meu
ombro. Eu o olhei e ele não estava muito contente.
- Você sabia que
eu poderia ti matar aqui e agora?
- Não poderia
não. Eu senti quando você passou pela porta sem fazer barulho. – eu o abrasei e
nos rimos. – Eu tenho que ir.
- Você ainda
está com isso na cabeça?
- Sim. Não
mudarei de idéia Christopher.
Ele me soltou e
saiu de perto de mim.
- Você sabe
quanto essas pessoas estão fazendo para ti ajudar e você acaba fazendo isso?
Querendo morrer? Os sangues ruins são treinados para matar ok. Treinados. – ele
me abraçou e nossos lábios estavam quase se chocando – Por favor... Não vai.
- Não tenho
escolha. Você vem comigo para me proteger ou não? – eu continue á olhá-lo.
A porta se abriu
sem bater e entrou Olivia, Willian, David, fiquei surpresa quando Andrew entrou
pelo quarto, ele não gostava de mim mais talvez Willian o fez entender pelo o
que estou passando. Todos estavam bem vestidos, a neve ainda caia, todos
estavam com capas pretas com capuz de couro pretas. Levaram armar para se
proteger. Os “sangues ruins” sempre tinham uma carta á manga.
- E então e
isso? Todos estão com você. – ele não me olhava mais como antes.
- É. Eu tenho
que fazer isso querido... Sinto muito. Se cuide – dei um beijo rápido em sua
boca, me veste com a capa preta e sai com do quarto com os outros. A busca de
minha missão. Matar Jonathan.
Corremos-nos
como nossos poderes, chegamos ao castelo em menos de dez minutos. Ficamos
escondidos em cima de uma arvore para que ninguém nos visse.
Entramos no
castelo e os guardas não nos viram. Era tudo a mesma coisa, a sala, cozinha,
escadas... Tudo.
Quando cheguei à
sala de jantar sozinha, os outros estavam separados para encontrar Jonathan. Eu
não acreditei no que tinha visto, minha família toda estava amarada a cordas
que se prendiam ao teto. Cordas nos pescoços, braços, e pernas de todos. Minha
mãe, minhas primas e meus tios. Eu me ajoelhei diante deles e chorei muito,
muito. Eu senti uma mãe tocar meu ombro e apertá-lo de leve.
Não precisei
olhar para reconhecer o toque de Christopher, eu não olhei nos olhos apenas me
levantei e o abracei forte. Chorando muito.
- A minha
família Christopher. Oh meu Deus.
- Acalme-se
amor. Tudo vai se resolver. – ele me abraçava tentando me consolar. – Você tem
que continuar com sua missão. Certo?
Nos nus olhamos
e ele estava sem nenhuma arma. Ele me beijou e eu o retribui.
- Sim. Vem
comigo.
- Claro.
Ele pegou na
minha mão e juntos fomos ate Olivia tinha dito mentalmente onde Jonathan
estaria. Ele estava se preparando para dormir apagou a vela que iluminava a
metade de seu quarto e se deitou. Não imaginava que nos estávamos ali.
Quando as luzes
se acenderam ele estava amarado a uma corda com uma cadeira sangrando em vários
lugares do corpo. Mais ainda estava acordado, meio grogue mais acordado. Todos
estavam olhando para ele, eu e os outros vampiros, eu estava diante dele
prestes a matá-lo. E Christopher estava do meu lado.
- Quando nos
tínhamos oito anos nos queríamos ser reis de um castelo como este. Quando
tínhamos doze anos você se interessou por mim. Mais eu nunca ti quis. Eu nunca
iria namorar com alguém da minha família. Mais você matou minha mãe, minhas primas,
meus tios. Só para ser o rei de Tzimisce. Você não presta
Jonathan. Eu tenho vontade de pendurar seu corpo em uma corda como você fez com
a minha família.
- Pode fazer isso se você quiser vagabunda. – ele
cuspiu em minha cara, mais eu pude parar aquele cuspi de sangue com meus
poderes e devolve na cara dele. Ó olhando.
Christopher segurou em sua garganta para enforcá-lo.
Olhou fixo nos olhos dele e apertando o seu pescoço. Eu o impedi de matá-lo.
- Não Christopher. Eu vou fazer isso. – ele soltou Jonathan
o olhando fixamente nos olhos dele.
- Você vai me matar não vai?
- Vou.
- Pode matar... Mais de nada adiantará pra você. Os
sangues ruins ainda estão te procurando Alice. E também não se esqueça dos
Nosferatu querida... Eles sabem que você tem a pomba branca não sabem? Eles já
sabiam há muito tempo. – ele ria de minha cara - Só não sabia como ti achar,
então e disse a eles que você ia voltar para Tzimisce. E esse filho bastardo
que você terá com esse idiota... Não sobreviverá. Nunca sua... Sua... Bastarda.
- Bastardo e você e sua família medíocre que nunca será
como a minha seu desgraçado. – eu o ataquei. O morde seu pescoço e suguei todo
o seu sangue. E ele caiu da cadeira, morta. Enquanto saiamos colocamos fogo no
castelo inteiro, eu me despedi de minha família, durante as chamas se
alarmavam, olhei para minha mãe que já estava morta de longe enquanto eu estava
na porta do castelo. Ela me olhou e sorriu mesmo estando morrendo, e uma
lagrima caiu de seu olho esquerdo. E ou consegui ouvir as quatro palavras que
saiam de sua boca.
... Filha... Eu ti amo...
De repente o teto caiu sobre eles, e nós saímos
correndo do castelo, não conseguia correr direito porque ainda doía minha
barriga. Enquanto andava minha bolsa se rompeu e eu me sentei em uma arvore. Outros
vampiros estavam ao meu redor. Christopher me segurou pelos braços e saberia
que teria meu filho ali.
Ele me levou correndo para o castelo, mais os sangues
ruins estavam aras de nos com cruzes, alhos nos pescoços, e águas bentas. Os
vampiros não poderiam lutar contra isto. Só correram para o castelo.
Assim que chegamos, Christopher me pós na cama, ele
gritou por socorro por sabia que eu teria meu filho á aquele momento. Emma,
Olivia e Catherine vieram para fazer meu parto. Os demais ficaram ao terraço do
castelo observando os sangues ruins que estavam a baixo.
Eles estavam com todas as armas possíveis para nos
matar. Avia uns dez da seita sangues ruins lá em baixo.
Os vampiros não poderiam descer para lutar porque os
inimigos usariam as luzes que tirariam nossos poderes e as cruzes que nos
matariam com águas bentas ou os alhos.
Éramos-nos muitos mais fortes que eles, sem a
habilidade e as armas... Só eram humanos comuns. Eu gritava de dor para ter o
parto, Olivia testava minha respiração e meus batimentos cardíacos, Emma disse
para eu empurrá-lo com força, eu respirava e empurrava, eu não estava
aquentando mais.
- Empurre Alice, eu estou vendo a cabeça dele. – disse
Emma gritando comigo.
Eu o empurrava com toda minha força. Ofegante e
nervosa, eu não queria perder meu filho.
Logan, Christian e meu pai estavam na janela mais alta
do castelo, os lideres de clãs tinha um plano para matar os sangues ruins mais
algo os impedia.
- Não temos muito tempo Drácula... Temos que fazer
antes que eles enfadem o castelo e nos matem com as armas. – disse Logan
olhando para meu pai.
- Não. Esperaremos-nos ate a vinda dele. – disse meu
pai andando para os lados no quarto.
- Deve demorar Drácula. Temos que fazer. – disse
Christian cocando suas mãos ao ombro de meu pai.
- Já chega! Eu farei agora. – disse Logan erguendo suas
mãos pra fora da janela quando meu pai ás segurou olhando nos olhos dele.
- Não. Esperaremos-nos á... – de repente um choro de
criança é derramado por todo o castelo. “meu filho tinha nascido”. Meu pai autorizou
que Logan mata-se todos os sangues ruins com troncos de arvores que saiam onde
exatamente os guardas estavam. Todos morreram e todo castelo comemorou.
Eu estava
deitada segurando meu menino recém nascido. Ele era lindo de olhos vermelhos e
cabelos negros lisos. Eu o olhava e sorria e ele também sorria para mim, Emma e
Olivia ficaram encantadas com ele, a porta se abriu e Christopher estava lá me
olhando. Ele estava surpreso com nosso bebe.
Ele o segurou no colo olhando nos olinhos dele, o bebe
sorria e dava risadinhas quando olhava o pai.
Emma Olivia e Catherine se retiram do quarto nos
deixando sozinhos.
- Você conseguiu de novo. – ele me olhava e sorria.
- Nos dois conseguimos. – eu o olhava e sorria, ele me
deu um beijo em minha testa e colocou meu filho meu meus braços.
- Nos estamos descendo, vamos nus deliciar com o sangue
dos homens que quiseram ti matar.
- Guarde uns pra mim. E para nosso filinho. – nos rimos
e ele saiu do quarto.
Eu o olhei e o beijei, ele ainda estava com sangue e
então aproveitei para lambê-lo, estava com muita fome... Mais descobri que
sangue de vampiros é horrível.
Eca.
Depois do lancinho, eu estava no quarto, assentada com
Christopher e nosso filho. Estava escolhendo os nomes para ele. Meu pai dissera
que quando o bebe gostar do nome que dá a ele eles sorriam.
- Vamos ver... O que acha de... Alucard?
O bebe não sorrio.
- Que nome é esse? Alucard? Nossa – nos rimos juntos. - Vamos ver...
Armand?
- Acho que não combina com ele. – ele balançava a
cabeça para os lados significando que o nome era péssimo.
- Eu também acho.
O bebe continuou sem rir.
- Eu sei de um ótimo... Benjamin? - ele me olhava esperando minha resposta.
- Acho horrível.
O bebe ainda não sorrio.
- O que acha de Arthur?
- Nada de Arthur ok. Nosso filho não ser chamado de
Arthur. – ele não demorou muito a responder e ficou groso de repente.
- Por quê? Parece tão lindo. – eu tentava de tudo
convencê-lo. - Porque não pode ser...
- Eu já disse Alice, meu filho não será chamado de
Arthur. Jamais. – ele ficava mais nervoso.
- Você não gosta deste nome por quê?
-... Artur é o nome do meu pai. Quer dizer, era o nome
dele. Meu pai matou todo a minha família por ciúmes de minha mãe. Antes de me
transformar vampiro. Quando fiquei com a doença que não tinha cura, e Drácula
me transformou, eu não poderia mais ficar ali, se não mataria todos e eu não
queria isso. – ele dizia sem olhar nos meus olhos. Apenas segurava nosso filho.
- O que aconteceu depois? – eu estava curiosa.
- Quando eu estava totalmente treinado para não comer
sangue. Eu quis fazer vingança e fui ate a aldeia e o matei com meus poderes.
Por isso não quero que nosso filho tenha o nome de Arthur ok.
- Ta bem. – agora eu iria alegrá-lo. - Como meu marido
é o melhor do mundo eu j se o nome que darei a nosso filho.
- E qual seria? – ele me olhou sorrindo. – Eu pensei
bem e o nome é esse... Christopher Drácula Rivnos Ventrue ².
Ele me olhou e sorriu. Segurando nosso filho ele disse
olhando em meus olhos.
- Querida eu estou muito honrado de ter colocado o nome
de seu pai e o meu nome mais... Acho que não devia colocar o nome de Ventrue.
- Eu vou colocar. Pela minha mãe Christopher, não pelo
o meu pai. Por mais que eu ainda sobrevivo, carregarei a família Ventrue
comigo. Minha mãe foi uma guerreira Christopher. E eu ainda a honrarei.
- Ok. Desculpe-me. Se você acha uma coisa boa colocar o
nome de Ventrue em nosso filho... Eu entendo. – ele me entregou nosso filho, e
se levantou da cama e se retirou do quarto. Não demorou muito para que meu pai
possa entrar na porta sem bater.
- Olá filha... Como anda meu netinho lindo? – ele
segurou Christopher Junior e sorrio.
- Esta bem pai. Eu estou muito orgulhosa de mim mesma.
Eu estou... Não tenho explicação.
- E qual é o nome dele? – ele estava muito curioso. Ate
de mais.
- É uma surpresa. Contarei no jantar.
- Ok. Eu queria muito saber mais... Respeitarei sua
decisão.
- Você não poderá saber... Confidencial ate o jantar.
- E como anda você e Christopher? Ele esta sendo
sincero e amoroso? - ele me olhava com
um de preocupação. Eu detestava mentir, mais não adiantaria nada... Pois ele ia
ficar sabendo de qualquer maneira...
- Ele me contou sobre o seu pai... Disse-me que Arthur
é um nome maligno. Que não poderia colocar em nosso filho.
- Minha nossa... – ele pós Christopher Junior em seu
berço e se assentou do meu lado. - Tenho medo do futuro filha.
- Eu também. Quando Emma me disse que eu possuía a
pomba branca em mim. Eu tenho sonhado com o mesmo sonho.
- Que sonho querida? É algo ruim?
- Não, não. Ele
é estranho... Catherine estava nele. Eu estava no castelo, sozinha e ela
aparecerá do nada e me cantou que eu ia perder duas coisas e ganhar uma coisa.
O que pode significar?
- Na verdade eu não sei.
Ele estava mentindo.
- Tem certeza?
- Tenho. Eu... Irei falar com Catherine. Na demoro. –
ele se retirou da cama sem e saiu do quarto sem olhar nos meus olhos. Eu não
tinha idéia do que ocorria. Apenas Olivia e Catherine poderiam prever o
futuro... Catherine me odiava minha única esperança seria Olivia.
Dois anos se passaram, meu filho estava com dez anos de
idade... É estranho não? Na idade dos vampiros, em apenas um ano, o vampiro faz
cinco anos amais. O corpo dele também estava mudado, com o corpo de dez anos.
Estava com franjas e era branco como a neve e de olhos vermelhos, toda a
família adorava o meu filhote. Ele era mais apegado ao pai do que a mim. Deve
ser a genética.
Todos estavam ao jardim fazendo bolas de neve e tacando
uns aos outros, nos estávamos felizes por estarmos juntos. Olivia e David já
estavam namorando. Foi incrível saber que Drácula permitiria isto quando pegou
os dois no flagra fazendo amor no quarto de Olivia.
Os dois estavam no jardim namorando. Eu os chamei
mentalmente para virem em meu quarto. Eu precisava muito falar com ele.
- O que foi Alice? Ouvi alguma coisa? – disse Olivia
entrando no meu quarto com David.
- Sentem-se aqui – disse eu me assentando na cama com
ele.
- É muito grave? – disse David.
- Não. Eu queria que vocês fizessem uma coisa pra mim.
Há dois anos os Nosferatus não dão noticias de que teriam nos atacar.
“atacar-nos não, me atacar”.
- Sim. Mais eu previ o futuro Alice, eles firam para
nos atacar. O que faremos? E seu filho?
- Eu já pensei em tudo... Se eu não sobreviver a este
ataque dos vampiros... Eu quero que vocês levem meu filho para longe daqui.
Cuidem dele, por favor. Eu separei todo o dinheiro possível. Eu preferia que
vocês saíssem de Tzimisce antes dos vampiros chegarem.
- Ok. Faremos-nos. Meu pai já esta sabendo que os
Nosferatus estão a caminho... Ele me disse que nos deveríamos lutas na floresta
dentes de sangue...
- É por isso que eu quero que vocês levem o meu filho para
longe daqui. Eu não quero... – a porta se abriu, e meu filho entrava no quarto
com olhares fixo em nos...
- Mãe... Eu vou embora daqui? Vamos-nos mudar? – ele
veio ao meu encontro e me abraçou enquanto eu estava em pé ao quarto. E Olivia
e David sentados na cama olhando uns para ou outros sem saber o que dizer.
- Filho... Escuta-me... Você terá que ir embora com sua
tia Olivia e seu tio David. Ouviu?
Ele me olhava. Queria saber por que teria que ir
embora. Por quê?
- Mais porque mamãe? A senhora não gosta mais de mim?
- Filho... – eu não sabia o que dizer... Eu detestava
vê-lo longe de mim. - Eu amo você... Ouviu? Eu mo você meu pequeno. Mais uma
coisa vai acontecer com a mamãe e com a família muito rum. E eu não quero que
você esteja perto para ver.
- Os vampiros maus atacaram certo? – ele já sabia de
tudo.
- É filho. Mais não se preocupe... Você irá sobreviver.
Disso... Eu não tenho nenhuma duvida. Amanha de manha você vai partir ouviu?
- Mais mamãe. Eu quero ficar com você e proteger a
família. - aqueles olhinhos lindos ainda estavam a me seguir.
Oh
meu Deus Olivia.
Acalme-se
Alice. Tudo vai dar certo.
Eu
espero que sim.
- Filho... Você não pode ir. Eu preciso que você fique
em segurança com seus tios ate essa... Coisa acabar. Prometa-me que vai
obedecê-los?
- Sim mãe. Eu ti prometo. – ele me abraçou forte e eu
senti que ele abraço poderia ser o ultimo.
- Agora vá brincar com os outros. – ele me soltou e saiu
do quarto.
Eu me sentei ao lado de Olivia e David. Abaixei a
cabeça e pensei... No que iria acontecer.
- Calma Alice. Tudo vai dar certo.
- Não se preocupe... Vamos-nos cuidar de Christopher.
Tudo vai estar bem. – eles tentavam me acalmar, era tudo o que eu queria. Ficar
calma.
Ao dia
seguinte... Seria o dia em que lutaríamos por evitar a minha morte.
“tecnicamente”.
Teríamos-nos que ir ate a floresta dentes de sangue, ou
então eles iriam ate nossa casa para nos atacar e seria muito pior. A floresta estava com menos arvores quando eu
a vi. Mais ainda era a mesma coisa.
Rivnos, Tremere e Assamite contra os Nosferatus. Seria uma luta e tanto. Drácula
faria de todo para não lutarmos. Mais os Nosferatus não perdoavam á ninguém.
Matthew procurava um vampiro que estaria com a pomba branca há trinta anos.
Agora que ele achou... Ele não iria dispensá-la.
Estávamos todos
lá... Na floresta. Nos do lado esquerdo a frente da vista do castelo de eles a
frente da vista das ruínas do antigo castelo de meu pai. Eles estavam a dez
metros de nos. Coragem não nos faltava.
Drácula me olhou
e deu dois passos a frente... Christopher estava ao meu lado, e segurava três
dedos meus.
- Não precisamos
disso Matthew. Ela não tem culpa de ter esse poder. – disse meu pai. Olhando
fixamente nos olhos de Matthew e de seu exercito.
- Na verdade
vocês não precisam estar aqui Drácula. Porque a simplicidade? Somos inimigos há
tanto tempo. Eu só quero a garota.
- Disso eu sei
Matthew. Mais por mais que seja horrível para você ter perdido a Paloma... Isso
não significa que você terá que matar a minha filha para recuperá-la.
- Não fale o
nome dela David. Ela não pode sair da baça de nenhum seguidor das trevas.
- Eu gostava muito
dela também Matthew. Ela sempre foi uma irmã para mim.
- Eu não quero
mais falar nisto. Será que eu posso ver a menina... De perto? – ele olhava em
meus olhos, eu ainda não sabia o poder que ele tinha. Mais gostaria de saber
para ficar alerta. - Por favor.
Drácula me
olhava e estendeu sua mão para que eu á pega-se e que juntos icemos ate
Matthew.
Christopher
segurou minha mão e não largou ate chegarmos lá. James também estava indo
conosco ate Matthew. Ele era poderoso de mais. E nunca saberíamos quando ele ia
atacar...
Quando estava
frente a frente com ele, reparei em suas vestes. Ele usava um casaco preto e
um, sobretudo por baixo com golas estranhas. Com causas pretas e sapatos
pretos. Seu cabelo era liso e cheio, pegava ate seu ombro. Era moreno e tinha
os olhos laranjados.
Ele tocou em
minha bochecha e á alisou. Olhando nos meus olhos fixamente... Ele segurou
minha mão.
- Então... A
herdeira de sangue retornou ate-nos... Ela é muito linda... Tem os olhos da
mãe.
Eu nada disse. Continue a olhar nos olhos
dele.
- Você tentou
esconder o seu filho de mim menina? Você é muito esperta. – ele me olhava
sarcasticamente... Nossa como ele soube?
- Sim. Isso é
entre mim e você. Não quero que meu filho veja essas barbaridades.
- Você queria
uma troca não é Drácula... Pós então terão. Se você não se entregar para nos...
Meus homens mataram o seu filho. – ele me olhava enquanto dizia aquelas coisas.
- Não faça isso,
por favor. – disse eu olhando nos olhos dele.
- Matthew. Agora
você foi longe de mais. Minha filha não é obrigada a ceder seus poderes a você.
- Você já esta
avisada. Um pelo o outro.
-Ele não esta
sozinho.
- Sim eu sei.
Está com Olivia e David certo?
- Eu não vou
deixar que você faça nada com o meu filho. Se os seus homem o machucarem eu
mando você para o espaço. Eu não tenho medo de você.
Ele estalou os
dedos e quatro dos homens dele vieram e ficaram de frente para mim.
Eu olhava para
os homens e ele me olhava.
- E então? O que
vai ser?
- Eu não vou
entregar o meu filho a vocês.
- Ótimo.
Ele estalou os dedos
e os quatro homens foram atrás de Olivia e David para matar meu filho. Quando
me virei e olhei trás, Willian e Andrew foram atrás deles para evitar que meu
filho seja morto.
Eu dei as costas
a ele. E ele também me deu as cosas. Parou no meio de todo o seu exercito e
disse a todos...
- Matem todos.
O exercito de
Matthew gritou alto e partiram para nus atacar. Aviam trinta do nosso lado e
trinta e cinco no lado deles, e nos partimos para cima dos Nosferaus para
atacá-los. Eu fui com toda o odeio possível para matar.
A luta tinha
começado. Os Nosferatus eram fortes mais estavam perdendo. Um dos homens partiu
para cima de mim para tentar me matar ele saltou para caiu tecnicamente em cima
de mim. Ergui minha mão e controlei o corpo dele com a força de minha mente. E
o atirei longe.
Christopher
lutou bravamente para me defender, eu já tinha matado muitos vampiros. Mais
ainda faltava um. E esse vampiro estava lutando com meu pai. Eu core ate os
dois para matar Matthew de uma ver por todas.
Mais não
consegui dar nenhum passo. Matthew tinha matado meu pai. Eu fiquei de queixo
caído ao ver Matthew arrancando a cabeça de meu com as mãos. Christopher também
visualizou a morte dele e corremos juntos para matarmos Matthew. Mais tivemos
um contra tempo... Catherine passou por nos muito rápido e partiu pra cima de
Matthew. E ele também a matou.
Eu e Christopher
ficamos a frente dele.
- Não precisa
ser assim criança... É só você se entregar a mim. E pouparei todos vocês.
- Você matou meu
pai, e minha tia. Seu desgraçado.
- Eles não foram
os únicos, eu também matei a sua mãe para me alimentar. – ele sorria caçoando
da minha cara. Eu não me agüentei. Tenho que matá-lo.
Separei-me de
Christopher. Eu ao lado, Matthew no meio e Christopher ao outro lado.
Cada um de nos
estava a cinco metros de distancia enquanto a luta continuava. Christopher
correu ate Matthew e um acerto em sua face. Matthew tomou o impulso do soco de
Christopher e tonteou enquanto estava no ar em direção ao chão.
Com os meus
poderes. Usei para controlar o corpo dele e o atirei ao chão. Ele se levantou e
veio para cima de mim com toda a força. Christopher tentou impedi-lo mais não
conseguiu. Ele acabou matando o meu marido.
Eu tinha que
matá-lo. De uma vez por todas. E foi o que eu fiz. O prendi com os poderes ao
ar. E fiz com o que seu corpo explodir. Chorando o sangue nas cabeças dos
outros vampiros.
Eu peguei o
corpo de Christopher com minhas mãos e sai da luta e fui direto para o castelo.
Chorando muito eu tinha perdido os dois homens que eu amava nessa vida.
A altura do
campeonato... Meu filho agora já deve estar morto.
Pus o corpo de
Christopher á mesa de jantar que estava fazia. O corpo dele estava perfurado
saindo muito sangue. As garras de Matthew tinha o machucado muito.
Eu tentava
acordá-lo para dizer suas ultimas palavras... Mais não conseguia. Pus minha
cabeça sobre seu abdômen e chorei. Chorei muito.
- Mãe... O que
ouvi com o papai? – era Christopher. Meu filho. Eu o abracei forte e chorei
sobre o ombro dele.
- Filho... O sei
pai, seu avo, e sua tia Catherine... Estão mortos, querido.
- O que? Isso é
serio mãe?
- Sim filhote. É
muito serio.
Olivia, Willian
e David saíram do quarto. Olhando nos meus olhos e sujos por lutarem tanto.
- Mais mãe... Eu
acho que posso curar o papai.
- De que você
esta falando?
- Eu não sei
como mamãe. Mais posso curar o papai. Veja. – ele foi ate seu pai e encostou
suas mãos no coração de Christopher. Nossos olhares estavam penetrados em
Christopher. Quando de repente, Christopher se levantou da mesa olhando nos
ossos olhos. Eu não acreditava que meu filho também possuía a pomba branca.
- O que
aconteceu? Porque eu estava deitado na mesa de jantar? – eu o abrasei forte que
senti seus ossos estalarem.
- Eu tenho você
de volta. Aqui comigo.
Ele me beijou e
os outros sobreviventes da luta retornaram ao castelo. Alguns tinham morrido.
Mais outros ainda permaneciam de pé.
Depois de dois
dias. Eu estava á ultima janela com Christopher conversando á tarde.
- Eu perdi minha
mãe... Perdi meu pai. Meus tios que lutaram por mim.
- Mais você
ganhou uma nova família. Eu, seu filho, Olivia, David e Willian e Emma.
- Eu sei. Mais
não é a mesma coisa... Ainda sinto falta dele. Não me recuperei de sua morte.
- Eu também.
Mais dia irá superar tudo isto. Porque estamos juntos. E juntos somos fortes.
- Eu nunca
poderei retribuir o que você e sua família fizeram por mim. Eu amo muito vocês.
Ele me abraçou e
me beijou estávamos apreciando a vista da floresta dentes de sangue. Uma floresta
que foi feita uma promessa. Uma floresta que precisou lutar para se proteger...
Uma floresta de vampiros. Mais esses vampiros. Por mais que estejam mortos e
distantes, sempre estarão juntos. Pra sempre...
Somos-nos os dentes de sangue.
Somos-nos os
vencedores da batalha final.
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